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17/11/2020 – Panorama de mercado semanal

17 de novembro , 2020 | em #MeuCâmbio |

Principais notícias que afetaram a variação do dólar e demais moedas.

Acompanhe semanalmente a evolução do preço do dólar, euro e saiba tudo que pode influenciar o preço das moedas. Com a Meu Câmbio você tem acesso a toda a informação que precisa para escolher a melhor hora de realizar suas operações cambiais.

Cenário interno

Economia

  • Segundo os dados do Relatório Focus divulgado dia 13/11 pelo Bacen as principais medianas de mercado para 2020 são:
    • PIB: Queda de 4,66%
    • IPCA: 3,25%
    • Câmbio: R$/US$ 5,41
    • Selic: 2,00%
  • A entrada de recursos estrangeiros na Bolsa paulista somou R$ 11,7 bilhões apenas entre segunda e quarta-feira desta semana. No mês, o fluxo de capital estrangeiro chega a R$ 15 bilhões. Se novembro tivesse terminado na quarta-feira, o recorde histórico para aportes internacionais na B3 já teria sido batido, considerada a série histórica nominal (sem correção pela inflação) iniciada em 1995. O movimento, dizem especialistas, foi uma reação à fala de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, o banco central americano, de agosto. Há três meses, ele sinalizou que o BC mais poderoso do mundo estaria disposto a tolerar alguma inflação para reativar a atividade econômica dos EUA. A relativa estabilidade trazida pela definição da eleição americana no fim de semana – com vitória do democrata Joe Biden – e a eficácia da vacina da Pfizer contra a covid-19 em testes foram os gatilhos que faltavam para completar a enxurrada de recursos para o Brasil. Quem acompanha o comportamento da B3 afirma que a maior parte do recurso foi de dinheiro novo, que não estava no Brasil. “Esse dinheiro entrou e foi direto para a Bolsa, tanto que teve impacto no câmbio”, diz Cesar Mikail, gestor de portfólio da Western Asset. “Pelo que mapeamos, parte veio de fundos dedicados a emergentes, e parte, de fundos globais.” Embora o fluxo tenha sido destinado a emergentes como um todo, sem distinções, o Brasil ficou alguns passos à frente porque é um dos mercados de maior liquidez deste grupo, ao lado do México e da Ásia. (Fonte: Investing.com)
  • O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o câmbio vai descer assim que voltarem em massa os investimentos externos para o país. “Aí é garantia que Brasil finalmente retomou crescimento”, disse ele ao participar virtualmente do Enaex (Encontro Nacional de Comércio Exterior). Ele avaliou que a combinação atual de juros baixos e um dólar no patamar de “R$ 5, R$ 5 e pouco” está impulsionando as exportações, apesar da crise. Guedes também voltou a dizer que o plano A do governo é chegar ao fim do ano e encerrar o auxílio emergencial, aterrissando em seguida no Bolsa Família, já que não há no momento consenso político para formatação de um novo programa de transferência de renda que consolide iniciativas já existentes num só benefício. (Fonte: UOL)
  • O setor varejista brasileiro seguiu em recuperação em setembro com aumento das vendas pelo quinto mês seguido, porém mostrando desaceleração, em um movimento de acomodação após forte recuperação das perdas provocadas pela pandemia de coronavírus. As vendas do comércio varejista tiveram alta de 0,6% em setembro sobre o mês anterior, de acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As vendas no varejo no Brasil foram alavancadas nos últimos meses pelo auxílio emergencial do governo, bem como pelo relaxamento das medidas de contenção à pandemia. Os juros em mínimas recordes também ajudam o movimento. Entretanto, desde que retornou ao nível pré-pandemia de coronavírus em junho, o setor vem mostrando perda de força nas vendas –foram altas de 3,1% em agosto, 4,7% em julho, 8,7% em junho e 12,2% em maio. (Fonte: Money Times)
  • A escassez de matéria-prima em vários segmentos e a alta de preços são atualmente os principais fatores que limitam a expansão da produção industrial no País. Pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV) indica que, em outubro, a falta de insumo atingiu os maiores níveis desde 2001 em 14 dos 19 segmentos da indústria. Segundo a sondagem, o setor de vestuário é o que mais sente os efeitos da falta de insumos e componentes, reportada por 74,7% das empresas. (CNN Brasil)
  • Empresas já reduziram o ritmo de atividade por falta de matéria-prima, e quem consegue produzir não pode distribuir o produto por falta de embalagens de papelão, plástico e vidros, hoje o maior problema relatado por empresas e entidades de classe. A escassez, somada ao câmbio desvalorizado, resulta em alta de preços. A interrupção da produção no pico da pandemia de coronavírus e a volta ao consumo mais forte do que o esperado pegou as empresas com baixos estoques e demanda crescente, em parte por causa do auxílio emergencial pago pelo governo. Com isso, há um descolamento entre fabricantes de matérias-primas – que não conseguem atender à demanda –, de produtos finais e varejo. O temor é que, com a crise sem precedentes, falte produto no mercado justamente num momento de alta demanda, com a Black Friday e o Natal. (Fonte: Estadão)
  • Puxada mais uma vez pela soja, a safra de grãos de 2021 deve registrar novo recorde, segundo estimativas tanto do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) quanto da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Para o IBGE, que divulgou ontem seu primeiro prognóstico para 2021, a produção agrícola deverá somar 253,2 milhões de toneladas, 0,5% acima de 2020. Já a Conab, que divulgou sua segunda estimativa para a safra 2020/21, a produção total deverá somar 268,94 milhões de toneladas, 4,6% acima da temporada de 2019/2020. Com a colheita deste ano, praticamente terminada, o IBGE manteve a projeção em 252 milhões de toneladas, resultado 4,4% maior do que a de 2019, de acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de outubro. É a maior quantidade já contabilizada pelo instituto, cuja série histórica para a produção agrícola começou em 1975 – quando a colheita total somou 39,4 milhões de toneladas, um terço da produção de soja nos dias de hoje. (Fonte: Estadão)

PIB

  • A economia brasileira voltou a crescer no terceiro trimestre deste ano e, com isso, saiu da chamada “recessão técnica”. É o que indicam informações divulgadas nesta sexta-feira (13) pelo Banco Central. Segundo o Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br) – indicador considerado com uma “prévia” do resultado do Produto Interno Bruto (PIB) – a economia registrou um crescimento de 9,47% no terceiro trimestre, na comparação com os três meses anteriores. O resultado oficial do PIB no terceiro trimestre deste ano, porém, será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) somente em 3 de dezembro. Os resultados do IBC-Br, neste ano refletem os efeitos da pandemia do novo coronavírus, sentidos com maior intensidade na economia em março e abril. De maio em diante, os números mostram o início de uma retomada da economia, puxada, entre outros fatores, pelo auxílio emergencial. Em análise recente, o BC informou que “programas governamentais de recomposição de renda têm permitido uma retomada relativamente forte do consumo de bens duráveis e do investimento”. O ministro da Economia, Paulo Guedes, comentou na manhã desta sexta os dados do BC e afirmou: “É um fato que o Brasil está saindo da recessão”. “O Brasil está saindo da recessão, o Brasil está voltando com força, e a perda de empregos vai ser menor do que na última recessão. Na hora da maior pandemia, o Brasil está conseguindo atravessar essa onda com uma perda de empregos menor do que aconteceu com as auto impostas recessões do passado”, disse. De acordo com o IBC-Br, somente em setembro deste ano, a economia brasileira mostrou crescimento de 1,29% na comparação com agosto. O número foi calculado após ajuste sazonal. Esse foi o quinto mês seguido de crescimento do indicador, na comparação com o mês anterior. Mesmo assim, os números do Banco Central também mostram que o nível de atividade ainda não voltou ao patamar de fevereiro, registrado antes da pandemia do novo coronavírus. (Fonte: G1)

Reforma da Previdência

  • Em vigor desde 13 de novembro de 2019, a reforma da Previdência superou a expectativa do governo e acumula R$ 8,5 bilhões em recursos federais poupados. A projeção inicial era de economia de R$ 3,5 bilhões em 2020. Além da redução de despesas, a arrecadação após a elevação da contribuição cobrada de servidores federais e de militares das Forças Armadas também cresce mais que o esperado. O governo ainda não atualizou suas projeções e mantém a expectativa de impacto de R$ 800,3 bilhões em uma década. Até 2030, o déficit se manterá na casa dos 3% do PIB. Apesar dos sinais positivos, especialistas afirmam que é cedo para rever a tendência para os gastos previdenciários. Eles defendem a necessidade de uma nova reforma na próxima década, para elevar as idades mínimas de aposentadoria, unificar as regras entre categorias e criar o regime de capitalização, em que o trabalhador contribui para uma conta individual que bancará a aposentadoria. (Fonte: Estadão)

No cenário externo:

  • A empresa de biotecnologia Moderna, Inc., disse, nesta segunda-feira (16), que sua vacina experimental foi 94,5% eficaz na prevenção da Covid-19, de acordo com uma análise preliminar de seu ensaio clínico. A notícia chega uma semana depois que a Pfizer e a BioNTech disseram que sua vacina tinha mais de 90% de eficácia. Os resultados para ambas as vacinas vêm de análises preliminares de grandes estudos clínicos e ainda não foram publicadas em nenhuma revista científica. O estudo da Moderna de fase três contava com 30 mil voluntários, em que metade recebeu duas doses da vacina com 28 dias de intervalo, a outra metade recebeu duas doses de um placebo no mesmo esquema. (Fonte: InfoMoney)
  • Foi oficializada neste domingo (15/11), em conferência virtual, a criação do maior tratado comercial do mundo, que envolve a China e outros 14 países da região Ásia-Pacífico, deixa de fora os Estados Unidos e abarca uma área onde vivem mais de 2,2 bilhões de pessoas. O tratado RCEP (Parceria Regional Econômica Abrangente) abrangerá um terço da atividade comercial do planeta, e seus signatários esperam que sua criação ajude os países a sair mais rápido da turbulência imposta pela pandemia de coronavírus. “Tenho o prazer de dizer que, após oito anos de trabalho duro, a partir de hoje, concluímos oficialmente as negociações da RCEP para a assinatura”, afirmou o primeiro-ministro do Vietnã, Nguyen Xuan Phuc, “país-anfitrião” da cúpula online. Além dos dez membros da Asean, o tratado inclui China, Japão, Coreia do Sul, Austrália e Nova Zelândia. As autoridades dizem que o acordo deixa a porta aberta para que a Índia, que desistiu devido a uma oposição interna feroz às aberturas de mercado, volte a aderir ao bloco. O acordo prevê reduzir as já baixas tarifas ao comércio entre os países-membros, mas é menos abrangente do que o Tratado Transpacífico, que envolvia 11 países e do qual o presidente americano, Donald Trump, se retirou logo após tomar posse. Não se espera que o tratado selado neste domingo vá tão longe quanto a União Europeia na integração das economias nacionais, mas sim que se baseie nos acordos de livre-comércio já existentes para facilitar as trocas entre os países. O acordo tem fortes ramificações simbólicas, ao mostrar que, quase quatro anos após Trump ter lançado sua política “America First”, de forjar acordos comerciais com países de forma individual, a Ásia continua comprometida com o multilateralismo. (Fonte: Deutsche Welle)
  • A produção industrial da zona do euro caiu inesperadamente em setembro, pressionada pelo forte recuo na fabricação de bens de consumo duráveis, dando um tom negativo para um trimestre que havia começado forte. A agência de estatísticas da União Europeia, Eurostat, disse nesta quinta-feira que a produção industrial nos 19 países que usam o euro caiu 0,4% em setembro sobre o mês anterior, com uma queda de 6,8% na base anual. As expectativas em pesquisa da Reuters eram respectivamente de aumento de 0,7% e queda de 5,8%. (Fonte: Money Times)
  • A China tomou a decisão, nesta sexta-feira, de reconhecer a vitória de Joe Biden nas eleições americanas, aprofundando o isolamento do Brasil como um dos raros países a manter um silêncio total sobre a eleição americana. Atém do governo de Jair Bolsonaro, México, Coreia do Norte e Rússia ainda não felicitaram o vencedor democrata contra Donald Trump. “Respeitamos a escolha do povo americano”, afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Wang Wenbin. “Congratulamos Biden e Harris”, completou. Apesar do reconhecimento, Pequim fez referência ao processo americano e deixou claro que “o resultado será confirmado de acordo com as leis e procedimentos dos EUA”. A decisão de Pequim ocorre depois que, nos EUA, funcionários eleitorais afirmaram que a votação em 2020 foi a “mais segura da história americana”, rejeitando as alegações de fraude. (Fonte: UOL)
  • Menos de uma semana após assumir a presidência do Peru, Manuel Merino renunciou ao cargo ontem, pressionado politicamente depois que duas pessoas morreram e dezenas ficaram feridas no sábado na violenta repressão dos protestos contra o governo. O Congresso tentou eleger ontem seu sucessor em primeira votação, mas a indicada em lista única, Rocío Silva Santisteban (Frente Ampla), não teve os 60 votos necessários. Os manifestantes têm saído às ruas desde a destituição do presidente Martín Vizcarra, aprovada na segunda-feira passada pelo Congresso em votação contestada por juristas e políticos peruanos. Ontem, grande parte do gabinete de Merino renunciou e ele perdeu apoio do Congresso por causa das mortes de Jack Bryan Pintado Sánchez, de 22 anos, e Inti Sotelo Camargo, de 24 anos, atingidos por disparos de policiais. Segundo o Ministério da Saúde, pelo menos 94 pessoas ficaram feridas no uso desproporcional de força pelos agentes de segurança. De acordo com a Coordenação Nacional de Direitos Humanos, havia 41 manifestantes desaparecidos.  (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

Depois de ter rompido a casa dos 35 pontos há duas semana, o VIX voltou para casa dos 25 pontos, trabalhando na média da semana passada em 24,49 pontos.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2020

As expectativas dos 101 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 4,77
  • Valor médio esperado: R$ 5,48
  • Valor máximo esperado: R$ 5,80

Previsão para PIB

As expectativas dos 79 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 122 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano:

No fechamento de 16/11, o dólar comercial operava em queda de 0,70% % cotado a 5,4375

O Dólar Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 5,721 + IOF.

Dólar / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
16/nov/20-0,70%5,4375
Na semana0,85%5,3917
No mês-5,24%5,7380
No ano35,54%4,0118
Variação do dólar em 2020

Euro:

No fechamento de 16/11, o euro operava em queda de 0,59%, cotado a R$ 6,4400.

O Euro Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 6,795 + IOF.

Euro / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
16/nov/20-0,59%6,4400
Na semana0,97%6,3780
No mês-3,62%6,6820
No ano43,30%4,4940
Variação do euro em 2020

Principais eventos internacionais da semana:

DataHorárioMoedaEventoPrevisão AtualÚltima Previsão
WedNov 187:00amEURFinal CPI y/y-0.3%-0.3%
  EURFinal Core CPI y/y0.2%0.2%
 TentativeEURGerman 10-y Bond Auction -0.51|2.1
 10:30amUSDBuilding Permits1.57M1.55M
  USDHousing Starts1.45M1.42M
 12:30pmUSDCrude Oil Inventories 4.3M
 2:15pmUSDFOMC Member Williams Speaks  
ThuNov 196:00amEURCurrent Account 19.9B
 10:30amUSDPhilly Fed Manufacturing Index22.032.3
  USDUnemployment Claims707K709K
 12:00pmEURECB President Lagarde Speaks  
  USDCB Leading Index m/m0.7%0.7%
  USDExisting Home Sales6.45M6.54M
 12:30pmUSDNatural Gas Storage 8B
FriNov 204:00amEURGerman PPI m/m0.1%0.4%
 5:15amEURECB President Lagarde Speaks  
 10:30amUSDFOMC Member Kaplan Speaks  
 12:00pmEURConsumer Confidence-18-16

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