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29/09/2020 – Panorama de mercado semanal

29 de setembro , 2020 | em #MeuCâmbio |

Análise Meu Câmbio

Acompanhe semanalmente a evolução do preço do dólar, euro e saiba tudo que pode influenciar o preço das moedas. Com a Meu Câmbio você tem acesso a toda a informação que precisa para escolher a melhor hora de realizar suas operações cambiais.

Cenário interno

Economia

  • Em meio às incertezas sobre os impactos da pandemia de coronavírus no país e no mundo, o mercado brasileiro melhorou a expectativa em relação a uma contração do PIB (Produto Interno Bruto) em 2020, em comparação à semana anterior, segundo os dados do Relatório Focus divulgado dia 25/09 pelo Bacen. Seguem principais dados das medianas de mercado para 2020:
    • PIB: Queda de 5,04%
    • IPCA: 2,05%
    • Câmbio: R$/US$ 5,25
    • Selic: 2,00%

• Cerca de um terço das exportações brasileiras (32%) em 2019 foi realizado por micro ou pequenas empresas. Contribuíram para a balança comercial 7.571 pequenos negócios, de um total de 23.852 companhias. Cento e quatro dessas pequenas empresas são baianas, que venderam bloco de mármore, chocolate, cosméticos de todo tipo, manga, geleia de umbu, café, equipamentos de energia eólica para países como China, Cingapura, Estados Unidos, Suíça, Argentina, Paraguai. Também no ano passado, quase duas mil novas empresas (10%) – dessa vez de todos os portes – passaram a vender o peixe também lá fora, mas com grande reforço das PMEs (44%). Os dados são da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e servem para mostrar que a internacionalização de um negócio não é exclusividade de grandes corporações, mas, pelo contrário, pode ser a saída para pequenos empreendimentos, particularmente a partir da pandemia. Os números também dão a dimensão do oceano de oportunidades existentes, mas é preciso aprender a pescar, dizem os analistas. (Fonte: A Tarde)
• Em meio à pandemia que prejudicou as operações do setor automotivo em todo o mundo, a Argentina volta a ser a principal compradora das autopeças brasileiras, lugar que havia perdido para os Estados Unidos no final de 2018. A China, por sua vez, manteve o posto de principal importadora para o Brasil, mantendo-se à frente da Alemanha e Estados Unidos. Segundo relatório da balança comercial divulgado no site do Sindipeças, as exportações do setor para o país vizinho atingiram US$ 670,3 milhões de janeiro a agosto deste ano, valor 34,2% inferior ao do mesmo período do ano passado (US$ 1,018 bilhão), mas superior ao obtido com as vendas para os Estados Unidos, que nesse mesmo comparativo caíram 39,3%. As vendas externas para o mercado estadunidense atingiram US$ 642,6 milhões no acumulado deste ano, ante total de US$ 1,058 bilhão de janeiro a agosto de 2019, o que fez o país perder posição consolidada no ano passado de maior comprador de peças brasileiras. Na sequência do ranking das exportações brasileiras do setor por país vêm México, com US$ 424,4 milhões este ano, contra US$ 655,3 milhões nos primeiros oito meses do ano passado (menos 34,2%), e Alemanha, com, respectivamente, US$ 255,9 milhões e US$ 345,5 milhões, retração de 25,9%. No ranking das importações, a China foi a que menos reduziu negócios neste período da pandemia. O país oriental vendeu total de US$ 985,3 milhões em autopeças para o Brasil, valor 14% inferior ao registrado no mesmo período de 2019 (US 1,14 bilhão). (Fonte: Autoindustria)
• Estudo do Centro de Liderança Pública (CLP) projeta uma economia de R$ 400 bilhões com a aprovação da reforma administrativa até 2034. Mesmo restringido a reforma apenas a novos servidores, o setor público poderia economizar pelo menos R$ 24,1 bilhões em 2024 com a aprovação das mudanças no seu RH, liberando o governo para investir mais em saúde, educação e segurança pública, segundo o centro de estudos. A economia com as despesas da folha de pessoal subiria ao longo dos anos até chegar a R$ 178,7 bilhões em 2030 e depois em R$ 400,3 bilhões em 2034. (Fonte: UOL)
• Em meio à forte queda nos investimentos estrangeiros no país fizeram o Banco Central reduzir novamente a previsão para o fluxo do indicador de entrada de capital externo produtivo no país no Relatório Trimestral de Inflação (RTI) divulgado nesta quinta-feira (24/09). A nova projeção para a entrada de Investimento Direto no País (IDP) passou de US$ 55 bilhões, em junho, para US$ 50 bilhões, em setembro. No documento, o BC também revisou a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano para uma queda de 5%. Para 2021, a estimativa do BC é de crescimento de 3,9%, com o fluxo de IDP ficando em US$ 65,2 bilhões. No primeiro RTI do ano, a estimativa do BC estava em US$ 60 bilhões, abaixo dos US$ 78,6 bilhões registrados em 2019. Em agosto, a entrada de IDP no país desabou 85,3%, para US$ 1,4 bilhões, na comparação com o mesmo mês de 2019, refletindo o aumento da desconfiança de investidores no país que mostrou uma saída recorde de capital estrangeiro do país no ano, de US$ 15,2 bilhões. No acumulado em 12 meses, a entrada de IDP somou US$ 54,5 bilhões, o menor patamar desde agosto de 2010, quando o BC registrou o fluxo de US$ 50,8 bilhões. Apesar da queda na previsão do IDP, o volume ainda supera as estimativas para a necessidade de financiamento do país com o setor externo. De acordo com o BC, as novas projeções para o déficit em transações correntes do país com o resto do mundo foi reduzida de US$ 13,9 bilhões para US$ 10,2 bilhões (0,7% do PIB). Em março, o saldo negativo previsto estava em US$ 41 bilhões. Essa melhora no resultado do balanço de pagamentos reflete a recessão global em que as trocas comerciais estão caindo, mas, no caso do Brasil, as importações desabam em ritmo mais acelerado do que as exportações, ajudando a melhorar o superávit da balança comercial. “O principal fator para a revisão é a melhora nos valores esperados para as exportações, que apresentaram nos últimos meses resultado acima do anteriormente projetado. Projetam-se, assim, reduções de 11,1% nas exportações e de 16,2% nas importações em relação a 2019, resultando em saldo da balança comercial de US$ 45,3 bilhões e recuo de 13,4% na corrente de comércio”, destacou o documento. A previsão anterior para o superávit da balança comercial era de US$ 39 bilhões. O BC ainda projeta queda significativa do déficit da conta de serviços em relação ao fechamento de 2019, de 41,8%, para US$ 20,4 bilhões. A previsão de junho era de saldo negativo de US$ 21,5 bilhões. “A maior retração deve vir da conta de viagens, com redução de 74,3% nas despesas líquidas em comparação a 2019, refletindo as restrições a viagens geradas pelas medidas de contenção à Covid-19. Do lado da renda primária, espera-se recuo das despesas líquidas em 2020 em relação ao ano anterior, atingindo déficit de US$ 37,4 bilhões. (Fonte: Correio Braziliense)
• O Banco Central tem posição de absoluta tranquilidade em relação à inflação, afirmou o presidente da autarquia, Roberto Campos Neto, reconhecendo que há pressão no curto prazo, mas sem perspectiva que transborde para os anos à frente. “Mensagem geral é que nós estamos tranquilos, entendemos que existe uma pressão no ano de 2020, descrevemos a pressão e entendemos a razão desses reajustes recentes nas expectativas de inflação, mas não entendemos que isso vá contaminar as inflações futuras”, afirmou ele. Em seu Relatório Trimestral de Inflação desta quinta-feira, o BC indicou ver nos próximos meses alta relevante dos preços livres, com pressão sobre o preço de alimentos e reversão da queda em serviços. (Fonte: Reuters)
• Apesar da recessão global provocada pela covid-19, os brasileiros que moram no exterior estão enviando mais recursos aos familiares no país — e em volumes recordes, conforme dados do Banco Central (BC) divulgados nesta quarta-feira (23/09). Em agosto, o BC registrou a entrada de US$ 318 milhões na rubrica transferências pessoais. É o maior valor para o mês desde 1995, início da série histórica, e representa aumento de 11,6% sobre os US$ 285 milhões computados no mesmo período de 2019. “Os brasileiros que trabalham no exterior estão enviando mais recursos para o país. Isso reforça a interpretação de que a recuperação na economia internacional está com maior capacidade do que no país. Isso é um fator importante, porque eles estão conseguindo poupar mais no exterior para ajudar familiares”, destacou o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha. (Fonte: Correio Braziliense)
• Um dos reflexos da pandemia na economia brasileira aprofundou a desigualdade social no país. Para quem é mais pobre, a inflação foi o dobro do índice oficial. São tempos de inflação baixa. Segundo o Banco Central, a expectativa do mercado é que o índice não passe de 2% em 2020. Mas, no dia a dia, o brasileiro não acha que os preços estão bons. “Eu não sinto as mercadorias mais baixas. Tudo que você vai comprar você tem que levar um real a mais, um real e 20 a mais porque quando você compra na semana seguinte já há diferença”, diz a comerciante Selma Sampaio. Todo mês o governo mede a variação de preços ao consumidor de uma cesta pré-definida de produtos e serviços. A pandemia mexeu com essa cesta. O brasileiro tirou do orçamento uma série de itens, que agora estão custando menos: passagens aéreas, programas de lazer, alimentação fora de casa, roupas. E também diminuiu o gasto com serviços. Em compensação, a conta do supermercado cresceu para praticamente todas as famílias, e todo mundo sabe que a culpa não é só do arroz. (Fonte: G1)

Empresas:

• O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) aprovou ontem crédito de US$ 750 milhões para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ajudar micro, pequenas e médias empresas (MPMES). O empréstimo ao BNDES tem prazo de 25 anos, com cinco anos e meio de carência. Para ter acesso aos recursos, o banco de fomento brasileiro terá de desembolsar US$ 150 milhões, elevando para US$ 900 milhões os recursos disponíveis a essas empresas. Com a soma dos valores, equivalentes a R$ 5 bilhões, a expectativa é que mais de 11 mil companhias sejam beneficiadas. Os recursos devem chegar aos empresários por meio da rede de instituições financeiras credenciadas no BNDES. O objetivo é aliviar a escassez de capital a essas empresas no curto prazo. (Fonte: Estadão)
• As empresas de locação de veículos Localiza e Unidas anunciaram um acordo de fusão que pode dar origem à maior companhia do segmento no mundo, com valor de mercado de cerca de R$ 50 bilhões, segundo cálculos da Economática. O negócio, no entanto, precisa passar pela aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o maior desafio apontado por analistas para a operação, além de receber o sinal verde dos acionistas dos dois lados. (Fonte: Estadão)

No cenário externo:

  • Esta semana trouxe indícios de que a retomada econômica da zona do euro está se estabilizando e de que a atividade no setor de serviços está se contraindo, segundo Jack Allen-Reynolds, economista sênior para Europa da Capital Economics. “Com o rigor das medidas de contenção indo numa única direção, há crescente risco de que a recuperação em forma de V se transforme num W”, avaliou Allen-Reynolds, em nota a clientes. Embora a Capital ache improvável que “lockdowns” nacionais voltem a vigorar na Europa, a consultoria britânica diz que uma das lições da Suécia é que famílias irão voluntariamente reduzir os gastos e empresas irão diminuir a produção mesmo que não sejam forçadas por medidas de governos. A Capital prevê que o PIB da zona do euro crescerá 10% no terceiro trimestre, mas alerta que uma contração no trimestre seguinte é “cada vez mais plausível”. (Fonte: ISTOÉDinheiro)
  • O Fundo Monetário Internacional (FMI) mantém um “diálogo muito fluido e construtivo” com as autoridades argentinas e está trabalhando em um plano para uma visita ao país no início de outubro, disse o porta-voz do FMI, Gerry Rice, nesta quinta-feira. Rice disse que a vista da equipe técnica será um marco no caminho da Argentina para um novo programa com o FMI, mas que não existe um prazo fixo para que se chegue a alguma conclusão. O porta-voz acrescentou que ainda não está claro se a visita da equipe técnica será pessoalmente. Questionado se o FMI está considerando financiamento de emergência –dados os recentes acontecimentos na Argentina, onde os títulos do governo estão sob pressão depois da adoção de novos controles cambiais–, Rice afirmou que não está a par dessas discussões. (Fonte: Money Times)
  • O presidente dos EUA, Donald Trump, não pagou impostos durante 10 anos. Em 2016, quando foi eleito, e 2017, seu primeiro ano no cargo, quitou apenas US$ 750 (R$ 4,1 mil) anualmente em tributos federais. As afirmações foram publicadas ontem pelo New York Times, que investigou 20 anos de declarações fiscais de Trump. Ele nega as acusações. As declarações de imposto de renda do ex-magnata imobiliário estão no centro de uma batalha jurídica, já que Trump sempre se negou a publicá-las. De acordo com a publicação americana, o presidente não pagou qualquer imposto sobre a renda em 10 dos 15 anos anteriores a sua eleição, “em grande parte porque declarou mais perdas do que receitas”. Se for considerada a análise de 18 anos de declarações, foram 11 anos sem pagar imposto. O jornal obteve informações fiscais dos últimos 20 anos de Trump e das centenas de empresas que compõem seu grupo, incluindo informações detalhadas sobre seus primeiros dois anos no cargo. Não estão incluídas declarações de imposto de renda pessoais de 2018 e 2019. (Fonte: Estadão)
  • Com o mundo se aproximando de um milhão de mortes por covid-19, o número de novas infecções voltou a subir na Europa, puxado principalmente pela França, que registrou ontem 15,8 mil novos casos. Autoridades francesas alertaram para a saturação dos hospitais e pediram que a população se proteja para evitar medidas mais duras de isolamento. O total de casos na França ultrapassou ontem a marca de 500 mil – é o terceiro país da Europa mais afetado pela covid-19. O número de mortos, que vinha se mantendo, em média, em torno de 50 por dia, triplicou e ontem chegou a 150. Mas o problema não é só francês. A americana Maria van Kerkhove, diretora técnica da Organização Mundial da Saúde (OMS), responsável pela covid-19, disse ontem que “os números da Europa estão indo na direção errada”. Em Paris, declarada zona de “alerta elevado”, na quarta-feira, autoridades regionais alertaram que 20% das operações cirúrgicas teriam de ser adiadas neste fim de semana, porque os hospitais estavam “se aproximando da saturação” em razão das internações pro covid-19. Na quinta-feira, o primeiro-ministro francês, Jean Castex, alertou a população, em pronunciamento da TV, que a situação é grave e a adoção de medidas de proteção é urgente. Em seu relatório semanal, o governo contabilizou, na semana de 14 a 20 de setembro, um aumento de 25% no número de mortes, de 34% nas internações em hospitais e 40% na ocupação de UTIS. Na França, 45 departamentos estão acima de 50 casos por 100 mil habitantes e 16 acima de 100 casos por 100 mil. Em Paris, o número de infecções confirmadas atingiu 217 para cada 100 mil pessoas. O que mais preocupa, segundo especialistas, é o aumento do número de casos na faixa etária acima de 65 anos. Na Holanda, o primeiro-ministro, Mark Rutte, também alertou sobre uma segunda onda de infecções após o país registrar 2,7 mil novos casos em 24 horas. “Os números parecem terríveis. A situação é muito preocupante e nos obriga a tomar medidas extras”, disse o premiê, que anunciará novas restrições na semana que vem. Na Espanha – que teve 735 mil casos confirmado desde o início da pandemia –, o governo central de Madri não se entende com as autoridades locais. Ontem, o comando da capital espanhola rejeitou os apelos do governo central para um lockdown total da cidade, mantendo apenas alguns distritos em quarentena. Islândia. A situação parece ter se agravado até em países que tinham a pandemia sob controle. Ontem, o governo da Islândia anúncio um nicho de pelo menos 100 infecções que teriam sido causadas por dois turistas franceses. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

O VIX trabalhou em leve alta na última semana na média de 25,95, contra 27,62 da semana anterior.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2020

As expectativas dos 103 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 5,00
  • Valor médio esperado: R$ 5,34
  • Valor máximo esperado: R$ 5,60

Previsão para PIB

As expectativas dos 80 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 122 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano:

No fechamento de 28/09, o dólar comercial operava em alta de 1,44% cotado a 5,6353

O Dólar Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 5,934 + IOF.

Dólar / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
28/set/201,44%5,6353
Na semana4,35%5,4005
No mês2,82%5,4806
No ano40,47%4,0118

Euro:

No fechamento de 28/09, o euro operava em alta de 1,78%, cotado a R$ 6,5730.

O Euro Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 6,953 + IOF.

Euro / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
28/set/201,78%6,5730
Na semana3,43%6,3550
No mês0,47%6,5420
No ano46,26%4,4940

Agenda da semana

DataHorárioMoedaEventoPrevisão AtualÚltima Previsão
WedSep 303:00amEURGerman Import Prices m/m0.0%0.3%
  EURGerman Retail Sales m/m0.4%-0.9%
 3:45amEURFrench Consumer Spending m/m-0.2%0.5%
  EURFrench Prelim CPI m/m-0.3%-0.1%
 4:20amEURECB President Lagarde Speaks  
 4:55amEURGerman Unemployment Change-7K-9K
 6:00amEURItalian Prelim CPI m/m-0.5%0.3%
 9:15amUSDADP Non-Farm Employment Change650K428K
 9:30amUSDFinal GDP q/q-31.7%-31.7%
  USDFinal GDP Price Index q/q-2.0%-2.0%
 10:45amUSDChicago PMI52.051.2
 11:00amUSDPending Home Sales m/m3.1%5.9%
 11:30amUSDCrude Oil Inventories -1.6M
 12:00pmUSDFOMC Member Kashkari Speaks  
 2:40pmUSDFOMC Member Bowman Speaks  
ThuOct 14:15amEURSpanish Manufacturing PMI50.549.9
 4:45amEURItalian Manufacturing PMI53.653.1
 4:50amEURFrench Final Manufacturing PMI50.950.9
 4:55amEURGerman Final Manufacturing PMI56.656.6
 5:00amEURFinal Manufacturing PMI53.753.7
  EURItalian Monthly Unemployment Rate10.2%9.7%
 6:00amEURPPI m/m0.2%0.6%
  EURUnemployment Rate8.1%7.9%
 8:30amUSDChallenger Job Cuts y/y 116.5%
 9:30amUSDCore PCE Price Index m/m0.3%0.3%
  USDPersonal Spending m/m0.7%1.9%
  USDUnemployment Claims850K870K
  USDPersonal Income m/m-2.0%0.4%
 10:45amUSDFinal Manufacturing PMI53.553.5
 11:00amUSDISM Manufacturing PMI56.056.0
  USDConstruction Spending m/m0.8%0.1%
  USDISM Manufacturing Prices59.059.5
 All DayUSDWards Total Vehicle Sales15.5B15.2M
 11:30amUSDNatural Gas Storage 66B
 12:00pmUSDFOMC Member Williams Speaks  
 4:00pmUSDFOMC Member Bowman Speaks  
FriOct 23:45amEURFrench Gov Budget Balance -151.0B
 4:00amEURSpanish Unemployment Change59.5K29.8K
 6:00amEURCPI Flash Estimate y/y-0.1%-0.2%
  EURCore CPI Flash Estimate y/y0.5%0.4%
 TentativeEURSpanish 10-y Bond Auction 0.05|2.4
 TentativeEURFrench 10-y Bond Auction -0.19|1.6
 9:30amUSDAverage Hourly Earnings m/m0.5%0.4%
  USDNon-Farm Employment Change900K1371K
  USDUnemployment Rate8.2%8.4%
 10:30amUSDFOMC Member Harker Speaks  
 11:00amUSDRevised UoM Consumer Sentiment78.978.9
  USDFactory Orders m/m1.5%6.4%
  USDRevised UoM Inflation Expectations  

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