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19/05/2020 – Panorama de mercado semanal

19 de maio , 2020 | em #MeuCâmbio |

Acompanhe semanalmente a evolução da cotação do dólar, euro e saiba tudo que pode influenciar o preço das moedas. Com a Meu Câmbio você tem acesso a toda a informação que precisa para escolher a melhor hora de realizar suas operações cambiais.

Cenário interno

Economia

  • Em meio às incertezas sobre os impactos da pandemia de coronavírus no país e no mundo, o mercado brasileiro aumentou a expectativa em relação a uma contração do PIB (Produto Interno Bruto) em 2020, segundo os dados do Relatório Focus divulgado dia 15/05 pelo Bacen. Seguem principais dados das medianas de mercado para 2020:
    • PIB: Queda de 5,12%
    • IPCA: 1,59%
    • Câmbio: R$/US$ 5,28
    • Selic: 2,25%
  • A economia brasileira registrou retração de 5,90% em março em relação a fevereiro, segundo o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), uma espécie de “prévia” do Produto Interno Bruto (PIB), divulgado pelo Banco Central (BC). O número foi calculado após ajuste sazonal, uma “compensação” para comparar períodos diferentes de um ano. Entre janeiro e março o recuo foi de 1,95% ante o quarto trimestre de 2019. Quando a comparação é feita com o resultado do primeiro trimestre de 2019, porém, o IBC-Br indica uma queda menor, de 0,28% (sem ajuste sazonal). (Fonte: Estadão)
  • A disparada do dólar, que já acumula no ano valorização superior a 45% ante o real, aumentou em R$ 907 bilhões o total que bancos e empresas brasileiras terão de desembolsar para fazer frente a dívidas no exterior. Ainda que o volume de novos empréstimos em moeda estrangeira tenha crescido pouco no período, a variação cambial elevou a quantidade nominal de reais para saldar os mesmos compromissos. Segundo o Banco Central, a dívida total em dólar das empresas no Brasil está em US$ 482 bilhões – o equivalente hoje a R$ 2,846 trilhões, ante R$ 1,939 trilhão em janeiro. Segundo o BC, a situação é complicada para cerca de 20% das empresas brasileiras que não contam com instrumentos de proteção à variação de câmbio, chamado de hedge cambial pelo mercado, o que deixaria esses empreendimentos totalmente vulneráveis às flutuações do dólar. (Fonte: Seu Dinheiro)
  • No primeiro trimestre de 2020, 1,1 milhão de brasileiros deixaram a força de trabalho. Esse é o segundo maior número registrado nas estatísticas da pesquisa trimestral de emprego do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a Pnad Contínua, atrás apenas da redução de 1,2 milhão registrada no segundo trimestre 2012 em relação aos três meses anteriores. São consideradas fora da força de trabalho as pessoas que não possuíam emprego e não procuraram trabalho nos 30 dias anteriores ao período da pesquisa -ou procuraram, mas não estavam disponíveis para trabalhar na semana de referência do levantamento. Nos três primeiros meses do ano, 67,3 milhões de pessoas com 14 anos ou mais de idade estavam nessa condição, número recorde. Já a força de trabalho era composta por 105,1 milhões de pessoas. (Fonte: Gazetaweb)
  • A indústria brasileira registrou em março sinais de desaceleração decorrentes da crise econômica vivida no País por causa da pandemia do novo coronavírus. A pesquisa Indicadores Industriais da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada nesta sexta-feira, 15, mostra que o faturamento real do setor caiu 4,8% em março em relação a fevereiro, as horas trabalhadas na produção recuaram 1,8% e o emprego industrial teve retração de 0,7%, todos segundo a série dessazonalizada. Na comparação com março de 2019, a queda no emprego é de 1,7%. (Fonte: InfoMoney)
  • O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro cresceu 2,42% no acumulado de janeiro e fevereiro de 2020 em relação a igual período do ano passado, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Em nota, a CNA diz que o resultado foi impulsionado pelo crescimento dos segmentos primário (3,86%), serviços (2,72%) e agroindústria (1,37%). (Fonte: Istoé Dinheiro)
  • O Ministério da Economia reviu nesta sua projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2020 a uma contração de 4,7%, contra alta de 0,02% vista em março, num reflexo do profundo impacto da paralisação das atividades no país por conta dos esforços para desacelerar a disseminação do coronavírus. (Fonte: R7)
  • O número de investidores pessoa física na bolsa brasileiranão para de crescer. Mesmo com o recuo de 31% do Ibovespa no acumulado do ano, os brasileiros têm migrado seus investimentos para a renda variável. Em abril, cerca de 115.000 brasileiros entraram na bolsa e, segundo dados da B3, já são quase 2,39 milhões de CPFs cadastrados – o que representa um novo recorde. Por trás desse movimento, está a queda da rentabilidade de títulos de renda fixa atrelados à taxa básica de juros do país. A Selic saiu de 14,25% em 2016 para os atuais 3% ao ano, enquanto o Ibovespa percorreu o caminho inverso, saindo dos 60.000 pontos para quase 120.000 em 2020. Com a crise econômica e de saúde pública provocada pelo novo coronavírus, o principal índice da bolsa voltou a ser negociado em 80.000 pontos. (Fonte: Exame)
  • O governo federal montou uma operação que permite ao setor elétrico tomar novos empréstimos para enfrentar os efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus. O financiamento terá como garantia a conta de luz, mas os custos serão divididos entre consumidores e as empresas. O socorro, estimado entre R$ 10 bilhões e R$ 12 bilhões, será viabilizado por meio de decreto presidencial. Ele tem como objetivo cobrir custos provocados pela crise da covid-19 no setor elétrico e evitar um reajuste médio imediato de cerca de 12% no meio da pandemia. Desde a chegada do surto no país, medidas de isolamento social levaram a uma queda na demanda de energia que chegou a até 15% nos últimos dias. (Fonte: Estadão)
  • O aumento de saques em espécie, a redução no volume de depósitos e compras no comércio e o pagamento de auxílios a um quarto de toda a população brasileira levaram o Banco Central a ampliar a quantidade de papel-moeda em circulação para o maior patamar da história do real. Em apenas dois meses desde a declaração de pandemia pelo novo coronavírus, o BC colocou na rua mais R$ 52 bilhões em cédulas, o que levou o dinheiro em circulação no País à marca de R$ 311,5 bilhões, segundo dados divulgados em 12/05. (Fonte: Estadão)

Empresas

  • A Petrobrás encerrou o primeiro trimestre amargando um prejuízo de R$ 48,5 bilhões, ante um ganho de R$ 4 bilhões no mesmo período do ano passado. Foi o pior resultado em um trimestre na história da companhia. Três fatores contribuíram para o resultado negativo: a deterioração intensa dos preços do petróleo, perdas cambiais decorrentes da desvalorização do real frente ao dólar e a realização de impairments, isto é, a adequação do valor recuperável de seus ativos com o novo cenário global. (Fonte: Estadão)
  • O aumento da inadimplência das empresas por causa da crise do coronavírus já entrou no radar do sistema financeiro. Na divulgação dos balanços do primeiro trimestre, os quatro maiores bancos do País (Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e Banco do Brasil) destinaram R$ 28 bilhões para bancar possíveis calotes de empréstimos concedidos no passado – R$ 10 bilhões a mais que em igual período de 2019. O valor foi mais que o dobro do lucro líquido de R$ 13,7 bilhões apurado no período, segundo a Economatica. Um teste de estresse feito pelo Banco Central (BC) para avaliar a capacidade do sistema financeiro diante da pandemia considera que, para fazer frente a perdas de crédito em um cenário mais “catastrófico”, as provisões poderiam chegar a quase R$ 400 bilhões. O resultado faz parte de um relatório feito periodicamente pelo BC e, desta vez, trouxe a estimativa do aumento da inadimplência das empresas por causa da Covid-19. (Fonte: Estadão)

No cenário externo:

  • O Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido encolheu 2% no primeiro trimestre de 2020 ante o quarto trimestre do ano passado, registrando sua maior queda desde a crise financeira mundial de 2008, segundo dados preliminares divulgados hoje pelo Escritório Nacional de Estatísticas (ONS, na sigla em inglês) do país. O resultado, porém, ficou acima da expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam recuo de 2,6% do PIB. (Fonte: UOL)
  • O Japão, terceira maior economia do mundo contraiu 3,4% em termos anualizados no primeiro trimestre, mostraram dados preliminares do Produto Interno Bruto, contra expectativa do mercado de queda de 4,6%. No quarto trimestre, a economia já havia sofrido uma queda de 7,3%, com trimestres consecutivos de contração atendendo à definição técnica de recessão. A última vez que o Japão sofreu uma recessão foi no segundo semestre de 2015. (Fonte: G1)
  • O governo de união israelense liderado por Benjamin Netanyahu e Benny Gantz tomou posse, neste domingo (17), após receber o voto de confiança do Parlamento. A confirmação da equipe encerra 500 dias de crise, marcados por três eleições sem vencedor. Mas o frágil cenário econômico e a pandemia de coronavírus, além das tensões na Cisjordânia, devem tornar difícil a gestão do país. (Fonte: UOL)
  • Governo argentino já tem sobre a mesa contrapropostas de seus credores. Os três grandes grupos de donos de bônus, o Comitê Argentino de Credores, o Exchange Bondholders e o Grupo Argentina Ad Hoc, apresentaram no final de sexta-feira três ofertas diferentes para negociar um acordo que evite o default (suspensão de pagamentos) argentino. O prazo termina na próxima sexta-feira, 22 de maio. Será uma semana de altíssima tensão. O ministério da Economia emitiu um comunicado em que disse já estar analisando “as características dessas propostas e suas implicações ao objetivo de restaurar a sustentabilidade da dívida pública”. Horas antes da documentação chegar ao ministério, o ministro, Martín Guzmán, realizou uma videoconferência com o Conselho de Relações Exteriores de Nova York, um dos think tanks mais influentes dos Estados Unidos, em que admitiu que o período de indulgência pedido pela Argentina, três anos nos quais não pagariam o valor principal e os juros, seria “um dos aspectos mais críticos” da negociação. Os credores consideram excessivo o tempo de três anos, ainda que já tenha diminuído em relação aos cinco recomendados inicialmente pelo Fundo Monetário Internacional. O Governo argentino, por sua vez, os considera imprescindíveis para acumular reservas em divisas durante esse tempo e estabilizar o peso (que há dois anos era trocado a 20 por dólar, e agora, no mercado clandestino, supera os 130), com o objetivo de fomentar a economia em moeda própria e atenuar a avidez pela divisa norte-americana. (Fonte: El País)
  • PIB da zona do euro recua 3,8% no 1º trimestre e 3,2% na base anual. Queda em relação ao trimestre anterior é a maior desde o início da série, em 1995; na comparação anual, a pior desde a crise de 2009 O Produto Interno Bruto da zona do euro encolheu 3,8% no primeiro trimestre de 2020 em comparação aos três meses anteriores, segundo dados preliminares do Eurostat, o escritório de estatísticas da União Europeia. Comparado com o mesmo período do ano anterior, o PIB da região teve contração de 3,2%. Em toda a União Europeia, a queda foi de 3,3% em relação ao trimestre anterior e de 2,6% em relação ao primeiro trimestre de 2019. (Fonte: Yahoo Finanças)
  • A produção industrial da zona do euro sofreu em março a mais forte queda mensal já registrada uma vez que as medidas de contenção do coronavírus afetaram severamente a atividade na área, mostraram dados nesta quarta-feira. A agência de estatísticas da União Europeia, Eurostat, informou que a produção industrial nos 19 países que usam o euro caiu 11,3% em março sobre o mês anterior, declínio mais acentuado desde que os registros começaram em 1991, chegando a uma perda anual de 12,9%. (Fonte: G1)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

O VIX trabalhou na última semana na média de 31,65. A volatilidade ainda continua muito alta, mas com valores abaixo do pico de 16/03 onde trabalhou na faixa de 82,6

Perspectivas

A previsão do dólar para 2020

As expectativas dos 99 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 5,10
  • Valor médio esperado: R$ 5,63
  • Valor máximo esperado: R$ 6,02

Previsão para PIB

As expectativas dos 73 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 113 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano hoje:

As 13:50hs, o dólar comercial operava estável cotado a 5,7199

O Dólar Turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 5,920 + IOF.

Dólar / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
19/mai/20-0,01%5,7199
Na semana-2,53%5,8686
No mês5,17%5,4387
No ano42,58%4,0118

Euro hoje:

As 13:50hs o euro operava estável, cotado a R$ 6,25.

O Euro Turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 6,53 + IOF.

Euro / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
19/mai/200,00%6,2500
Na semana-1,87%6,3690
No mês4,92%5,9570
No ano39,07%4,4940

Próximos eventos internacionais relevantes

DataHorárioMoedaEventoPrevisão AtualÚltima Previsão
WedMay 20 5:00amEURCurrent Account 40.2B
 6:00amEURFinal CPI y/y0.4%0.4%
  EURFinal Core CPI y/y0.9%0.9%
 TentativeEURGerman 10-y Bond Auction -0.48|2.5
 11:00amEURConsumer Confidence-23-23
 11:30amUSDCrude Oil Inventories -0.7M
 3:00pmUSDFOMC Meeting Minutes  
ThuMay 214:15amEURFrench Flash Services PMI28.810.2
  EURFrench Flash Manufacturing PMI35.631.5
 4:30amEURGerman Flash Manufacturing PMI39.034.5
  EURGerman Flash Services PMI26.216.2
 5:00amEURFlash Manufacturing PMI38.033.4
  EURFlash Services PMI23.912.0
 9:30amUSDPhilly Fed Manufacturing Index-40.0-56.6
  USDUnemployment Claims2400K2981K
 10:45amUSDFlash Manufacturing PMI37.536.1
  USDFlash Services PMI32.626.7
 11:00amUSDCB Leading Index m/m-5.7%-6.7%
  USDExisting Home Sales4.31M5.27M
  USDFOMC Member Williams Speaks  
 11:30amUSDNatural Gas Storage 103B
 2:00pmUSDFOMC Member Clarida Speaks  
 3:30pmUSDFed Chair Powell Speaks  
FriMay 228:30amEURECB Monetary Policy Meeting Accounts  

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