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28/07/2020 – Panorama de mercado semanal

28 de julho , 2020 | em #MeuCâmbio |

Análise Meu Câmbio

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Cenário interno

Economia

  • O mercado brasileiro melhorou a expectativa em relação a uma contração do PIB (Produto Interno Bruto) em 2020, em comparação à semana anterior, segundo os dados do Relatório Focus divulgado dia 24/07 pelo Bacen. Seguem principais dados das medianas de mercado para 2020:
    • PIB: Queda de 5,77%
    • IPCA: 1,67%
    • Câmbio: R$/US$ 5,20
    • Selic: 2,00%
  • O pior da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus parece ter passado, disse hoje (22) o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues. Em entrevista coletiva para explicar a nova projeção fiscal, ele disse que o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) está caindo menos que o previsto. “A economia não teve uma queda tão intensa como o esperado. O fundo do poço foi em abril, e diversos dados mostram recuperação a partir de maio”, disse o secretário. Segundo ele, essa foi a principal razão para a equipe econômica ter mantido em 4,7% a estimativa de contração do PIB para 2020. Divulgada na semana passada, a projeção de encolhimento de 4,7% do PIB consta do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, enviado hoje ao Congresso Nacional. O documento elevou a previsão de déficit primário nas contas públicas para R$ 787,45 bilhões em 2020. (Fonte: Agência Brasil – EBC)
  • Um terço (33,8%) dos US$ 101,7 bilhões exportados pelo Brasil de janeiro a junho teve a China como destino. O número confirma o crescimento verificado desde 2001, quando a participação chinesa nas vendas do País era de 1,9% – no ano passado, estava em 28,5%. Ao mesmo tempo, as vendas para os EUA caíram de 22,6% para 9,9% de 2001 para cá e o peso da União Europeia no total de exportações brasileiras foi de 25,4% para 15,4%. Os dados foram compilados pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da FGV. O aumento da dependência do mercado chinês é reflexo do crescimento econômico daquele país e, mais recentemente, da queda da demanda por parte de nações afetadas pela pandemia, especialmente na América do Sul, principal mercado dos produtos industrializados brasileiros. Também o fato de o Brasil manter pauta de exportações fincada em matérias-primas, com bom desempenho do agronegócio, reforça o resultado – a China é o maior importador desses insumos. (Fonte: Estadão)
  • A arrecadação de impostos, contribuições e demais receitas federais registrou queda real (descontada a inflação) de 29,6% em junho, na comparação com o mesmo mês de 2019, e somou R$ 86,258 bilhões. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (23) pela Secretaria da Receita Federal. Em junho de 2019, a arrecadação havia somado R$ 122,504 bilhões. De acordo com dados da Receita Federal, o resultado de junho deste ano também foi o pior para o mês desde 2004, considerando a correção pela inflação. Naquele momento, há 16 anos, a Receita apurou recolhimento de R$ 78,693 bilhões. (Fonte: G1)
  • O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse nesta quarta-feira, 22, que a autoridade monetária tem tentado ser transparente sobre as discussões para o limite mínimo para a taxa Selic, atualmente em 2,25% ao ano. Ele garantiu que a instituição não abandonou em nenhum momento a meta de inflação. “Tivemos um choque grande. Temos que adaptar o horizonte (relevante para a inflação) e temos comunicado isso. Temos que identificar o remédio, e não há constrangimento em utilizar. Precisamos determinar a dose do remédio. Você pode ter um movimento de juros e obter o efeito contrário em termos de condições financeiras”, afirmou, em videoconferência organizada pelo jornal Valor Econômico. Segundo o presidente do BC, o componente das reformas econômicas segue importante para a política monetária, assim como a evolução das taxas de juros estruturais internacionais. “Também várias mudanças estruturais na parte de captação do sistema financeiro que estão ligadas à taxa de juros”, completou, citando a captação recorde nas cadernetas de poupança. (Fonte: Isto é Dinheiro)
  • O Banco Central (BC) divulgou nesta quarta-feira (22) os dados consolidados sobre o fluxo cambial no Brasil na semana que foi de 13 a 17 de julho e ele ficou negativo em US$ 598 milhões, mais uma vez graças à fuga de dinheiro do mercado financeiro. No acumulado do mês de julho, o saldo negativo pulou para US$ 2,974 bilhões. Esse acumulado nos primeiros 17 dias do mês já representa mais do que os US$ 2,885 bilhões negativos do mês de junho inteiro. Em julho de 2019, o saldo ficou positivo em US$ 2,912 bilhões. No ano, a saída já está acumulada em US$ 15,511 bilhões. No mesmo período de 2019, o saldo negativo era de US$ 7,827 bilhões, o que representa um aumento de 98,17% na fuga de dólares. (Fonte: Eu Quero Investir)
  • O fluxo cambial do ano até 17 de julho ficou negativo em US$ 15,511 bilhões, informou há pouco o Banco Central. Em igual período do ano passado, o resultado era negativo em US$ 7,827 bilhões. Os dados anuais refletem, em grande parte, os efeitos da pandemia do novo coronavírus sobre o fluxo de moeda estrangeira, em especial no mês de março. A saída pelo canal financeiro neste ano até 17 de julho foi de US$ 42,534 bilhões. O resultado é fruto de aportes no valor de US$ 281,382 bilhões e de envios no total de US$ 323,916 bilhões. O segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações. No comércio exterior, o saldo anual acumulado até 17 de julho ficou positivo em US$ 27,023 bilhões, com importações de US$ 84,063 bilhões e exportações de US$ 111,086 bilhões. Nas exportações estão incluídos US$ 16,142 bilhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 40,250 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 54,694 bilhões em outras entradas. Depois de encerrar junho com saídas líquidas de US$ 2,885 bilhões, o País registrou fluxo cambial negativo de US$ 2,974 bilhões em julho até o dia 17, informou há pouco o Banco Central. O canal financeiro apresentou saídas líquidas de US$ 4,390 bilhões no período. Isso é resultado de aportes no valor de US$ 17,916 bilhões e de retiradas no total de US$ 22,306 bilhões. O segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações. No comércio exterior, o saldo de julho até o dia 17 é positivo em US$ 1,416 bilhão, com importações de US$ 5,789 bilhões e exportações de US$ 7,205 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 688 milhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 2,218 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 4,299 bilhões em outras entradas. (Fonte: Seu Dinheiro)
  • As reservas internacionais e a posição cambial líquida do Banco Central próximas de máximas históricas em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) dão à autoridade monetária conforto para seguir atuando no mercado de câmbio caso necessário, apontou o diretor de Política Monetária da autarquia, Bruno Serra. Pelo conceito liquidez, as reservas cambiais estavam em 361,799 bilhões de dólares no dia 20, segundo dado mais atualizado. Já a posição cambial líquida do BC –que desconta uso das reservas em instrumentos como linhas com recompra, empréstimos em moeda estrangeira e swaps cambiais, entre outros– estava em 299,964 bilhões de dólares no último dia 10, conforme dado mais recente disponibilizado pelo BC. A autarquia não faz intervenções líquidas no mercado de câmbio desde o começo do mês, período em que a volatilidade cambial foi alvo de debates no mercado devido ao intenso vaivém nos preços do dólar. O estoque de swaps cambiais do BC no mercado é de 56,988 bilhões de dólares. A última oferta líquida de swaps cambiais tradicionais –cuja colocação equivale à venda de dólares no mercado futuro– ocorreu em 19 de maio, com venda de 500 milhões de dólares nesses contratos. Desde então, o BC tem se limitado a fazer operações de rolagem de swaps. Sobre a volatilidade do real, Serra citou na apresentação aumento de negociações com minicontratos de dólar futuro. Segundo ele, em outros mercados o crescimento de volume nos minicontratos costuma aumentar liquidez e reduzir spreads de compra e venda. A volatilidade cambial diminuiu nos últimos pregões, mas segue mais alta quando comparada a níveis vistos em outros mercados emergentes. Serra disse ainda que o menor diferencial de juros do Brasil em relação a outros mercados “traz desafios para a política cambial” e acrescentou que eventual ajuste futuro no grau de estímulo monetário “será residual”. Ainda de acordo com o documento divulgado, o diretor do BC mencionou que a incerteza em torno do tamanho do hiato do produto, bem como do ritmo de recuperação, segue acima do usual. Serra disse ainda que a “disparidade” entre setores da economia deve ser característica deste ciclo. (Fonte: Investing.com)
  • Em meio à cobrança global para que o Brasil aumente seu comprometimento em relação aos temas ligados à mudança climática, os três maiores bancos privados do País – Bradesco, Itaú Unibanco e Santander – lançaram ontem um plano conjunto para promover o desenvolvimento sustentável da Amazônia. A proposta inclui dez medidas, como estímulo às cadeias sustentáveis na região e viabilização de investimentos em infraestrutura básica para o desenvolvimento social e ambiental. O cronograma prevê a implementação desses itens ainda neste ano. Os três bancos estavam entre os signatários de carta enviada ao vice-presidente da República, Hamilton Mourão, que pediu, no início do mês, políticas de combate ao desmatamento na Amazônia. Mourão é o presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal. O documento fez defesa da agenda do desenvolvimento sustentável e solicitou o combate “inflexível e abrangente” ao desmatamento ilegal na Amazônia. Agora, depois da cobrança e com o plano anunciado ontem, os bancos têm a intenção de entregar uma forma de ajuda efetiva em relação ao assunto, segundo fonte. As ações propostas pelos bancos foram apresentadas ontem ao governo, em encontro que reuniu, pelo lado do governo, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina; o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles; e o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, além do próprio Mourão. Participaram da reunião pelo lado dos bancos os presidentes do Santander, Sergio Rial, e do Bradesco, Octavio de Lazari, e a vice-presidente do Itaú, Claudia Politanski. Após o encontro, Mourão afirmou que o governo está comprometido com a redução de ilegalidades e com o avanço da regularização fundiária. “Fizemos chegar a eles que seria importante pensarem em formas de financiamento para projetos em bioeconomia, com juros melhores”. Mourão disse que já pediu aos governadores da Amazônia que deixem projetos prontos para serem executados quando os recursos forem desembolsados. O vice-presidente falou que não recebeu queixas dos executivos sobre risco de perda de investimentos. “Agora, o que é claro hoje é que, com a agenda ambiental, todas as empresas têm uma preocupação de onde estão colocando seus recursos. E o que a gente vê é que a Amazônia pode ser uma solução para empresas que têm atividades poluentes. Elas podem fazer investimentos para a preservação da floresta e, assim, compensar a poluição que causam em outras áreas”, afirmou. (Fonte: Estadão)
  • O ministro da Economia, Paulo Guedes, entregou nesta terça-feira (21) ao Congresso Nacional uma proposta do governo federal com parte da reforma tributária estudada pela área econômica. O projeto foi entregue aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Segundo o ministério, essa primeira proposta trata apenas da unificação de PIS e Cofins, os dois tributos federais sobre o consumo. Temas mais complexos, como a inclusão de tributos estaduais nesse imposto único, mudanças no Imposto de Renda e alteração da carga tributária devem ficar para uma segunda fase, ainda sem data para ser protocolada. Mudanças nas regras tributárias já são tema de propostas em análise no Senado e na Câmara, em textos assinados por parlamentares. Deputados e senadores cobram maior participação do Executivo na discussão do assunto. No início deste ano, os congressistas criaram uma comissão mista para a análise conjunta de propostas de reforma tributária que estão em andamento no Legislativo. (Fonte: G1)
  • O governo estabeleceu as regras para que um imóvel financiado possa ser usado como garantia em novas operações de crédito. A medida, detalhada ontem é mais uma das ações para aumentar o acesso dos brasileiros ao crédito durante a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. De acordo com o Banco Central (BC), quem possui um financiamento imobiliário poderá ir ao banco e solicitar novo crédito, sendo que o imóvel também servirá de garantia para a operação. O novo crédito terá como montante máximo os valores já quitados do financiamento imobiliário. Já as condições oferecidas terão que ser iguais às do primeiro contrato ou melhores. Assim, o prazo do novo crédito não pode exceder o tempo que resta da primeira operação. O juro também tem como limite a taxa cobrada no financiamento original. Fórmula. Na prática, em um financiamento imobiliário de R$ 200 mil, com juros de 8% ao ano, se foram quitados R$ 20 mil da dívida até o momento, este será o montante disponível para novo crédito. O prazo será o tempo restante do financiamento imobiliário e os juros serão iguais ou menores que 8% ao ano. (Fonte: Estadão)

No cenário externo:

  • O governo da Argentina comunicou no último sábado (25) que rejeitou a contraproposta realizada por grupos de credores para reestruturar a dívida de US$ 65 bilhões (cerca de R$ 338 bilhões).O governo do presidente Alberto Fernández ressaltou, no entanto, que aceita negociar a melhoria dos termos legais. A Argentina pontuou que não possui condições de pagar mais do que ofereceu em sua proposta de 6 de julho, porém diz estar disposta a modificar os termos contratuais para refinar o resultado do processo de reestruturação. De acordo com a pasta, a contraproposta realizada pelos três grupos de credores que reivindicam representar mais de um terço dos títulos do país, demandava uma melhoria financeira no pagamento da Argentina e que o país vizinho cubra “as taxas e despesas de alguns dos seus próprios conselheiros”. “Os aspectos da contraproposta que buscam impor encargos adicionais a uma economia que está se afogando em meio à crise da COVID-19 (…) devem saber que suas reivindicações não podem ser atendidas. Não apenas seria irresponsável, mas também injusto”, comunicou o Ministério da Economia, em comunicado. Há pouco menos de uma semana, os grupos Exchange Bondholders, Ad Hoc e Argentina Creditor Committee informaram que se recusaram a participar da nova oferta de swap em títulos de dívida do país. Nesse sentido, os três grandes grupos de credores comunicaram que haviam enviado à Argentina uma nova oferta conjunta para reestruturação da dívida, visto que não apoiavam a proposta “final” do governo e informaram estar confiantes de que uma resolução consensual estava ao alcance de ambas as partes. (Fonte: Suno Notícias)
  • O negociador europeu Michel Barnier considerou, nesta quinta-feira (23/7), “pouco provável” que os 27 membros da União Europeia (UE) e o Reino Unido alcancem, nessa etapa, um acordo comercial como parte das negociações sobre seu relacionamento pós-Brexit. Ao final de uma nova rodada de negociações em Londres, Barnier ressaltou que “pouco progresso” foi feito em duas questões cruciais: condições de concorrência e pesca. “Por sua atual recusa em se comprometer com as condições de uma concorrência leal e com um acordo equilibrado sobre a pesca, o Reino Unido torna improvável um acordo comercial nesta fase”, disse o negociador europeu durante uma coletiva de imprensa. Seu colega britânico, David Frost, lamentou, por sua vez, que nenhum acordo foi encontrado antes do final de julho, como esperava o primeiro-ministro Boris Johnson. “Infelizmente, está claro que não seremos capazes de concluir em julho ‘o acordo preliminar sobre os princípios subjacentes a um acordo’, que havíamos estabelecido como meta” nas discussões, disse David Frost em um comunicado. “Ainda existem divergências consideráveis nas áreas mais difíceis, como condições equitativas de concorrência e pesca”, ressaltou David Frost. Em um primeiro momento, o primeiro-ministro Boris Johnson expressou sua disposição para concluir as negociações até o final de julho, considerando desnecessário continuar as discussões até o outono. Mas pandemia do novo coronavírus travou o diálogo e as intensas semanas de negociações em junho não conseguiram fazer a situação avançar. (Fonte: Correio Braziliense)
  • A economia da Argentina sofreu uma contração de 13,2% nos primeiros cinco meses de 2020 em comparação com o mesmo período do ano anterior. A queda acontece em meio ao confinamento devido à pandemia da Covid-19, informou o Instituto de Estatísticas nesta quarta-feira (22). Em maio, a atividade econômica cresceu 10% em relação a abril, mas caiu 20,6% em relação ao mesmo mês de 2019. (Fonte: G1)
  • Os 27 líderes europeus alcançaram nas primeiras horas desta terça-feira (21) um histórico acordo para superar os estragos provocados pelo coronavírus com um inédito fundo de 750 bilhões de euros, baseado na mutuação de dívida. “Acordo!”, tuitou o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, mais de 90 horas após o início da cúpula em Bruxelas, na sexta-feira, o que a torna uma das mais longas da história europeia junto com a reunião realizada em Nice em dezembro de 2000. O amanhecer da Festa Nacional Bélgica veio acompanhado de um pacto que ajudará os europeus, especialmente Itália e Espanha, a enfrentar a profunda recessão estimado para 2020 devido à pandemia da COVID-19. Os 27 líderes concordaram em mobilizar 750 bilhões de euros, que a Comissão Europeia tomará emprestada nos mercados financeiros em nome da UE e que serão distribuídos em forma de subsídios (390 bilhões) e empréstimos (360 bilhões). Michel, respaldado pela chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente da França, Emmanuel Macron, foi capaz de manter intacto o valor do fundo, mas precisou fazer concessões aos “frugais” -Holanda, Dinamarca, Suécia e Áustria-, que pediam uma redução do valor. A primeira concessão foi reduzir o volume de subsídios, que se tornarão uma dívida comum entre os 27 e não unicamente do país beneficiado, de meio trilhão para 390 bilhões de euros. A vigilância sobre o uso deste aporte também será reforçada. (Fonte: Isto é Dinheiro)
  • Donald Trump e Joe Biden têm 100 dias até a eleição dos EUA. O presidente surfava em bons números e parecia caminhar para a reeleição, até que a pandemia criou uma recessão histórica e os protestos antirracismo deram ao democrata o favoritismo. Enquanto Trump apela para a base republicana, Biden lidera onde realmente importa: nos Estados-chave que decidirão a disputa. Pressionado pela perda de apoio e o aumento dos casos de covid-19, Trump mudou de rota nesta semana. Em curtas coletivas de imprensa na Casa Branca, diferentes das longas protagonizadas no início da pandemia, ele pediu aos americanos que usem máscara “como gesto patriótico”, anunciou o cancelamento de um dos eventos da convenção republicana que aconteceria na Flórida – atual epicentro do surto – e disse que a situação deve piorar antes de melhorar. A sobriedade no tratamento da pandemia vem depois de meses em que Trump pressionou governadores para relaxar as medidas de isolamento, o que levou o país a uma nova elevação no número de contaminados pelo coronavírus e ameaça a popularidade do presidente em Estados cruciais para a vitória eleitoral. A atual média das pesquisas eleitorais dá 8 pontos porcentuais de vantagem a Biden. Ganhar a maioria do voto popular não é suficiente para o democrata chegar à Casa Branca – já que a eleição americana é indireta, decidida em um colégio eleitoral –, mas os números nacionais se refletem na maioria dos Estados-chave, que costumam decidir a eleição. Nos Estados do Cinturão da Ferrugem, região que votou em Barack Obama, mas deu a Trump a vitória em 2016 por apertadas margens, Biden ostenta mais de 7 pontos acima do presidente nas pesquisas em Wisconsin, Michigan e Pensilvânia. Na Flórida, a vantagem do democrata é de 7,6 pontos. Em Carolina do Norte, Arizona e Ohio, também Estados chave, Biden tem mais de 2 pontos de vantagem. Os números são do Five Thirty Eight, site que agrega pesquisas eleitorais nos EUA. (Fonte: Estadão)
  • O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, anunciou ontem que seu governo vai alterar o tratado de extradição entre Reino Unido e Hong Kong por tempo indefinido. A iniciativa acontece em um momento de crescentes preocupações com uma nova lei de segurança nacional imposta por Pequim à ex-colônia britânica. “Obviamente, temos preocupações sobre o que está acontecendo em Hong Kong”, disse Johnson em entrevista à ITV News. O ministro das Relações Exteriores, Dominic Raab, justificou a decisão alegando que a lei de segurança imposta em Hong Kong “mudou consideravelmente” a maneira como seu sistema judicial funciona. “É uma violação clara e séria do tratado que organizou o retorno de Hong Kong a Pequim em 1997”, disse Raab. Segundo o chefe da diplomacia britânica, com a nova legislação, a China pode reivindicar “jurisdição sobre certos assuntos”, que seriam então “apresentados aos tribunais chineses”, o que contraria o acordo entre os dois países. Raab também anunciou que o Reino Unido decidiu estender a Hong Kong o embargo de armas aplicado à China desde 1989. “A extensão desse embargo significa que não haverá mais exportação de armas potencialmente letais, seus componentes ou munições”, explicou o ministro. A decisão é tomada em meio a desacordos entre Londres e Pequim sobre variados temas, incluindo a decisão do Reino Unido de barrar a gigante tecnológica chinesa Huawei de suas redes sem fio 5G e a crescente insatisfação pública entre os britânicos pelo tratamento da minoria uigur em Xinjiang, uma região autônoma no território da China. (Fonte: Estadão)
  • A crise na Argentina, que se estende desde 2018 e se acentuou com a pandemia, tem levado multinacionais, sobretudo da cadeia automotiva, a retirarem parte de seus negócios do país, concentrando-os no Brasil. Basf, Saint-Gobain Sekurit e Axalta já tomaram esse caminho, enquanto empresas menores de infraestrutura analisam a mudança. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

O VIX trabalhou na última semana na média de 25,11, contra 28,63 da semana anterior, mostrando uma melhora no sentimento em relação ao mercado acionário americano.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2020

As expectativas dos 102 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 4,93
  • Valor médio esperado: R$ 5,26
  • Valor máximo esperado: R$ 5,70

Previsão para PIB

As expectativas dos 77 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 120 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano:

No fechamento de 20/07, o dólar comercial operava em queda de 0,72% cotado a 5,3417

O Dólar Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 5,536 + IOF.

Dólar / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
20/jul/20-0,72%5,3417
Na semana-0,87%5,3885
No mês-1,74%5,4362
No ano33,15%4,0118

Euro:

No fechamento de 20/07, o euro operava em queda de 0,71%, cotado a R$ 6,1140.

O Euro Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 6,347 + IOF.

Euro / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
20/jul/20-0,71%6,1140
Na semana-0,05%6,1170
No mês0,38%6,0910
No ano36,05%4,4940

Próximos eventos internacionais relevantes

DataHorárioMoedaEventoPrevisão AtualÚltima Previsão
WedJul 293:00amEURGerman Import Prices m/m0.5%0.3%
 9:30amUSDGoods Trade Balance-75.5B-74.3B
  USDPrelim Wholesale Inventories m/m-0.4%-1.2%
 11:00amUSDPending Home Sales m/m15.6%44.3%
 11:30amUSDCrude Oil Inventories 4.9M
 3:00pmUSDFOMC Statement  
  USDFederal Funds Rate<0.25%<0.25%
 3:30pmUSDFOMC Press Conference  
ThuJul 30All DayEURGerman Prelim CPI m/m-0.2%0.6%
 4:00amEURSpanish Flash CPI y/y-0.3%-0.3%
 4:55amEURGerman Unemployment Change45K69K
 5:00amEURGerman Prelim GDP q/q-9.0%-2.2%
  EURECB Economic Bulletin  
  EURItalian Monthly Unemployment Rate8.5%7.8%
 6:00amEURUnemployment Rate7.7%7.4%
 TentativeEURItalian 10-y Bond Auction 1.20|2.1
 9:30amUSDAdvance GDP q/q-35.0%-5.0%
  USDAdvance GDP Price Index q/q0.1%1.4%
  USDUnemployment Claims1450K1416K
 11:30amUSDNatural Gas Storage 37B
 10:00pmCNYManufacturing PMI50.850.9
  CNYNon-Manufacturing PMI54.554.4
FriJul 312:30amEURFrench Flash GDP q/q-15.2%-5.3%
 3:00amEURGerman Retail Sales m/m-3.0%13.9%
 3:45amEURFrench Consumer Spending m/m6.9%36.6%
  EURFrench Prelim CPI m/m-0.1%0.1%
 4:00amEURSpanish Flash GDP q/q-16.0%-5.2%
 5:00amEURItalian Prelim GDP q/q-15.0%-5.3%
 6:00amEURCPI Flash Estimate y/y0.3%0.3%
  EURCore CPI Flash Estimate y/y0.8%0.8%
  EURItalian Prelim CPI m/m0.1%0.1%
  EURPrelim Flash GDP q/q-12.0%-3.6%
 7:00amEURItalian Retail Sales m/m 24.3%
 9:30amUSDCore PCE Price Index m/m0.2%0.1%
  USDPersonal Spending m/m5.3%8.2%
  USDEmployment Cost Index q/q0.6%0.8%
  USDPersonal Income m/m-0.8%-4.2%
 10:45amUSDChicago PMI44.536.6
 11:00amUSDRevised UoM Consumer Sentiment72.773.2
  USDRevised UoM Inflation Expectations 3.1%

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