Bem-vindo, CITRUS 7
TOTAL TRANSFERIDO BRL 1500,00 ECONOMIZADO BRL 44,00

21/07/2020 – Panorama de mercado semanal

21 de julho , 2020 | em #MeuCâmbio |

Análise Meu Câmbio

Acompanhe semanalmente a evolução do preço do dólar, euro e saiba tudo que pode influenciar o preço das moedas. Com a Meu Câmbio você tem acesso a toda a informação que precisa para escolher a melhor hora de realizar suas operações cambiais.

Cenário interno

Economia

  • Em meio às incertezas sobre os impactos da pandemia de coronavírus no país e no mundo, o mercado brasileiro melhorou a expectativa em relação a uma contração do PIB (Produto Interno Bruto) em 2020, em comparação à semana anterior, segundo os dados do Relatório Focus divulgado dia 17/07 pelo Bacen. Seguem principais dados das medianas de mercado para 2020:
    • PIB: Queda de 5,95%
    • IPCA: 1,72%
    • Câmbio: R$/US$ 5,20
    • Selic: 2,00%
  • Ao simplificar e racionalizar o sistema de cobrança de impostos no País, a reforma tributária poderá acelerar o crescimento econômico. Se vingar a proposta de um imposto unificado sobre o consumo, com taxa de 25% e implantação total em até dez anos, o PIB poderá crescer, no acumulado até 2033, 5,42% a mais do que cresceria num cenário sem reforma. A conta é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O estudo do Ipea, em nota técnica do pesquisador João Maria de Oliveira, considera apenas a unificação dos impostos federais, estaduais e municipais sobre o consumo, embutidos nos preços finais de mercadorias e serviços. Ficaram de fora da estimativa os tributos sobre renda e patrimônio e sobre a folha de salários. No Brasil, os diferentes impostos sobre o consumo respondem por cerca de 50% da arrecadação total, o que é considerado uma anomalia internacional. Entre os membros da OCDE – o chamado “clube dos países ricos” -, a maior parte da arrecadação vem de impostos sobre renda e patrimônio, relata o Ipea. Uma consequência disso é que os preços em geral ficam mais elevados, prejudicando os mais pobres. Eles pagam mais impostos proporcionalmente à renda, porque os tributos embutidos nos produtos são os mesmos para pobres e ricos. Além disso, “benefícios fiscais, regimes especiais e isenções”, previstos numa “montanha de leis, decretos, regulamentos e portarias”, geram distorções na economia, diz o instituto. “É uma oportunidade de, ao fazer esse rearranjo, possibilitar que a economia se movimente com uma alocação mais eficiente dos investimentos”, disse Oliveira. (Fonte: Isto é Dinheiro)
  • Os modelos de precificação do Instituto de Finanças Internacionais (IIF, na sigla em inglês) divulgados nesta sexta-feira (17) apontaram para uma subvalorização substancial de real de 15%. Desde o início do ano, com a pandemia do novo coronavírus, a moeda brasileira acumulou uma perda de 25% de seu valor contra o dólar estadunidense. A desvalorização do real é maior do que a da lira turca, de 13% no ano. Apesar disso, na contramão do real, o IIF enxerga uma supervalorização da lira da ordem de 10%. A performance das moedas em 2020, nesse sentido, é “enganosa” pois ignora uma deterioração do balanço de pagamentos da Turquia. O país registra um déficit em conta corrente crescente e a perdas de reservas internacionais do país. Conforme dados da instituição internacional, essa é a primeira vez desde o primeiro semestre de 2018 que o IIF registra um sinal de supervalorização significativa da moeda turca. Ao contrário da moeda da Turquia, os analistas do Instituto avaliaram que os ingressos líquidos de investimentos estrangeiros diretos (IED) mais do que cobrem o modesto déficit em conta corrente do Brasil no acumulado do ano. “As perdas de reservas [brasileiras] são pequenas, principalmente quando vistos no contexto do grande estoque de reservas cambiais”, destacaram os analistas do grupo. O mercado brasileiro, com o real, está mais próximo de um “free float”, permitindo que o real absorva o impacto do choque da pandemia, avaliou o IIF. As perdas de reservas cambiais da Turquia, por outro lado, parecerem maiores, especialmente comparadas ao estoque de fevereiro. “O aumento da posição de swap cambial da Turquia é o principal impulsionador deste levantamento de reservas”, ponderaram os analistas. (Fonte: Suno Research)
  • O impacto fiscal primário do programa brasileiro de apoio à economia em função da crise causada pela pandemia de covid-19 atinge quase 10% do Produto Interno Bruto (PIB) doméstico, mas as medidas ajudam a mitigar os reflexos negativos sobre o crescimento da atividade local. Estes foram algumas das observações feitas pelo Brasil durante a reunião financeira do grupo das 20 maiores economias do globo (G20), que ocorreu hoje de forma virtual sob a presidência da Arábia Saudita. O porcentual é superior à média de 5,8% das economias avançadas e da de 4,1% dos países em desenvolvimento, de acordo com o governo. No encontro, o Brasil disse também que não vai tolerar infrações às leis locais de sustentabilidade, mas que também não cederá a pressões protecionistas. (Fonte: Correio Braziliense)
  • Os últimos dados econômicos apontam que o pior da crise do coronavírus já passou no Brasil, com indicadores atingindo as mínimas históricas em abril e demonstrando recuperação em maio e junho. Mas um setor em particular gera preocupação: o de serviços. De acordo com a última Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor fechou o mês de maio com recuo de 0,9%. Este foi o quarto resultado negativo de serviços no ano. O setor teve um recuo de 11,7% em abril; queda de 6,9% em março; e outra queda de 1% em fevereiro – antes mesmo do início da pandemia no Brasil. “O resultado mostra um aprofundamento de um cenário que já era muito desfavorável para o setor. Ter um resultado ainda negativo quando a comparação é feita com abril, mês que tivemos o pior resultado da série histórica, é bastante significativo”, ressalta o pesquisador Rodrigo Lobo, do IBGE. (Fonte: Eu Quero Investir)
  • O novo secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, que assumiu o cargo nesta semana no lugar de Mansueto Almeida, afirmou nesta sexta-feira (17) que a dívida bruta do setor público consolidado — indicador acompanhado atentamente por investidores internacionais — deverá subir para 98% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. Segundo ele, essa expansão do endividamento está relacionada com as despesas extraordinárias para o combate ao novo coronavírus, estimadas em pouco mais de R$ 500 bilhões, das quais R$ 237,3 bilhões já foram feitas, de acordo com painel da instituição, e também com a queda do PIB brasileiro — estimada em 4,7% para 2020 pelo Ministério da Economia. “Agora em 2020 os gastos aumentaram para fazer frente a essa estratégia da economia, e o lado da receita acabou sendo afetado por conta dessa desaceleração da economia brasileira. Reflexo dessa piora é o impacto direto no nosso nível de dívida [bruta do setor público] hoje. Indicador, da dívida bruta, a gente projeta 98% no fim do ano”, declarou Funchal. No fim do ano passado, a dívida bruta brasileira estava em 76,7% do PIB, mas, em maio deste ano, já havia avançado para 78,7%. (Fonte: G1)
  • As secretarias especiais de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais (SECINT) e da Receita Federal do Brasil (SERFB) do Ministério da Economia suspenderam de 1º de julho a 31 de dezembro de 2020 o prazo para a realização de registros no Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio (Siscoserv). A medida foi publicada na Porta Conjunta SECINT/RFB n° 25, de 26 de junho de 2020 e faz parte das ações do governo, diante da pandemia, de prorrogação de prazos de cumprimento de diversas obrigações que recaem sobre o setor privado. A situação atual do Brasil também resultou a necessidade de redirecionamento dos recursos orçamentários do governo federal para ações de enfrentamento à crise. Por isso, foi feito o desligamento temporário do Siscoserv a partir do dia 11 de julho e se estendendo até o final do ano para viabilizar as priorizações do momento. O Ministério da Economia informou que os registros que deixarem de ser efetuados no Siscoserv ao longo de 2020, ainda deverão obrigatoriamente ser realizados a partir de 1º de janeiro de 2021. Diante disso, a pasta explicou que a partir de 2021 os prazos para a realização dos registros serão retomados do exato ponto em que se encontravam antes do período da suspensão temporária. (Fonte: Portal Contábeis)
  • Companhias com passivo ambiental ou sem uma bem estruturada agenda de sustentabilidade correm o risco de receber menos aportes de grandes investidores, a exemplo do que ocorre com as envolvidas em corrupção e lavagem de dinheiro, excluídas de portfólios. “Os conselhos de administração de empresas e gestores de grandes fundos estão, cada vez mais, olhando diretamente os temas ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês) para fazer investimentos”, diz Bruno Fontana, do banco Credit Suisse. Eles não querem ter seus nomes relacionados a empresas que desmatam e grupos envolvidos em tragédias no meio ambiente. O fundo soberano da Noruega, o maior do mundo, com US$ 1 trilhão em ativos, já decidiu excluir de sua carteira de investimentos a Vale, ligada ao caso de Brumadinho, e a Eletrobrás, que tem problemas na construção da usina de Belo Monte. A Braskem também enfrenta restrições por ter um passivo na mineração em Alagoas. Finanças. Após os grupos envolvidos em corrupção serem excluídos dos portfólios dos grandes fundos globais, agora são as companhias sem agenda de sustentabilidade realista que correm risco de receber menos aportes ou de ter de pagar mais caro por financiamento. (Fonte: Estadão)
  • A queda nas vendas de abril e maio do setor imobiliário foi abrandada ao longo de junho, despertando otimismo entre empresários e analistas. Os dados de junho ainda estão sendo computados, mas sondagem preliminar com associados do Sindicato da Habitação (Secovi-SP) indica que as vendas já chegaram a 85% do esperado para o mês. A recuperação em “V” (cai rápido, sobe rápido), tão sonhada por diversos setores em meio à crise do coronavírus, pode estar a caminho de se tornar realidade no mercado imobiliário de São Paulo, o mais pujante do País. Os negócios apurados até aqui evidenciam quedas nas vendas de abril e maio, mas que foram abrandadas ao longo de junho, despertando otimismo entre empresários e analistas. “A sensação é que ocorreu mais um adiamento do que uma desistência das compras”, relata o presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), Basílio Jafet. “Após a reabertura dos estandes, o movimento começou a subir”, emenda. O Secovi-SP contabilizou vendas de 1.923 imóveis novos em abril e 2.405 em maio, o que configura quedas de 27,7% e 26,7%, respectivamente, em relação aos mesmos meses do ano passado. O tamanho da queda foi considerado brando em comparação com outros setores, diz Jafet. Os dados de junho ainda estão sendo computados, mas uma sondagem preliminar feita junto aos associados indica que as vendas já chegaram a 85% do esperado para o mês. (Fonte: Estadão)
  • Pesquisa realizada pelo IBGE revelou que 1,3 milhão de empresas no Brasil estavam com as portas fechadas de forma temporária ou definitiva na primeira quinzena de junho. Desse total, 522,7 mil empresas revelam que suspenderam as operações por conta do avanço da pandemia do coronavírus no país. O estudo mostra ainda que 716,4 mil pararam as atividades em definitivo nesse período. Os dados fazem parte da primeira edição da pesquisa Pulso Empresa: Impacto da Covid-19 nas empresas, lançada pelo IBGE para medir o impacto da covid-19 no setor empresarial. Foram identificadas no estudo a existência de cerca de quatro milhões de empresas no país. Além das 716 mil que encerram as atividades definitivamente, outras 2,7 milhões em funcionavam total ou parcialmente e 610,3 mil estavam com as portas fechadas nos primeiros quinze dias de junho. Pelos dados do IBGE é possível ver que a crise atingiu com mais força as pequenas empresas. Entre as empresas fechadas pela pandemia, 518,4 mil (99,2%) eram de pequeno porte, ou seja, tinham até 49 empregados. Esse segmento também responde por quase todo o número das companhias que fecharam suas atividades para sempre. Nenhuma grande empresa encerrou definitivamente suas atividades. (Fonte: Estadão)

Emprego:

  • O mercado fechou 1,4 milhão de vagas de trabalho em uma semana, estima o IBGE. No mesmo período, 675 mil trabalhadores ficaram desempregados – o número é menor porque parte dos demitidos pode ter desistido de buscar emprego. Desde a primeira semana de maio, são 2,6 milhões de desempregados a mais. O total é de 12,4 milhões. O mercado de trabalho voltou a fechar vagas na semana de 21 a 27 de junho, após sete semanas de estabilidade, enquanto a fila de desempregados continuou aumentando, mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Covid (Pnad Covid), divulgada ontem pelo IBGE. A redução da população ocupada indica o fechamento de 1,4 milhão de vagas em uma semana. No mesmo período, 675 mil trabalhadores ficaram desempregados – o número é menor do que o de vagas fechadas porque parte dos demitidos pode ter saído da força de trabalho, desistindo de procurar emprego. Desde a primeira semana de maio, quando começou a nova pesquisa do IBGE, são 2,6 milhões de desempregados a mais, atingindo um total de 12,428 milhões de brasileiros e levando a taxa de desocupação a 13,1%, ante 10,5% no início de maio. O contingente de brasileiros sem emprego sobe para 39,367 milhões quando se leva em conta a população não ocupada que não procurou trabalho, mas que gostaria de trabalhar. Economistas têm chamado a atenção para os efeitos inéditos da covid-19 sobre o mercado de trabalho, já que o avanço da pandemia e as medidas de isolamento social levaram a paradas abruptas nas atividades ou ao incentivo ao trabalho remoto. Diante da crise, houve demissões e trabalhadores em atividades tidas como informal ficaram impedidos de trabalhar. Ainda assim, o total de desempregados não explodiu, porque os estudos sobre mercado de trabalho, conforme padrões internacionais, só consideram desocupada a pessoa que está sem uma vaga, mas tomou alguma atitude para conseguir trabalho. Com a pandemia, num primeiro momento, quem perdeu o emprego ficou impedido de procurar uma nova oportunidade. (Fonte: Estadão)

Balança Comercial:

  • Maior resultado da série histórica para o mês, em junho último, o saldo da balança comercial foi positivo em US$ 7,5 bilhões, no comparativo com junho de 2019. Mas, se a comparação for entre primeiros semestres (2020/2019), surge um déficit de US$ 2,7 bilhões. A informação de junho último, que consta de estudo apresentado pelo Ibre/FGV, atribui o desempenho favorável a um efeito estatístico. É que as importações tiveram queda (19,8%) bem superior ao declínio das exportações (2,7%), se confrontado junho de 2020 a igual mês do ano passado. Enquanto, em junho deste ano, as exportações nacionais somaram US$ 17,9 bilhões, em igual mês de 2019, elas foram superiores, atingindo US$ 18,4 bilhões. Na mesma comparação, as importações fecharam em US$ 10,4 bilhões, abaixo, portanto, dos US$ 13 bilhões apurados em junho do ano passado. Confirmando a tendência negativa, a corrente de comércio igualmente teve redução (junho/2020 para junho 2019), de US$ 31,4 bilhões para US$ 28,4 bilhões, respectivamente. Mesmo o superávit de US$ 22,3 bilhões acumulado do primeiro semestre – ante igual período de 2019 – constitui o menor resultado desde 2016. Apesar dos resultados adversos que refletem o tombo econômico provocado pela crise pandêmica, o destaque do levantamento do Ibre/FGV é a arrancada das exportações, sobretudo de commodities para a China, que apresentaram expansão de 53,1%, no confronto entre junho de 2020/junho 2019. A predominância asiática (China, Hong Kong, Macau e Japão) pauta exportadora nacional é destacada pelo estudo, pois a região já responde por praticamente a metade das exportações brasileiras. Apesar das incertezas quanto ao comportamento do mercado internacional, nos próximos meses, chama a atenção a evolução do setor agropecuário, cuja participação nas exportações globais passou de 19,4%, de janeiro a junho de 2019, para 25,6%, em idêntico período deste ano. Ao mesmo tempo, houve retração nos demais, como a indústria extrativa (de 21,6% para 20,8%) e a indústria de transformação (de 58,6% para 53,2%). Nesse comparativo específico, as exportações recuaram 6,4% – de US$ 109,4 bilhões (1S19) para US$ 102,4 bilhões (2020). (Fonte: Eu Quero Investir!)            

PIB:

  • O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, recuou 10,5% no trimestre encerrado em maio deste ano, na comparação com o mesmo período de 2019. Na comparação com o trimestre encerrado em fevereiro deste ano, a queda chegou a 9,4%. Os dados são do Monitor do PIB, da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Considerando-se apenas o mês de maio, houve queda de 13,3% em relação ao mesmo mês do ano passado. Houve alta de 0,7% na comparação com abril deste ano, quando, segundo a FGV, a crise econômica causada pela pandemia de covid-19 teve seu pior momento. Na comparação do trimestre encerrado em maio deste ano com o mesmo período do ano passado, o consumo das famílias caiu 10,1% e a formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos, recuou 17,1%. A exportação de bens e serviços apresentou queda de 1,3%, enquanto as importações recuaram 5,2% no mesmo período. (Fonte: Agência Brasil – EBC)
  • O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado prévia do Produto Interno Bruto (PIB) da autoridade monetária, teve uma alta de 1,31% no mês de maio ante abril, revelou o Banco Central nesta terça-feira (14), refletindo uma leve recuperação depois da forte retração da atividade por conta da pandemia do coronavírus. A recuperação foi bem abaixo que o projetado pela mediana das expectativas dos economistas compilada no consenso Bloomberg, que apontava para uma alta de 4,5% na comparação mensal, depois de recuar 9,73% na medição anterior. Na comparação anual, o indicador teve queda de 14,24%; a expectativa Bloomberg era de que o indicador tivesse registrado queda de 11,7%, após baixa de 15,09% na medição anterior. (Fonte: InfoMoney)

No cenário externo:

  • EUA, Reino Unido e Canadá acusam hackers ligados ao governo russo de tentar roubar dados de pesquisas para a vacina contra a Covid-19 feitas em diversos laboratórios pelo mundo. Em uma declaração conjunta divulgada nesta quinta (16), os países culpam o grupo APT29, também conhecido como Cozy Bear, pelas tentativas de invasão a sistemas de instituições acadêmicas e de empresas farmacêuticas. Também afirmam que os hackers, “quase certamente”, operam como parte dos serviços de inteligência da Rússia. O comunicado não detalhou quais organizações teriam sido alvo nem se os ataques conseguiram obter informações protegidas, mas disse que as pesquisas não foram comprometidas. Para tentar acessar os dados, os hackers teriam usado táticas como phishing (e-mails com pedidos falsos de dados que tentam parecer mensagens oficiais) e malwares (programas que se infiltram nas máquinas sem que os usuários percebam). “Nós condenamos esses ataques desprezíveis contra aqueles que estão fazendo um trabalho vital para combater a pandemia”, disse Paul Chichester, diretor de operações do NCSC (Centro Nacional de Cibersegurança britânico). O ministro das Relações Exteriores do Reino Unido, Dominic Raab, afirmou que a ação é “completamente inaceitável” e que o governo britânico trabalhará para punir os hackers. O governo russo, por sua vez, rejeitou as acusações e disse que elas não são baseadas em evidências. (Fonte: Yahoo! Notícias)
  • Os preços ao consumidor na zona do euro subiram ligeiramente em junho, enquanto o núcleo da inflação que exclui componentes voláteis enfraqueceu, informou nesta sexta-feira a agência de estatísticas da União Europeia, confirmando estimativas anteriores. A Eurostat disse que a inflação anual nos 19 países que usam o euro avançou 0,3% em junho após alta de apenas 0,1% em maio, em linha com a estimativa anterior da agência divulgada em 30 de junho. Ainda assim, a inflação permanece bem abaixo da meta do Banco Central Europeu, mas perto de 2% no médio prazo. (Fonte: G1)
  • O Produto Interno Bruto (PIB) da China surpreendeu analistas e subiu 3,2% no segundo trimestre na comparação com o mesmo período de 2019, informou o governo nesta quinta-feira (16). No confronto com os três primeiros meses do ano, a alta foi de 11,5%. Os especialistas apontavam que o crescimento seria de 2,5% e 9,8%, respectivamente. Durante o ápice da pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), no primeiro trimestre, os números da economia foram bastante ruins, com quedas de 6,8% na comparação com 2019 e de 9,8% com o período anterior. Com isso, a China é o primeiro país a apresentar um crescimento após as crises sanitária e econômica criadas pela Covid-19. “A economia nacional superou progressivamente o impacto da pandemia na primeira metade de 2020 e demonstrou um momento de crescimento forte e de gradual retomada”, informou em nota o Escritório Nacional de Estatística. (Fonte: Época Negócios)
  • O Instituto de Finanças Internacionais (IIF, na sigla em inglês) afirma que a dívida global atingiu o equivalente a 331% do Produto Interno Bruto (PIB) global, ou o equivalente a US$ 258 trilhões, no primeiro trimestre deste ano, mais de 10 pontos porcentuais acima dos níveis anteriores à pandemia. No quarto trimestre de 2019, a dívida global equivalia a 320% do PIB do mundo, segundo o monitor da instituição. Nos mercados desenvolvidos, a dívida atingiu 392% do PIB (de 380% em 2019) no primeiro trimestre. Canadá, França e Noruega tiveram os maiores aumentos. Já entre os emergentes, a dívida superou 230% do PIB no primeiro trimestre deste ano, de 220% em 2019, em grande medida puxada por corporações de fora do setor financeiro na China, de acordo com o IIF. O levantamento mostra que o valor em dólar da dívida dos emergentes caiu um pouco – em US$ 700 bilhões, para US$ 72,5 trilhões -, diante da depreciação das moedas emergentes frente à americana. O relatório aponta ainda, ao falar sobre o quadro global, que os governos representaram mais de 60% da emissão bruta no segundo trimestre. “Embora os níveis crescentes de dívida levantem preocupações sobre a dinâmica da dívida e a confiabilidade do crédito, mais de 92% da dívida dos governos ainda tem grau de investimento”, diz. Outro fator notado é que o setor corporativo foi responsável por mais de 65% do aumento na relação entre dívida global e PIB no primeiro trimestre de 2020. Em uma tabela, o IIF lista vários países e suas dívidas por categorias. No caso do Brasil, a dívida como porcentagem do PIB das famílias subiu de 29,0% no primeiro trimestre de 2019 para 30,2% no primeiro trimestre de 2020; a das corporações não financeiras passou de 41,6% a 43,5%, na mesma comparação; a do governo foi de 86,3% a 91,9%; e a do setor financeiro passou de 40,8% a 51,6%. (Fonte: Seu Dinheiro)
  • O governo da Argentina enviou na noite de quinta-feira ao Congresso projeto de lei para reestruturar a dívida pública em dólar emitida sob a legislação local, que prevê oferecer aos credores instrumentos em moeda estrangeira e em pesos. No momento em que o país tenta renegociar uma dívida sob a legislação estrangeira de 65 bilhões de dólares, o governo de Alberto Fernández pretende também trocar títulos locais para aliviar os cofres argentinos, profundamente afetados pela pandemia de coronavírus após dois anos de recessão. “Esta proposta se alinha à oferta de reestruturação dos títulos públicos da República Argentina emitidos sob a lei estrangeira, incorporando inclusive opções em pesos para determinados instrumentos elegíveis”, explica o projeto, ao qual a Reuters teve acesso. O projeto deverá agora ser aprovado pelo Congresso. (Fonte: Reuters)
  • Cuba eliminou a taxação de 10% sobre o dólar e ampliou seu uso para a venda de alguns alimentos, em um momento em que precisa de divisas para enfrentar a crise provocada pela pandemia e o endurecimento do bloqueio de Washington. Desde 2004, a taxa de câmbio do dólar recebeu uma penalização, justificada pelo governo pela dificuldade em operar na moeda americana devido às sanções. Com atrasos nas reformas de sua economia socialista, bem como pelo endurecimento do bloqueio, Cuba precisou superar uma falta de liquidez e em 2019 começou a vender eletrodomésticos e automóveis em dólares com cartões bancários. Apesar da alta demanda, os consumidores deviam depositar no banco os dólares que normalmente recebem por remessas familiares, mas com uma penalização de 10%. Por cada dólar só entravam 90 centavos no banco. Com a eliminação da taxação, que vigorará a partir de 20 de julho, a demanda poderá ser incentivada. Cuba também venderá em dólares alguns alimentos e produtos de higiene considerados de alto padrão em lojas específicas. Embora não tenha informado quais. A venda de alimentos nas duas moedas do sistema – CUC (equivalente ao dólar) e CUP (24 CUP equivalem a um dólar) – continuarão. A Comissão Econômica para a América Latina (Cepal) prevê uma contração do PIB cubano de 8% em 2020, como consequência da pandemia. O turismo é o motor econômico do país, mas está paralisado há quatro meses e a ilha precisou tomar medidas diante de uma situação “excepcional”, assegurou Gil. O governo trabalha no projeto de pequenas e micro empresas, estatais e privadas, assim como na participação do investimento estrangeiro na produção de alimentos. (Fonte: Yahoo! Notícias)
  • A balança comercial da zona do euro registrou em maio superávit de 9,4 bilhões de euros, ante 2,9 bi registrado em abril. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (16) pelo Eurostat, escritório oficial de estatísticas da União Europeia. E revela ainda forte impacto da pandemia de coronavírus no comércio internacional de mercadorias naquele mês. A leitura é bem inferior à de maio de 2019, quando o superávit comercial era de 20,7 bilhões de euros. (Fonte: Eu Quero Investir!)
  • O Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido registrou forte queda de 19,1% entre março e maio, na comparação com os três meses precedentes, devido ao impacto do novo coronavírus e as medidas de confinamento que frearam as atividades. Porém, apenas no mês de maio a atividade cresceu 1,8%, informou o Escritório Nacional de Estatísticas (ONS) britânico, graças ao início da suspensão do confinamento, especialmente na construção civil e na atividade manufatureira. (Fonte: UOL)
  • Pressionado pelo avanço da pandemia nos EUA, Donald Trump vem tentando encontrar uma linha de ataque contra o rival Joe Biden. Ontem, após a divulgação de uma pesquisa do jornal Washington Post e da emissora ABC News, que indica uma vantagem de 15 pontos porcentuais para o democrata, o presidente deu uma entrevista à Fox News minimizando a crise, reclamando de fraude e se recusando a aceitar o resultado das urnas. “Preciso ver. Não vou dizer que sim. Não vou dizer, assim como fiz da última vez”, afirmou Trump, em entrevista ao jornalista Chris Wallace, da Fox News, quando foi questionado sobre uma eventual derrota nas urnas – em 2016, ele teve a mesma atitude quando enfrentou Hillary Clinton. “Vai depender. Eu acredito que a votação pelo correio será uma fraude.” A declaração de ontem é uma repetição do argumento que Trump vem sustentando há meses. Para justificar sua teoria, o presidente alega vários motivos: as cédulas poderiam ser falsificadas ou roubadas por crianças nas caixas de correio, que as distribuiriam para eleitores. A estratégia abriria uma brecha para que os republicanos contestem um resultado que não os favoreça. Trump vem sendo pressionado por crises gigantescas: o coronavírus, que já deixou 140 mil americanos mortos, o tombo da economia, provocado pela pandemia, a onda de protestos contra o racismo, desde o assassinato do negro George Floyd por um policial branco, em maio, que desencadeou uma batalha do presidente em defesa dos símbolos confederados – uma trincheira que ele cada vez mais está cavando sozinho. Pouco antes de a entrevista de ontem começar, o Washington Post e a ABC News divulgaram pesquisa com um resultado desastroso para o presidente. Biden aparece à frente com 55% das intenções de voto. Trump tem 40%. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

O VIX trabalhou na última semana na média de 28,63. Desde o começo de julho, o VIX tem trabalhado na faixa de 28, acima da média de 2019 (entre 10 e 20) , mas abaixo do pico de 2020 em 16/03 onde trabalhou na faixa de 82,60. O mercado acionário americano vem se recuperando, mas ainda há muitas incertezas sobre a recuperação econômica e os novos casos de Covid 19 que continuam crescendo em alguns estados.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2020

As expectativas dos 97 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 4,90
  • Valor médio esperado: R$ 5,29
  • Valor máximo esperado: R$ 5,70

Previsão para PIB

As expectativas dos 70 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 108 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano:

No fechamento de 20/07, o dólar comercial operava em queda de 0,72% cotado a 5,3417

O Dólar Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 5,536 + IOF.

Dólar / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
20/jul/20-0,72%5,3417
Na semana-0,87%5,3885
No mês-1,74%5,4362
No ano33,15%4,0118

Euro:

No fechamento de 20/07, o euro operava em queda de 0,71%, cotado a R$ 6,1140.

O Euro Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 6,347 + IOF.

Euro / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
20/jul/20-0,71%6,1140
Na semana-0,05%6,1170
No mês0,38%6,0910
No ano36,05%4,4940

Próximos eventos internacionais relevantes

DataHorárioMoedaEventoPrevisão AtualÚltima Previsão
WedJul 22TentativeEURGerman 30-y Bond Auction -0.13|2.5
 10:00amUSDHPI m/m0.4%0.2%
 11:00amUSDExisting Home Sales4.80M3.91M
 11:30amUSDCrude Oil Inventories -7.5M
ThuJul 233:00amEURGerman GfK Consumer Climate-4.8-9.6
 9:30amUSDUnemployment Claims1280K1300K
 11:00amEURConsumer Confidence-12-15
  USDCB Leading Index m/m2.1%2.8%
 11:30amUSDNatural Gas Storage 45B
FriJul 244:15amEURFrench Flash Services PMI52.350.7
  EURFrench Flash Manufacturing PMI53.252.3
 4:30amEURGerman Flash Manufacturing PMI48.045.2
  EURGerman Flash Services PMI50.247.3
 5:00amEURFlash Manufacturing PMI49.647.4
  EURFlash Services PMI51.048.3
 10:00amEURBelgian NBB Business Climate-15.0-22.9
 10:45amUSDFlash Manufacturing PMI52.049.8
  USDFlash Services PMI51.047.9
 11:00amUSDNew Home Sales700K676K

RELACIONADOS


Termine sua semana bem informado com nosso #CaféComCâmbio de hoje 27/11

As principais notícias que afetam o dólar comercial nesta sexta-feira 27/11/2020 MERCADO AGORA (11h40) Cotação dólar comercial: R$ 5,316 -0,07 […] LEIA MAIS


Comece sua manhã bem informado com nosso #CaféComCâmbio de hoje 26/11

As principais notícias que afetam o dólar comercial nesta quinta-feira 26/11/2020 MERCADO AGORA (11h00) Cotação dólar comercial: R$ 5,316 -0,0 […] LEIA MAIS

Recentes


Termine sua semana bem informado com nosso #CaféComCâmbio de hoje 27/11

As principais notícias que afetam o dólar comercial nesta sexta-feira 27/11/2020 MERCADO AGORA (11h40) Cotação dólar comercial: R$ 5,316 -0,07 […] LEIA MAIS


Comece sua manhã bem informado com nosso #CaféComCâmbio de hoje 26/11

As principais notícias que afetam o dólar comercial nesta quinta-feira 26/11/2020 MERCADO AGORA (11h00) Cotação dólar comercial: R$ 5,316 -0,0 […] LEIA MAIS