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Panorama de mercado semanal para o Dólar Americano e Euro

15 de maio , 2018 | em Mercado |

Na segunda-feira (14/05) o dólar iniciou o dia em queda, mas logo após a divulgação da pesquisa eleitoral CNT/MDA, inverteu a sua tendência fechando o dia em alta.

A pesquisa mostra a liderança de Jair Bolsonaro, seguido por Marina Silva e Ciro Gomes, em cenário sem Lula. Geraldo Alckmin teve queda para 5,3%, de 8,6% em março; outros candidatos vistos como pró-reformas, como João Amoedo, Henrique Meirelles, Rodrigo Maia e Flavio Rocha têm menos de 1% cada; a pesquisa ainda destaca o elevado percentual de votos brancos, nulos e indecisos.

O dólar comercial (interbancário) fechou cotado a R$ 3,6260 (+0,72%), acumulando alta de +3,48% no mês, +9,38% no ano e +16,07% em 12 meses. O risco percebido pelos investidores globais, medido pelo CDS Brasil 5 anos, subiu 1 (um) ponto, atingindo a marca de 186 pontos.

Nesta terça-feira (15/05), o dólar já iniciou o dia se fortalecendo ante a maioria das moedas. Os rendimentos dos títulos norte-americanos voltaram a superar os 3%. As 9h40min o dólar comercial já subia 0,80% cotado a 3,6560.

Outro fator externo que promete agitar o dia de hoje é a rolagem da dívida argentina.

Nesta terça (15/05), na Argentina, vencem na moeda do país (pesos argentinos) o equivalente a US$ 27 bilhões (671,8 bilhões de pesos) em letras do Banco Central (Lebacs). O montante representa 65% de todo o dinheiro em circulação no país. Se o governo não conseguir rolar a dívida, pode haver uma saída elevada de dólares do país, piorando ainda mais a situação argentina e elevando ainda mais a taxa de câmbio do dólar aqui no Brasil.

Estas questões todas vem impactando todas as economias globais, provocando o chamado “fly to quality”. Esta busca por segurança vêm pressionando as taxas das moedas, em especial as emergentes, como contrapartida à crescente demanda pelo dólar.

Além dos fatores explicados acima temos um impacto relevante com a redução da taxa de juros no Brasil. Com a taxa SELIC em 6,5% e a recente alta da taxa de juros americanas o apetite pelo chamado “carry trade” caiu. Essa operação de caráter especulativo representavam um fluxo importante de investidores que aplicavam dinheiro no país em troca de um diferencial grande de taxa de juros.

Muito embora seja consensual no mercado financeiro que a SELIC deva ser reduzida a 6,25%, um número crescente de economistas tem se manifestado contrários a redução. Segundo eles, a inflação ainda não captou efetivamente os impactos generalizados da elevação do preço do dólar e já tem sinalizado algum efeito no IPCA de abril.

Variação do preço o Dólar e do Euro:

                                USD         EUR

Última semana:      2,58%      1,95%
Últimos 30 dias:     7,29%     3,88%
Últimos 6 meses:   10,69% 10,62%
Últimos 12 meses: 17,83% 17,96%

Variação da expectativa dos economistas consultados pelo banco central para a taxa de câmbio do dólar no final do mês de maio:

Fonte: Boletim Focus (Banco Central do Brasil)


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