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Análise Econômica Semanal Meu Câmbio – 01/12/2020

01 de dezembro , 2020 | em #MeuCâmbio |

Acompanhe semanalmente a evolução do preço do dólar, euro e saiba tudo que pode influenciar o preço das moedas. Com a Meu Câmbio você tem acesso a toda a informação que precisa para escolher a melhor hora de realizar suas operações cambiais.

Cenário interno

  • Em meio às incertezas sobre os impactos da pandemia de coronavírus no país e no mundo, o mercado brasileiro melhorou a expectativa em relação a uma contração do PIB (Produto Interno Bruto) em 2020, em comparação à semana anterior, segundo os dados do Relatório Focus divulgado dia 27/11 pelo Bacen. Seguem principais dados das medianas de mercado para 2020:
    • PIB: Queda de 4,50%
    • IPCA: 3,54%
    • Câmbio: R$/US$ 5,36
    • Selic: 2,00%

• A Bolsa brasileira nunca viu tanto dinheiro estrangeiro como neste mês de novembro. O otimismo global provocado pela eleição de Joe Biden nos Estados Unidos e, principalmente, as boas notícias relacionadas ao avanço das vacinas contra a covid-19 levaram os investidores de fora a colocarem na B3, neste mês, R$ 30 bilhões, o maior valor desde 1995, quando esse dado começou a ser computado. O índice Ibovespa chegou ontem a uma alta de 18% no mês, um dos maiores crescimentos entre as principais Bolsas mundiais. Nem a segunda onda da covid-19 e o retorno de países da Europa aos lockdowns reduziu o otimismo dos investidores. A leitura dos estrategistas tem sido a de que a vacina torna possível olhar para um horizonte mais longo, de cerca de seis meses, em que se espera que ao menos uma das diferentes imunizações que já se mostraram eficazes tenha sido aplicada em larga escala. Por isso, essa alta nas Bolsas tem sido espalhada em todo o mundo: em novembro, o principal índice da Bolsa do México sobe 13%. Na Coreia do Sul, o ganho é de 16%. Nos Estados Unidos, o S&P 500, da Bolsa de Nova York, avança 11,3%. (Fonte: InfoMoney)
• O Tesouro Nacional revisou a sua projeção para a dívida bruta e agora vê o indicador encerrando o ano em 94,4% do Produto Interno Bruto (PIB). Antes, a previsão era fechar 2020 em 96,0% do PIB, mas uma queda menos intensa da atividade econômica e um rombo menor das contas anunciados pelo governo devem amenizar o resultado do endividamento neste ano. Ainda assim, o patamar da dívida bruta estará bem maior do que em 2019, quando fechou em 75,8%. Além disso, o nível continua colocando o Brasil próximo a países com classificação de alto risco nas escalas de agências de rating. Um deles é a Argentina, cuja dívida está na casa dos 98,7% do PIB. (Fonte: Isto É Dinheiro)
• O setor público consolidado registrou superávit primário de R$3,0 bilhões em outubro. No Governo Central houve déficit de R$3,2 bilhões, e nos governos regionais e nas empresas estatais, superávits, na ordem, de R$5,2 bilhões e de R$998 milhões. No ano, até outubro, o déficit primário acumulado do setor público consolidado atingiu R$633,0 bilhões, ante déficit de R$33,0 bilhões no mesmo período de 2019. No acumulado em doze meses, o déficit primário atingiu R$661,8 bilhões (9,13% do PIB). A DLSP (Dívida Líquida do Setor Público) alcançou R$4.435,6 bilhões (61,2% do PIB) em outubro, reduzindo-se de 0,2 p.p. do PIB em relação ao mês anterior. Esse resultado refletiu, sobretudo, os impactos da desvalorização cambial de 2,3% (redução de 0,5 p.p.), do efeito da variação do PIB nominal (redução de 0,2 p.p.) e dos juros nominais apropriados (aumento de 0,5 p.p.). No ano, a relação DLSP/PIB elevou-se 5,5 p.p., evolução decorrente, em especial, do déficit primário acumulado (aumento de 8,7 p.p.), dos juros nominais apropriados (aumento de 4,0 p.p.), do efeito da desvalorização cambial acumulada de 43,2% (redução de 6,5 p.p.), e do ajuste da paridade da cesta de moedas da dívida externa líquida (redução de 0,7 p.p.). (Fonte: Bacen)
• O secretário especial da Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Junior, disse nesta terça-feira que o governo federal já utilizou R$ 27,5 bilhões das receitas federais e R$ 587,6 bilhões em aumento de despesas como forma de combater a pandemia da covid-19 no país. No total, foram gastos R$ 615,1 bilhões pela União que representaram 8,6% do Produto Interno Bruto (PIB).
• Em um ano marcado pela pandemia, as vendas online bateram recorde na Black Friday. O faturamento do e-commerce somou R$ 4,02 bilhões, considerando quinta e sextafeira (27), um aumento de 25,1% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo levantamento feito pela Ebit/Nielsen. Ao todo foram mais de seis milhões de pedidos gerados, crescimento de 15,5%. A percepção foi de que o “esquenta da Black Friday”, vendas feitas antes da data oficial, foi uma estratégia que deu certo. Com as promoções durando mais tempo, as compras acabaram sendo realizadas ao longo de todo o mês de novembro. (Fonte: Estadão)
• O Senado aprovou a nova Lei de Falências para agilizar os processos de recuperação judicial no País. A proposta prevê novas regras para a renegociação de dívidas a fim de evitar que empresas fechem as portas e decretem falência. Como já foi aprovado pela Câmara, o texto segue agora para sanção do presidente Jair Bolsonaro. Uma nova lei é buscada há anos. A equipe econômica passou a apontar a proposta como prioritária para auxiliar na saída da crise causada pela covid19. O governo Temer chegou a enviar uma proposta em 2018, mas o texto não avançou e provocou polêmica entre as empresas. O projeto aprovado passou no plenário da Câmara em agosto, com um texto considerado como mais equilibrado. A recuperação judicial serve para evitar que uma empresa em dificuldade financeira feche as portas. É um processo pelo qual a companhia endividada consegue um prazo para continuar funcionando enquanto negocia com seus credores, sob mediação da Justiça. As dívidas ficam congeladas por 180 dias e a operação é mantida. O projeto aprovado pelos parlamentares estabelece ainda que esse prazo de 180 dias poderá ser prorrogado uma única vez “em caráter excepcional”.

Setor Externo:

  • • As transações correntes foram superavitárias em US$1,5 bilhão em outubro, ante déficit de US$8,1 bilhões em outubro de 2019. Este foi o terceiro mês seguido de superávit e o sexto superávit mensal desde abril. Seguindo a tendência dos meses anteriores, essa reversão ocorreu de forma disseminada, com aumento de US$3,0 bilhões no superávit da balança comercial de bens e reduções de US$4,5 bilhões e de US$2,0 bilhões nos déficits em renda primária e serviços, respectivamente. O déficit em transações correntes somou US$15,3 bilhões nos 12 meses encerrados em outubro, equivalentes a 1,04% do PIB. Este déficit foi inferior aos US$24,9 bilhões (1,64% do PIB) nos 12 meses terminados em setembro e o menor valor acumulado desde fevereiro de 2018, 0,97% do PIB. As exportações de bens totalizaram US$18,0 bilhões em outubro, recuo de 8,6% ante outubro de 2019. As importações de bens somaram US$13,1 bilhões, declínio de 26,3%. De janeiro a outubro de 2020 as exportações recuaram 7,8% e as importações, 15,1%. O superávit comercial somou US$41,5 bilhões, acima dos US$32,5 bilhões observados no mesmo período de 2019. O déficit da conta de serviços atingiu US$1,6 bilhão no mês, recuo de 55,2% ante outubro de 2019, US$3,7 bilhões. A conta de viagens internacionais continua a evidenciar os impactos da pandemia, com diminuição do déficit de US$1,0 bilhão, em outubro de 2019, para US$103 milhões, em outubro de 2020 (-90,2%) nas despesas líquidas. Destacou-se também, na mesma base comparativa, o recuo de US$745 milhões nas despesas líquidas de aluguel de equipamentos, de US$1,5 bilhão para US$789 milhões, e a redução de US$450 milhões nas despesas líquidas de transportes, de US$606 milhões para US$156 milhões. Em outubro, o déficit em renda primária somou US$1,9 bilhão, recuo de 70,6% em relação a outubro de 2019. As despesas líquidas de lucros e dividendos atingiram US$919 milhões, comparativamente a US$4,2 bilhões em outubro de 2019. Esse resultado decorreu da combinação do recuo nas despesas em US$2,8 bilhões, para US$2,2 bilhões, e do aumento nas receitas em US$520 milhões, para US$1,4 bilhão. Os gastos líquidos com juros somaram US$948 milhões, redução de 56,0% na comparação interanual, com queda de receita e de despesa. De janeiro a outubro de 2020 o déficit em renda primária totalizou US$34,1 bilhões, 27,9% inferiores aos US$47,3 bilhões no mesmo período em 2019. No mês, os ingressos líquidos em investimentos diretos no país (IDP) somaram US$1,8 bilhão, ante US$8,2 bilhões em outubro de 2019. O resultado de outubro de 2020 foi composto por entradas líquidas de US$2,8 bilhões em participação no capital e saídas líquidas de US$1,0 bilhão em operações intercompanhia. Nos doze meses encerrados em outubro de 2020 o IDP totalizou US$43,5 bilhões, correspondendo a 2,94% do PIB, em comparação a US$49,9 bilhões (3,29% do PIB) acumulados em 12 meses no mês anterior. Em outubro, ocorreram ingressos líquidos de US$5,5 bilhões em instrumentos de portfólio negociados no mercado doméstico, resultado de ingressos líquidos de US$2,8 bilhões em ações e fundos de investimento e de US$2,7 bilhões em títulos de dívida. Nos dez primeiros meses do ano houve saídas líquidas de US$21,6 bilhões, comparativamente a saídas de US$872 milhões entre janeiro e outubro de 2019. Nos doze meses encerrados em outubro a saída líquida de investimentos em portfólio no mercado doméstico somou US$27,4 bilhões. (Fonte: Bacen)

Emprego:

  • O desemprego no Brasil saltou para uma nova taxa recorde de 14,6% no trimestre encerrado em setembro, afetando 14,1 milhões de pessoas, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice de 14,6% corresponde a um aumento de 1,3 ponto percentual em relação ao 2º trimestre (13,3%), e de 2,8 pontos percentuais frente ao mesmo intervalo do ano passado (11,8%). “Essa é a maior taxa registrada na série histórica do IBGE, iniciada em 2012, e corresponde a 14,1 milhões de pessoas. Ou seja, mais 1,3 milhão de desempregados entraram na fila em busca de um trabalho no país”, informou o IBGE.
  • O resultado do 3º trimestre ficou ligeiramente abaixo do estimado em pesquisa da Reuters junto a especialistas, de 14,9%. O desemprego vem renovando recordes desde julho no país, à medida em que os trabalhadores que perderam sua ocupação na pandemia começam a buscar um emprego após o relaxamento das medidas de restrição. (Fonte: G1)
  • Pelo quarto mês consecutivo, o saldo de geração de empregos ficou positivo. Foram criadas 394.989 vagas com carteira assinada em outubro, resultado de 1.548.628 admissões e de 1.153.639 desligamentos. O resultado recorde na série histórica iniciada em 1992 está no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado hoje (26) pelo Ministério da Economia. O estoque, que é a quantidade total de vínculos ativos, em outubro chegou a 38.638.484, variação de 1,03% em relação ao mês anterior. No acumulado do ano, o saldo é negativo em 171.139, decorrentes de 12.231.462 admissões e de 12.402.601 desligamentos. (Fonte: InfoMoney)

Inflação:

• O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel do país, teve inflação de 3,28% em novembro deste ano. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o percentual é maior que o de outubro, de 3,23%. Com o resultado, o IGP-M acumula inflação de 24,52% em 12 meses, índice seis vezes maior do que o acumulado em novembro de 2019. O índice vem sendo puxado pelo preço das commodities agropecuárias, como o milho, trigo e bovinos. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, teve inflação de 4,26%. O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, ficou em 0,72%. Já o Índice Nacional de Custo da Construção registrou variação de 1,29%. (Fonte: Agência Brasil – EBC)
• Apesar da pressão inflacionária deste fim de ano, o Banco Central (BC) acredita que a alta de preços é transitória e não vê as expectativas de inflação se descolando da meta no próximo ano. O presidente da autoridade monetária, Roberto Campos Neto, alertou, por sua vez, que as incertezas fiscais podem pressionar ainda mais os preços no Brasil. Para Campos Neto, a recente alta de preços é reflexo de três fatores que devem amenizar nos próximos meses: a pressão cambial que elevou o preço das commodities, mas tende a ceder porque “grande parte do reajuste já foi feito”; o efeito substituição, que tem feito as pessoas comerem mais em casa durante a pandemia, mas deve reduzir com a flexibilização do isolamento social; e o efeito do auxílio emergencial, que impulsionou a compra de itens da cesta básica e também deve diminuir “porque, com a volta da economia, não vamos precisar fazer uma transferência de renda da mesma forma”. O presidente do BC afirmou, contudo, que a questão fiscal pode afetar as expectativas de inflação de longo prazo se houver uma “percepção de descontrole fiscal”. “Tem dois processos de geração de expectativa de inflação. Você pode ter a inflação corrente muito alta e aí o mercado começa a entender que a inflação corrente não é passageira. E pode ter outro processo, que a gente já teve no Brasil, em que você entende que o fiscal está descontrolado e que a saída do fiscal lá na frente é um processo inflacionário”, afirmou. (Fonte: Correio Braziliense)

No cenário externo:

  • O dólar vem se desvalorizando contra as principais moedas globais medidos pelo índice DXY (Euro, Iene, Libra,Dólar Canadense, Coroa Sueca e Franco Suiço), principalmente após a eleição de Joe Biden como presidente dos EUA. Tal movimento acabou arrastando as moedas dos países emergentes, que tiveram forte valorização no último mês.
  • O principal negociador da União Europeia (UE) para um acordo pós-Brexit, o francês Michel Barnier, anunciou que retornará a Londres nesta sexta-feira (27/11) para prosseguir com as conversações e tentar superar as “significativas divergências que persistem”. Em uma mensagem no Twitter, Barnier, que finalizou uma quarentena preventiva por um caso de covid-19 em sua equipe, anunciou que viajará “a Londres durante a tarde para prosseguir as conversas” com o encarregado britânico das negociações, David Frost, e sua equipe. (Fonte: Estado de Minas)
  • O sentimento econômico na zona do euro caiu pela primeira vez em sete meses em novembro conforme uma segunda onda de Covid-19 afetou o continente, pressionando a confiança em todos os setores, particularmente aqueles mais afetados pelos lockdowns, como serviços e varejo. A pesquisa mensal da Comissão Europeia mostrou que o sentimento nos 19 países que usam o euro caiu a 87,6 pontos de 91,1 em outubro e expectativa do mercado de 86,5 pontos. A pesquisa é tipicamente realizada nas duas a três primeiras semanas do mês, o que significa que estão relacionadas ao humor após uma série de lockdowns terem sido anunciados, incluindo nas duas maiores economias da zona do euro, Alemanha e França. (Fonte: Money Times)
  • O economista-chefe do Banco Central Europeu (BCE) alertou nesta quinta-feira que a aceitação de “uma fase mais longa de inflação ainda mais baixa” prejudicaria o consumo e o investimento, além de fortalecer expectativas de um baixo crescimento dos preços no futuro. O BCE está preparando um novo pacote de estímulo para ajudar a amortecer o impacto da pandemia de coronavírus. Também está revendo a maneira como conduz suas operações, depois de não conseguir elevar a inflação a sua meta por quase uma década. Lane disse que simplesmente deixar o crescimento dos preços ficar abaixo da meta do BCE, de pouco menos de 2%, não é uma opção. (Fonte: Money Times)
  • Os pedidos iniciais por seguro-desemprego da semana passada nos EUA ficaram acima da previsão dos economistas do mercado e do número revisado da semana anterior, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (25) pelo Departamento de Trabalho, antecipados por conta do feriado do dia de Ação de Graças. Foram solicitados 778 mil benefícios, contra os 748 mil anteriores e os 730 mil pedidos esperados. Foi a segunda semana consecutiva de elevação de solicitações, expondo ainda mais a extensão da desaceleração da economia conforme o vírus Covid-19 devasta o país novamente. A semana passada foi o primeiro aumento nas reclamações iniciais em mais de um mês. O número de solicitações contínuas caiu, de 6,37 milhões para 6,071 milhões, levemente acima do previsto de 6,02 milhões. Já a segunda prévia do Produto Interno Bruto americano do terceiro trimestre mostrou um avanço de 33,1% na base sequencial, contra a expectativa de alta de 33,2%. (Fonte: Investing.com)
  • Donald Trump deu sinal verde nesta segunda-feira (23/11) para uma transição formal entre sua presidência e a do sucessor, o democrata Joe Biden. Trump afirmou no Twitter ter pedido à agência federal dos Estados Unidos responsável pela transição, a Administração dos Serviços Gerais (GSA, na sigla em inglês), que “faça o que precisa ser feito” no processo, ainda que tenha indicado que continuará contestando na Justiça o resultado da eleição realizada no início do mês. (Fonte: UOL)
  • Com a França ainda sob impacto do espancamento de um jovem negro pela polícia, milhares foram às ruas ontem protestar contra a chamada “lei de segurança global”, projeto aprovado pela Assembleia Nacional francesa na semana passada com objetivo de facilitar o combate ao terrorismo. A lei foi apresentada na esteira de uma série de ataques no país e ainda depende de aprovação no Senado. Críticos afirmam que ela limita a liberdade de expressão e impede a divulgação de imagens de policiais em ações violentas. (Fonte: Estadão)
  • A crise argentina vem causando atrito entre os governos conservador de Luis Alberto Lacalle Pou, do Uruguai, e o peronista de Alberto Fernández, da Argentina. A pandemia afetou as exportações argentinas e interrompeu o turismo, minguando os dólares. Aos problemas de caixa, Fernández reagiu com aperto fiscal e um projeto de taxar grandes fortunas, aprovado pelos deputados na semana passada. Do outro lado do Rio da Prata, Lacalle Pou acena com incentivos para atrair argentinos ricos. Ciente da crise no país vizinho, o presidente do Uruguai propôs, em junho, um projeto para facilitar o assentamento de estrangeiros ricos, de olho nos milionários argentinos que desejam mudar a sede das empresas para um ecossistema econômico mais confiável, com menos impostos e perto de casa. Aprovado pelo Congresso em agosto, o decreto de Lacalle Pou baixou o teto para os estrangeiros que quiserem se qualificar como residentes. Agora, eles precisam comprar um imóvel de no mínimo US$ 380 mil – antes era de US$ 1,7 milhão. Para empresários, o investimento inicial foi cortado de US$ 5,5 milhões para US$ 1,6 milhão. A isenção de parte dos impostos duplicou, de cinco para dez anos. Além disso, a obrigação de passar um tempo no país baixou de seis para dois meses. (Fonte: Estadão)
  • Mohsen Fakhrizadeh, principal cientista nuclear iraniano, foi executado ontem (27/11) em Absard, a 70 quilômetros de Teerã. O chanceler do Irã, Mohamed Javad Zarif, culpou Israel. Dois agentes de inteligência e um funcionário do governo americano confirmaram ao New York Times que os israelenses estão por trás do assassinato. Hossein Dehghan, assessor do aiatolá Ali Khamenei, prometeu retaliar. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

O VIX trabalhou nessa semana na média de 21,59 contra 23,16 da semana anterior.

A previsão do dólar para 2020

As expectativas dos 101 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 5,20
  • Valor médio esperado: R$ 5,41
  • Valor máximo esperado: R$ 5,80

Previsão para PIB

As expectativas dos 78 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 120 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano:

No fechamento de 30/11, o dólar comercial operava em alta de 0,39% % cotado a 5,3462

O Dólar Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 5,558 + IOF.

Dólar / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
30/nov/200,39%5,3462
Na semana-1,60%5,4330
No mês-6,83%5,7380
No ano33,26%4,0118

Euro:

No fechamento de 30/11, o euro operava em alta de 0,31%, cotado a R$ 6,387.

O Euro Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 6,643 + IOF.

Euro / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
30/nov/200,31%6,3870
Na semana-0,73%6,4340
No mês-4,41%6,6820
No ano42,12%4,4940

Principais eventos da semana:

DataHorárioMoedaEventoPrevisão AtualÚltima Previsão
WedDec 24:00amEURGerman Retail Sales m/m1.1%-2.2%
 5:00amEURSpanish Unemployment Change54.5K49.6K
 6:00amEURItalian Monthly Unemployment Rate9.9%9.6%
 7:00amEURPPI m/m0.4%0.3%
  EURUnemployment Rate8.4%8.3%
 10:15amUSDADP Non-Farm Employment Change415K365K
 11:00amUSDFOMC Member Quarles Speaks  
 12:00pmUSDFed Chair Powell Testifies  
 12:30pmUSDCrude Oil Inventories -0.8M
 3:00pmUSDFOMC Member Williams Speaks  
 4:00pmUSDBeige Book  
 10:45pmCNYCaixin Services PMI56.556.8
ThuDec 35:15amEURSpanish Services PMI36.541.4
 5:45amEURItalian Services PMI40.946.7
 5:50amEURFrench Final Services PMI49.149.1
 5:55amEURGerman Final Services PMI46.246.2
 6:00amEURFinal Services PMI41.341.3
 7:00amEURRetail Sales m/m0.6%-2.0%
 9:30amUSDChallenger Job Cuts y/y 60.4%
 10:30amUSDUnemployment Claims767K778K
 11:45amUSDFinal Services PMI57.557.7
 12:00pmUSDISM Services PMI56.056.6
 12:30pmUSDNatural Gas Storage -18B
FriDec 44:00amEURGerman Factory Orders m/m1.4%0.5%
 4:45amEURFrench Gov Budget Balance -161.6B
 6:00amEURItalian Retail Sales m/m0.2%-0.8%
 10:30amUSDAverage Hourly Earnings m/m0.1%0.1%
  USDNon-Farm Employment Change500K638K
  USDUnemployment Rate6.8%6.9%
  USDTrade Balance-64.7B-63.9B
 12:00pmUSDFOMC Member Bowman Speaks  
  USDFactory Orders m/m0.8%1.1%

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