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20/10/2020 – Panorama de mercado semanal

20 de outubro , 2020 | em #MeuCâmbio |

Análise Meu Câmbio

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Cenário interno

Economia

  • Boletim Focus 16/10/2020
    • PIB: Queda de 5,00%
    • IPCA: 2,65%
    • Câmbio: R$/US$ 5,35
    • Selic: 2,00%
  • A aceleração da inflação na reta final do ano vai criar uma espécie de armadilha para a equipe econômica cumprir o teto de gastos em 2021. Enquanto a expansão do limite das despesas já está “travada” em 2,13%, a alta recente nos preços servirá de referência para corrigir o salário mínimo no início do ano que vem e, consequentemente, mais da metade dos gastos da União – concentrados em benefícios previdenciários e assistenciais. Com o descasamento dos índices, o BTG Pactual calcula a necessidade de cortar R$ 20 bilhões em despesas para evitar estouro no teto. A regra do teto limita o crescimento das despesas do governo à inflação medida pelo IPCA em 12 meses até junho do ano anterior. É essa variação que ficou em 2,13% em 2020. Desde então, porém, a inflação só ganhou força e chegou a 3,14% até setembro. Além disso, os benefícios previdenciários são diretamente afetados pelo INPC, outro índice que reflete a inflação para famílias de menor renda e, por isso, é mais sensível à alta nos preços de alimentos. O INPC já acumula alta de 3,89% em 12 meses até setembro. O descompasso entrou no radar da equipe econômica, que admite a necessidade de “apertar um pouco mais o torniquete” dos gastos discricionários, aqueles que não são obrigatórios, como custeio e investimentos públicos. O problema antecede qualquer movimento para tirar do papel o Renda Cidadã, novo programa que o presidente Jair Bolsonaro quer lançar no lugar do Bolsa Família para ser sua marca social, com valor e alcance maiores que os atuais. Isso significa que, para turbinar o benefício social, seria preciso fazer um esforço ainda maior de corte de gastos. (Fonte: Seu Dinheiro)
  • Neste sábado (17/10), o governo federal anunciou a suspensão do imposto sobre a soja até 15 de janeiro e sobre o milho até 31 de março de 2021. Anunciada pelo Ministério da Economia, a decisão da Câmara de Comércio Exterior (Camex) de zerar a alíquota do imposto de importação nos dois produtos tem como objetivo conter a inflação, principalmente a alta de preços dos alimentos. Em particular, o milho foi incluído na Lista Brasileira de Exceções à Tarifa Externa Comum (Letec), enquanto a soja teve redução tanto no farelo e no grão, quanto no óleo de soja. Em setembro, o Brasil registrou o maior aumento da inflação desde 2003, o que teve impacto nos preços de alimentos e bebidas no país. No mesmo mês, o governo decidiu zerar os impostos para o arroz, tanto em casca como o beneficiado. (Fonte: Sputink News)
  • O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10), indicador nacional medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), registrou inflação de 3,20% em outubro. A taxa é menor que a observada em setembro (4,34%). Com o resultado, o índice acumula inflação de 17,63% no ano e de 19,85% em 12 meses. A queda do indicador de setembro para outubro foi puxada pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o varejo e cuja inflação recuou de 5,99% em setembro para 4,06% em outubro. Por outro lado, o Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, e o Índice Nacional de Custo da Construção tiveram alta. O Índice de Preços ao Consumidor subiu de 0,46% em setembro para 0,98% em outubro. Já o Índice Nacional de Custo da Construção passou de 0,80% em setembro para 1,51% em outubro. (Fonte: Agência Brasil – EBC)
  • O Brasil amarga a perda de 849.387 empregos entre janeiro e agosto de 2020, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério da Economia. Esse resultado seria ainda pior não fosse o desempenho do agronegócio, que abriu 98.320 vagas com carteira assinada no mesmo período. Com exportações recordes de grãos e de outros produtos agrícolas impulsionados pelo valor do dólar, diversos segmentos do agronegócio têm contratado mão de obra. (Fonte: UOL)
  • Segundo dados divulgados nesta semana pelo Monitor do Comércio Brasil – EUA, da Câmara de Comércio Americana (Amcham), a balança comercial entre os países registrou queda de 25% em relação a 2019. A publicação verificou que as importações brasileiras vindas dos EUA também caíram no terceiro trimestre, e apresentaram uma redução de 41,6% em relação ao mesmo período no ano passado. Entre janeiro e setembro de 2020, a queda foi de 18,8%. Os dados sobre exportações também ficaram abaixo da média. No acumulado do ano, as exportações brasileiras para os EUA caíram 31,5%, registrando o total de US$ 15,2 bilhões. Este é o menor valor para o indicador desde 2010. A contração nas exportações, segundo a Amcham Brasil, resultou também na menor corrente bilateral entre Brasil e EUA nos últimos 11 anos. O valor da balança entre os países, até setembro de 2020, foi de US$ 33,4 bilhões. Em relação a 2019, isso representa uma contração de 25,1%. (Fonte: Jornal do Brasil)
  • A corrente de comércio entre o Brasil e a China vai superar este ano pela primeira vez a marca de US$ 100 bilhões, cifra jamais registrada na história do comércio exterior brasileiro com um país ou mesmo bloco de países. Em forte aceleração, o comércio sino-brasileiro acumula, de janeiro a setembro, um fluxo de US$ 78,028 bilhões, e o destaque é a robusta e constante alta nas exportações brasileiras para o principal parceiro comercial do País. No período, o Brasil acumulou um superávit de US$ 28,757 bilhões. (Fonte: Comex do Brasil)
  • A economia brasileira cresceu pelo quarto mês consecutivo em agosto, segundo números divulgados nesta quinta-feira (15/10) pelo Banco Central. O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado uma “prévia” do Produto Interno Bruto (PIB), registrou crescimento de 1,06% em agosto, na comparação com julho. O número foi calculado após ajuste sazonal, uma espécie de “compensação” para comparar períodos diferentes. Na comparação com agosto do ano passado, porém, o indicador registrou uma contração de 3,92%, informou o Banco Central. Além disso, os números apontam para uma desaceleração no ritmo de crescimento. Em julho, a economia avançou 3,71% (número revisado) na comparação com junho. (Fonte: G1)
  • O aumento de gastos para combater a pandemia fará a dívida pública brasileira saltar de 89,5% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país) em 2019, para 101,4% neste ano, segundo projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI), divulgadas nesta quarta-feira. Na terça-feira, o Fundo previu que a recessão será menos severa em 2020, tanto no Brasil como no mundo. O endividamento brasileiro seguirá trajetória de alta até 2025, quando chegará a 104,4% do PIB. Tanto neste ano como em 2025, a situação das contas públicas brasileiras é a mais frágil entre as principais economias emergentes, como China, Índia, México, Rússia e África do Sul. (Fonte: Época Negócios)
  • Uma fatura de R$ 643 bilhões em dívidas do governo vence entre janeiro e abril. O valor é mais que o dobro da média dos últimos cinco anos. Esse crescimento dos vencimentos de curto prazo se deve à desconfiança do mercado em relação à sustentabilidade das contas públicas. O Tesouro Nacional enfrenta dificuldades para vender títulos de longo prazo. Segundo o BC, está ocorrendo um “choque fiscal”. Com a pandemia, o governo teve de gastar mais e a dívida pública deve chegar no fim do ano ao equivalente a 100% do PIB. A situação seria contornável com a perspectiva de um ajuste nas contas públicas, mas os investidores temem que ele seja inviabilizado por medidas populistas para reeleger o presidente Jair Bolsonaro. Se tiver dificuldades com a dívida, o governo poderá ter de elevar os juros e prejudicar a retomada da economia. O subsecretário da dívida pública do Tesouro, José Franco de Morais, garante que até o fim de dezembro o governo terá o dinheiro para pagar os vencimentos. (Fonte: Estadão)
  • Faltando menos de um mês para a eleição presidencial americana, Brasil e Estados Unidos devem assinar na próxima segunda-feira um pacote de medidas para acelerar e desburocratizar o comércio entre os dois países. De acordo com fontes da área econômica, deverão ser firmados três acordos: de facilitação de comércio, boas práticas regulatórias e anticorrupção. O anúncio deve ocorrer em um evento virtual com participação do presidente Jair Bolsonaro, de representantes do Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) e de bancos de desenvolvimento americanos. Longe de ser um acordo de livre comércio – como o ministro da Economia, Paulo Guedes, chegou a anunciar no ano passado –, o conjunto de medidas está sendo considerado pelo governo brasileiro como base para um entendimento mais amplo, a ser futuramente discutido entre os países. O pacote já vinha sendo discutido, mas o Brasil desejava a assinatura o mais rápido possível, diante do risco de Bolsonaro perder o aliado de primeira hora Donald Trump, que concorre à reeleição e está atrás do candidato democrata Joe Biden nas pesquisas de intenção de voto. (Fonte: Estadão)
  • A atividade econômica teve um agosto mais vigoroso do que julho, dando prosseguimento à tendência de recuperação gradual após o pior momento da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, apontam dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além dos avanços na produção industrial brasileira (3,2%) e nas vendas do comércio varejista ampliado (4,6%), o volume de serviços prestados no País teve uma expansão de 2,9% na passagem de julho para agosto, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS). Impulsionados pela flexibilização das medidas de isolamento social, os serviços acumularam um crescimento de 11,2% nos últimos três meses de altas consecutivas. Ainda que insuficiente para cobrir o tombo de 19,8% registrado de fevereiro a maio, o resultado mostra uma reação recente nos segmentos de serviços prestados às famílias e transportes. (Fonte: Estadão)
  • Passada a fase mais aguda da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, que reduziu o volume de transações no mundo corporativo, a necessidade de reestruturar os negócios, equilibrar as contas e manter a competitividade levaram a um recorde de fusões e aquisições no País. Em agosto, o Brasil registrou 112 operações, volume 65% superior ao do mesmo mês de 2019, quando houve 68 transações. Foi o melhor desempenho para o mês nas quase duas décadas compiladas em relatório da consultoria PWC Brasil – obtido com exclusividade pelo Estadão/broadcast. (Fonte: Estadão)

No cenário externo:

  • O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, disse nesta sexta-feira (16/10) que seu país deve se preparar para uma ruptura sem acordo com a União Europeia (UE) no fim do ano, caso não aconteça uma “mudança fundamental” na abordagem de Bruxelas nas negociações comerciais pós-Brexit. Segundo Johnson, os 27 países-membros “renunciaram à ideia de um acordo de livre-comércio e não há sinais de nenhum progresso por parte de Bruxelas”. A afirmação foi feita num discurso exibido na TV um dia depois de uma reunião em que os líderes europeus pediram a Londres que faça concessões para evitar uma ruptura sem acordo. “Assim, dissemos a eles: ‘Venham nos encontrar, se existir uma mudança fundamental na abordagem. Caso contrário, estamos dispostos a falar sobre os aspectos práticos’ de uma separação brusca”, acrescentou. Um pouco depois, um porta-voz do governo britânico reforçou a mensagem, falando que as conversas sobre um acordo “acabaram” e que “não há mais sentido” em continuar o diálogo na semana que vem, a não ser que a UE esteja disposta a discutir detalhes de uma parceria pós-Brexit com o Reino Unido. No entanto, nem Johnson nem o porta-voz afirmaram decisivamente que o país não pretende mais continuar a negociar com a UE. Os ultimatos foram interpretados em Bruxelas como uma bravata. Mais cedo, representantes da UE disseram que estão dispostos a “intensificar” as discussões, mas que não farão um acordo “a qualquer preço”. (Fonte: Deutsche Welle)
  • A agência de classificação Moody’s rebaixou a classificação de crédito do Reino Unido de Aa2 para Aa3 nesta sexta-feira (16), citando um crescimento econômico mais fraco do que o esperado e os riscos apresentados pelo Brexit. “A força econômica do Reino Unido diminuiu desde que rebaixamos para Aa2 em setembro de 2017”, explicou a Moody’s em um comunicado. A economia britânica também será “prejudicada pelas cicatrizes que provavelmente serão o legado da pandemia do coronavírus, que afetou gravemente” o país, acrescentou. A perspectiva da dívida mudou de negativa para estável e a agência também rebaixou o Banco da Inglaterra para Aa3 com uma perspectiva negativa. (Fonte: G1)
  • A pandemia de Covid-19 produzirá mudanças duradouras no crescimento global, com avanço ainda maior da China. A proporção da expansão mundial proveniente da China deve aumentar de 26,8% em 2021 para 27,7% em 2025, de acordo com cálculos da Bloomberg com base em dados do Fundo Monetário Internacional. Seriam mais de 15 e 17 pontos percentuais acima da participação dos EUA em 2021 e 2025 no PIB global estimado, respectivamente. Índia, Alemanha e Indonésia completam os cinco maiores motores de crescimento no próximo ano. O FMI agora prevê que o PIB mundial encolha 4,4% neste ano, uma melhora em relação à queda de 4,9% projetada em junho, de acordo com o mais recente World Economic Outlook divulgado nesta semana. Em 2021, o FMI espera crescimento de 5,2%. O FMI estima que a economia da China crescerá 8,2% no ano que vem, queda de um ponto percentual em relação à estimativa de abril do FMI, mas forte o suficiente para responder por mais de um quarto do crescimento global. O PIB dos EUA deve se expandir 3,1%, respondendo por 11,6% do crescimento global em 2021 em termos de paridade do poder de compra. (Fonte: InfoMoney)
  • Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um crescimento de 5,2% para a zona do euro em 2021, um resultado menor do que o anunciado em junho, mas também suavizou sua previsão de recessão para este ano a -8,3%. Em comparação com sua última avaliação da economia mundial, publicada em junho, a instituição com sede em Washington aumentou a previsão para 2020 em 1,9 ponto nesta terça-feira (13), mas reduziu a previsão para o próximo ano em 0,8 ponto, um sinal de que a recuperação econômica será trabalhosa. Esses números são levemente melhores que as previsões da própria UE divulgadas no mês de julho, que mencionaram um colapso de 8,7% da economia da Eurozona este ano. No entanto, na mesma previsão a UE foi levemente mais otimista que o FMI para o próximo ano, já que indicou uma recuperação de 6,1%, quase um ponto percentual a mais do que a anunciada agora. De acordo com o FMI, a Espanha seria o país europeu em situação mais difícil, com uma queda do PIB estimada em 12,8% este ano. Enquanto isso, a Itália registraria queda de 10,6% e a França de 8,3%. A Alemanha, a maior potência exportadora do continente, veria um retrocesso de 6% este ano, apontou o FMI, já que a demanda da Ásia permaneceu sustentada. (Fonte: G1)
  • A campanha de Joe Biden anunciou um novo recorde de arrecadação em setembro: US$ 383 milhões – contando o montante recebido pelo Comitê Nacional Democrata e por grupos políticos aliados. Com isso, Biden chega à reta final da disputa com US$ 432 milhões em caixa. Donald Trump ainda não divulgou os dados do mês, mas vinha arrecadando bem menos que o rival e, nas últimas semanas, foi prejudicado pela covid, que o obrigou a suspender os eventos. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

O VIX trabalhou em leve queda na última semana na média de 26,38, contra 27,37 da semana anterior.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2020

As expectativas dos 97 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 4,97
  • Valor médio esperado: R$ 5,44
  • Valor máximo esperado: R$ 5,75

Previsão para PIB

As expectativas dos 74 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 111 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano:

No fechamento de 19/10, o dólar comercial operava em queda de 0,64% % cotado a 5,6072

O Dólar Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 5,817 + IOF.

Dólar / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
19/out/20-0,64%5,6072
Na semana1,46%5,5264
No mês-0,20%5,6185
No ano39,77%4,0118

Euro:

No fechamento de 19/10, o euro operava em queda de 0,20%, cotado a R$ 6,5990.

O Euro Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 6,863 + IOF.

Euro / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
19/out/20-0,20%6,5990
Na semana0,99%6,5340
No mês0,23%6,5840
No ano46,84%4,4940

Principais eventos econômicos da semana:

DataHorárioMoedaEventoPrevisão AtualÚltima Previsão
WedOct 219:50amUSDFOMC Member Brainard Speaks  
 11:00amUSDFOMC Member Mester Speaks  
 3:00pmUSDBeige Book  
ThuOct 223:00amEURGerman GfK Consumer Climate-2.9-1.6
 9:30amUSDUnemployment Claims860K898K
 11:00amEURConsumer Confidence-15-14
  USDCB Leading Index m/m0.8%1.2%
  USDExisting Home Sales6.20M6.00M
FriOct 234:15amEURFrench Flash Services PMI47.047.5
  EURFrench Flash Manufacturing PMI51.351.2
 4:30amEURGerman Flash Manufacturing PMI55.056.4
  EURGerman Flash Services PMI49.650.6
 5:00amEURFlash Manufacturing PMI53.053.7
  EURFlash Services PMI47.148.0
 10:00amEURBelgian NBB Business Climate-11.2-10.8
 10:45amUSDFlash Manufacturing PMI53.553.2
  USDFlash Services PMI54.754.6

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