Bem-vindo, CITRUS 7
TOTAL TRANSFERIDO BRL 1500,00 ECONOMIZADO BRL 44,00

Análise Econômica Semanal Meu Câmbio – 27/04/2022

27 de abril , 2022 | em #MeuCâmbio |

Acompanhe semanalmente a evolução do preço do dólar, euro e saiba tudo que pode influenciar o preço das moedas. Tenha acesso a toda a informação relevante para realizar sua operação de câmbio.

Economia

Cenário interno

Boletim Focus para 2022:

  • IPCA: 7,65% (+)
  • PIB: 0,65% (+)
  • Câmbio: R$/US$ 5,00 (-)
  • Selic: 13,25% (+)

Boletim Focus - Previsão da cotação do dólar e dos principais indicadores de acordo com pesquisa do BCB de 22-04-2022 - Blog Meu Câmbio
Boletim do Banco Central do Brasil com a expectativa do dólar e dos principais indicadores econômicos.

Inflação

O mercado financeiro aumentou pela 15ª semana seguida a previsão de inflação de 2022. De acordo com projeção do Boletim Focus, divulgada hoje (26) pelo Banco Central, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar o ano com alta de 7,65%. Há uma semana, a projeção para o índice estava em 7,46%, e há quatro semanas, em 6,86%. 

O Boletim Focus reúne a projeção de cerca de 100 instituições do mercado para os principais indicadores econômicos do país. É publicado semanalmente. Para 2023, o mercado mantém, também, a expectativa de alta da inflação. A projeção da variação do IPCA passou dos 3,91% projetados há uma semana, para 4%, conforme o boletim publicado hoje pela autoridade monetária. Há quatro semanas, a projeção estava em 3,80% para a inflação do próximo ano.

Alta também para a previsão inflacionária de 2024. De acordo com o mercado financeiro, a inflação ficará em 3,20%, ante os 3,16% projetados na semana passada. Há quatro semanas, a previsão era de que 2024 terá uma inflação de 3,20%. Para 2025, a projeção se mantém estável há 41 semanas, em 3%. 

(Fonte: Agência Brasil)

PIB

O Boletim Focus desta semana aumentou a projeção do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) de 0,56% (previsão há uma semana) para 0,65%. Há quatro semanas, a previsão era de um PIB de 0,50%.

Para 2023, a previsão é de crescimento de 1% no PIB. Há uma semana, o percentual estava em 1,12%; e há quatro semanas, em 1,30%. Já para 2024 e 2025, a previsão se manteve estável em 2%.

(Fonte: Agência Brasil)

Taxa de Juros e Câmbio

O mercado financeiro prevê aumento da taxa básica de juros, a Selic, para 2022. Há quatro semanas, a previsão era de 13%, passando para 13,05% ao ano, há uma semana. No boletim divulgado hoje, a previsão é de que a taxa feche o ano em 13,25% ao ano.

Para 2023, a expectativa se mantém estável em 9% ao ano. Também há previsão de estabilidade da taxa em 2024 (7,50% ao ano) e em 2025 (7% ao ano). 

A estimativa para a cotação do dólar apresentou queda pela quinta semana consecutiva, com a previsão que feche 2022 a R$ 5, ante aos R$ 5,10 previstos há uma semana e aos R $5,25 previstos há quatro semanas.

De acordo com o Focus, o dólar fechará 2023 cotado a R$ 5. Há uma semana, a previsão era de que a moeda norte-americana fecharia o ano com uma cotação de R$ 5,15. Há quatro semanas, a expectativa era de que a moeda apresentaria a cotação de R$ 5,20. 

Há expectativa de queda também para os anos de 2024 e 2025. A projeção para 2024 é que a moeda feche o ano em R$ 5,05. Há uma semana, o mercado trabalhava com a expectativa de que o dólar fechasse 2024 custando R$ 5,15; e há quatro semanas, a cotação projetada estava em R$ 5,20.

Para 2025, a expectativa, estável há quatro semanas em R$ 5,20, caiu para R$ 5,10, segundo o boletim mais recente.

(Fonte: Agência Brasil)

Mercado Brasileiro

O Ibovespa futuro opera em alta nos primeiros negócios desta quarta-feira (27), acompanhando o movimento de recuperação no exterior. Assim, a Bolsa brasileira pode interromper hoje uma sequência de sete sessões consecutivas em baixa, ainda que o noticiário não seja tão positivo, principalmente o externo.

Por aqui, a prévia da inflação de abril acelerou para 1,73%, maior para o mês desde 1995. Ainda assim, o IPCA-15 veio abaixo das expectativas (o consenso Refinitiv projetava uma alta mensal de 1,85% e anual de 12,16%).

A sessão desta terça-feira (26) voltou a ser de forte alta para o dólar, que foi se acelerando ao longo do dia, batendo nos R$ 5. O avanço diminuiu após o Banco Central anunciar intervenção no mercado no meio da sessão através de leilão de swap cambial (equivalente a uma operação de venda futura de dólares) para conter a alta da moeda. Contudo, a divisa americana ainda fechou perto desse patamar, fechando em alta de 2,36%, a R$ 4,99 na compra e R$ 4,991 na venda, no maior valor desde 18 de março (quando fechou a R$ 5,0157).

Na véspera, o dólar já tinha voltado a registrar firme alta contra o real, fechando a última segunda-feira no maior patamar em mais de um mês, mais precisamente desde 22 de março de 2022.

Ontem, o mercado até começou o dia vendendo dólares – na mínima, tocada ainda na primeira hora de negócios, a cotação caiu 0,17%, a R$ 4,7985. Mas começou a ganhar tração no exterior de forma com a deterioração dos mercados na Europa e à queda das matérias-primas por temores relacionados à economia chinesa e a um banco central nos EUA mais agressivo na política monetária.

Durante a tarde de segunda, a recuperação de Wall Street – onde os três principais índices fecharam em alta depois de quedas de até 1,66% – acalmou o nervosismo dos compradores de dólares, e a moeda se afastou das máximas sem necessidade de nova intervenção do Banco Central no mercado de câmbio.

O Citi destaca que tanto a queda dos preços das commodities quanto as revisões para baixo no crescimento da China em meio às sinalizações de lockdowns mais fortes fizeram com que o real registrasse um forte movimento de queda, assim como os sinais de aperto monetário e a tensão entre o Judiciário e o Executivo no Brasil.

Enquanto os especialistas do banco não esperam que os preços das commodities caiam indefinidamente, a queda no curto prazo pode fazer com que o real chegue entre R$ 5,12 e R$ 5,20. Alguma força do real pode vir de uma aceleração do IPCA-15 divulgado pelo IBGE na quarta-feira, caso venha acima do esperado e aumente a expectativa de uma alta mais prolongada da Selic (atraindo mais capital para o Brasil e levando a uma fraqueza do dólar), mas o Citi nota que o Banco Central é um dos poucos bancos centrais que está perto de se aproximar do fim do ciclo de aperto de juros.

No médio prazo, a eleição deve pesar no real e nos ativos locais, avaliam. Assim, os fundamentos e os indicadores técnicos aumentam “o conforto” em possíveis posições compradas em dólar, com os analistas vendo a próxima resistência em R$ 4,96.

(Fonte: InfoMoney)

No mercado local, alguns pontos merecem destaques:

  • Com pacote de crédito, governo quer destravar R$ 87 bi em empréstimos. Governo lançou ontem um pacote de medidas para renovar em R$ 87 bilhões as linhas de empréstimos para Microempreendedores Individuais (MEIs), micro, pequenas e médias empresas, além de habitação popular. A expectativa do Ministério da Economia é que em 45 dias a 60 dias as linhas já poderão ser oferecidas pelos bancos. (Estadão)
  • Poupança tem recorde de saques em março, diz BC. Saques da caderneta bateram recorde em março e superaram os depósitos em R$ 15,356 bilhões. Para especialistas, tal saída pode ser fruto de migração para outras modalidades de renda fixa, mais atraentes dada a elevação da taxa Selic. Há ainda a hipótese de que o brasileiro utiliza esses recursos para consumir após a reabertura da economia, em lazer e serviços, ou mesmo para pagar dívidas ou compor o orçamento dada a escalada recente da inflação. (Valor)
  • Governo atua para manter Auxílio Brasil em R$ 400 e evitar violação da lei eleitoral. Integrantes do governo e aliados no Congresso atuam para barrar a tentativa da oposição de elevar o valor mínimo do Auxílio Brasil, hoje em R$ 400. A justificativa de aliados do governo é que qualquer R$ 1 a mais no valor inviabilizaria a sanção da lei pelo presidente. Do contrário, sua candidatura ao Planalto ficaria sob risco, já que a lei eleitoral proíbe a ampliação desse tipo de benefício no ano de realização do pleito. (Folha)
  • ONS prevê alta em todos os reservatórios brasileiros até o fim de abril. Após uma ligeira queda em março, o armazenamento do subsistema Sudeste/Centro-Oeste se recuperou e deve chegar em 67,3% até o fim de abril. Na última previsão, a expectativa era que a região, responsável por grande parte da geração de energia do Brasil, fechasse o mês com um volume máximo de 66%. (CNN Brasil)
  • Nos EUA, Campos Neto reforça intenção de voltar a elevar a Selic em 1 pp em maio. Conforme já adiantou em outros documentos oficiais do BC, o presidente da instituição explicou que o Comitê julga que a decisão de continuar a aumentar a Selic “reflete a incerteza em torno de seus cenários de inflação prospectiva, variação acima do normal no balanço de riscos e é consistente com a convergência da inflação para sua meta em todo o horizonte relevante da política monetária, que inclui 2022 e, principalmente, 2023”. (Isto é dinheiro)

LEIA TAMBÉM:

Tudo sobre a DUE – Documento único de exportação

Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior 2021 – Quem deve declarar?

Censo de Capitais Estrangeiros no Brasil 2021 – Conheça as obrigações!

Cenário externo

Os índices futuros dos EUA e bolsas da Europa operam em alta, enquanto os mercados asiáticos fecharam mistos na manhã desta quarta-feira (27), com temores persistindo sobre as perspectivas de crescimento global, desafios de Covid na China e Rússia cortando o fornecimento de gás para a Polônia.

A Rússia cortou o fornecimento para a Polônia e a Bulgária, cumprindo a ameaça de interromper os fluxos para nações que se recusam a pagar o combustível em rublos. A medida também coincide com um aumento acentuado nas tensões entre os aliados ocidentais e a Rússia, à medida que a guerra na Ucrânia continua no terceiro mês.

A questão energética, juntamente com a decepção com os lucros de empresas como Alphabet Inc. e Texas Instruments, semeou mais dúvidas sobre as perspectivas para os mercados. Por outro lado, as ações da Microsoft subiram no after market após um resultado acima do esperado.

Na frente econômica, investidores americanos estarão atentos aos dados mais recentes sobre pedidos semanais de hipotecas, comércio internacional e vendas pendentes de imóveis.

O banco central da China disse na terça-feira que intensificará o apoio prudente da política monetária à sua economia, enquanto Pequim corre para acabar com um surto nascente de COVID-19 na capital e evitar o mesmo bloqueio debilitante em toda a cidade que envolveu Xangai por um mês.

Os mercados asiáticos fecharam mistos, com as ações da China continental se recuperando após dias de perdas.https://38a40f0fbc252a2907d6e6b85e679395.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

O Shanghai Composite ganhou 2,49%, fechando em 2.958,28, enquanto o Shenzhen Component subiu 4,372%, para 10.652,90.

Os lucros industriais da China subiram 8,5% ano a ano no período de janeiro a março, mostraram dados oficiais na quarta-feira.

Ainda em destaque, o presidente chinês, Xi Jinping, pediu na terça-feira um esforço “total” para infraestrutura. Os projetos propostos variam de hidrovias e ferrovias a instalações para computação em nuvem.

Isso porque, à medida que os controles da Covid reduzem o crescimento, a China planeja impulsionar sua economia com mais investimentos. Xi falou em uma reunião do Comitê Central para Assuntos Financeiros e Econômicos, um grupo que o líder lidera.

“A reunião nos sugere que os formuladores de políticas chineses estão cada vez mais cientes dos fortes ventos contrários ao crescimento das restrições da Covid e da desaceleração contínua do setor imobiliário e, portanto, estão mais determinados a aumentar as medidas de flexibilização das políticas”, disseram analistas da equipe do Goldman Sachs.

(Fonte: InfoMoney)

No mercado internacional, outros pontos que merecem destaques:

  • Trabalhadores nos EUA estão mudando de emprego, ganhando grandes aumentos e mantendo a inflação em alta. Os trabalhadores que mudam de emprego estão em sua maioria colhendo aumentos salariais de dois dígitos, de acordo com uma nova pesquisa, em um fenômeno que está sinalizando grande poder de barganha para os trabalhadores e ameaça manter a inflação alta. (WSJ)
  • Japão e EUA provavelmente discutiram intervenção conjunta de compra de ienes. O Japão e os Estados Unidos provavelmente discutiram a ideia de uma intervenção cambial coordenada para conter mais quedas do iene durante uma reunião bilateral de seus ministros das finanças, informou a emissora de televisão japonesa TBS. (Reuters)
  • Moscou cita risco de guerra nuclear e ocidente promete mais armas para a Ucrânia. A Rússia acusou a Otan de se envolver muito diretamente no conflito, criando assim um sério risco de guerra nuclear, enquanto Washington convocou seus aliados na terça-feira em uma base aérea alemã para prometer as armas pesadas que a Ucrânia precisa para alcançar a vitória. (Reuters)
  • Moscou cita risco de guerra nuclear e ocidente promete mais armas para a Ucrânia. A Rússia acusou a Otan de se envolver muito diretamente no conflito, criando assim um sério risco de guerra nuclear, enquanto Washington convocou seus aliados na terça-feira em uma base aérea alemã para prometer as armas pesadas que a Ucrânia precisa para alcançar a vitória. (Bloomberg)
  • Alemanha acelera dissociação do petróleo russo. A Alemanha se moveu em várias frentes ontem – principalmente no envio de armamento pesado para a Ucrânia – após semanas resistindo aos apelos de Kiev. Mas Berlim também indicou que poderia muito em breve tolerar um embargo de petróleo da UE à Rússia, algo que estava fora de questão apenas algumas semanas atrás. (Ft)
  • JUROS MAIS ALTOS: o Banco Central americano já sinalizou que irá adotar um ritmo mais agressivo de altas de taxas para combater a inflação.
    O BURACO NA INFLAÇÃO É MAIS EM BAIXO: Como disse nosso estrategista global Alberto Bernal em seu último relatório, “continuamos a pensar que o problema inflacionário atual que afeta a economia mundial é principalmente em função de questões relacionadas à oferta”. Em outras palavras, subir juros não vai resolver no curto prazo o problema de contêiners parados na China e nem a falta de chips/semicondutores no mundo.
    +JUROS – ESTÍMULOS : nunca antes o Banco Central americano fez esse movimento concomitante de subir juros e retirar estímulos econômicos. O resultado disso a gente ainda não sabe. (XP)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

O VIX trabalhou nessa semana na média de 22,95 contra 22,86 da semana anterior.

VIX Index - Indice VIX de volatilidade - medida de aversão a risco - Meu Câmbio - 25-04-2022
Gráfico do Índice de volatilidade do S&P 500 (VIX).

Perspectivas

A previsão do dólar para fim de março 2022

As expectativas dos 105 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 4,50 (-)
  • Valor médio esperado: R$ 4,759 (-)
  • Valor máximo esperado: R$ 5,473 (-)
Expectativa de cotação do dólar para 2022 segundo relatório focus do BCB em 25-04-2022
Expectativa do dólar comercial para Mar-22, Abr-22 e Mai-22 segundo Boletim Focus BCB.

Previsão para PIB

As expectativas dos 84 economistas consultados pelo Banco Central são:

Expectativa do PIB para 2022, 2023 e 2024 segundo relatório focus do BCB em 22-04-2022
Expectativa do PIB para 2022, 2023 e 2024 segundo Boletim Focus BCB.

Previsão para IPCA

As expectativas dos 130 economistas consultados pelo Banco Central com atualizações nos últimos 5 dias são:

Expectativa do PIB para 2022, 2023 e 2024 segundo Boletim Focus BCB.

Saiba tudo sobre o câmbio de importação?

MERCADO

Dólar americano:

No fechamento de 25/04, o dólar comercial operava em alta de 1,47% cotado a 4,8755.

Dólar / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
25/abr/221,47%4,8755
Uma semana3,98%4,6963
No mês-14,37%5,5759
No ano-14,37%5,5759
12 meses-10,41%5,4207

Euro comercial:

No fechamento de 25/04, o euro operava em alta de 0,71%, cotado a R$ 5,2240.

Euro / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
25/abr/220,71%5,2240
Uma semana2,35%5,0840
No mês-19,08%6,3140
No ano-19,08%6,3140
12 meses-20,96%6,5860

Utilize gratuitamente nossa plataforma para controle dos contratos de câmbio de importação, exportação ou financeiros. Clique aqui e confira!

Agenda da Semana

DataHorárioMoedaEventoPrevisão AtualÚltimo dado
SunApr 24All DayEURFrench Presidential Election  
MonApr 254:00amEURGerman ifo Business Climate88.390.8
TueApr 268:30amUSDCore Durable Goods Orders m/m0.5%-0.5%
  USDDurable Goods Orders m/m1.0%-2.1%
 10:00amUSDCB Consumer Confidence108.5107.6
WedApr 27 12:00pmEURECB President Lagarde Speaks  
ThuApr 288:30amUSDAdvance GDP q/q1.1%6.9%
  USDAdvance GDP Price Index q/q7.2%7.1%
  USDUnemployment Claims178K184K
FriApr 295:00amEURCPI Flash Estimate y/y7.5%7.4%
 8:30amUSDCore PCE Price Index m/m0.3%0.4%
 10:00amUSDRevised UoM Consumer Sentiment65.865.7

RELACIONADOS


#CaféComCâmbio – 01/07/22

As principais notícias que afetam o dólar comercial nesta sexta-feira 01/07/2022 MERCADO AGORA (09h36) Dólar comercial: R$ 5,2959 +1,17% Euro comercial: R$ 5,5190 +0,63% Libr […] LEIA MAIS


#CaféComCâmbio – 30/06/22

As principais notícias que afetam o dólar comercial nesta quarta-feira 30/06/2022 MERCADO AGORA (10h05) Dólar comercial: R$ 5,2525 +1,15% Euro comercial: R$ 5,4660 +0,79% Lib […] LEIA MAIS

Recentes


#CaféComCâmbio – 01/07/22

As principais notícias que afetam o dólar comercial nesta sexta-feira 01/07/2022 MERCADO AGORA (09h36) Dólar comercial: R$ 5,2959 +1,17% Euro comercial: R$ 5,5190 +0,63% Libr […] LEIA MAIS


#CaféComCâmbio – 30/06/22

As principais notícias que afetam o dólar comercial nesta quarta-feira 30/06/2022 MERCADO AGORA (10h05) Dólar comercial: R$ 5,2525 +1,15% Euro comercial: R$ 5,4660 +0,79% Lib […] LEIA MAIS