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04/08/2020 – Panorama de mercado semanal

04 de agosto , 2020 | em #MeuCâmbio |

Análise Meu Câmbio

Acompanhe semanalmente a evolução do preço do dólar, euro e saiba tudo que pode influenciar o preço das moedas. Com a Meu Câmbio você tem acesso a toda a informação que precisa para escolher a melhor hora de realizar suas operações cambiais.

Cenário interno

Economia

  • Em meio às incertezas sobre os impactos da pandemia de coronavírus no país e no mundo, o mercado brasileiro melhorou a expectativa em relação a uma contração do PIB (Produto Interno Bruto) em 2020, em comparação à semana anterior, segundo os dados do Relatório Focus divulgado dia 31/07 pelo Bacen. Seguem principais dados das medianas de mercado para 2020:
    • PIB: Queda de 5,66%
    • IPCA: 1,63%
    • Câmbio: R$/US$ 5,20
    • Selic: 2,00%
  • As multinacionais brasileiras estão recorrendo a filiais no exterior para recompor buracos abertos em seus caixas pelo choque do coronavírus. Num refluxo de capital sem precedentes a um período tão curto de tempo, empresas com negócios fora do Brasil repatriaram, desde a chegada da pandemia, US$ 30,6 bilhões que estavam em subsidiárias internacionais. Pela cotação de fechamento de ontem, a cifra, que entrou no País de março a junho, beira os R$ 160 bilhões. Deste montante, US$ 19,9 bilhões vêm da venda de participações em negócios no exterior – ou seja, desinvestimentos em subsidiárias onde grupos sediados no Brasil detêm, ou detinham, mais de 10% do capital. Para especialistas, a maior propensão dos investidores a assumir ativos de risco – alimentada pelo contexto de alta liquidez e juros em mínimas históricas – abriu uma porta de saída em mercados internacionais que está sendo usada num momento em que as empresas precisam de caixa. Nas estatísticas atualizadas mensalmente pelo Banco Central (BC) desde janeiro de 1995, março, abril e maio deste ano aparecem entre os quatro meses com maior registro de desinvestimentos de companhias brasileiras no exterior. Trata-se, portanto, de um movimento que ganhou proporções atípicas no período de maior impacto da pandemia do coronavírus na economia. Outra fonte de liquidez, que também bateu recordes na atual crise, é a transferência do lucro obtido pelas multinacionais brasileiras no exterior. Nos últimos quatro meses, US$ 6,8 bilhões irrigaram o caixa das empresas sediadas no Brasil por este canal, sendo março e abril os meses com os maiores registros nas estatísticas do BC. Para completar, outros US$ 3,8 bilhões chegaram via transferências feitas na forma de empréstimos das filiais a suas matrizes no Brasil. Esta é uma corrente que costuma ganhar força em períodos de crise ou incertezas, quando o custo de capital fica comparativamente caro no País e as empresas correm atrás de fontes mais baratas no exterior. (Fonte: Estadão)
  • Com as captações feitas na semana passada, subiu para US$ 10,4 bilhões o total de papéis de dívida corporativa brasileira emitidos lá fora (bonds), desde os últimos dias de maio. Foi quando a Petrobrás testou o apetite dos estrangeiros após a enorme turbulência causada pela pandemia – e encontrou demanda cinco vezes superior à oferta. Agora, o ritmo tende a diminuir até setembro, com a divulgação de balanços e as férias no Hemisfério Norte. Mas as projeções dos especialistas são de que o total a ser captado este ano possa ficar próximo ao levantado em 2019, de cerca de US$ 33 bilhões. (Fonte: Estadão)
  • Em um período de sete anos, o brasileiro caminha para ficar cerca de 10% mais pobre. A recessão observada entre o fim de 2014 e 2016, a lenta retomada da economia dos anos seguintes e a recente crise provocada pelo coronavírus fizeram o Brasil perder parte da sua riqueza. Entre 2013 – último ano de crescimento mais robusto da economia – e o fim de 2020, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita passará de R$ 8.519 para R$ 7.559 e terá encolhido 11,3% no período, de acordo com cálculos da consultoria LCA. Nos últimos anos, a economia brasileira enfrentou uma combinação de muita dificuldade. Entre o fim de 2014 e 2016, o país observou uma forte recessão causada por vários desequilíbrios macroeconômicos e pela turbulência política durante o governo Dilma Rousseff. Nos três anos seguintes, houve apenas uma tímida retomada, incapaz de apagar todos os estragos. Agora, a crise provocada pelo coronavírus se tornou mais um componente desse período conturbado. O empobrecimento do Brasil também fica evidente quando se analisa o comportamento socioeconômico do país. Depois de ver o “boom” da chamada classe C no final da década passada e no início desta, o país tem registrado uma leve piora da mobilidade social nos últimos anos, de acordo com um levantamento feito pela Kantar. Em 2014, 27,5% dos lares brasileiros integravam a classe A e B. Ao fim deste ano, esse grupo deve recuar para 26,3%. Nesse período, a classe E vai passar de 24,7% para 25,2% dos lares. (Fonte: G1)
  • Em meio à crise causada pela COVID-19, o mercado de trabalho voltou a cortar vagas na segunda semana de julho, pela terceira vez seguida, enquanto o contingente de brasileiros sem emprego chegou a 40,5 milhões, na soma dos desempregados com as pessoas que estão fora da força de trabalho, mas gostariam de trabalhar. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Covid (Pnad Covid), divulgada na sexta-feira, 31, pelo IBGE, a redução da população ocupada sinaliza para o fechamento de 2,813 milhões de postos, formais e informais, desde a primeira semana de maio, quando começou a nova pesquisa. Na semana de 5 a 11 julho, eram 12,234 milhões de desempregados, levando a taxa de desemprego a 13,1%, ante 10,5% na primeira semana de maio. De lá para cá, são 2,417 milhões de desempregados a mais – o número é inferior ao de vagas cortadas porque parte dos trabalhadores que perdeu o emprego pode ter desistido de procurar uma ocupação, saindo da força de trabalho. Na segunda semana de julho, eram 28,265 milhões fora da força de trabalho, mas que gostariam de trabalhar, 1,212 milhão a mais do que na primeira semana de maio. Na soma dessa massa com o total de desempregados, se chega ao total de 40,5 milhões de trabalhadores sem empregos no País. Na semana de 21 a 27 de junho, a Pnad Covid apontou o primeiro corte significativo de vagas, de 1,4 milhão de postos ante uma semana antes, após sete semanas de estabilidade. Da primeira semana de maio até meados de junho, a estabilidade no total de ocupados (em torno de 84 milhões) apontava para uma freada nas perdas de empregos formais e informais, mas os dados divulgados ontem confirmaram o movimento de piora. (Fonte: O Estado de Minas)
  • O aumento expressivo dos gastos do governo com medidas para o combate aos efeitos econômicos da pandemia de covid-19 fez a dívida pública bruta do governo geral encerrar o mês de junho em 85,5% do Produto Interno Bruto (PIB), alcançando a marca histórica de R$ 6,153 trilhões. Em maio, esse indicador estava em 81,9% do PIB e somava R$ 5,929 trilhões. Vale lembrar que, em 2019, a dívida bruta tinha recuado pela primeira vez desde 2013 e encerrou dezembro a 75,8% do PIB, somando R$ 5,5 bilhões. Logo, o crescimento desse importante indicador de solvência do país no acumulado do semestre foi de R$ 653 bilhões, ou seja, 9,7 pontos percentuais. Os dados fazem parte da nota de estatísticas fiscais do Banco Central divulgada nesta sexta-feira (31/07). No comunicado, o BC informou que esse aumento de 9,7 pontos percentuais (p.p.) da dívida bruta foi decorrente de emissões líquidas do governo, de 5,3 pontos percentuais, da incorporação de juros nominais equivalentes a 2,2 pontos percentuais, da desvalorização cambial acumulada no período de 1,7 p.p. e do efeito de 0,7 p.p.na variação do PIB nominal. (Fonte: Correio Braziliense)
  • O Ministério da Economia prevê ganhos no Produto Interno Bruto (PIB) per capita de até 1% por ano na proposta de projeto de lei que cria Contribuição sobre Operações de Bens e Serviços (CBS) com a harmonização da alíquota. O novo tributo substitui os impostos federais de PIS-Pasep e da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), criando uma alíquota de 12%. “Nota-se que as reformas têm o potencial de elevar a produtividade da economia brasileira em um intervalo de 0,2% a 0,5%, dependendo da redução esperada no custo de conformidade. Os ganhos de PIB per capita também são relevantes, podendo atingir 1,0%, o que equivale a um aumento de PIB per capita de R$ 345, em estado estacionário, usando como referência o PIB nominal de 2019”, informou a Nota Técnica da Secretaria de Política Econômica (SPE) da pasta. Segundo os dados da SPE, o impacto agregado no emprego é positivo, “oscilando entre 142 mil e 373 mil empregos gerados”. (Fonte: Correio Braziliense)
  • O governo estima que o setor público consolidado registrará um déficit primário de 812,2 bilhões de reais em 2020, o equivalente a 11,3% do Produto Interno Bruto, afirmou nesta quinta-feira o secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues. Em apresentação em comissão do Congresso, Waldery disse que a expectativa é que o país chegue ao final do ano com uma dívida bruta de 94,7% do PIB e uma dívida líquida de 67,2% do PIB. As projeções levam em conta uma retração de 4,7% do PIB no ano e não consideram, no caso da dívida, uma eventual ação do Banco Central que impacte o indicador, como a venda de reservas internacionais, disse Waldery. (Fonte: Reuters)
  • Depois de encerrar junho com saídas líquidas de US$ 2,885 bilhões, o País registrou fluxo cambial negativo de US$ 4,190 bilhões em julho até o dia 24, informou o Banco Central. O canal financeiro apresentou saídas líquidas de US$ 4,809 bilhões no período. Isso é resultado de aportes no valor de US$ 26,024 bilhões e de retiradas no total de US$ 30,834 bilhões. No comércio exterior, o saldo de julho até o dia 24 é positivo em US$ 620 milhões, com importações de US$ 9,103 bilhões e exportações de US$ 9,723 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 1,014 bilhão em ACC, US$ 2,690 bilhões em PA e US$ 6,019 bilhões em outras entradas. (Fonte: UOL)
  • O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), a “inflação do aluguel”, passou a subir 2,23% em julho, contra alta de 1,56% em junho, diante da forte alta nos preços do atacado e da gasolina no varejo, informou nesta quinta-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV). (Fonte: UOL)
  • A movimentação de cargas dos portos públicos registrou crescimento de 6,6% no primeiro semestre, na comparação com o mesmo período do ano passado. Durante o período de janeiro a junho, foram transportadas 168,8 milhões de toneladas ante a movimentação de 158,4 milhões de toneladas, em 2019. Os dados do Ministério da Infraestrutura refletem as atividades de oito autoridades portuárias que concentram cerca de 80% dos contratos de arrendamentos nos portos nacionais. O maior crescimento foi registrado na Companhia Docas do Pará, com alta de 26,5%, seguida pelo Porto de Suape (16,7%), Portos do Paraná (12,6%), Santos Port Authority (12%) e Emap (5,1%). Entre as cargas, um dos destaques é a movimentação de granel sólido nos portos administrados pela Companhia Docas do Pará, que cresceu 28,5%. No Porto de Suape (PE), a movimentação de granel líquido subiu 22,1%. (Fonte: Isto é Dinheiro)
  • A pandemia de covid-19 está afetando drasticamente os gastos de brasileiros no exterior com viagens internacionais, ajudando a reduzir o déficit do balanço de pagamentos do país com o resto do mundo. De acordo com dados do Banco Central divulgados nesta terça-feira (28/7) na nota mensal do setor externo, as despesas líquidas encolheram 93,7% no mês de junho em comparação com mesmo mês de 2019, para US$ 72 milhões. Esse recuo ajudou a reduzir o déficit na conta de serviços em 61,4% na mesma base de comparação, para US$ 1,4 bilhão. No acumulado do semestre, o saldo negativo de despesas de brasileiros com viagens no exterior ficou em US$ 1,7 bilhão, valor 70% inferior ao déficit de US$ 5,7 bilhões computados no mesmo período do ano passado. (Fonte: Correio Braziliense)
  • A crise gerada pela covid-19 acendeu o debate no Brasil sobre a necessidade de aumentar os impostos do “andar de cima” junto com a proposta de reforma tributária em tramitação no Congresso. A divulgação na semana passada de uma lista de 42 brasileiros que aumentaram sua fortuna em US$ 34 bilhões, mesmo durante a pandemia, fez crescer a pressão para que a reforma tire do papel o imposto sobre grandes fortunas e eleve o Imposto de Renda dos super-ricos para diminuir a desigualdade social no País. A corrente que cresce no Congresso é de que a reforma tributária tem de ser mais ampla do que apenas a simplificação de impostos para ajudar a reconstruir o País na fase pós pandemia. Proposta encabeçada pela Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco), junto com acadêmicos e um grupo de entidades ligadas aos Fiscos, aponta um potencial de arrecadação de R$ 40 bilhões por ano somente com o imposto sobre grandes fortunas. O imposto passaria ser a cobrado das pessoas com patrimônio a partir de R$ 10 milhões com alíquotas progressivas: de 0,5% (R$ 10 milhões a R$ 40 milhões); 1% (R$ 40 milhões a R$ 80 milhões) e 1,5% (acima de R$ 80 milhões). “Somos um dos campeões mundiais de desigualdade e concentração de renda. Precisamos utilizar também esse imposto”, defende Charles Alcântara, presidente da Fenafisco. A Constituição de 1988 previu a instituição de um imposto sobre grandes fortunas no Brasil. Até hoje, no entanto, a medida depende da aprovação de um projeto de lei complementar que determine como será feita essa taxação. O imposto sobre grandes fortunas é o único dos sete tributos previstos na Constituição que ainda não foi implementado. (Fonte: Estadão)

No cenário externo:

  • A atividade industrial na zona do euro expandiu em julho pela primeira vez desde o início de 2019 já que a demanda se recuperou após mais alívio das restrições adotadas para conter o coronavírus, mostrou nesta segunda-feira a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês). As fábricas parecem estar fazendo sua parte na recuperação da economia do bloco. O PMI final de indústria do IHS Markit subiu a 51,8 em julho de 47,4 em junho, na primeira vez acima da marca de 50 que separa crescimento de contração desde janeiro de 2019. A preliminar do índice havia ficado em 51,1. (Fonte: Terra)
  • O produto interno bruto (PIB) da zona do euro caiu no segundo trimestre 12,1%, e o da União Europeia como um todo, 11,9%, devido à pandemia do novo coronavírus, em quedas que foram as maiores desde o começo desses registros, em 1995, segundo informações do Eurostat, escritório de estatísticas do bloco. O vírus SARS-CoV02 causou um colapso sem precedentes da economia de todos os principais países da zona, sendo o mais grave a Espanha, onde o PIB caiu 18,5% em relação ao trimestre anterior, à frente da França (13,8%), Itália (12,4%) e Alemanha (10,1%). A contração econômica entre abril e junho foi mais de três vezes maior do que a registrada no primeiro trimestre de 2020, que foi de 3,6% na área de moeda única e 3,2% na do bloco dos 27, conforme previsto por instituições e analistas. Embora as medidas para conter a pandemia tenham começado a ser implementadas em meados de março, foi em abril que foram decretados os confinamentos e restrições mais rigorosos na Europa, levando a uma enorme queda na atividade econômica. Essas iniciativas só começaram a ser parcialmente relaxadas em meados de maio, o que se reflete nos dados publicados hoje. Em comparação com o segundo trimestre de 2019, a queda se estende a 15% na zona do euro e 14,4% na UE, de acordo com a primeira estimativa preliminar publicada pelo Eurostat. O escritório divulgará dados atualizados em 14 de agosto. (Fonte: UOL)
  • O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos desabou 32,9% no segundo trimestre de 2020 em termos anualizados, mostrou a primeira estimativa do Departamento de Comércio do país nesta quinta-feira (30). Foi a queda trimestral mais brusca da atividade da maior economia do mundo em pelo menos 70 anos, uma vez que não havia divulgação trimestral do PIB durante a Grande Depressão da década de 1930. Segundo o consenso Bloomberg, a expectativa mediana dos economistas para o dado era de uma queda 34,5% na comparação anualizada com o primeiro trimestre deste ano. Nos primeiros três meses de 2020 o PIB dos EUA já havia sofrido uma contração de 5%. Este dado dá a dimensão do impacto econômico que teve a pandemia do coronavírus, mas o mercado já esperava conforme disseram analistas, um número “catastrófico”. (Fonte: InfoMoney)
  • A Argentina busca um novo plano com o Fundo Monetário Internacional. O anúncio foi feito pelo ministro da Economia do país, Martín Guzmán. A decisão foi tomada mesmo antes do governo chegar a um acordo com o grupo com quem tem uma dívida de US$ 65 bilhões (R$ 334 bilhões) em títulos internacionais. Segundo a agência Bloomberg Brasil, o ministro ressaltou que a Argentina já chegou ao limite do valor que pode oferecer aos credores. No dia 20 de julho, três grandes grupos que detêm os bônus rejeitaram a oferta supostamente definitiva do governo. Na ocasião, Guzmán declarou que os donos da dívida não percebem “as restrições que a Argentina enfrenta”. (Fonte: DCI)
  • O Banco Central Europeu ampliou nesta terça-feira uma recomendação aos bancos da zona do euro para que não paguem dividendos até o final do ano, e permitiu que eles façam uso de suas reservas de capital e liquidez por mais tempo, para ajudá-los a lidar com as consequências econômicas da pandemia de coronavírus. O BCE disse que os bancos poderiam suportar uma segunda onda de infecções, mas pediu às autoridades que estejam prontas para intervir e evitar uma crise de crédito, possivelmente incluindo recapitalizações. O principal supervisor da zona do euro ampliou a proibição sobre os dividendos e recompras de ações por dois meses até 1º de janeiro, e recomendou que os bancos “exerçam extrema moderação” com os bônus. O BCE analisará as decisões no quarto trimestre do ano. O BCE também lhes permitiu quebrar sua reserva de liquidez exigida até o final do próximo ano e sua exigência de capital total por mais um ano. (Fonte: Investing.com)
  • O democrata Joe Biden prometeu anunciar nesta semana o nome de sua vice – uma mulher, segundo ele – na chapa que disputará a presidência dos EUA contra Donald Trump. A decisão tornou-se não só um dos movimentos mais importantes de Biden na corrida eleitoral, como também dá sinais sobre o futuro do partido. Se eleito, Biden será o político mais velho a tomar posse na Casa Branca, aos 77 anos. A possibilidade de que, em função da idade, ele seja presidente por apenas um mandato aumentou a importância da decisão sobre quem vai acompanhá-lo. O próprio democrata se definiu como um candidato “de transição”. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

O VIX trabalhou estável na última semana na média de 25,10, contra 25,11 da semana anterior.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2020

As expectativas dos 103 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 4,80
  • Valor médio esperado: R$ 5,20
  • Valor máximo esperado: R$ 5,51

Previsão para PIB

As expectativas dos 77 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 120 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano:

No fechamento de 03/08, o dólar comercial operava em alta de 1,86% cotado a 5,3140

O Dólar Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 5,528 + IOF.

Dólar / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
03/ago/201,86%5,3140
Na semana3,02%5,1580
No mês1,86%5,2170
No ano32,46%4,0118

Euro:

No fechamento de 03/08, o euro operava em alta de 1,71%, cotado a R$ 6,2510.

O Euro Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 6,513 + IOF.

Euro / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
03/ago/201,71%6,2510
Na semana3,17%6,0590
No mês1,71%6,1460
No ano39,10%4,4940

Próximos eventos internacionais relevantes

DataHorárioMoedaEventoPrevisão AtualÚltima Previsão
WedAug 54:15amEURSpanish Services PMI52.350.2
 4:45amEURItalian Services PMI51.246.4
 4:50amEURFrench Final Services PMI57.857.8
 4:55amEURGerman Final Services PMI56.756.7
 5:00amEURFinal Services PMI55.155.1
 6:00amEURRetail Sales m/m6.5%17.8%
 9:15amUSDADP Non-Farm Employment Change1200K2369K
 9:30amUSDTrade Balance-50.3B-54.6B
 10:45amUSDFinal Services PMI49.649.6
 11:00amUSDISM Non-Manufacturing PMI55.057.1
 11:30amUSDCrude Oil Inventories -10.6M
 6:00pmUSDFOMC Member Mester Speaks  
ThuAug 63:00amEURGerman Factory Orders m/m11.0%10.4%
 5:00amEURItalian Industrial Production m/m5.6%42.1%
 TentativeEURSpanish 10-y Bond Auction  
 TentativeEURFrench 10-y Bond Auction  
 8:30amUSDChallenger Job Cuts y/y 305.5%
 9:30amUSDUnemployment Claims1450K1434K
 11:00amUSDFOMC Member Kaplan Speaks  
 11:30amUSDNatural Gas Storage 26B
FriAug 7TentativeCNYTrade Balance 329B
 TentativeCNYUSD-Denominated Trade Balance42.5B46.4B
 3:00amEURGerman Industrial Production m/m8.3%7.8%
  EURGerman Trade Balance10.3B7.6B
 3:45amEURFrench Industrial Production m/m7.6%19.6%
  EURFrench Prelim Private Payrolls q/q -2.5%
  EURFrench Trade Balance -7.1B
 5:00amEURItalian Trade Balance 5.58B
 9:30amUSDAverage Hourly Earnings m/m-0.5%-1.2%
  USDNon-Farm Employment Change1510K4800K
  USDUnemployment Rate10.5%11.1%
 11:00amUSDFinal Wholesale Inventories m/m-2.0%-2.0%
 4:00pmUSDConsumer Credit m/m10.0B-18.3B

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