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16/06/2020 – Panorama de mercado semanal

16 de junho , 2020 | em #MeuCâmbio |

Acompanhe semanalmente a evolução da cotação do dólar, euro e saiba tudo que pode influenciar o preço das moedas. Com a Meu Câmbio você tem acesso a toda a informação que precisa para escolher a melhor hora de realizar suas operações cambiais seja para importação ou para exportação.

Cenário interno

Economia

  • Em meio às incertezas sobre os impactos da pandemia de coronavírus no país e no mundo, o mercado brasileiro aumentou a expectativa em relação a uma contração do PIB (Produto Interno Bruto) em 2020, segundo os dados do Relatório Focus divulgado dia 12/06 pelo Bacen. Seguem principais dados das medianas de mercado para 2020:
    • PIB: Queda de 6,51%
    • IPCA: 1,60%
    • Câmbio: R$/US$ 5,20
    • Selic: 2,25%
  • O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, deixará o governo. Ele deve cumprir quarentena e ir para a iniciativa privada. Em entrevista ao Estadão/ Broadcast, ele confirmou que deve sair em agosto. Mansueto já está discutindo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, um nome para sucedê-lo no cargo, cuja missão é controlar o caixa do governo. Ele estava no posto desde abril de 2018, ainda no governo Michel Temer. É a primeira perda importante na equipe de Guedes. Mansueto já vinha discutindo sua saída com o ministro. (Fonte: Estadão)
  • A safra brasileira de grãos de 2020 será ligeiramente menor do que o esperado inicialmente, atingindo 245,9 milhões de toneladas, mostra a estimativa mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada ontem. Ainda assim, o campo baterá todos os recordes de produção, ajudando a agropecuária a dar contribuição positiva para a economia este ano, mesmo em meio à recessão provocada pela covid-19. No caso da produção de grãos, a seca no Rio Grande do Sul, e não a pandemia, foi a responsável pela frustração das expectativas iniciais. (Fonte: Estadão)
  • A inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) fechou maio em -0,38%. Essa é a maior queda mensal de preços médios desde agosto de 1998 (-0,51%). Em maio de 2019, a taxa havia ficado em 0,13%. No ano, o IPCA registra -0,16%. Nos últimos doze meses, o índice é de 1,88%. (Fonte: UOL)
  • Em seu quinto ano de vigência, o teto de gastos deve ser descumprido em 2021, segundo estimativas da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado. O limite para despesas do governo será corrigido por uma inflação muito baixa, o que deixará um espaço muito pequeno para acomodar gastos que crescerão de forma mais acelerada. Segundo os cálculos da IFI, o teto deve crescer apenas 1,9% no ano que vem. Com um elevado comprometimento do Orçamento com despesas obrigatórias, como benefícios previdenciários e salários de servidores, a margem fiscal para os demais gastos seria de apenas R$ 72,3 bilhões. As despesas discricionárias, porém, são projetadas em R$ 128,6 bilhões – ou seja, estouram em R$ 56,3 bilhões a margem fiscal. Mesmo que o governo cortasse despesas e levasse máquina a um estado de mínimo de sobrevivência, o teto ainda seria excedido em R$ 17,6 bilhões. Por isso, a instituição dá como certo o acionamento dos gatilhos de ajuste previstos na regra, que incluem a proibição a contratações, aumentos salariais do funcionalismo e realização de concursos. O descumprimento do teto ainda resulta em impedimento à concessão de aumento real no salário mínimo. Para o diretor executivo da IFI, Felipe Salto, a discussão sobre as regras fiscais em vigor no Brasil ganhará importância e precisará ser retomada, sobretudo num contexto em que o debate sobre a flexibilização do teto já tem sido discutido. (Fonte: Terra)
  • Os gastos para minimizar a crise provocada pela pandemia da covid-19 e a perda de receitas com a desaceleração da economia levarão União, Estados e municípios a registrar um rombo de R$ 912,4 bilhões em 2020, segundo estimativa da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado a ser revelada hoje. Só nas contas do governo central, que reúne Tesouro, INSS e Banco Central, o déficit deve ser de R$ 877,8 bilhões. A turbulência deixará cicatrizes pelos próximos anos. No cenário atual da IFI, o Brasil só voltará a ter contas no azul em 2033. Caso isso se confirme, serão quase duas décadas de rombos sucessivos desde o primeiro ano de déficit, em 2014. Significaria também que os próximos dois presidentes da República teriam seus mandatos integralmente marcados por desequilíbrio nas contas públicas. O diagnóstico acende um alerta para a sustentabilidade fiscal do País. A dívida bruta como proporção do PIB, indicador observado por investidores para analisar a capacidade de um governo de honrar seus compromissos, dará um salto para 96,1% em 2020, mais de 20 pontos acima do verificado no ano passado (75,8%). A previsão é que em 2022 a dívida ultrapasse a marca de 100% do PIB, mas isso pode ser antecipado para este ano caso o desempenho da economia piore ainda mais. A IFI projeta uma queda de 6,5% no PIB este ano, mas o tombo pode chegar a 10,2% em um cenário mais pessimista. Já em 2021, o crescimento deve ser de 2,5%, insuficiente para recuperar a economia integralmente após o baque provocado pelo novo coronavírus. A estimativa da IFI é que o País retome o patamar pré-crise apenas em 2023. (Fonte: Estadão)
  • Pela primeira vez a China desbancou o Brasil como maior parceiro comercial da Argentina. Em abril, o país vizinho exportou US$ 509 milhões para os chineses principalmente em soja e carne bovina, um aumento de 50,6% ante igual mês de 2019. Para o mercado brasileiro, as exportações somaram US$ 387 milhões, queda de 57,3%. Já as importações continuaram favoráveis ao Brasil, mas os chineses encerram o mês com saldo positivo de US$ 98 milhões no comércio bilateral, e o Brasil teve déficit de US$ 132 milhões. (Fonte: Época Negócios)
  • O gaúcho Agibank e o Digio, de Bradesco e Banco do Brasil, estão à caça de investidores que queiram comprar carteiras de empréstimos vencidos e não pagos, os chamados créditos podres. As ofertas foram feitas agora, mas ainda não são reflexo da pandemia. No caso do Agibank, a venda é de cerca de R$ 500 milhões. Já o Digio está com uma oferta na rua em torno de R$ 200 milhões, que inclui uma parte em empréstimo pessoal e outra em consignado do INSS (aquele descontado na folha de pagamentos dos aposentados). Ambos já tinham acessado esse mercado no ano passado. A expectativa de investidores é de que as ofertas de crédito podre aumentem nos próximos trimestres, como reflexo da maior inadimplência por conta da crise causada pelo coronavírus. (Fonte: Estadão)
  • Já é certo para a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que o Brasil passará por uma recessão “profunda” este ano por causa das consequências da pandemia de coronavírus. A entidade, com sede em Paris, prevê, no relatório Perspectivas Econômicas divulgado ontem, que a queda do Produto Interno Bruto (PIB) será de 7,4% em 2020, mas poderá chegar a 9,1% se houver uma segunda onda de covid-19 no País no último trimestre do ano. “A economia estava finalmente se recuperando de uma longa recessão quando o surto de covid-19 atingiu o País e, agora, a previsão é que sofra uma recessão profunda”, diz o documento de 333 páginas, das quais cinco são reservadas para dados relativos ao Brasil. Para a entidade, passada a pandemia, o PIB brasileiro deverá se recuperar em 2021 de forma “gradual e parcial”. As projeções pressupõem uma flexibilização gradual das medidas de isolamento adotadas no País a partir da primeira metade de junho. A OCDE apresentou dois cenários para o impacto do coronavírus sobre a economia brasileira. O mais pessimista, com uma segunda onda da pandemia, pressupõe um retorno das medidas de isolamento no fim do ano e uma contração da economia de 9,1% em 2020. A recuperação em 2021 seria moderada nesse quadro, com crescimento de apenas 2,4% do PIB, e a taxa de desemprego subiria para um pico histórico de 15,4% ao longo do ano que vem. Um maior déficit fiscal acrescentará mais de 10 pontos porcentuais do PIB à dívida pública bruta, que ultrapassará 90% do PIB no fim de 2020. No cenário sem uma segunda onda, a OCDE prevê contração de 7,4% no PIB de 2020 e crescimento de 4,2% em 2021. A dívida pública bruta se aproximaria dos 90% do PIB, nesse caso. (Fonte: Estadão)

No cenário externo:

  • As exportações da zona do euro sofreram um tombo de 24,5% em abril ante março, diante do impacto da pandemia do novo coronavírus, segundo dados com ajustes sazonais publicados nesta segunda-feira, 15, pela Eurostat, como é conhecida a agência de estatísticas da União Europeia. As importações do bloco caíram 13% no mesmo período. Ambas as quedas foram as maiores já registradas desde o início da série histórica da Eurostat, em 1999. Já o superávit da balança comercial da zona do euro caiu de 25,5 bilhões de euros em março para 1,2 bilhão de euros em abril, atingindo o menor nível desde outubro de 2011, informou a agência. (Fonte: InfoMoney)
  • A Argentina estendeu o prazo para o swap de cerca de 66 bilhões em dívidas emitidas sob legislação estrangeira até 19 de junho e apresentará uma nova oferta aos seus credores muito em breve, informou o Ministério da Economia nesta sexta-feira. A Argentina está analisando sugestões “sobre as diferentes maneiras de melhorar as cobranças (…) e maximizar o apoio dos investidores, enquanto preserva seus objetivos de sustentabilidade da dívida”, disse um comunicado oficial divulgado nesta sexta-feira, quando vencia o último prazo oficial. “A Argentina e seus assessores pretendem aproveitar essa extensão para continuar as discussões e permitir que os investidores continuem contribuindo para uma bem-sucedida reestruturação da dívida”, acrescentou o texto. É a terceira vez que o prazo para o swap é prorrogado, pois em 8 de maio a grande maioria dos credores rejeitou a primeira oferta que contemplava um período de carência de três anos e uma redução de 62% nos juros e 5,4% em capital. Os termos de uma nova oferta ainda são desconhecidos. (Fonte: GauchaZH)
  • O Reino Unido confirmou formalmente nesta sexta-feira (12) à União Europeia (UE) que não deseja ampliar o período de transição pós-Brexit, que vai até o fim de 2020, antes da celebração na próxima semana de uma reunião virtual sobre o tema. “Confirmei formalmente que o Reino Unido não ampliará o período de transição e que passou o tempo de pedir prorrogações”, escreve o ministro de Gabinete, Michael Gove, no Twitter após uma reunião por videoconferência com o vice-presidente de Relações Institucionais da Comissão Europeia, Maros Sefcovic. (Fonte: G1)
  • O confinamento contra o coronavírus custou ao Reino Unido um quinto de seu PIB em abril, de acordo com os dados oficiais divulgados nesta sexta-feira, mas a economia britânica pode iniciar a retomada com a flexibilização das restrições. O Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido desmoronou 20,4% em abril na comparação com o mês anterior, anunciou o Escritório Nacional de Estatísticas (ONS). O resultado é uma queda recorde e acontece após a contração de 5,8% em março. Abril foi o primeiro mês completo confinamento, que começou em 23 de março e praticamente paralisou a atividade econômica do país, um dos mais afetados do mundo pela pandemia, com mais de 41.000 mortes provocadas pelo coronavírus. (Fonte: Estado de Minas)
  • O banco central dos Estados Unidos (o Federal Reserve, ou Fed) decidiu nesta quarta-feira (10) manter os juros no país no status atual, entre 0% e 0,25% ao ano, e indicou que essas taxas devem seguir inalteradas até 2022. Em seu comunicado oficial a respeito da decisão de política monetária, a entidade manteve o tom da reunião de abril e afirmou que “espera até ter certeza de que a economia resistiu aos eventos recentes e está no caminho para atingir as metas máximas de emprego e estabilidade de preços”. O Fed afirmou ainda que vai seguir ampliando suas participações em títulos públicos e em títulos de crédito imobiliário “ao menos no mesmo ritmo atual”, para manter o funcionamento do mercado. (Fonte: Valor Investe)
  • O confinamento adotado na Europa para conter a pandemia do novo coronavírus reduziu a produção industrial na zona do euro em 17,1% em abril, atingindo seu nível mais baixo da série histórica – informou o Eurostat nesta sexta-feira (12). O escritório de estatística europeu explicou que a queda é “muito superior” aos 3% registrados no final de 2008 e no início de 2009, após o colapso financeiro mundial, que antecedeu a chamada crise da dívida no bloco. Em seu conjunto, os 19 países do euro como um todo confirmam, assim, os efeitos das restrições adotadas nos últimos meses e que já haviam causado uma queda mensal de 11,9% no mês de março, segundo este escritório da Comissão Europeia. (Fonte: G1)
  • O Fed, Banco Central americano, espera uma queda de 6,5% no PIB (Produto Interno Bruto) dos Estados Unidos em 2020, seguido de uma alta de 5% em 2021 e de 3,5% em 2022. A autoridade apresentou suas projeções econômicas nesta quarta-feira (10), “Não estamos nem pensando em pensar em aumentar a taxa de juros”, disse Jerome Powell, presidente do Fed, em entrevista à imprensa. Para o desemprego, o Fed vê uma melhora no quadro atual até o fim de 2020, com uma taxa de 9,3%. Hoje, a taxa é de 13,3%, a maior desde a Grande Depressão. Para 2021, a projeção é de 6,5% e para 2022, 5,5%. (Fonte: GaúchaZH)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

O VIX voltou a subir, trabalhou na última semana na média de 31,57. A volatilidade ainda continua muito alta, mas com valores abaixo do pico de 16/03 onde trabalhou na faixa de 82,60.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2020

As expectativas dos 95 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: de R$ 4,87 para R$ 4,55
  • Valor médio esperado: de R$ 5,46 para R$ 5,16
  • Valor máximo esperado: de R$ 6,10 para R$ 6,00

Previsão para PIB

As expectativas dos 78 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 116 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar hoje:

No fechamento de 16/06, o dólar comercial operava em alta de 2,42% cotado a 5,2445

O Dólar Turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 5,507 + IOF.

Euro hoje:

No fechamento de 16/06, o euro operava em alta de 1,74%, cotado a R$ 5,9055.

O Euro Turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 6,215 + IOF.

Próximos eventos internacionais relevantes

DataHorárioMoedaEventoPrevisão AtualÚltima Previsão
WedJun 1717th-18thCNYForeign Direct Investment ytd/y -6.1%
 6:00amEURFinal CPI y/y0.1%0.1%
  EURFinal Core CPI y/y0.9%0.9%
 TentativeEURGerman 10-y Bond Auction -0.47|2.4
 9:30amUSDBuilding Permits1.23M1.07M
  USDHousing Starts1.10M0.89M
 11:30amUSDCrude Oil Inventories 5.7M
 1:00pmUSDFed Chair Powell Testifies  
 5:00pmUSDFOMC Member Mester Speaks  
ThuJun 185:00amEURECB Economic Bulletin  
  EURItalian Trade Balance 5.69B
 TentativeEURSpanish 10-y Bond Auction 0.55|1.4
 9:30amUSDPhilly Fed Manufacturing Index-25.0-43.1
  USDUnemployment Claims1300K1542K
 11:00amUSDCB Leading Index m/m2.4%-4.4%
 11:30amUSDNatural Gas Storage 93B
 1:15pmUSDFOMC Member Mester Speaks  
FriJun 193:00amEURGerman PPI m/m-0.3%-0.7%
 5:00amEURCurrent Account 27.4B
 9:30amUSDCurrent Account-101B-110B
 1:00pmUSDFOMC Member Quarles Speaks  
 2:00pmUSDFed Chair Powell Speaks  

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