Bem-vindo, CITRUS 7
TOTAL TRANSFERIDO BRL 1500,00 ECONOMIZADO BRL 44,00

22/09/2020 – Panorama de mercado semanal

22 de setembro , 2020 | em #MeuCâmbio |

Análise Meu Câmbio

Acompanhe semanalmente a evolução do preço do dólar, euro e saiba tudo que pode influenciar o preço das moedas. Com a Meu Câmbio você tem acesso a toda a informação que precisa para escolher a melhor hora de realizar suas operações cambiais.

Cenário interno

Economia

  • Em meio às incertezas sobre os impactos da pandemia de coronavírus no país e no mundo, o mercado brasileiro melhorou a expectativa em relação a uma contração do PIB (Produto Interno Bruto) em 2020, em comparação à semana anterior, segundo os dados do Relatório Focus divulgado dia 18/09 pelo Bacen. Seguem principais dados das medianas de mercado para 2020:
    • PIB: Queda de 5,05%
    • IPCA: 1,99%
    • Câmbio: R$/US$ 5,25
    • Selic: 2,00%
  • Embora o país viva, tecnicamente, uma recessão, o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) passou a subir 4,57% na segunda prévia de setembro, ante alta de 2,34% no mesmo período do mês anterior. O movimento reflete a aceleração contínua da inflação ao produtor, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira. O preço dos cereais tem subido, dia após dia, e um saco de 5 kg de arroz já custa mais de R$ 50 em alguns supermercados. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60% do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, disparou a 6,36% no período, contra alta de 3,15% na segunda prévia de agosto. O principal destaque nessa leitura partiu do grupo Matérias-Primas Brutas, que acelerou a alta de 5,60% no segundo decêndio de agosto a 11,31% no mesmo período de setembro, refletindo a inflação em commodities como o minério de ferro (17,01%) e soja (12,53%), que juntos responderam por 42% do resultado do IPA. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30% no índice geral, apresentou alta de 0,38% na segunda prévia de setembro, contra ganho de 0,41% em agosto. O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis. (Fonte: Correio do Brasil)
  • Desde 2015, participação dos estrangeiros nos títulos de dívida pública caiu de 20,8% para 9%; movimento foi intensificado por conta da covid-19 e impõe mais dificuldades ao Tesouro, já que esse investidor em geral busca os títulos de mais longo prazo. A pandemia de covid-19 reduziu ainda mais a participação dos estrangeiros no financiamento da dívida pública do País, acelerando um movimento que já ocorria desde a perda do “selo de bom pagador” pelo Brasil, em 2015. De lá para cá, a parcela do investidor externo no estoque da dívida caiu de 20,8% para 9% em julho deste ano, o que dificulta ainda mais a tarefa do Tesouro de tentar alongar os prazos de pagamento da dívida. Embora estejam na quarta colocação entre os principais detentores de títulos da dívida, atrás de fundos de previdência, fundos de investimento e instituições financeiras, os estrangeiros geralmente têm certa preferência por títulos mais longos, desde que confiem na situação macroeconômica de um país. A saída significa, portanto, um sinal de que a visão de fora sobre o Brasil é, neste momento, de incerteza e risco. Recentemente, o Tesouro fez o maior leilão da história em quantidade de papéis de curto prazo. A dívida que vai vencer em 12 meses (prazo curto) deve fechar o ano no maior patamar do PIB desde 2005. Apenas entre janeiro e julho, a saída dos investidores estrangeiros de suas posições no Brasil ultrapassou US$ 30 bilhões (R$ 158 bilhões), segundo dados do Banco Central. Do total, um terço (US$ 10,8 bilhões, ou R$ 57 bilhões) saiu da renda fixa (onde estão os títulos do Tesouro). O restante deixou as aplicações em ações na B3, a bolsa paulista. A perda do grau de investimento já havia tirado o Brasil das carteiras de vários fundos internacionais, mas as incertezas criadas pela covid-19 afastaram parte dos não residentes que ainda apostava nos papéis brasileiros. “A pandemia trouxe um comportamento no mercado de preferência por liquidez. O investidor quer o dinheiro na mão, e não um ativo que ele pode levar meses para se desfazer, ainda mais no mercado internacional”, diz o coordenador-geral de operações da Dívida Pública do governo, Luis Felipe Vital. A saída dos estrangeiros pressiona a taxa que os investidores em geral têm cobrado do Tesouro para comprar os títulos que são vendidos para financiar a dívida – eles querem receber mais do que o governo está disposto a pagar. E o prazo dos títulos tem ficado menor. Hoje, está entre 2,5 a 2,8 anos. Há um ano, era de 4,06 anos. (Fonte: Estadão)
  • Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu manter a taxa básica de juros da economia em 2% ao ano. É a primeira vez, após nove cortes consecutivos, que a Selic não sofre alteração. Apesar da pressão dos alimentos sobre a inflação, o BC indicou que não pretende elevar os juros nos próximos meses. A taxa está no piso da série histórica do Copom, iniciada em 1996. (Fonte: Estadão)
  • A balança comercial brasileira do agro registrou superávit recorde de US$ 61,5 bilhões de janeiro a agosto de 2020, aponta a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), com base em informações do Ministério da Economia. As exportações somaram, em receita, US$ US$ 69,6 bilhões no acumulado dos oito primeiros meses deste ano, alta de 8,3% em relação ao mesmo período de 2019, e 152,4 milhões de toneladas em volume (aumento de 15,8%). Os produtos mais exportados foram: soja em grãos (US$ 25,7 bilhões); carne bovina in natura (US$ 4,8 bilhões); o açúcar de cana em bruto (US$ 4,2 bilhões); a celulose (US$ 4 bilhões) e farelo de soja (US$ 3,9 bilhões). Esses cinco produtos representaram 61,3% dos embarques totais no período. A China foi o principal destino dos produtos brasileiros de janeiro a agosto, com receita de US$ 26,4 bilhões e uma parcela de 38% das exportações. O segundo mercado foi a União Europeia, que respondeu por 16% dos embarques do agro, que somaram US$ 11,3 bilhões. As vendas para os Estados Unidos foram de US$ 4,2 bilhões, fatia de 6,1% do total. Japão e Hong Kong completam a lista dos principais consumidores no acumulado de 2020. (Fonte: Canal Rural)
  • Após quase uma década de concepção e disputas em Brasília, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) começou a vigorar ontem (18/09), depois de o presidente Jair Bolsonaro sancionar o projeto que permitia o início da vigência da nova lei. Inspirada na legislação europeia, a LGPD regulamenta o tratamento de dados pessoais de clientes e usuários por parte de empresas públicas e privadas. Com isso, qualquer empresa que incluir em sua base informações de seus clientes, por mais básicas que sejam – como nome e e-mail –, deve seguir os procedimentos da nova lei. “A LGPD representa uma mudança de mentalidade tão importante quanto a entrada em vigor do Código de Defesa do Consumidor, em 1990. De lá para cá, o brasileiro entendeu que, como consumidor, ele possui direitos”, diz Carlos Affonso Souza, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS-RIO). Concebida durante os governos Lula e Dilma e aprovada na gestão Michel Temer, a Lei de Proteção de Dados foi parte de uma disputa legislativa nos últimos meses. Deveria ter entrado em vigor em agosto, mas as regras quase mudaram em abril, após o governo editar uma medida provisória que tentava adiar a vigência para maio de 2021 – o objetivo era atender a pedidos de pequenas e médias empresas que não teriam tempo de se adequar às regras em meio à pandemia do coronavírus. Depois disso, a Câmara aprovou o texto com um prazo menor, com vigência para o fim de 2020, mas o Senado rejeitou o dispositivo. No fim das contas, o presidente sancionou o texto da medida provisória da forma como ele saiu do Senado, sem adiamento. Assim, a lei de dados passou a valer, em setembro, mas de forma retroativa a agosto. “Perdemos meses com essa discussão quando podíamos estar discutindo proteção de dados em si”, diz Danilo Doneda, membro do Conselho Nacional de Proteção de Dados e Privacidade. Agora, com as novas regras já valendo, as empresas precisarão correr para se adequar às novas exigências – como enviar e corrigir informações de cadastro a pedido dos usuários. “A adaptação à LGPD é um processo constante, e as empresas terão que levar isso em conta em seus serviços e atividades”, diz Doneda. (Fonte: A Gazeta)

PIB:

  • O Produto Interno Bruto (PIB), que representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no País, recuou no trimestre encerrado em julho, segundo dados do Monitor do PIB divulgados ontem pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). De acordo com estudo, a economia brasileira caiu 4% na comparação com o trimestre findo em abril e de 8,9% na comparação com o trimestre encerrado em julho de 2019. Analisando-se apenas o mês de julho, houve alta de 2,4% na comparação com o mês anterior e queda de 6,1% em relação a julho do ano passado (Fonte: Diário do Comércio)

Emprego:

  • Em análise técnica divulgada nesta sexta-feira (18), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) destaca que uma parcela de pessoas que estava fora do mercado de trabalho voltou a procurar emprego. A constatação de se dá a partir dos dados da mais recente edição da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19. Disponibilizada mais cedo pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a pesquisa traz dados referentes ao período entre 23 e 29 de agosto e revela que a taxa de desocupação atingiu 14,3%, o maior nível desde o início do levantamento em maio deste ano. “A elevação deveu-se ao aumento da taxa de participação na força de trabalho, que passou de 55,1% em julho para 55,8% em agosto”, registra a análise assinada pelo diretor adjunto de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, Marco Antônio Cavalcanti, e pelos técnicos de planejamento e pesquisa Maria Andreia Lameiras e Lauro Ramos. A população desocupada corresponde às pessoas não estão trabalhando, mas que tomaram alguma providência para conseguir trabalho. Já a população na força de trabalho engloba tanto ocupados quanto desocupados. Isso significa que, quanto mais pessoas estão procurando emprego, maior é a participação na força de trabalho. “Muitas pessoas que gostariam de trabalhar pararam de procurar emprego por conta da pandemia. Então, não eram contadas como desocupadas, e sim como população fora da força de trabalho”, observa Cavalcanti. Esse contingente de pessoas que deixaram de procurar emprego na pandemia chegou a ser de 19,4 milhões no fim de junho e agora está em 16,8 milhões. A redução significa que as pessoas estão voltando a procurar emprego, levando a um aumento simultâneo de desocupados e de participação da força de trabalho. (Fonte: Época Negócios)

No cenário externo:

  • O Banco Central Europeu (BCE) anunciou que vai permitir aos bancos da zona euro ficarem mais endividados devido às “circunstâncias excecionais devido à pandemia” da covid-19. A instituição europeia informou hoje que permitirá aos bancos que supervisiona diretamente, com caráter temporário até 27 de junho de 2021, excluírem certas exposições ao banco central do rácio de alavancagem, de modo a que as entidades tenham mais espaço para poderem pedir mais empréstimos porque o BCE não lhes exigirá mais capital por isso. A supervisão bancária do BCE deu este passo depois de o conselho do BCE ter confirmado que existem “circunstâncias excecionais devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19)”. (Fonte: Diário Digital)
  • De acordo com a visão do chair do Federal Reserve, Jerome Powell, o mercado de trabalho dos Estados Unidos ainda tem um longo caminho a percorrer até atingir a meta de emprego máximo do banco central e muitos objetivos para alcançar ao longo do caminho. Em seu esforço mais amplo para explicar como o Fed medirá o progresso em direção à meta priorizada no mês passado sob a nova estrutura do Fed, Powell deixou claro na quarta-feira que ele e outras autoridades não estavam focados em um único número, como a taxa de desemprego. “O emprego máximo não é algo que pode ser reduzido a um número como a inflação“, disse Powell em entrevista coletiva depois que o Fed anunciou seu compromisso de manter os juros baixos até que esteja convencido da força do mercado de trabalho e de que a inflação está no caminho certo para ficar acima da meta de 2% do Fed por algum tempo. (Fonte: Money Times)
  • O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, disse nesta quarta-feira (16) que espera fechar um acordo comercial com a União Europeia (UE), de modo a evitar uma ruptura brutal até o final do ano, apesar da tensão causada por seu polêmico projeto de modificar o acordo sobre o Brexit. Uma quebra brutal no final do período de transição, em 31 de dezembro, “não é o que este país deseja, e não é o que nossos amigos e parceiros da UE desejam de nós. Portanto, tenho todas as esperanças e expectativas de que não será este o resultado”, declarou a uma comissão parlamentar. O premiê se recusa, porém, a modificar seu polêmico “projeto de lei do mercado interno”, que anula parte das disposições estabelecidas pelo acordo de divórcio com Bruxelas. De caráter temporário, este pacto, entrou em vigor desde que os britânicos deixaram o bloco em 31 de janeiro. Este projeto, que seu governo admite como uma violação do direito internacional, foi aprovado em sua primeira votação no Parlamento britânico, na segunda-feira (14), apesar da oposição de uma parte dos deputados do Partido Conservador do primeiro-ministro. O texto ainda tem um longo caminho a percorrer pelos legisladores até sua adoção final e pode encontrar obstáculos nas próximas etapas. Os europeus deram a Londres até o final do mês para recuar, sob pena de uma ação judicial. Nesse contexto de tensão, europeus e britânicos continuam negociando sua futura relação comercial, mas as conversas parecem cada vez mais estagnadas. Ambas as partes concordam com a necessidade de fechar um acordo em meados de outubro para que seja ratificado antes de 1º de janeiro. Nesta quarta, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, rejeitou a modificação unilateral dos termos do Brexit e alertou que “a cada dia que passa as chances de um acordo oportuno se dissipam”. (Fonte: ISTOÉDinheiro)
  • Em julho, 3,9 milhões de argentinos compraram o limite oficial de 200 dólares (1.050 reais) para economia pessoal. Em agosto, a cifra beirou os cinco milhões. Em setembro parecia que seria batido um novo recorde, mas o Banco Central se movimentou para desencorajar a demanda e, desse modo, proteger suas reservas. Na noite de terça-feira, anunciou um pacote de medidas que restringem a compra de divisas para acúmulo, o uso de cartões no exterior e operações cambiais com bônus. A decisão provocou a queda dos títulos argentinos nos mercados financeiros internacionais e uma brusca desvalorização do peso no mercado não oficial de câmbios. Com esse rigoroso controle cambial decretado pelo Banco Central, os argentinos poderão continuar trocando pesos pelo limite máximo de 200 dólares por mês ―um hábito muito arraigado para se proteger da inflação (42,4% por ano) e a desvalorização do peso (por volta de 20% no circuito de câmbios oficial e 45% no paralelo em 2020)― mas lhes sairá mais caro. Até terça-feira, o dólar cotizava nos bancos a 79,25 pesos, mas sobre esse valor era aplicado um imposto de 30%, o que na prática elevava a cotação a 103 pesos por unidade. A partir de quarta, o imposto será de 35%, a ser descontado depois pelo Fisco. As compras em dólar com cartões de crédito e débito serão deduzidas do limite de 200 dólares. Excedendo esse valor, o limite será reduzido nos meses seguintes, ou seja, se alguém gasta mil dólares com cartões em um mês, durante cinco meses não poderá comprar divisas no mercado oficial. O presidente argentino, Alberto Fernández, defendeu as restrições que pretendem desencorajar o acúmulo de moeda estrangeira e a especulação “em um país onde os dólares são necessários para produzir, não para guardar”. A Argentina, que atravessa seu terceiro ano de recessão, sofre uma escassez crônica de divisas que causou a aplicação de restrições cambiais em governos de diferentes espectros políticos. A diferença cambial entre o preço ao que se podia comprar dólares no mercado oficial (103 pesos) e ao que podia ser vendido no mercado paralelo (131 pesos) aumentava o interesse pela aquisição varejista, pressionando assim o nível de reservas do Banco Central, que na terça-feira fecharam em 42,495 bilhões de dólares (223 bilhões de reais). Em setembro, as reservas da entidade caíram 350 milhões de dólares (1,8 bilhão de reais) e mais de 2,4 bilhões de dólares (12 bilhões de reais) no ano. (Fonte: El País)
  • Os integrantes do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) decidiram nesta quarta-feira, 16, manter a taxa dos Fed funds na faixa entre 0% e 0,25% ao ano, conforme esperado por analistas consultados pelo Broadcast. O Fed também decidiu manter a taxa de desconto em 0,25% e a taxa de juros sobre excesso de reservas (IOER, na sigla em inglês) em 0,10%. No comunicado em que anuncia decisão de política monetária, o Fed informou que pretende deixar a taxa básica de juros inalterada até que sejam alcançados os objetivos de máximo emprego e inflação a 2% no longo prazo. A autoridade monetária reforçou a orientação de permitir que o índice de preços fique acima da meta por um tempo, para compensar os períodos em que ficou deprimido. “O Comitê espera manter uma postura acomodatícia da política monetária até que esses resultados sejam alcançados”, destacou. (Fonte: Exame)
  • As exportações da zona do euro subiram 6,5% em julho ante junho, enquanto as importações cresceram 4,2% no período, segundo dados com ajustes sazonais publicados nesta quarta-feira pela Eurostat, como é conhecida a agência de estatísticas da União Europeia. Os resultados marcaram o terceiro mês de avanço do comércio externo da zona do euro, após quedas históricas causadas pela pandemia de coronavírus em abril. As exportações e importações, porém, continuam 12,5% e 11% abaixo dos níveis de fevereiro, último mês antes de a covid-19 começar a prejudicar os fluxos comerciais do bloco. (Fonte: ISTOÉDinheiro)
  • O nível de transmissão da covid-19 na Europa está mais alto do que na primeira onda da pandemia, entre março e abril, segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A situação é particularmente grave na França, que apresentou ontem (17/09) o recorde de 10,5 mil novos casos em 24 horas, e na Espanha, que registrou 11,2 mil em um único dia. Olivier Véran, ministro da Saúde da França, incluiu ontem as cidades de Lyon e Nice na lista de “zonas vermelhas”. O país agora tem 28 departamentos em estado crítico, entre eles Paris, Marselha, Bordeaux e Guadalupe, ilha francesa no Caribe. “Peço que, especialmente nas regiões mencionadas, os esforços sejam redobrados e para reduzir o número de encontros entre as pessoas”, afirmou. Segundo o protocolo do governo francês, uma área entra na lista se tiver mais de 50 novos casos por 100 mil habitantes em uma semana. Quando o limite é ultrapassado, as autoridades locais ganham poder para aumentar as ações de isolamento, como fechamento de praias, restrições a visitas em asilos e redução de aglomerações em locais públicos. Na quarta-feira, o ministro francês da Educação, Jean-Michel Blanquer, anunciou que 1,2 mil estudantes testaram positivo na última semana e 81 escolas foram fechadas. Blanquer, no entanto, disse que os números ainda representam uma pequena fração das 60 mil escolas francesas. Na Espanha, a maior preocupação é com Madri, a capital que responde por quase um terço dos 122 mil novos casos registrados nas últimas duas semanas. O Ministério da Saúde alertou que a capacidade de alguns hospitais madrilenhos está perto do limite. A velocidade dos contágios também começou a afetar a capacidade de testagem. Na Espanha, 13% dos testes têm resultado positivo. Em Madri, o índice de positividade chega a 22%. Ao todo, 117 escolas e institutos foram fechados desde que as aulas presenciais foram retomadas na Espanha e um total de 212 colégios já adotaram algum tipo de medida restritiva. Nesta semana, a princesa Leonor – herdeira do trono espanhol – e sua irmã Sofia foram colocadas em quarentena por 14 dias após o registro de um caso na escola Santa María de los Rosales, em Madri. Na Áustria, que vem apresentando números tão altos quanto no primeiro semestre, o premiê, Sebastian Kurz, admitiu ontem que a intensidade dos novos contágios já se configura uma segunda onda. Imediatamente, ele retomou velhas medidas restritivas. “A partir de agora, eventos em locais fechados não poderão ter mais de 10 pessoas. Estamos diante de um crescimento exponencial de novos casos na Áustria”, afirmou o premiê. “Os números de setembro deveriam servir de alerta para todos nós na Europa, onde o número de casos é superior aos registrados em março e abril”, disse o diretor da OMS no continente, Hans Kluge, que pediu atenção com a chegada do outono e com o início do ano escolar. O governo grego também adotou restrições, fechando bares de música ao vivo por 14 dias e tornando obrigatório o uso de máscaras em locais fechados – públicos e privados. Feiras e mercados abertos só poderão operar com 50% da capacidade. Além disso, diante do aumento dos contágios, Atenas e sua região metropolitana foram colocadas em alerta. (Fonte: Estadão)
  • Primeiro-ministro mais longevo da história do Japão, Shinzo Abe deixou oficialmente o cargo, após quase oito anos. Abe, que já havia anunciado sua renúncia por motivos de saúde, se desligou do posto após o Parlamento indicar Yoshihide Suga, de 71 anos, até então secretário-geral do governo, como seu sucessor. Suga havia se credenciado ao cargo na segunda-feira, ao vencer a eleição interna do Partido Liberal Democrata (PLD). Na eleição parlamentar de ontem (16/09), o novo líder do PLD recebeu 314 votos, de um total de 462, provando mais uma vez a força da coalizão de seu partido com o Komeito, que tem maioria ampla na Câmara dos Deputados. Pouco depois, a Câmara dos Conselheiros também aprovou o nome de Suga. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

O VIX trabalhou em leve alta na última semana na média de 28,69, contra 25,95 da semana anterior.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2020

As expectativas dos 101 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 5,00
  • Valor médio esperado: R$ 5,31
  • Valor máximo esperado: R$ 5,60

Previsão para PIB

As expectativas dos 79 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 122 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano:

No fechamento de 21/09, o dólar comercial operava em alta de 0,43% cotado a 5,4005

O Dólar Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 5,607 + IOF.

Dólar / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
21/set/200,43%5,4005
Na semana2,37%5,2755
No mês-1,46%5,4806
No ano34,62%4,0118

Euro:

No fechamento de 21/09, o euro operava em queda de 0,25%, cotado a R$ 6,355.

O Euro Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 6,611 + IOF.

Euro / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
21/set/20-0,25%6,3550
Na semana1,57%6,2570
No mês-2,86%6,5420
No ano41,41%4,4940

Principais eventos da semana:

DataHorárioMoedaEventoPrevisão AtualÚltima Previsão
WedSep 233:00amEURGerman GfK Consumer Climate-1.0-1.8
 4:15amEURFrench Flash Services PMI52.251.5
  EURFrench Flash Manufacturing PMI50.649.8
 4:30amEURGerman Flash Manufacturing PMI52.052.2
  EURGerman Flash Services PMI53.052.5
 5:00amEURFlash Manufacturing PMI51.551.7
  EURFlash Services PMI51.050.5
 10:00amUSDFOMC Member Mester Speaks  
  USDHPI m/m0.4%0.9%
 10:45amUSDFlash Manufacturing PMI52.553.1
  USDFlash Services PMI54.555.0
 11:00amUSDFed Chair Powell Testifies  
 11:30amUSDCrude Oil Inventories -4.4M
 3:00pmUSDFOMC Member Quarles Speaks  
ThuSep 245:00amEURECB Economic Bulletin  
  EURGerman ifo Business Climate93.992.6
 9:30amUSDUnemployment Claims 860K
 10:00amEURBelgian NBB Business Climate-11.0-12.0
 11:00amUSDFed Chair Powell Testifies  
  USDTreasury Sec Mnuchin Speaks  
  USDNew Home Sales890K901K
 11:30amUSDNatural Gas Storage 89B
 3:00pmUSDFOMC Member Williams Speaks  
FriSep 255:00amEURM3 Money Supply y/y10.0%10.2%
  EURPrivate Loans y/y 3.0%
 9:30amUSDCore Durable Goods Orders m/m1.0%2.6%
  USDDurable Goods Orders m/m1.1%11.4%
 4:10pmUSDFOMC Member Williams Speaks  

RELACIONADOS


Comece seu dia bem informado com nosso Café Com Câmbio de hoje 22/01

As principais notícias que afetam o dólar comercia […] LEIA MAIS


Comece seu dia bem informado com nosso Café Com Câmbio de hoje 21/01

As principais notícias que afetam o dólar comercia […] LEIA MAIS

Recentes


Comece seu dia bem informado com nosso Café Com Câmbio de hoje 22/01

As principais notícias que afetam o dólar comercia […] LEIA MAIS


Comece seu dia bem informado com nosso Café Com Câmbio de hoje 21/01

As principais notícias que afetam o dólar comercia […] LEIA MAIS