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23/06/2020 – Panorama de mercado semanal

23 de junho , 2020 | em #MeuCâmbio |

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Cenário interno

Economia

  • Em meio às incertezas sobre os impactos da pandemia de coronavírus no país e no mundo, o mercado brasileiro mantêm a expectativa em relação a uma contração do PIB (Produto Interno Bruto) em 2020, segundo os dados do Relatório Focus divulgado dia 19/06 pelo Bacen. Seguem principais dados das medianas de mercado para 2020:
    • PIB: Queda de 6,50%
    • IPCA: 1,61%
    • Câmbio: R$/US$ 5,20
    • Selic: 2,25%
  • Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central manteve a sua política monetária de trajetória descendente dos juros e reduziu pela oitava vez consecutiva a Selic, a taxa básica da economia brasileira. O corte anunciado nesta quarta-feira, 17, foi de 0,75 ponto percentual, em linha com o esperado pelo mercado financeiro. A Selic está agora no nível de 2,25% ao ano, a nova mínima histórica. Mesmo com a retomada, em partes, da economia mundial no último mês, paralisada diante da pandemia de coronavírus, ainda há indícios de que a recuperação possa ser muito lenta. Com o nível de inflação baixo, o Banco Central tenta, por meio dos cortes na Selic, estimular a economia brasileira. Em comunicado, membros do colegiado indicam que a fase de grandes cortes – iniciada em julho do ano passado – se encerra nesta decisão, mas não descarta outros pequenos ajustes. “Neste momento, o Comitê considera que a magnitude do estímulo monetário já implementado parece compatível com os impactos econômicos da pandemia da Covid-19. Para as próximas reuniões, o Comitê vê como apropriado avaliar os impactos da pandemia e do conjunto de medidas de incentivo ao crédito e recomposição de renda, e antevê que um eventual ajuste futuro no atual grau de estímulo monetário será residual”, afirma o comunicado da decisão. (Fonte: Veja)
  • A crise provocada pela pandemia do novo coronavírus fez o nível da atividade econômica no Brasil recuar 14 anos. Dados divulgados pelo Banco Central mostram que seu Índice de Atividade (IBCBr) fechou abril em 118,30 pontos, já considerando os ajustes sazonais. Este é o menor nível mensal para a atividade desde outubro de 2006, quando o indicador estava em 117,99 pontos. (Fonte: Estadão)
  • O nível de atividade da economia brasileira registrou retração de 9,73% em abril, na comparação com o mês anterior, aponta o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), divulgado nesta quinta-feira (18) pelo Banco Central (BC). O indicador é considerado uma “prévia” do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. O resultado reflete os efeitos da pandemia do novo coronavírus, sentidos com maior intensidade na economia a partir de março. O número foi calculado após ajuste sazonal, uma espécie de “compensação” para comparar períodos diferentes. De acordo com informações do BC, essa foi a maior queda do indicador desde o início de sua série histórica, em janeiro de 2003, ou seja, em pouco mais de 17 anos. Em março, primeiro mês de impacto da Covid-19 na economia, o IBC-Br já havia registrado retração de 6,16% na comparação com fevereiro. Antes disso, o maior tombo havia ocorrido em maio de 2018 (-3,96%), refletindo os impactos da greve dos caminhoneiros. (Fonte: G1)
  • O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), comentou hoje, em Brasília, a possibilidade de criação de um novo Programa de Recuperação Fiscal (Refis) para empresas em razão de dívidas acumuladas durante a pandemia do novo coronavírus. Ele defendeu que um novo Refis não deve se “misturar com o passado”, mas se concentrar apenas nas dívidas tributárias contraídas durante a pandemia. “Tem que tomar cuidado para não misturar com dívidas anteriores. Há sempre uma cultura no Brasil de não pagar impostos para esperar um novo Refis e isso faz muito mal para a economia”, disse Maia, durante teleconferência “Conexão Empresarial” com políticos e empresários de Minas Gerais. O Refis é um programa para regularizar débitos das empresas relativos a tributos e contribuições. O deputado afirmou que o tema vai ter que ser avaliado no segundo semestre de 2020 “em algum momento”, mas defendeu que as dívidas tributárias anteriores à pandemia fiquem de fora para “não misturar com o passado”. (Fonte: UOL)
  • O Brasil voltou a figurar na lista dos 25 países mais confiáveis para o investimento estrangeiro direto (IED), segundo indicador produzido pela consultoria norte-americana A.T. Kearney, divulgado nesta terça-feira (16). Após ficar de fora da lista no ano passado, o país é a única nação da América Latina a compor a lista no ranking de 2020. Pelo oitavo ano consecutivo, os Estados Unidos lideram como país mais atrativo para investimentos estrangeiros, seguido por Canadá, Alemanha, Japão e França. Completam a lista dos dez primeiros colocados, pela ordem: Reino Unido (6º), Austrália (7º), China (8º), Itália (9º) e Suíça (10º).  O Índice de Confiança do Investimento Estrangeiro Direto (IED) da Kearney é uma pesquisa anual feita com executivos das 500 maiores empresas do mundo, desde 1998. As classificações são calculadas com base em perguntas sobre a probabilidade de as empresas dos entrevistados fazerem um investimento direto em um mercado nos próximos três anos. A pontuação varia em uma escala de 1 a 3. No caso do Brasil, a pontuação apurada foi de 1,65.  “Depois de sair do ranking de 2019, o Brasil retoma uma posição este ano, ficando em 22º lugar. Entre os fatores que impulsionaram o sentimento de investimento estão a aprovação da reforma da previdência e os esforços do governo para ampliar as privatizações, o que devem estimular o crescimento da economia”, diz o relatório da Kearney sobre o desempenho do Brasil. (Fonte: IstoÉ Dinheiro)
  • O governo pode registrar neste ano um rombo superior a R$ 800 bilhões, admitiu ontem o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida. Em sua última estimativa oficial, o Ministério da Economia calculava um déficit primário do setor público de R$ 708,7 bilhões em 2020. Mansueto, que está de saída do governo e deve ira para a iniciativa privada após um período de quarentena, disse que uma projeção de rombo na casa dos R$ 700 bilhões seria “otimista”. Economistas e a Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado já projetam um déficit até maior, passando dos R$ 900 bilhões. Diante da situação das contas, Mansueto destacou a necessidade de manter o compromisso com o teto de gastos, mecanismo que limita o avanço das despesas à inflação e hoje funciona como uma espécie de “superâncora” para sinalizar compromisso com o ajuste. Segundo o secretário, mudar a Constituição para flexibilizar o teto “está fora de cogitação”. (Fonte: Estadão)
  • O Senado deve votar no dia 24, após mais de dois anos de discussões, o novo marco regulatório do setor de saneamento básico, que pode impulsionar os investimentos na retomada econômica do Brasil no pós-pandemia. Considerado o setor mais atrasado da infraestrutura, o saneamento precisa de algo em torno de R$ 500 bilhões para universalizar os serviços de água e esgoto, segundo a Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base. Em 15 anos, seria necessário investir anualmente R$ 33 bilhões no setor. Se considerar a recuperação de redes obsoletas, o montante subiria para R$ 47 bilhões por ano. Investidores de vários países, como França, Holanda e Finlândia, estão de olho na evolução do novo modelo. Um dos objetivos da regulamentação é permitir o avanço dos investimentos, sobretudo da iniciativa privada, e reduzir a deficiência dos serviços públicos. Pelo projeto de lei, todos os contratos vencidos a partir de 2022 passarão por nova licitação. (Fonte: Estadão)
  • O comércio varejista nacional recuou 16,8% em abril frente a março, na série com ajuste sazonal, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta terça-feira (16). A queda, que reflete a crise do coronavírus, é a mais acentuada da série histórica iniciada em janeiro de 2001. De acordo com o IBGE a média móvel trimestral foi de – 6,1% no trimestre encerrado em abril. Na série sem ajuste sazonal, em relação a abril de 2019, o comércio varejista caiu 16,8%. Já o acumulado nos últimos 12 meses foi 0,7%. (Fonte: Seu Dinheiro)

Inflação:

  • O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel do país, registrou inflação de 1,48% na segunda prévia de junho deste ano. A taxa é superior à observada na segunda prévia de maio, que havia ficado em 0,01%, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado da segunda prévia de junho, o IGP-M acumula inflação de 7,24% em 12 meses. (Fonte: IstoÉ Dinheiro)
  • Embora apresente uma desaceleração geral, a inflação tem pesado mais no bolso das famílias de classes com renda mais baixa. É o que revela o indicador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado nesta quarta-feira (dia 17). O acumulado de janeiro a maio de 2020 registrou alta de 0,45% para as famílias de renda mais baixa (até R$ 1.534,55). Enquanto o indicador dos mais ricos (com rendimento acima de R$ 15.345,53) apresentou deflação de 0,45%. (Fonte: Jornal Extra)

Emprego:

  • A covid-19 tirou do mercado de trabalho pelo menos 1,4 milhão de trabalhadores, seja por estarem doentes ou por terem de cuidar de alguém afetado pela doença. Segundo dados da Pnad Contínua, do IBGE, o número de brasileiros que estavam desempregados, mas ficaram impedidos de buscar trabalho, sobretudo por estarem doentes, saltou de 3,3 milhões no trimestre encerrado em fevereiro para 4,7 milhões até o mês de abril, uma alta de 45%. O crescimento é bem maior do que a da fatia de desalentados, aqueles que deixaram de procurar trabalho por pensarem que não iriam encontrar uma nova colocação, que cresceu 7% no período. (Fonte: Estadão)

No cenário externo:

  • Em um clima de alta tensão, a Argentina prorrogou em cinco semanas mais as negociações com seus credores em busca de um acordo que lhe permita reestruturar bônus no valor de 66 bilhões de dólares, emitidos sob legislação estrangeira. O prazo para que os detentores dos bônus se pronunciem sobre sua adesão ao resgate proposto será agora “às 17H00 de Nova York (18h de Brasília) de 24 de julho”, informou o governo de Alberto Fernández em um comunicado divulgado nesta sexta. O país voltou a estender as negociações pela quarta vez desde que tiveram início em 20 de abril. “A Argentina acredita firmemente que uma reestruturação de dívida bem sucedida contribuirá para estabilizar a condição econômica atual, mitigando as restrições de médio e longo prazo sobre a economia”, reiterou o governo argentino. A bolsa de Buenos Aires reagiu com alta de quase 8%. Nos últimos dias, as posições entre a Argentina e alguns grupos de credores endureceram. O Grupo Ad Hoc, que compreende 13 fundos internacionais, advertiu nesta quinta que diante do “fracasso das negociações”, avalia reivindicar seu pagamento nos tribunais de Nova York. O diálogo com os detentores de bônus “avança entre solavancos”, admitiu Fernández nesta sexta, embora tenha se mostrado confiante em “encontrar um ponto de acordo”. (Fonte: IstoÉ Dinheiro)
  • Banco da Inglaterra (BoE, pela sigla em inglês) decidiu ampliar seu programa de relaxamento quantitativo (QE) em 100 bilhões de libras, para 745 bilhões de libras (US$ 935,35 bilhões), como parte de sua estratégia para combater os efeitos da pandemia de coronavírus no Reino Unido, após concluir reunião de política monetária nesta quinta-feira. O BC inglês, no entanto, manteve sua taxa básica de juros em 0,1%. A decisão sobre o juro foi unânime entre os nove dirigentes do BoE, enquanto a ampliação do QE foi aprovada por 8 votos a 1. O dissidente foi Andy Haldane, que é também economista-chefe do BC inglês e preferiria manter o programa em 645 bilhões de libras. (Fonte: Seu Dinheiro)
  • Não bastasse a recessão e o freio no comércio internacional, a pandemia da covid-19 ainda elevou as tensões entre Estados Unidos e China, criando uma fonte de incerteza adicional que pode travar os investimentos globais nos próximos meses e respingar no Brasil. Uma trégua entre as duas potências havia sido iniciada em dezembro, quando foi anunciada a primeira fase de um acordo que poderia colocar fim à guerra comercial, mas o coronavírus desestabilizou o cenário econômico global e eleitoral americano, reacendendo as faíscas entre Washington e Pequim. Além de uma desaceleração extra no comércio global – já haverá um primeiro freio brusco desencadeado pela pandemia –, o embate entre os países poderá resultar em um crescimento mais fraco da China nos próximos anos, o que seria negativo para o Brasil no longo prazo, dizem economistas. Hoje, o mercado chinês é o maior importador de produtos brasileiros, tendo sido responsável pela compra de 39% do total exportado pelo País de janeiro a maio. (Fonte: Estadão)
  • Apesar das críticas e dos pedidos de autoridades de saúde para evitar aglomerações em razão da pandemia, Donald Trump retomou os megacomícios para conter a queda de popularidade dos últimos dois meses. Diante de uma multidão – embora longe das 20 mil pessoas que eram esperadas – em uma arena de Tulsa, no Estado de Oklahoma, ele relançou sua campanha presidencial. A menos de cinco meses da eleição, Trump tem um déficit de pouco mais de 12 pontos porcentuais em seu índice de popularidade, segundo o site Real Clear Politics, que calcula a média diária de pesquisas – 42,7% aprovam o desempenho do presidente, enquanto 54,8% desaprovam. No portal Five Thirty Eight, que leva em conta mais sondagens, 41,4% aprovam e 55,2% desaprovam. Historicamente, presidentes que em junho tinham aprovação abaixo de 45% não foram reeleitos. Para reverter a queda, Trump decidiu retomar o contato direto com os eleitores em comícios como o de ontem, em Tulsa, apesar da situação crítica da pandemia, que avança em 22 dos 50 Estados americanos. O presidente anunciou que em breve a campanha passará pelos Estados do Texas, Florida, Arizona e Carolina do Norte. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

O VIX trabalhou na última semana na média de 33,92. A volatilidade ainda continua muito alta, mas com valores abaixo do pico de 16/03 onde trabalhou na faixa de 82,60.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2020

As expectativas dos 101 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 4,55
  • Valor médio esperado: R$ 5,17
  • Valor máximo esperado: R$ 5,96

Previsão para PIB

As expectativas dos 77 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 115 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano hoje:

Ao 12:00hs, o dólar comercial operava em baixa de 1,98% cotado a 5,1665

O Dólar Turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 5,354 + IOF.

Dólar / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
23/jun/20-1,98%5,1665
Na semana-1,29%5,2340
No mês-3,23%5,3389
No ano28,78%4,0118

Euro hoje:

As 12:00hs, o euro operava em baixa de 1,37%, cotado a R$ 5,852.

O Euro Turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 6,079 + IOF.

Euro / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
23/jun/20-1,37%5,8520
Na semana-0,68%5,8920
No mês-1,20%5,9230
No ano30,22%4,4940

Próximos eventos internacionais relevantes

DataHorárioMoedaEventoPrevisão AtualÚltima Previsão
WedJun 245:00amEURGerman ifo Business Climate85.079.5
 10:00amEURBelgian NBB Business Climate-26.5-34.4
  USDHPI m/m0.3%0.1%
 11:30amUSDCrude Oil Inventories 1.2M
ThuJun 253:00amEURGerman GfK Consumer Climate-11.0-18.9
 TentativeEURItalian 10-y Bond Auction  
 8:30amEURECB Monetary Policy Meeting Accounts  
 9:30amUSDCore Durable Goods Orders m/m2.5%-7.7%
  USDDurable Goods Orders m/m10.5%-17.7%
  USDFinal GDP q/q-5.0%-5.0%
  USDUnemployment Claims1300K1508K
  USDFinal GDP Price Index q/q1.4%1.4%
  USDGoods Trade Balance-68.0B-69.7B
  USDPrelim Wholesale Inventories m/m0.4%0.3%
 11:30amUSDNatural Gas Storage 85B
 5:30pmUSDBank Stress Test Results  
FriJun 263:00amEURGerman Import Prices m/m0.7%-1.8%
 5:00amEURM3 Money Supply y/y8.6%8.3%
  EURPrivate Loans y/y3.3%3.0%
 9:30amUSDCore PCE Price Index m/m0.0%-0.4%
  USDPersonal Spending m/m8.9%-13.6%
  USDPersonal Income m/m-6.0%10.5%
 11:00amUSDRevised UoM Consumer Sentiment79.178.9
  USDRevised UoM Inflation Expectations 3.0%

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