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10/11/2020 – Panorama de mercado semanal

10 de novembro , 2020 | em #MeuCâmbio, Câmbio de importação, COMEX, Exportação, exportadores, Panorama de Mercado |

Principais notícias que afetaram a variação do dólar e demais moedas.

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Cenário interno

Economia

  • Segundo os dados do Relatório Focus divulgado dia 06/11 pelo Bacen as principais medianas de mercado para 2020 são:
    • PIB: Queda de 4,80%
    • IPCA: 3,20%
    • Câmbio: R$/US$ 5,45
    • Selic: 2,00%
Resumo Boletim Focus 06/11/2020
  • A pandemia do novo coronavírus atingiu em cheio o orçamento da classe média brasileira. Em meio ao aumento de despesas e à redução da renda, as famílias dessa faixa vão deixar de consumir R$ 247 bilhões em produtos e serviços em 2020. O cálculo faz parte de um estudo feito pelo Instituto Locomotiva com exclusividade para o Estadão/Broadcast. No ano passado, a classe média brasileira foi responsável por um consumo de R$ 2,6 trilhões, o que representou 60% do total no País. Em 2020, considerando a retração econômica durante a pandemia e as perspectivas para a renda e o emprego até o fim do ano, o instituto calcula que o gasto dessa classe será R$ 247 bilhões menor. (Fonte: Estadão)
  • A queda nas importações acompanhada da estabilidade nas exportações fez a balança comercial registrar o segundo maior superávit para meses de outubro. No mês passado, o país exportou US$ 5,473 bilhões a mais do que importou, divulgou há pouco o Ministério da Economia. O resultado só perde para outubro de 2018, quando a balança comercial tinha registrado superávit de US$ 5,792 bilhões. No mês passado, o país vendeu US$ 17,855 bilhões para o exterior, com leve alta de 0,3% pelo critério da média diária em relação ao mesmo mês do ano passado. As importações, no entanto, caíram, somando US$ 12,383 bilhões, redução de 20% também pela média diária. Com o resultado do mês passado, a balança comercial acumula superávit de US$ 47,662 bilhões de janeiro a outubro. Esse é o segundo melhor resultado da série histórica para o período, perdendo para janeiro a outubro de 2017 (superávit de US$ 58,451 bilhões). No acumulado de 2020, as exportações somam US$ 174,379 bilhões, retração de 6,5% na comparação com o mesmo período de 2019 pela média diária. As importações totalizam US$ 126,717 bilhões, recuo de 14,7% pelo mesmo critério. (Fonte: Space Money)
  • Após o Tesouro Nacional traçar um cenário dramático para a trajetória da dívida pública, que vai superar os 100% do PIB nos próximos anos, o ministro da Economia, Paulo Guedes, buscou demonstrar confiança na aprovação de reformas e privatizações para reduzir esse indicador. “Nós vamos derrubar a dívida pública”, assegurou em live promovida pelo Itaú. Guedes citou que a dívida já havia caído no primeiro ano do governo Jair Bolsonaro, para 75,8% do PIB. Esse recuo ocorreu com a ajuda de devoluções antecipadas de recursos aportados no passado pelo governo no BNDES e na Caixa. Neste ano, porém, a dívida bruta do governo geral deve encerrar em 96,0% do PIB, na esteira dos gastos para combater a COVID-19. (Fonte: UOL)
  • Com a inflação acelerando em outubro, a caderneta mais uma vez ficou sem ganho real no mês, acumulando nos últimos 12 meses, descontando o IPCA do período, perdas de 1,40%, de acordo com levantamento da provedora de informações financeiras Economatica. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, acelerou para 0,86% em outubro, acumulando alta de 3,92% em 12 meses, segundo divulgou nesta sexta-feira (6) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a Economatica, o retorno negativo de 1,40% registrado em outubro é o pior resultado para a poupança no acumulado em 12 meses desde dezembro de 2015, quando a rentabilidade ficou negativa em 2,28%, descontada a inflação. Em setembro, a perda em 12 meses tinha sido de 0,46%. Em agosto, a poupança ainda registrou ganho real de 0,45% no acumulado em 12 meses. (Fonte: G1)
  • Puxado pela alta nos preços dos alimentos e das passagens aéreas, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, avançou 0,86% em outubro, acima da taxa de 0,64% registrada em setembro, divulgou nesta sexta-feira (6) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se da maior alta para o mês desde 2002, quando a taxa foi de 1,31%, e também da maior taxa desde dezembro de 2019, quando avançou 1,15%. Em outubro de 2019, a variação havia sido de 0,10%. No acumulado em 2020, o IPCA passou a registrar alta de 2,22% e, em 12 meses, de 3,92%, acima dos 3,14% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Com a forte aceleração, a inflação de 12 meses está agora apenas 0,08 ponto percentual abaixo do centro da meta de inflação do governo para este ano, que é de 4%. (Fonte: G1)
  • A pandemia do novo coronavírus acelerou a queda da rentabilidade das empresas brasileiras para o menor nível desde 2009. A taxa de retorno chega a ser mais baixa do que o custo de capital, que representa o preço do dinheiro para a empresa, segundo nota do Centro de Estudos do Mercado de Capitais (Cemec/fipe), referente ao mês de setembro. Na prática, isso significa que os investimentos podem demorar um pouco mais para voltar, o que tornaria a retomada da economia mais lenta. Segundo o trabalho, que avaliou a situação financeira de 460 empresas no País, os investimentos das companhias caíram de 4,33% do Produto Interno Bruto (PIB), no ano passado, para 2,79%, no segundo trimestre de 2020. A queda interrompeu um ciclo de alta iniciado a partir de 2016, quando havia despencado para 2,47%. Segundo Carlos Antonio Rocca, coordenador do Cemec-fipe e responsável pelo trabalho, duas variáveis têm correlação positiva com a decisão das empresas de investir. Uma delas é a expectativa de crescimento da demanda. A outra está relacionada à rentabilidade e o custo do dinheiro. Quando a taxa de retorno cobre o custo médio de capital, a situação para as companhias investirem é favorável. Pelos dados do Cemec, no entanto, o País vive uma situação inversa: no segundo trimestre, a remuneração do capital estava em 7,4% ao ano enquanto o custo do capital era de 11,4%. Em 2009, esses números eram de 11,5% e 11,4%, respectivamente. O mesmo ocorre com a taxa de retorno do acionista, que no segundo trimestre estava mais baixa que os juros médios pagos numa aplicação em títulos públicos atrelados à Selic – taxa básica da economia. Na lista do Cemec, aparecem empresas como Embraer, Via Varejo e Tecnisa, entre muitas outras. Em todos eles, a taxa de retorno do acionista despencou. (Fonte: Estadão)
  • O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, presidido por Roberto Campos Neto, avalia que a “redução provisória na oferta”, com um “aumento ocasional na demanda”, provocou a alta nos preços de alguns produtos e a pressão sobre a inflação no País nos últimos meses. A avaliação foi divulgada ontem na ata da mais recente reunião do Copom, realizada na semana passada, quando o BC manteve os juros básicos da economia (Selic) em 2% ao ano. “Dessa forma, apesar de a pressão inflacionária ter sido mais forte que a esperada, o Comitê mantém o diagnóstico de que esse choque é temporário, mas monitora sua evolução com atenção”, diz a ata. Para o colegiado que calibra a taxa básica de juros com o intuito de controlar a inflação, as pressões de aumento de preços de alimentos e produtos industriais foram provocadas por três fatores: a depreciação do real, a elevação de preços de produtos básicos com cotação internacional, conhecidos como commodities, e os programas de transferência de renda, como o auxílio emergencial, criado pelo governo para o enfrentamento da covid-19. (Fonte: Estadão)
  • O Senado aprovou, por 56 votos favoráveis e 12 contrários, o projeto de autonomia do Banco Central. A medida é defendida por agentes do mercado financeiro e uma das bandeiras da equipe econômica do governo Jair Bolsonaro. A proposta estabelece mandatos de quatro anos para os diretores da instituição, que hoje podem ser nomeados e demitidos livremente pelo presidente da República. A proposta segue para a Câmara dos Deputados. (Fonte: Estadão)

No cenário externo:

  • O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, concordaram neste sábado (7) em manter contato enquanto suas equipes de negociação intensificam os esforços para concluir um acordo comercial pós-Brexit entre o Reino Unido e a União Europeia antes que o tempo acabe.  A menos de dois meses da saída do Reino Unido da órbita econômica da UE, um porta-voz do escritório de Johnson em Downing Street disse que as equipes de negociação “redobrarão os esforços para chegar a um acordo” quando as negociações forem retomadas em Londres na segunda-feira.  O porta-voz afirmou que Johnson disse à chefe do braço executivo da União Europeia, durante um telefonema, que “diferenças significativas” permanecem, apesar de “algum progresso” nas recentes discussões dos negociadores. Em uma declaração que soa semelhante, Von der Leyen notou alguns progressos, bem como “grandes diferenças” nas negociações comerciais, acrescentando que as equipes de negociação irão “continuar trabalhando duro” para garantir um acordo. (Fonte: O Estado de Minas)
  • Joe Biden foi eleito o 46º presidente dos Estados Unidos na tarde deste sábado (7). Após vitória na Pensilvânia, o democrata reuniu 273 delegados – três a mais do que o necessário para ganhar o pleito – e derrotou o republicano Donald Trump, que tentava a reeleição. A vitória de Biden foi declarada hoje pelas redes CNN e Fox News, pelos jornais The New York Times, e The Washington Post, entre outros veículos, após mais de três dias de indefinição dos resultados. O resultado oficial pode demorar ainda mais para ser conhecido, e a expectativa é de que haja uma batalha judicial no país. (Fonte: UOL)
  • Uma missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) chegará a Buenos Aires no dia 10 de novembro para iniciar negociações formais com as autoridades argentinas, em busca de um novo programa de créditos para o país sul-americano, anunciou nesta sexta-feira, 6, um porta-voz do órgão multilateral. A missão, composta de Julie Kozack e Luis Cubeddu, à qual deve se juntar o representante do FMI residente na Argentina Trevor Alleyne, analisará com as autoridades argentinas a forma de implementar um novo programa que substitua o acordo standby assinado em 2018 por cerca de 57 bilhões de dólares. “O diálogo focará na agenda fiscal, monetária e estrutural das autoridades para o médio prazo, com o objetivo de ancorar a estabilidade macroeconômica e lançar as bases para um crescimento inclusivo e sustentável. Não há datas estabelecidas para finalizar as negociações”, disse o porta-voz. Esta será a segunda visita da missão, depois de uma exploratória realizada no início de outubro. Do crédito acordado em 2018, a Argentina recebeu apenas cerca de 44 bilhões de dólares, porque o presidente de centro-esquerda Alberto Fernández renunciou às parcelas pendentes ao assumir em dezembro de 2019. “Nosso objetivo continua sendo apoiar o povo argentino para superar os complexos desafios socioeconômicos que enfrenta e estabelecer as bases para uma economia mais estável e um futuro mais próspero”, disse o porta-voz do FMI nesta sexta-feira. O FMI projeta para este ano uma queda de 11,8% da economia argentina, que enfrenta seu terceiro ano de recessão. Com uma inflação anual de mais de 40%, a Argentina viu disparar também os índices de pobreza (40,9%) e os de desemprego em meio à pandemia de covid-19. O governo prevê para 2021 um déficit fiscal de 4,5%. (Fonte: Exame)
  • O total de empregos não-agrícolas gerados no EUA aumentou em 638 mil em outubro, e a taxa de desemprego caiu 1 ponto percentual para 6,9%, informou o Bureau of Labor Statistics dos EUA. Os consensos de economistas ouvidos pelo “The Wall Street Journal” eram de 530 mil vagas e taxa de desemprego de 7,7%. Estas melhorias no mercado de trabalho refletem continuidade da retomada da atividade econômica que foi reduzida devido à pandemia de coronavírus e aos esforços para contê-la. (Fonte: Valor Investe)
  • As autoridades da China estão perto de determinar uma meta de crescimento econômico anual médio de cerca de 5% para os próximos cinco anos, na ponta mais baixa das faixas anteriormente consideradas devido aos riscos globais, disseram fontes. Pequim está buscando determinar uma meta de crescimento mais flexível para o 14º plano quinquenal para se proteger contra riscos externos causados pela pandemia e por diferenças com os Estados Unidos, disseram três pessoas envolvidas com a discussão após reunião da liderança na semana passada para definição de agenda. Nenhuma decisão foi tomada ainda já que o governo ainda está preparando metas econômicas e de desenvolvimento social detalhadas segundo o plano de cinco anos, disseram elas. Na reunião da semana passada, o presidente Xi Jinping e outros apresentaram um plano de cinco anos e objetivos para os próximos 15 anos. Eles incluem a meta de tornar a China um país de “alta renda” até 2025 e avançar para ser uma nação “moderadamente desenvolvida” até 2035, o que implica renda de mais de 20 mil dólares por pessoa. “Tais objetivos devem ser expressos em números. Ainda precisamos de um indicador para desenvolvimento econômico durante o período do 14º plano quinquenal”, disse uma fonte. “Teremos uma meta de PIB e ela pode ser de em torno de 5%.” (Fonte: Investing.com)
  • O Banco da Inglaterra aumentou seu já enorme estímulo de compra de títulos em £ 150 bilhões (US$ 195 bilhões), acima do esperado, conforme se prepara para os danos econômicos dos novos lockdowns contra o coronavírus e para o risco do Brexit. A medida foi anunciada no dia em que a Inglaterra entrou em um lockdown de quatro semanas para conter a segunda onda de Covid-19. (Fonte: CNN Brasil)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

Depois de ter rompido a casa dos 35 pontos, o VIX trabalhou na semana passada na média de 30,94.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2020

As expectativas dos 103 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 4,77
  • Valor médio esperado: R$ 5,51
  • Valor máximo esperado: R$ 5,90

Previsão para PIB

As expectativas dos 79 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 122 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano:

No fechamento de 09/11, o dólar comercial operava em queda de 0,04% % cotado a 5,3917

O Dólar Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 5,607 + IOF.

Dólar / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
09/nov/20-0,04%5,3917
Na semana-6,04%5,7380
No mês-6,04%5,7380
No ano34,40%4,0118

Euro:

No fechamento de 09/11, o euro operava em queda de 0,47%, cotado a R$ 6,3780.

O Euro Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 6,634 + IOF.

Euro / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
09/nov/20-0,47%6,3780
Na semana-4,55%6,6820
No mês-4,55%6,6820
No ano41,92%4,4940

Agenda internacional

DataHorárioMoedaEventoPrevisão AtualÚltima Previsão
WedNov 11TentativeEURGerman 30-y Bond Auction -0.16|2.4
 11th-13thUSDMortgage Delinquencies 8.22%
ThuNov 1212th-18thCNYForeign Direct Investment ytd/y 5.2%
 4:00amEURGerman Final CPI m/m0.1%0.1%
 6:00amEURECB Economic Bulletin  
 7:00amEURIndustrial Production m/m0.8%0.7%
 10:30amUSDCPI m/m0.2%0.2%
  USDCore CPI m/m0.2%0.2%
  USDUnemployment Claims730K751K
 1:00pmUSDCrude Oil Inventories -8.0M
 1:45pmEURECB President Lagarde Speaks  
  USDFed Chair Powell Speaks  
 3:01pmUSD30-y Bond Auction 1.58|2.3
 4:00pmUSDFederal Budget Balance-274.0B-124.6B
FriNov 134:00amEURGerman WPI m/m0.1%0.0%
 4:45amEURFrench Final CPI m/m-0.1%-0.1%
 7:00amEURGerman Buba President Weidmann Speaks  
  EURFlash Employment Change q/q0.7%-2.9%
  EURFlash GDP q/q12.7%12.7%
  EURTrade Balance22.3B21.9B
 10:30amUSDCore PPI m/m0.3%0.4%
  USDPPI m/m0.2%0.4%
 12:00pmUSDPrelim UoM Consumer Sentiment82.181.8
  USDPrelim UoM Inflation Expectations 2.6%
 12:30pmUSDNatural Gas Storage -36B

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