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27/10/2020 – Panorama de mercado semanal

27 de outubro , 2020 | em #MeuCâmbio |

Análise Meu Câmbio

Acompanhe semanalmente a evolução do preço do dólar, euro e saiba tudo que pode influenciar o preço das moedas. Com a Meu Câmbio você tem acesso a toda a informação que precisa para escolher a melhor hora de realizar suas operações cambiais.

Cenário interno

Economia

• Em meio às incertezas sobre os impactos da pandemia de coronavírus no país e no mundo, o mercado brasileiro melhorou a expectativa em relação a uma contração do PIB (Produto Interno Bruto) em 2020, em comparação à semana anterior, segundo os dados do Relatório Focus divulgado dia 23/10 pelo Bacen. Seguem principais dados das medianas de mercado para 2020:
o PIB: Queda de 4,81%
o IPCA: 2,99%
o Câmbio: R$/US$ 5,40
o Selic: 2,00%

• Com a alta do dólar, as remessas de brasileiros que vivem no exterior para familiares no Brasil têm batido recordes. Em setembro, foram registradas US$ 293 milhões de receitas de transferências pessoais, segundo dados do Banco Central (BC). Esse foi o maior volume para o mês de setembro, na série histórica, iniciada em 1995. Em setembro de 2019, as transferências somaram US$ 248,6 milhões. De janeiro a setembro deste ano, foram US$ 2,407 bilhões enviados para o Brasil, crescimento de 11,6% em relação a igual período de 2019. Segundo o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, o dólar mais caro faz com que o dinheiro convertido em reais no Brasil represente um volume maior de recursos. Ele diz que isso pode incentivar os brasileiros no exterior a mandarem mais dólares para o país. “Como a pessoa no exterior que está mandando para seus parentes no Brasil sabe que aquela mesma quantidade de dólares que manda sempre vai representar uma quantidade maior, pode ter um incentivo para aumentar esse fluxo em dólares”, disse, ao apresentar o relatório das contas externas, na última sexta-feira (23). Por outro lado, a alta do dólar desestimula o envio de recursos do Brasil para o exterior. Em setembro, essas transferências chegaram a US$ 128 milhões, queda de 18,9% na comparação com o mesmo mês de 2019. No acumulado do ano até setembro, o valor chegou a US$ 1,065 bilhão, recuo de 31,1% contra igual período de 2019. (Fonte: Agência Brasil – EBC)
• O Banco Central (BC) informou nesta sexta-feira (23) que as contas externas registraram saldo positivo pelo sexto mês seguido em setembro, de US$ 2,320 bilhões. Foi o primeiro resultado positivo para setembro desde 2007 (US$ 482 milhões) e o maior para o mês na série histórica iniciada em 1995. No mesmo período do ano passado, houve déficit de US$ 2,727 bilhões em transações correntes. O número se refere às compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do Brasil com outros países. De acordo com relatório do BC, “a reversão decorreu do aumento de US$ 2,1 bilhões no superávit da balança comercial de bens, e das reduções de US$ 2,1 bilhões e de US$ 885 milhões nos déficits em renda primária [lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários] e serviços [viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros], respectivamente”. De janeiro a setembro, foi registrado déficit em transações correntes de US$ 6,476 bilhões. Foram US$ 36,748 bilhões em igual período de 2019. (Fonte: Eu Quero Investir)

• Depois do estado de letargia imposto pelo novo coronavírus na primeira metade do ano, a economia brasileira dá sinais de reação e deve recuperar parte das perdas no terceiro trimestre. O impulso é tracionado pela retomada mais rápida do que a estimada de setores fundamentais, como o varejo, que em agosto cresceu 3,4%, o maior patamar em 20 anos, e a volta da atividade industrial para níveis próximos ao pré-crise. O tom otimista se reflete na revisão para cima do Produto Interno Bruto (PIB) entre julho e setembro, em comparação aos três meses anteriores, e o fim da recessão técnica iniciada no segundo trimestre. Enquanto o Ministério da Economia estima avanço de 7,3%, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) prevê que a soma das riquezas produzidas pelo país chegue a 9% no período. A euforia é compartilhada pelas análises de outros agentes do mercado. A XP Investimentos alterou a estimativa para 7,8%, mesmo caminho adotado pelo banco Safra, que espera avanço de 8,5% do PIB no terceiro trimestre, ante alta de 5% estimada no início de setembro. Para a Cláritas Investimentos, a recuperação deve ficar próxima de 8%. (Fonte: Jovem Pan)
• O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) elevou para 1,9% a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da agropecuária brasileira em 2020. A projeção anterior era de alta de 1,6%, informou o órgão nesta quinta-feira (22). A revisão veio após o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) traçarem expectativas mais positivas para as lavouras do país. A soja e o café são as duas principais culturas que contribuíram para o aumento da projeção. A safra de soja, por exemplo, teve seu crescimento revisado de 6,6% para 7,0%. Já no caso do café, a estimativa de alta para a produção foi subiu de 19,4% para 21,5%. Além do ano ser favorecido pela bienalidade positiva do café, em especial da variedade arábica, o clima é um dos fatores que tem contribuído para o bom resultado da cultura este ano. Com isso, no total, o Ipea prevê crescimento de 3,9% para as lavouras. Já as expectativas para a pecuária são negativas. O instituto estima queda de 1,5% para o setor, devido à forte queda da produção de carne bovina este ano. Por outro lado, o Ipea afirma que o setor começou a se recuperar a partir do terceiro trimestre de 2020, com a produção média passando a ficar acima do patamar pré-Covid, nos primeiros três meses do ano. “Dessa forma, projeta-se que, já no quarto trimestre, a queda interanual da produção de carne bovina deve ser menor, fechando o ano com recuo de 4,3%. Há expectativa de desempenho positivo nos segmentos de suínos (+ 7,8%), ovos (+3,2%) e leite (+0,2%)”, afirma o instituto. As projeções para 2021 também foram revistas. A estimativa de crescimento do PIB agropecuário caiu de 2,4% para 2,1%, por conta das estimativas mais otimistas para as safras de soja e de milho deste ano. Isso acaba aumentando a base de comparação e é um indicativo de que, devido ao cenário mais favorável, parte da produção dessas culturas deverão ser antecipadas do início de 2021 ano para o final de 2020. (Fonte: G1)
• Enquanto o governo tenta recompor sua arrecadação na saída da crise provocada pela covid-19, uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de 2017 está minando essa recuperação. As receitas federais tiveram crescimento real de 1,97% em setembro ante igual mês de 2019, mas a alta poderia ter passado de 4%, não fosse o abatimento de R$ 12,1 bilhões feito por empresas que acumularam créditos com a Receita Federal após o STF declarar que o ICMS não compõe a base de cálculo para a cobrança de Pis/Cofins. No ano, a sangria é ainda maior. As chamadas compensações tributárias, quando empresas usam seus créditos junto à Receita para pagar menos imposto, já impactaram a arrecadação em R$ 108,3 bilhões – uma alta de 53,51% ou R$ 37,8 bilhões em relação a igual período do ano passado, já descontada a inflação. O valor equivale a 11% de toda a arrecadação administrada pela Receita até setembro de 2020. Para se ter uma ideia do tamanho da fatura, o efeito negativo das compensações supera até mesmo o valor de tributos que tiveram a cobrança adiada pelo governo devido à pandemia da covid-19. O saldo de tributos diferidos e que ainda precisam ser pagos pelos contribuintes está em R$ 64,5 bilhões. (Fonte: Estadão)
• Com vencimento de R$ 643 bi da dívida no início de 2021, plano é buscar recursos no BNDES e na Caixa. O governo colocou em marcha uma estratégia para reforçar o caixa do Tesouro Nacional e, assim, garantir os recursos para fazer frente ao vencimento recorde de títulos da dívida pública nos primeiros meses de 2021. Como mostrou o Estadão/broadcast, uma fatura de R$ 643 bilhões vence entre janeiro e abril. O valor é mais que o dobro da média registrada nos últimos cinco anos e equivale a 15,4% de toda a dívida interna do Brasil. Como parte dessa ação para formar um “colchão da dívida”, a equipe econômica já negocia com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a devolução antecipada de R$ 100 bilhões aos cofres do Tesouro. O governo também está em negociação com a Caixa para ver quanto mais o banco pode devolver dos chamados Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida (IHCD) – usados no passado para injetar recursos na instituição financeira –, mas neste caso o valor ainda não está definido. O pagamento de dividendos também está na mira dos técnicos. Não está descartada ainda a possibilidade de o Tesouro pedir uma nova transferência do lucro obtido pelo Banco Central com os efeitos da valorização do dólar sobre o valor em reais das reservas internacionais, o chamado lucro cambial. Segundo apurou a reportagem, essa via já está sendo considerada por técnicos da área econômica, embora ainda não haja uma negociação aberta com o BC sobre o tema. Após a última transferência para o Tesouro e com novos resultados positivos, o estoque de reservas do lucro cambial está em R$ 222,25 bilhões até 9 de outubro, segundo dados do próprio Banco Central. O governo trabalha em várias frentes de ação para reforçar o “colchão da dívida” diante do cenário que aguarda o País no início de 2021. Para quitar os vencimentos, o governo precisaria emitir novos papéis, mas há desconfiança entre economistas sobre a capacidade de o País captar mais recursos diante da insegurança em relação à continuidade do ajuste nas contas públicas. O prêmio exigido pelos investidores para financiar o governo também pode impor um desafio a essa rolagem da dívida. (Fonte: Estadão)

Inflação:

• O Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) acelerou a 0,94% em outubro, a maior taxa para o mês desde 1995 e da maior alta mensal desde dezembro do ano passado. As informações foram divulgadas na manhã desta sexta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador – que é considerado uma prévia da inflação oficial do país – veio acima da expectativa do mercado. A Reuters, por exemplo, esperava uma alta de 0,81%. Além disso, demonstrou forte alta quando comparado ao mês de setembro, quando ficou em 0,45%. No ano, a prévia da inflação acumulou alta de 2,31% e em 12 meses registrou 3,52%, acima dos 2,65% nos 12 meses anteriores – ainda assim, o número encontra-se abaixo do centro da meta para o ano, que é de 4%. Segundo o IBGE, os preços dos alimentos e bebidas pressionaram o indicador com a maior alta, de 2,24%, e estão entre os grupos e o maior impacto, com 0,45 ponto percentual. A maior contribuição veio das carnes, com alta de 4,83%. Além disso, o IBGE destaca o aumento no preço do óleo de soja, com 22,34%; do arroz, 18,48%; tomate, 14,25%; e do leite longa vida, 4,26%. O único grupo dos nove pesquisados a apresentar queda em outubro foi Educação (-0,02%). (Fonte: CNN)
• O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguel no país, registrou inflação de 2,92% na segunda prévia de outubro. A taxa é inferior aos 4,57% da segunda prévia de setembro. Mesmo assim, o índice acumulado em 12 meses subiu de 18,20% na segunda prévia de setembro para 20,56% na segunda prévia de outubro, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), que fez a pesquisa. A queda da taxa de setembro para outubro foi provocada pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, cuja taxa de inflação recuou de 6,36% na prévia de setembro para 3,75% na prévia de outubro. (Fonte: InfoMoney)

No cenário externo:

• O Reino Unido e o Japão assinaram um acordo comercial bilateral nesta sexta-feira (23), o primeiro grande tratado pós-Brexit desse tipo para Londres, enquanto negociações intensas com a União Europeia continuam. O acordo, que inclui setores que vão do têxteis a novas tecnologias, passando por queijos e autopeças, e que havia sido anunciado em 11 de setembro em Londres, reproduz em grande parte o acordo existente entre a UE e o Japão, que deixará de valer no Reino Unido a partir de 1º de janeiro. Para Londres, o acordo aumentará o comércio com o Japão em 15,2 bilhões de libras esterlinas (16,8 bilhões de euros, 19,9 bilhões de dólares). O acordo entrará em vigor em 1º de janeiro para coincidir com o final do período de transição com a União Europeia pós-Brexit, que teve início em 31 de janeiro de 2020. O Reino Unido e a UE retomaram as difíceis negociações sobre suas futuras relações comerciais na quinta-feira, após uma semana de paralisação das conversas. Cabe a ambas as partes evitar o caos no final do ano, apesar de haver obstáculos importantes. (Fonte: Gaúcha ZH)
• O Fundo Monetário Internacional alertou nesta quinta-feira (22) que a pandemia terá um forte impacto sobre o emprego na América Latina, com um aumento significativo da pobreza e um retorno à renda real per capita anterior à covid-19 apenas em 2025. “Espera-se que o choque da covid-19 tenha um amplo impacto sobre o emprego e elimine parte do progresso social feito pela região até 2015”, disse o FMI ao publicar suas últimas perspectivas econômicas para a América Latina e o Caribe. “As estimativas atuais indicam perdas de renda duradouras e a pobreza deve aumentar substancialmente em 2020”. O FMI estima uma contração do Produto Interno Bruto (PIB) regional de 8,1% em 2020. “A pandemia da covid-19 atingiu a América Latina e o Caribe com mais força do que outras regiões do mundo. O alto custo humano é evidente: com apenas 8,2% da população mundial, [a região] registra 34% das mortes e 28% dos casos”, analisou Alejandro Werner, diretor para as Américas do FMI, em coletiva de imprensa. Mas, ao contrário das recessões anteriores, o emprego caiu mais fortemente do que o PIB no segundo trimestre de 2020: mais de 30 milhões de pessoas ficaram sem trabalho no Brasil, México, Chile, Colômbia, México e Peru, segundo Werner. As perdas de empregos foram mais marcantes entre as mulheres, especialmente no Brasil, na Colômbia e no Peru, bem como entre os jovens e trabalhadores pouco qualificados. A incidência da pandemia no emprego informal também foi grave, o que em outras recessões agiu como um amortecedor. Em países altamente dependentes do turismo, como o Caribe, a pandemia foi como uma “parada cardíaca”, disse o FMI. (Fonte: Estado de Minas)
• O ministro da Economia da Argentina, Martín Guzmán, prometeu nesta sexta-feira (23) manter um ritmo lento de desvalorização da moeda local, apesar do aumento da pressão sobre o peso e da redução das reservas estrangeiras. A Argentina teve um “sério problema” com seu déficit fiscal por causa da pandemia de coronavírus, mas a economia real está dando “sinais de recuperação” e a desvalorização do peso não refletiu a verdadeira condição da macroeconomia do país, disse Guzmán em entrevista à Radio con Vos. Ele reconheceu que as expectativas de desvalorização da moeda prejudicam a economia, mas disse que a estabilização do câmbio não pode ser alcançada “de um dia para o outro”. O banco central da Argentina informou no início deste mês que permitiria uma flutuação controlada do peso e abandonaria sua atual estratégia de “desvalorização diária uniforme” conforme busca adaptar sua política monetária em meio a turbulências econômicas cada vez mais intensas. (Fonte: G1)
• Os chilenos decidiram mudar a Constituição em plebiscito realizado ontem. Segundo a apuração de 77% dos votos, a mudança será por margem ampla – 78% em favor de uma nova Carta e 22% contra. Nos próximos meses, um novo marco constitucional será redigido por uma Assembleia Constituinte, opção também escolhida pela população na votação de ontem. (Fonte: Estadão)
• Ao completar nove dias para a eleição, 58,8 milhões de americanos já votaram antecipadamente, segundo balanço divulgado ontem pelo grupo US Elections Project, da Universidade da Flórida. De acordo com contagem, mais de 39,8 milhões de pessoas já votaram por correio e 19 milhões foram depositar presencialmente a cédula em postos autorizados. O número supera o total de votos emitidos de forma antecipada em 2016, que somaram 47 milhões. Segundo Michael Mcdonald, diretor do projeto, a projeção é que até 150 milhões de americanos votem este ano, a maior quantidade de votos da história eleitoral americana, o que significaria cerca de 65% de comparecimento às urnas – um índice estabelecido pela última vez na eleição de 1908. No Texas, a quantidade de votos já ultrapassou em 70% o total de 2016. A votação antecipada foi ampliada neste ano em razão da pandemia do coronavírus, uma opção que mais de 60% dos eleitores registrados desejam, de acordo com pesquisa do Washington Post-university of Maryland. Os democratas esperam que a disposição de quem está antecipando o voto leve a uma vitória decisiva. Segundo dados coletados em 19 Estados, onde é possível obter a filiação partidária de quem vota, a metade dos quase 60 milhões é formada por eleitores democratas, 28% são republicanos e 22,4% não são filiados a nenhum dos dois partidos. Na Flórida, Estado-chave fundamental para as campanhas de Donald Trump e Joe Biden, cerca de 5,7 milhões já votaram – bem mais que a metade do total de votos da eleição passada. (Fonte: Estadão)
• A Bolívia concluiu ontem a apuração das cédulas da eleição de domingo, com o esquerdista Luis Arce obtendo uma vitória surpreendente no primeiro turno, com o dobro dos votos de seu principal adversário, o centrista Carlos Mesa. Após a contagem oficial de 100% dos votos, o apoiador do ex-presidente Evo Morales obteve 55,10% dos votos válidos, e Mesa, 28,83%. Em terceiro lugar, ficou o líder da extrema direita Luis Fernando Camacho, com 14%. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

O VIX trabalhou em leve alta na última semana na média de 28,56, contra 26,38 da semana anterior.

A previsão do dólar para 2020

As expectativas dos 104 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 5,03
  • Valor médio esperado: R$ 5,54
  • Valor máximo esperado: R$ 5,75

Previsão para PIB

As expectativas dos 80 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 124 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano:

No fechamento de 26/10, o dólar comercial operava em queda de 0,26% % cotado a 5,6151

O Dólar Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 5,919 + IOF.

Dólar / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
26/out/20-0,26%5,6151
Na semana0,21%5,6032
No mês-0,06%5,6185
No ano39,96%4,0118

Euro:

No fechamento de 19/10, o euro operava em queda de 0,75%, cotado a R$ 6,6250.

O Euro Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 7,009 + IOF.

Euro / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
26/out/20-0,75%6,6250
Na semana0,44%6,5960
No mês0,62%6,5840
No ano47,42%4,4940

Principais eventos da semana:

DataHorárioMoedaEventoPrevisão AtualÚltima Previsão
WedOct 284:00amEURGerman Import Prices m/m-0.3%0.1%
 9:30amUSDGoods Trade Balance-85.0B-82.9B
  USDPrelim Wholesale Inventories m/m0.4%0.4%
 7:00pmUSDFOMC Member Kaplan Speaks  
ThuOct 29All DayEURGerman Prelim CPI m/m0.0%-0.2%
 5:00amEURSpanish Flash CPI y/y-0.4%-0.4%
 5:55amEURGerman Unemployment Change-5K-8K
 9:30amUSDAdvance GDP q/q32.0%-31.4%
  USDAdvance GDP Price Index q/q2.9%-1.8%
  USDUnemployment Claims773K787K
 9:45amEURMain Refinancing Rate0.00%0.00%
  EURMonetary Policy Statement  
 10:30amEURECB Press Conference  
 11:00amUSDPending Home Sales m/m3.1%8.8%
FriOct 303:30amEURFrench Consumer Spending m/m-2.0%2.3%
  EURFrench Flash GDP q/q15.0%-13.8%
 4:00amEURGerman Prelim GDP q/q7.3%-9.7%
  EURGerman Retail Sales m/m-0.6%3.1%
 4:45amEURFrench Prelim CPI m/m0.0%-0.5%
 5:00amEURSpanish Flash GDP q/q13.5%-17.8%
 6:00amEURItalian Monthly Unemployment Rate10.1%9.7%
 7:00amEURCPI Flash Estimate y/y-0.3%-0.3%
  EURCore CPI Flash Estimate y/y0.2%0.2%
  EURItalian Prelim CPI m/m0.2%-0.6%
  EURPrelim Flash GDP q/q9.5%-11.8%
  EURUnemployment Rate8.2%8.1%
 8:00amEURItalian Prelim GDP q/q11.1%-12.8%
 9:30amUSDCore PCE Price Index m/m0.2%0.3%
  USDPersonal Spending m/m1.0%1.0%
  USDEmployment Cost Index q/q0.5%0.5%
  USDPersonal Income m/m0.3%-2.7%
 10:45amUSDChicago PMI58.262.4
 11:00amUSDRevised UoM Consumer Sentiment81.281.2
  USDRevised UoM Inflation Expectations 2.7%
 11:30amEURGerman Buba President Weidmann Speaks  
 10:00pmCNYManufacturing PMI51.451.5
  CNYNon-Manufacturing PMI56.255.9

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