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02/06/2020 – Panorama de mercado semanal

02 de junho , 2020 | em #MeuCâmbio |

Acompanhe semanalmente a evolução da cotação do dólar, euro e saiba tudo que pode influenciar o preço das moedas. Com a Meu Câmbio você tem acesso a toda a informação que precisa para escolher a melhor hora de realizar suas operações cambiais.

Cenário interno

Economia

  • Em meio às incertezas sobre os impactos da pandemia de coronavírus no país e no mundo, o mercado brasileiro aumentou a expectativa em relação a uma contração do PIB (Produto Interno Bruto) em 2020, segundo os dados do Relatório Focus divulgado dia 01/06 pelo Bacen. Seguem principais dados das medianas de mercado para 2020:
    • PIB: Queda de 6,25%
    • IPCA: 1,55%
    • Câmbio: R$/US$ 5,40
    • Selic: 2,25%
  • A economia do Brasil iniciou 2020 com a mais forte retração desde 2015, ainda nos primeiros sinais dos impactos das restrições principalmente sobre os gastos das famílias, devido às medidas para conter a disseminação do coronavírus, com o cenário apontando uma recessão histórica. O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro contraiu 1,5% no primeiro trimestre deste ano sobre os três meses anteriores, informou, na sexta-feira (29), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a primeira vez que a economia apresenta queda na base trimestral desde o recuo de 0,1% do quarto trimestre de 2018. O declínio do primeiro trimestre de 2020 é o mais forte desde o segundo trimestre de 2015 (-2,1%). (Fonte: Diário do Comércio)
  • A pandemia do coronavírus levou à queda nas exportações e, em menor volume, nas importações em maio. Com isso, a balança comercial brasileira registrou saldo positivo de US$ 4,548 bilhões, o menor desde 2015 para o mês. O saldo é 19,1% abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado – superávit de US$ 5,624 bilhões. De janeiro a maio, a balança comercial acumula um saldo positivo de US$ 16,349 bilhões, valor 19,5% inferior ao mesmo período do ano passado. Nessa comparação, as exportações caem 4,5% no ano e, as importações, 0,6%. (Fonte: Estadão)
  • O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, afirmou que o PIB pode cair “5% ou um pouco mais” em 2020. Ele participou de uma transmissão ao vivo com agentes do mercado. — Estamos vendo uma variação do PIB de menos 5%, talvez um pouco mais. É difícil prever porque depende do período do distanciamento social que está sendo adotado em diferentes lugares. O desemprego está indo um pouco mais alto, alguns agentes do mercado dizem que pode atingir 15 % ou mais. (Fonte: Jornal Extra)
  • Maio foi um mês dividido em duas etapas. Na primeira, o Ibovespa e o dólarforam imensamente pressionados pelas turbulências no cenário político e pela incerteza na economia global. Na segunda, a tendência foi a contrária: o alívio tomou conta dos ativos domésticos, em paralelo à menor percepção de risco por parte dos investidores. O mercado de câmbio apresentou um comportamento particularmente volátil: em 13 de maio, o dólar à vista fechou a R$ 5,9008, acumulando um salto de 8,50% desde o começo do mês. Pois nesta sexta-feira (29), a divisa americana terminou a sessão em baixa de 0,82%, cotada a R$ 5,3389 — o que representa uma baixa de 1,83% no saldo mensal. Também tivemos movimentos amplos na bolsa: o Ibovespa foi aos 77.556,62 pontos no dia 15, mas, hoje, terminou em alta de 0,52%, aos 87.402,59 pontos, acumulando um salto de 8,57% ao longo de maio. É claro que o bom desempenho visto no Ibovespa e no mercado de câmbio nem de longe anula a pressão acumulada no ano: o principal índice da bolsa brasileira ainda amarga perdas de 24,42% desde o começo de 2020, enquanto o dólar à vista sobe 33,08% nos últimos cinco meses. (fonte: Seu Dinheiro)
  • Com o forte desequilíbrio entre receitas e despesas por causa das medidas para enfrentamento ao coronavírus, a dívida bruta brasileira saltou a 79,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em abril, sobre 78,5% em março, ao maior patamar da série histórica iniciada pelo Banco Central em dezembro de 2006. Em pesquisa Reuters, a expectativa era de uma dívida ainda maior no mês, de 81% do PIB. Já a dívida líquida cresceu a 52,7% do PIB, ante 51,7% no mês anterior e projeção de que fosse a 52,4% do PIB. (Fonte: Época)
  • IGP-M registrou inflação de 0,28% em maio. O IGPM, Índice Geral de Preços Mercado, usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 0,28% em maio, taxa inferior ao 0,8% de abril. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas, o IGP-M acumula taxas de inflação de 2,79% no ano e de 6,51% em 12 meses. A queda da taxa foi puxada pelos preços no atacado e no varejo. (Fonte: Radio Agência Nacional)
  • O consumo das famílias, motor da economia brasileira, teve a maior queda desde 2001 no primeiro trimestre deste ano, como efeito das medidas de isolamento social adotadas para combater a disseminação do novo coronavírus. Os gastos dos brasileiros encolheram 2% e puxaram o recuo de 1,5% da atividade econômica do país nos três primeiros meses do ano. Os dados são do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgados nesta sexta-feira (29/5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Foi o maior recuo desde a crise de energia elétrica em 2001”, explicou Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE. Segundo ela, o consumo das famílias pesa 65% do PIB. O consumo do governo ficou praticamente estável (0,2%) no primeiro trimestre deste ano, mesmo patamar do último trimestre de 2019. Os investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo), por outro lado, cresceram 3,1%, puxados pela importação líquida de máquinas e equipamentos pelo setor de petróleo e gás. A produção nacional de máquinas e equipamentos e a construção caíram, observou Rebeca. (Fonte: Correio Braziliense) 
  • A balança comercial brasileira teve uma queda de 0,9% nas exportações de bens e serviços, enquanto as importações de bens e serviços cresceram 2,8%. “As exportações foram bastante prejudicadas pela demanda internacional. Um dos países muito importantes para a gente que tem afetado nossas exportações é a Argentina. E a China também, que no primeiro trimestre foi o primeiro país a fechar as fronteiras. Então as nossas exportações foram bastante afetadas”, disse a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis. (Fonte: Correio Braziliense)
  • Os cinco maiores bancos brasileiros têm em mãos recursos equivalentes à toda a economia brasileira. Turbinado pelo aumento de crédito para suprir a demanda maior durante a pandemia de coronavírus, o volume de ativos totais das instituições financeiras atingiu R$ 7,36 trilhões ao fim de março, superando, pela primeira vez, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que foi de R$ 7,3 trilhões em 2019, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicados em março. (Fonte: InfoMoney)
  • A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) registrou uma queda de consumo de energia elétrica de 6,6% em abril, para 37.116 gigawatts-hora (GWh), refletindo pela primeira vez o impacto em um mês inteiro da pandemia de covid-19. O setor comercial foi o mais atingido, com queda de 17,9%, seguido pela indústria, com perda de 12,4% no consumo. Por outro lado, o consumo residencial subiu 6%, sinalizando aumento da demanda trazida pelo isolamento social, que obrigou as pessoas a ficarem mais em casa, informou a EPE. (Fonte: Estadão)
  • O mercado de veículos novos continuou em significativa desaceleração em maio, com queda de 74,7% das vendas na comparação com o mesmo mês de 2019. Entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus foram licenciadas 62 mil unidades, segundo dados preliminares do mercado. É o pior resultado para meses de maio em 28 anos. (Fonte: Estadão)
  • A agricultura vai colher este ano um dos seus melhores resultados no campo. Se da porteira para fora, os impactos do coronavírus na economia se revelam desastrosos para os balanços de grandes empresas, no agronegócio o ano será de recorde de receita. Levantamento feito pela Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) mostra que o Valor Bruto da Produção atingirá R$ 728,6 bilhões, aumento de 11,8% sobre 2019, maior cifra em reais da história do setor. Em meio à pandemia, a expectativa é que o PIB do agronegócio passe a responder por 23,6% do total do País – no ano passado, ficou em 21,4%. (Fonte: Estadão)
  • O governo federal registrou em abril um rombo de R$ 92,9 bilhões em suas contas, após abrir os cofres para pagar os gastos dos efeitos da pandemia. Foi o maior rombo mensal, numa série iniciada em 1997. O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, prevê novos recordes negativos em maio e junho. (Fonte: Estadão)
  • Com a redução drástica no número de viagens devido à pandemia do novo coronavírus, as despesas de brasileiros no exterior em abril ficaram em US$ 203 milhões, o menor valor para o mês desde 1999, segundo dados do Banco Central. A queda foi de 86,4% ante abril do ano passado. Os gastos de estrangeiros no País também caíram de forma dramática e somaram US$ 113 milhões em abril, o pior resultado para o mês de 1997. O recuo foi de 76,1% ante abril de 2019. O chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, ressaltou que o setor de turismo e viagens é um dos mais afetados pela crise provocada pela covid-19.
  • Em reação ao agravamento da pandemia do coronavírus no Brasil, o governo de Donald Trump anunciou a proibição da entrada de viajantes estrangeiros vindos do País. A medida barra quem passou pelo Brasil até 14 dias antes de seguir para os EUA e começa a valer a partir das 23h59 de quinta (28/05). Estão liberadas pessoas que têm residência permanente nos EUA e cônjuges, filhos e irmãos de americanos. (Fonte: Estadão)

Empresas

  • A emissão de US$ 3,25 bilhões em bônus da Petrobrás – a primeira de empresa brasileira pós-pandemia de coronavírus – deve abrir caminho para outras companhia e bancos do País buscarem recursos no mercado financeiro internacional. A operação mostrou apetite dos estrangeiros por nomes de peso em meio à necessidade de alocar recursos, enquanto as taxas de juros das grandes economias seguem no chão. Antes da fase da turbulência nos mercados, havia expectativa de que o segundo trimestre fosse recheado de novas captações de emissores brasileiros, em antecipação às eleições norte-americanas. Mesmo com o forte impacto do vírus nos EUA e no Brasil neste momento, a demanda pelos papéis da Petrobrás, que superou os US$ 15 bilhões, surpreendeu. A cifra acima de US$ 10 bilhões não era vista há bastante tempo nas captações feitas por emissores brasileiros. (Fonte: Estadão)
  • Os pedidos de recuperação judicial devem ter aumento expressivo nos próximos meses, por conta da crise causada pela covid-19. A expectativa é que a pandemia aumente em 50% as solicitações por parte de empresas que já estavam em situação financeira difícil, de acordo com cálculos da consultoria ARM Gestão. A carioca João Fortes e a paulista Esser, no setor de construção, e a também carioca Expresso Pégaso, de transportes, puxaram a fila dos pedidos de recuperação judicial em meio à crise. A lista deve começar a ganhar mais nomes a partir do meio do ano, já que as várias medidas para dar liquidez à economia ainda estão em andamento. Assim, as empresas que tinham caixa fazem contas, reavaliam operações e renegociam contratos, antes de dar o próximo passo. A curva de pedidos deve começar a crescer entre 60 a 100 dias após o pico da crise, segundo a consultoria Alvarez & Marsal. Estimam-se em cerca de 400 pedidos de recuperação judicial em agosto, e, aproximadamente, 150 por mês em setembro, outubro e novembro. O cálculo da A&M é que, do patamar de cerca de 1,4 mil pedidos, haja um salto para 2,1 mil casos em 12 meses, superando o pico de outubro de 2016, quando houve 1,872 mil pedidos de recuperação judicial. (Fonte: Estadão)
  • A arrecadação de impostos, contribuições e demais receitas federais registrou queda real (descontada a inflação) de 28,95% em abril, ante o mesmo mês do ano passado, e somou R$ 101,154 bilhões, informou ontem a Secretaria da Receita Federal. Em abril de 2019, a arrecadação havia somado R$ 142,365 bilhões. De acordo com dados da Receita Federal, o resultado de abril deste ano também foi o pior para o mês desde 2006, quando somou R$ 94,505 bilhões – ou seja, em 14 anos. Os valores foram corrigidos pela inflação. (Fonte: Estadão)
  • O grupo Latam Airlines e suas afiliadas no Chile, Peru, Colômbia, Equador e Estados Unidos entraram nesta terça-feira (26) com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos em razão dos impactos da crise do coronavírus nas operações da companhia. O valor total da dívida a ser reestruturada é de US$ 14,9 bilhões. As subsidiárias do grupo no Brasil, Argentina e Paraguai não estão envolvidas no processo de reestruturação de dívida sob a proteção do Capítulo 11 da lei de falências dos Estados Unidos, que permite um prazo para que as empresas se reorganizem financeiramente. (Fonte: G1)
  • Estudo com 183 empresas com ações negociadas na Bolsa de Valores, a B3, mostra que a disparada do dólar influiu negativamente no resultado das operações. Mesmo com um caixa reforçado em R$ 110 bilhões, o endividamento cresceu e o lucro líquido caiu quase 70%. Os sinais de melhora da economia doméstica no começo do ano atenuaram os impactos dos primeiros 15 dias da crise do novo coronavírus nos balanços das companhias brasileiras de capital aberto, no primeiro trimestre de 2020. No entanto, a disparada do dólar, que ganhou força a partir do fim do carnaval, foi suficiente para azedar o resultado das operações. Mesmo com um caixa reforçado em R$ 110 bilhões, na comparação com o mesmo período em 2019, as companhias amargaram uma queda de quase 70% em seu lucro líquido. (Fonte: Estadão)

Emprego

  • O impacto do Covid-19 foi devastador no mercado de trabalho dos Estados Unidos e do Brasil, os dois países que lideram os casos comprovados da pandemia no mundo. Com uma população de 329 milhões de habitantes, dos quais 1,707 milhões foram infectados, com 100,4 mil mortes até ontem, os Estados Unidos registraram, com os 2,1 milhões de novos pedidos de auxílio-desemprego na semana passada, um total de 40 milhões de desempregados desde o começo da pandemia, em março. No Brasil, com 211 milhões de habitantes, 412 mil casos registrados e 26 mil mortes até a 5ª feira, 28 de maio, os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) e do IBGE mostraram a devastação no emprego e nas atividades por conta própria até abril. De acordo com o Caged, em abril houve perda de 860.503 vagas com carteira assinada. Como em março (o país declarou a pandemia na 2ª metade do mês) foram fechados 240.702 postos regulares, em 45 dias, a Covid-19 cortou 1.201.205 vagas. Mas a devastação no mercado de trabalho foi ainda maior, segundo os dados da PNAD do IBGE, referente ao trimestre fevereiro-março-abril. Com apenas 45 dias de pandemia, houve redução de 4,9 milhões de pessoas (-5,2%) na população ocupada, que caiu para 89,2 milhões de pessoas. A população fora da força de trabalho teve crescimento recorde de 7,9% (mais 5,2 milhões de pessoas) em relação ao trimestre anterior e de 9,2% (mais 6,0 milhões) sobre igual período de 2019. Foi o maior contingente desde o início das pesquisas da PNAD do IBGE, em 2012. (Fonte: Jornal do Brasil)

No cenário externo:

  • O Departamento do Comércio dos EUA informou que os gastos do consumidor, que respondem por mais de dois terços da atividade econômica dos EUA, caíram 13,6% no mês passado. Esse foi o maior tombo desde o início da série histórica, em 1959, e apagou o recorde anterior de queda de 6,9% em março. (Fonte: Money Times)
  • Duas associações de credores privados da dívida argentina informaram que apresentaram, na última quarta-feira, uma contraproposta para a reestruturação dos passivos soberanos do país. Segundo comunicado, o texto tem apoio de mais de 30% dos detentores dos títulos. Os grupos – Argentine Exchange Bondholder Group e Ad Hoc Argentine Bondholder – afirmam que a proposta apresenta termos mais favoráveis à Argentina do que as anteriores e leva em conta os desafios fiscais e econômicos surgidos diante da crise provocada pelo coronavírus. Os bônus no centro das negociações foram emitidos em 2010 e 2015. O governo argentino está em situação de default técnico por não ter pago US$ 503 milhões em juros que venceram na semana passada. (Fonte: IstoÉ Dinheiro)
  • O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro subiu apenas 0,1% na comparação anual de maio, desacelerando em relação ao aumento de 0,3% observado em abril, ainda em meio aos efeitos econômicos da pandemia de coronavírus, segundo dados preliminares divulgados pela agência de estatísticas da União Europeia, a Eurostat. O resultado veio em linha com a expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal. A prévia de maio deixa a inflação anual da zona do euro ainda mais distante da meta do Banco Central Europeu (BCE), que é de uma taxa ligeiramente inferior a 2%. (Fonte: IstoÉ)
  • O Departamento do Comércio dos Estados Unidos revisou para baixo o desempenho da economia do país no primeiro trimestre deste ano. Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (28), o Produto Interno Bruto (PIB) do país encolheu a uma taxa anualizada de 5% entre janeiro e março – dados preliminares apontavam para uma queda de 4,8%. (Fonte: G1)
  • A agência de classificação de risco Fitch rebaixou o rating de crédito de longo prazo em moeda estrangeira da Argentina de “C” para “Rd” – default (calote) restrito. O rebaixamento, anunciado nesta terça-feira (26), reflete a falha das autoridades em pagar os juros devidos sobre três bônus soberanos no período previsto, até 22 de maio. (Fonte: G1)
  • O governo francês investiu o equivalente a 20% do PIB do país em medidas de proteção da economia durante a pandemia. O ministro da Economia da França disse que o governo gastou, até agora, 450 bilhões de euros e que, até julho, vai continuar pagando 70% do salário bruto de funcionários privados que não estão trabalhando para evitar demissões. O teto é de quatro salários mínimo e meio. Pouco mais de um milhão de empresas acionaram esse dispositivo; 12 milhões de pessoas receberam o pagamento do governo. A França também distribuiu auxílios aos mais pobres e anunciou pacotes para ajudar a indústria do turismo, montadoras e o setor aéreo. (Fonte: G1)
  • A Comissão Europeia, órgão executivo da União Europeia (UE), lançou novo plano de apoio à economia do bloco, golpeada pela crise econômica da pandemia do coronavírus. Batizado de “Próxima Geração”, o programa vai disponibilizar ¤ 750 bilhões ao mercado e aos Estados membros do bloco, através de repasses e empréstimos. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

O VIX trabalhou na última semana na média de 28,02. A volatilidade ainda continua muito alta, mas com valores abaixo do pico de 16/03 onde trabalhou na faixa de 82,60.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2020

As expectativas dos 99 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 5,00
  • Valor médio esperado: R$ 5,59
  • Valor máximo esperado: R$ 6,12

Previsão para PIB

As expectativas dos 74 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 115 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano hoje:

As 14:30hs, o dólar comercial operava estável cotado a 5,2172

O Dólar Turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 5,413 + IOF.

Dólar / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
02/jun/20-3,18%5,2172
Na semana-2,62%5,3578
No mês-4,07%5,4387
No ano30,05%4,0118

Euro hoje:

As 14:30hs o euro operava estável, cotado a R$ 5,832.

O Euro Turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 6,07 + IOF.

Euro / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
02/jun/20-2,75%5,8320
Na semana-0,88%5,8840
No mês-2,10%5,9570
No ano29,77%4,4940

Próximos eventos internacionais relevantes

DataHorárioMoedaEventoPrevisão AtualÚltima Previsão
TueJun 23:45amEURFrench Gov Budget Balance -52.5B
 4:00amEURSpanish Unemployment Change230.3K282.9K
 All DayUSDWards Total Vehicle Sales11.1M8.6M
  10:45pmCNYCaixin Services PMI47.444.4
WedJun 34:15amEURSpanish Services PMI24.07.1
 4:45amEURItalian Services PMI26.210.8
 4:50amEURFrench Final Services PMI29.429.4
 4:55amEURGerman Final Services PMI31.431.4
  EURGerman Unemployment Change188K373K
 5:00amEURFinal Services PMI28.728.7
  EURItalian Monthly Unemployment Rate9.2%8.4%
 6:00amEURPPI m/m-1.5%-1.5%
  EURUnemployment Rate8.2%7.4%
 All DayAllG7 Meetings  
 9:15amUSDADP Non-Farm Employment Change-9500K-20236K
 10:45amUSDFinal Services PMI36.936.9
 11:00amUSDISM Non-Manufacturing PMI44.041.8
  USDFactory Orders m/m-15.0%-10.3%
 11:30amUSDCrude Oil Inventories 7.9M
ThuJun 46:00amEURRetail Sales m/m-18.0%-11.2%
 TentativeEURSpanish 10-y Bond Auction 0.71|1.3
 TentativeEURFrench 10-y Bond Auction 0.03|2.0
 8:30amUSDChallenger Job Cuts y/y 1576.9%
 8:45amEURMain Refinancing Rate0.00%0.00%
  EURMonetary Policy Statement  
 9:30amEURECB Press Conference  
  USDUnemployment Claims 2123K
  USDRevised Nonfarm Productivity q/q-2.5%-2.5%
  USDRevised Unit Labor Costs q/q4.8%4.8%
  USDTrade Balance-41.5B-44.4B
 11:30amUSDNatural Gas Storage 109B
FriJun 53:00amEURGerman Factory Orders m/m-20.0%-15.6%
 5:00amEURItalian Retail Sales m/m-10.0%-20.5%
 9:30amUSDAverage Hourly Earnings m/m1.0%4.7%
  USDNon-Farm Employment Change-8000K-20500K
  USDUnemployment Rate19.5%14.7%
 4:00pmUSDConsumer Credit m/m-15.0B-12.0B

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