Bem-vindo, CITRUS 7
TOTAL TRANSFERIDO BRL 1500,00 ECONOMIZADO BRL 44,00

06/10/2020 – Panorama de mercado semanal

06 de outubro , 2020 | em #MeuCâmbio |

Análise Meu Câmbio

Acompanhe semanalmente a evolução do preço do dólar, euro e saiba tudo que pode influenciar o preço das moedas. Com a Meu Câmbio você tem acesso a toda a informação que precisa para escolher a melhor hora de realizar suas operações cambiais.

Cenário interno

Economia

  • Segundo os dados do Relatório Focus divulgado dia 02/10 pelo Bacen. Seguem principais dados das medianas de mercado para 2020:
    • PIB: Queda de 5,02%
    • IPCA: 2,12%
    • Câmbio: R$/US$ 5,25
    • Selic: 2,00%
  • A queda nas importações em ritmo maior que a redução das exportações fez a balança comercial registrar superávit recorde em setembro. No mês passado, o país exportou US$ 6,164 bilhões a mais do que importou, o melhor resultado para o mês desde o início da série histórica, em 1989. Tanto as exportações como as importações caíram no mês passado. Em setembro, o país vendeu US$ 18,459 bilhões para o exterior, com recuo de 9,1% pelo critério da média diária em relação ao mesmo mês do ano passado. As importações, no entanto, caíram mais, somando US$ 12,296 bilhões, redução de 25,5% também pela média diária. Com o resultado de setembro, a balança comercial acumula superávit de US$ 42,445 bilhões nos nove primeiros meses do ano. Esse é o segundo melhor resultado da série histórica para o período, perdendo para janeiro a setembro de 2017 (superávit de US$ 53,258 bilhões). No acumulado de 2020, as exportações somam US$ 156,780 bilhões, retração de 7% na comparação com o mesmo período de 2019 pela média diária. As importações totalizam US$ 114,336 bilhões, recuo de 14% pelo mesmo critério. A maior parte da alta do saldo em setembro é explicada pela queda da importação da indústria de transformação, que recuou US$ 181,35 milhões pela média diária em relação ao mesmo mês do ano passado, e da indústria extrativa, cujas compras do exterior encolheram US$ 18,32 milhões. Do lado das exportações, as vendas da indústria de transformação caíram US$ 108,01 milhões. Em contrapartida, as vendas da indústria extrativa subiram US$ 19,65 milhões, e as vendas da agropecuária aumentaram US$ 5,38 milhões na mesma comparação. (Fonte: Agência Brasil – EBC)
  • Dados divulgados pela B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, mostram que, de janeiro até 29 de setembro, os investidores estrangeiros retiraram R$ 88,2 bilhões do País. O valor, em apenas nove meses, é o dobro do registrado em todo o ano passado (R$ 44,5 bilhões). Entradas e saídas de capital estrangeiro oscilam de acordo com o noticiário sobre avanços na busca de uma vacina contra a covid-19 e medidas mais duras anunciadas por alguns governos para conter uma segunda onda da pandemia, além de fatores como as turbulências provocadas pelas eleições nos EUA. Também entram na conta, segundo especialistas do mercado, o crescimento do risco fiscal do Brasil, ruídos do governo e a imagem desgastada da política ambiental do País. Como efeito dessa saída de dinheiro, as empresas que estavam buscando recursos em ofertas iniciais de ações (IPOs) deverão enfrentar maiores dificuldades. Para analistas, porém, a Bolsa brasileira continua sendo atraente por oferecer ativos baratos. (Fonte: Estadão)
  • A inserção de diversas empresas brasileiras no exterior, com operações em diversos países e, em alguns casos, em escala global, tem resultado em reflexo positivo na balança comercial. Segundo estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a participação das multinacionais brasileiras nas exportações totais do Brasil passou de 18% em 2001 para 21% em 2013 e 24% no ano passado. O levantamento mostrou que a participação dessas empresas no valor vendido ao exterior tem crescido mais que o das demais indústrias de grande porte não internacionalizadas. O trabalho comparou a evolução das exportações de 41 grupos empresariais brasileiros que controlam e operam unidades no exterior com a totalidade do valor exportado pela indústria de transformação brasileira. No caso das empresas que passaram a integrar um dos 41 grupos econômicos entre 2001 e 2020, computaram-se, como exportação do grupo, as exportações da empresa nos anos anteriores à incorporação. Na maior parte do período analisado, as multinacionais brasileiras tiveram desempenho melhor que a dos demais tipos de indústrias. Entre 2001 e 2008, enquanto as vendas externas das multinacionais subiram 18,8% ao ano, as das empresas restantes cresceram 17,4% ao ano. Entre 2008 e 2013, essas taxas somaram 4% e 2,2% ao ano, respectivamente. Entre 2016 e 2019, enquanto as exportações das multinacionais aumentaram 0,4% ao ano, as da totalidade das indústrias de transformação caíram 3,2% ao ano. Somente de 2013 a 2016, as multinacionais tiveram desempenho pior. As exportações nesses grupos de empresas caíram 6,9% e 6,5% ao ano, respectivamente. (Fonte: Agência Brasil – EBC)
  • Com o aumento de gastos em razão da pandemia do novo coronavírus, a dívida pública bateu novo recorde em agosto e alcançou 88,8% do PIB (Produto Interno Bruto), alta de 2,4 pontos percentuais em relação ao mês anterior.
    Os dados foram divulgados pelo Banco Central, nesta quarta-feira (30).
    O aumento da dívida bruta se deu principalmente pelo aumento nas emissões de títulos públicos para financiar os gastos, que representou aumento de 1,8 ponto percentual, da incorporação de juros ao montante (0,4 ponto) e do efeito da alta do dólar no período (0,3 ponto).
    A dívida líquida, que desconta os ativos do governo, também foi impactada pela pandemia e fechou em 60,7% do PIB em agosto, aumento de 0,6 ponto percentual em relação a julho. O aumento é resultado do crescimento do rombo nas contas públicas, que representou 1,2 ponto percentual e pela incorporação de juros ao montante (0,5 ponto). (Fonte: Folha de Pernambuco)
  • A agência classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) avaliou que a recuperação do Brasil depois de impactos mais acentuados da pandemia de covid-19 foi mais acelerada do que o previsto e revisou sua projeção para a queda do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020, de 7% para 5,8%. De acordo com a S&P, três fatores levaram a atividade econômica brasileira a se recuperar mais rapidamente: os estímulos monetários e fiscais; as medidas de isolamento social flexíveis e a demanda chinesa. A estimativa para o PIB em 2021 foi mantida em 3,5%. (Fonte: Suno Notícias)
  • Estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) aponta que, entre março e agosto, 50 mil estabelecimentos ligados ao turismo fecharam as portas. São bares, restaurantes, hotéis, pousadas, agências de viagens e serviços de transportes, cultura e lazer. O quadro resultou na perda de 481,3 mil empregos formais. Um estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), obtido com exclusividade pelo Estadão/broadcast, mostra que, segundo a entidade, com a fuga dos habituais visitantes 50 mil estabelecimentos turísticos tiveram de fechar as portas de março a agosto. São bares, restaurantes, hotéis, pousadas, agências de viagens e serviços de transportes, cultura e lazer.O número representa a extinção de 16,7% dos estabelecimentos turísticos do País, especialmente bares e restaurantes (com o fechamento de 39,5 mil pontos), hotéis, pousadas e similares (5,4 mil) e transporte rodoviário (1,7 mil).Todas as unidades da Federação perderam empresas turísticas, com destaque para São Paulo (redução de 15,2 mil estabelecimentos), Minas Gerais (5,4 mil), Rio de Janeiro (4,5 mil) e Paraná (3,8 mil). Ainda de acordo com o estudo, em seis meses de pandemia foram fechados 481,3 mil empregos formais no setor ligado ao turismo. “O impacto dessa mortandade de empregos no mercado de trabalho é gigantesco. O setor tinha 3,4 milhões de trabalhadores formais antes da pandemia. Houve uma destruição de quase 14% dos empregos no setor”. O setor turístico explorou apenas 26% do seu potencial de geração de receitas nos meses de crise, deixando de faturar R$ 207,85 bilhões entre a segunda quinzena de março e o fim de setembro, calculou a CNC. O pior momento ocorreu em março e abril, quando o volume de serviços turísticos prestados no País despencou 68,1%, conforme apurado pela Pesquisa Mensal de Serviços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em julho, o setor ainda operava 56,6% aquém do patamar pré-pandemia. (Fonte: Estadão)
  • O Banco Central decidiu prorrogar até abril de 2021 a vigência da alíquota temporária de 17% sobre recursos do compulsório (dinheiro dos bancos que não pode ser movimentado). Inicialmente, a previsão era de que esse porcentual iria vigorar só até dezembro deste ano. (Fonte: Estadão)
  • A indústria brasileira manteve o processo de recuperação em agosto, embora ainda não tenha se recuperado totalmente do baque provocado pela pandemia da covid-19 sobre o parque fabril. A produção do setor cresceu 3,2% em relação a julho, segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar de positivo, o resultado ficou aquém das expectativas de analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Projeções Broadcast, que esperavam um avanço mediano de 3,7%.  (Fonte: Estadão)
  • Após certo enfraquecimento em agosto, as vendas de veículos leves voltaram a crescer com mais força e setembro foi o melhor mês de 2020 até agora, muito perto de fechar com o emplacamento de 200 mil automóveis e utilitários – o que só não aconteceu por causa da falta de modelos específicos que ainda sofrem com restrição de produção abaixo da demanda, caso de alguns SUVs e mais especificamente da picape Fiat Strada, nova líder do mercado no mês passado.
    Ao todo, foram licenciados 198.792 veículos leves, o que significa crescimento de 14,5% sobre agosto, mas queda de 11% na comparação com o mesmo mês de 2019. No acumulado de nove meses de 2020, foram quase 1,3 milhão de emplacamentos, ainda em forte retração de 33% sobre o ano anterior. Os números foram contabilizados e divulgados na sexta-feira, 2, pela Fenabrave, associação dos concessionários, com base nos resultados consolidados do Renavam. (Fonte: Auto Business)
  • A arrecadação total das Receitas Federais atingiu, em agosto de 2020, o valor de R$ 124 bilhões, registrando acréscimo real (IPCA) de 1,33% em relação a agosto de 2019. No período acumulado de janeiro a agosto de 2020, a arrecadação alcançou o valor de R$ 906 bilhões, representando um decréscimo pelo IPCA de 13,23%. (Fonte: Governo Federal)
  • A tão almejada recuperação em ‘V’ se tornou realidade no mercado imobiliário da cidade de São Paulo, onde as vendas já superam níveis de antes da pandemia. Em agosto, foram vendidos 6.350 apartamentos novos, 46,3% a mais do que em julho e 35% acima de agosto de 2019. No acumulado dos últimos 12 meses, foram vendidas 48.885 unidades, alta de 17% na comparação com os 12 meses anteriores. Os dados são do Sindicato da Habitação (Secovi-sp). Foi o sinal esperado para que os estandes cujos projetos haviam sido adiados fossem abertos. Os empreendimentos lançados em agosto alcançaram 8.039 unidades, disparada de 207,5% em relação a julho (quando os novos projetos permaneciam congelados) e 26,4% acima de agosto do ano passado (quando o mercado estava aquecido). (Fonte: Estadão)

Empresas:

  • O ano de 2020 é o ano com o maior número de fusões e aquisições de startups brasileiras, ao todo, foram realizadas 100 M&A de startups nos últimos nove meses, é o que afirma pesquisa realizada pela Distrito Dataminer, braço de inteligência de mercado do Distrito. “Esse mercado já estava bastante aquecido e a pandemia acabou trazendo novas oportunidades, a inovação em grandes empresas é um processo mais caro e demorado, na hora de adquirir startups, as corporações agilizam esse processo e ficam à frente de seus concorrentes”, disse Gustavo Gierun, cofundador do Distrito. Até o momento, os setores de adtechs e fintechs foram os que mais despertaram o interesse de grandes corporações em 2020, cada uma delas teve 15 startups adquiridas nesse período. Só em setembro deste ano, foram 21 aquisições, o volume acumulado no ano já é 58,7% superior a todo o ano de 2019, quando foram realizadas 63 aquisições, entre os compradores, o Distrito destaca a Pixeon, que adquiriu a BoaConsulta, o Magazine Luiza, que adquiriu a AiQFome, e a Loft, que adquiriu a Invest Mais para ampliar sua oferta de hipotecas. Além disso, fundos de capital de risco investiram US $ 843 milhões em startups brasileiras ao longo de setembro, no ano, o valor acumulado já chega a US $ 2,2 bilhões, distribuídos em 322 rodadas. Só no último mês, foram US $ 843 milhões investidos em startups brasileiras, divididos em 37 aportes, segundo o Distrito, setembro foi o mês mais movimentado na história do mercado de capital de risco brasileiro: um aumento de 65% em relação a setembro de 2019 (quando o valor da infusão foi de $ 510 milhões, e um crescimento de 796% em relação a 2018, quando as startups receberam esses $ 94 milhões, crescimento do volume, o número de transações foi menor do que no ano passado: 37 contra 43. Entre as principais rodadas realizadas ao longo de setembro, está uma de US $ 300 milhões para a fintech Neon e outra de US $ 225 milhões para a plataforma de e-commerce VTEX, juntas, essas rodadas corresponderam a aproximadamente 62% do volume total investido no mês. Puxados por esses dois financiamentos, os setores de fintech e retailtech foram os mais representativos, outros setores que se destacaram no mês foram regtech, que movimentou US $ 109 milhões, e foodtech, que recebeu US $ 25 milhões em recursos. Considerando todas as 322 operações de arrecadação realizadas nos três primeiros trimestres deste ano, o Distrito destaca que a maior parte dos investimentos está concentrada nos estágios iniciais (Anjo, Pré-Semente e Semente), existem 245 no total. Porém, quanto ao volume investido, a maior parte encontra-se em fase tardia (Série A – G e Private Equity), mais de 90% do capital investido (US $ 2,1 bilhões) está concentrado nessas etapas.
  • Em meio a um cenário de maior volatilidade dos mercados, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fez mais uma venda de ativos de sua carteira de renda variável, seguindo o plano de enxugar o portfólio de ações. Na última quinta-feira (01/10), se desfez de uma de suas maiores posições – a participação de 11% na gigante de papel e celulose Suzano – e colocou no caixa mais R$ 6,9 bilhões. Com isso, ao longo da pandemia, os desinvestimentos do banco de fomento já somam R$ 16 bilhões. Antes, o BNDES já havia vendido papéis da Vale e da AES Tietê. (Fonte: Estadão)

Emprego:

  • O Brasil abriu 249.388 vagas formais de trabalho em agosto, melhor resultado para o mês em dez anos, surpreendendo positivamente pelo segundo mês consecutivo sob o amparo do programa do governo que concede um benefício a trabalhadores que tiveram contrato de trabalho suspenso ou jornada reduzida, que deve agora ser novamente prorrogado. Em coletiva de imprensa, o ministro da Economia, Paulo Guedes, avaliou que o programa foi o de maior eficácia na crise do coronavírus do ponto de vista de preservação de empregos e que, por isso, deveria ser estendido por mais dois meses. A intenção foi confirmada pelo secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco. Este também foi o melhor agosto para o país desde 2010, quando foram criadas 299.415 vagas. Desta vez, o Caged contou com dados positivos nos cinco setores pesquisados, incluindo o de serviços, que, mais atingido pelas medidas de isolamento adotadas para frear o surto de Covid-19, seguia no vermelho até então. A dianteira ficou com a indústria, com abertura de 92.893 postos em agosto. Em seguida aparecem os setores da construção (+50.489), comércio (+49.408), serviços (+45.412) e agropecuária (+11.213). Em julho, o Caged já havia interrompido quatro meses de dados negativos com a ajuda de bons números na indústria e na construção, mas com perdas no setor de serviços. (Fonte: Época Negócios)

No cenário externo:

  • Os líderes britânicos e europeus decidiram neste sábado (3) intensificar suas negociações comerciais pós-Brexit e tentar evitar uma saída sem acordo potencialmente devastadora em 1º de janeiro de 2021. Londres e Bruxelas estabeleceram o objetivo de chegar a um compromisso este mês, para poder implementá-lo a tempo da fatídica data, que marca o fim do período de transição que amortece os efeitos da saída do Reino Unido da União Europeia, em vigor desde 31 de janeiro. Porém, a nona sessão de negociações esta semana em Bruxelas terminou na sexta-feira com a constatação de mais divergências. (Fonte: ISTOÉDinheiro)
  • O Banco Central Europeu pode estar prestes a ajustar sua principal política para combater as consequências econômicas da crise da pandemia, é o que informou a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde. Desde 2003, o banco central tem como meta uma taxa de inflação “abaixo, mas próxima de 2%”, lembra a CNBC. No entanto, o BCE está atualmente mais preocupado com a lentidão dos aumentos de preços. Como resultado, uma recente revisão da estratégia pode levar a um novo alvo. “No ambiente atual de inflação mais baixa, as preocupações que enfrentamos são diferentes (do que em 2003) e isso precisa ser refletido em nosso objetivo de inflação”, disse Lagarde, em uma conferência de imprensa na quarta-feira (30). (Fonte: Eu Quero Investir)
  • O ministro da Economia da Argentina, Martín Guzmán, disse nesta quinta-feira que uma missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) chegará ao país na próxima semana, enquanto o governo busca negociar um novo programa com a organização. “Há um diálogo constante e construtivo. Esta semana temos trabalhado de forma virtual com uma missão. Na terça-feira uma missão estará chegando”, disse Guzmán em entrevista ao jornal local Âmbito Financeiro. A Argentina precisa de um novo acordo com o FMI para substituir um fracassado programa de 57 bilhões de dólares acertado em 2018, que não foi capaz de evitar uma crise econômica durante a qual o país entrou em default mais cedo neste ano, mas também concluiu uma grande reestruturação da dívida. (Fonte: Money Times)
  • A Eurostat informou que o desemprego na Zona do Euro subiu a 8,1% da força de trabalho em agosto, de 8,0% em julho, dando continuidade à tendência de alta diante da crise provocada pelo coronavírus. (Fonte: Money Times)
  • A recuperação da indústria da zona do euro ganhou força no mês passado, principalmente com a Alemanha, uma vez que as fábricas da região viram aumento da demanda após o relaxamento de algumas restrições contra o coronavírus, mostrou a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês). O PMI final da indústria apurado pelo IHS Markit avançou a 53,7 em setembro, de 51,7 em agosto, em linha com a preliminar e no nível mais alto desde agosto de 2018. Leitura acima de 50 indica crescimento. (Fonte: G1)
  • O candidato democrata à Casa Branca, Joe Biden, abriu sua maior vantagem em um mês na corrida presidencial dos EUA depois que o presidente Donald Trump testou positivo para a covid-19, segundo pesquisa Reuters/ipsos, realizada pela internet entre sexta-feira e sábado e divulgada ontem (04/10). Agora Biden tem 10 pontos porcentuais de vantagem sobre Trump – antes ele tinha uma média de 7 pontos. Mas, para ganhar a presidência, um candidato deve prevalecer em Estados suficientes para ganhar o colégio eleitoral, e as pesquisas estaduais mostram que Trump é quase tão popular quanto Biden nos Estados-chave do campo de batalha. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

Índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500

O VIX trabalhou em leve queda na última semana na média de 26,63, contra 27,62 da semana anterior.

A previsão do dólar para 2020

As expectativas dos 100 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 4,80
  • Valor médio esperado: R$ 5,34
  • Valor máximo esperado: R$ 5,75

Previsão para PIB

As expectativas dos 76 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 120 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar hoje:

No fechamento de 05/10, o dólar comercial operava em queda de 1,82% cotado a 5,5673

O Dólar Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 5,774 + IOF.

Dólar / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
05/out/20-1,82%5,5673
Na semana-1,21%5,6353
No mês-0,91%5,6185
No ano38,77%4,0118

Euro hoje:

No fechamento de 05/10, o euro operava em queda de 1,18%, cotado a R$ 6,5580.

O Euro Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 6,817 + IOF.

Euro / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
05/out/20-1,18%6,5580
Na semana-0,23%6,5730
No mês-0,39%6,5840
No ano45,93%4,4940

Principais eventos da semana

DataHorárioMoedaEventoPrevisão AtualÚltima Previsão
WedOct 73:00amEURGerman Industrial Production m/m1.5%1.2%
 3:45amEURFrench Trade Balance-6.5B-7.0B
 5:00amEURItalian Retail Sales m/m3.8%-2.2%
 TentativeEURGerman 10-y Bond Auction -0.50|2.0
 9:10amEURECB President Lagarde Speaks  
 11:30amUSDCrude Oil Inventories -2.0M
 2:00pmUSDFOMC Member Kashkari Speaks  
 2:01pmUSD10-y Bond Auction 0.70|2.3
 3:00pmUSDFOMC Meeting Minutes  
  USDFOMC Member Williams Speaks  
 4:00pmUSDConsumer Credit m/m14.9B12.2B
  USDFOMC Member Williams Speaks  
 10:45pmCNYCaixin Services PMI54.554.0
ThuOct 83:00amEURGerman Trade Balance17.1B18.0B
 8:30amEURECB Monetary Policy Meeting Accounts  
 9:30amUSDUnemployment Claims820K837K
 11:30amUSDNatural Gas Storage 76B
 2:01pmUSD30-y Bond Auction 1.47|2.3
FriOct 93:45amEURFrench Industrial Production m/m2.1%3.8%
 5:00amEURItalian Industrial Production m/m1.3%7.4%
 11:00amUSDFinal Wholesale Inventories m/m0.5%0.5%

RELACIONADOS


Comece seu dia bem informado com nosso Café Com Câmbio de hoje 26/01

As principais notícias que afetam o dólar comercia […] LEIA MAIS


Comece seu dia bem informado com nosso Café Com Câmbio de hoje 22/01

As principais notícias que afetam o dólar comercia […] LEIA MAIS

Recentes


Comece seu dia bem informado com nosso Café Com Câmbio de hoje 26/01

As principais notícias que afetam o dólar comercia […] LEIA MAIS


Comece seu dia bem informado com nosso Café Com Câmbio de hoje 22/01

As principais notícias que afetam o dólar comercia […] LEIA MAIS