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Análise Econômica Semanal Meu Câmbio – 12/01/2021

12 de janeiro , 2021 | em #MeuCâmbio |

Acompanhe semanalmente a evolução do preço do dólar, euro e saiba tudo que pode influenciar o preço das moedas. Tenha acesso a toda a informação relevante para realizar sua operação de câmbio.

Cenário interno

Economia

  • Boletim Focus para 2021
    • PIB: 3,41%
    • IPCA: 3,34%
    • Câmbio: R$/US$ 5,00
    • Selic: 3,25%
Boletim Focus - Previsão da cotação do dólar e dos principais indicadores de acordo com pesquisa do BCB de 08-01-2021 - Blog Meu Câmbio
Boletim do Banco Central do Brasil com a expectativa do dólar e dos principais indicadores econômicos.
  • O volume de transações pelo sistema de pagamentos Pix pode chegar a cerca de 36% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2024. Os dados são uma projeção da consultoria EY, divulgada pela coluna Painel S.A., do jornal Folha de S. Paulo. A análise é baseada no que ocorreu na Suécia, Austrália, Reino Unido e Índia, que já aderiram à modalidade. A projeção considerou cenários conservador, moderado e agressivo para a adesão do sistema no Brasil. As quantias previstas estão entre R$ 230 bilhões e R$ 620 bilhões para as transações nos primeiros dois anos de implementação. Nos três cenários, houve queda acentuada dos pagamentos com papel moeda e cheque no país. O estudo mostra ainda que o Brasil deve seguir a projeção mais agressiva e se equiparar à Austrália. Isso deve ocorrer pela disseminação mais acentuada do smartphone e de outras tecnologias em solo brasileiro. (Fonte: Isto é Dinheiro)
  • O Brasil voltou a ser destino do capital estrangeiro no final de 2020, com o aumento do otimismo global em torno da chegada da vacina contra a covid-19. A Bolsa brasileira recebeu uma injeção de quase R$ 56 bilhões apenas no último trimestre do ano, refletindo a busca dos investidores por mais rentabilidade e a troca de ativos das carteiras – diante da expectativa da chegada de um pós-pandemia. O movimento tende a prosseguir neste ano, afirmam analistas, mesmo com as recentes notícias de mutação do vírus e as novas medidas de lockdown pelo mundo, que podem alterar as atuais previsões de crescimento global. (Fonte: Estadão)
  • A venda de autoveículos teve uma queda de 26,2% no ano de 2020, ao serem licenciados 2.058.437 unidades. No mês de dezembro houve crescimento de 8,4% na comparação com o mês anterior. O último mês foi o melhor em vendas de autoveículos no ano (243.967 unidades), com média diária de 11,6 mil unidades. Na comparação com dezembro de 2019, houve queda de 7,1%, de acordo com dados divulgados hoje (8) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). A produção chegou a 209.296 unidades em dezembro, o que segundo a entidade, foi uma boa surpresa, apesar de todos os desafios logísticos, das limitações de insumos e dos protocolos sanitários. “A indústria fez um grande esforço para atender a demanda, trabalhando aos finais de semana e suspendendo parte das férias coletivas, mas entra em 2021 com os estoques mais baixos de sua história, suficientes apenas para 12 dias de vendas”, disse o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes. No acumulado do ano, houve queda de 31,6%, quando comparado às 2.944.988 unidades de 2019 com as 2.014.055 produzidas em 2020. “As quedas acentuadas, mas não tão drásticas como se projetava no início da pandemia. A grande injeção de recursos emergenciais na economia e a força do agronegócio ajudaram a amenizar as perdas do segundo trimestre, quando boa parte das fábricas e lojas permaneceram fechadas”. As exportações de 324.330 unidades no acumulado do ano foram as piores desde 2002, um retrocesso de quase duas décadas. O número foi 24,3% menor do que o registrado em 2019. Em valores, a receita de US$ 7,4 bilhões foi menos da metade do que se exportou em 2017 (US$ 15,9 bilhões). (Fonte: Agência Brasil – EBC)
  • A balança comercial brasileira registrou superávit de U$ 50,995 bilhões em 2020. O valor é superior ao saldo de 2019, quando a balança teve superávit de US$ 48,036 bilhões. O valor é o terceiro maior saldo desde o início da série histórica, iniciada em 1989. O maior saldo da série histórica foi o registrado em 2017 – US$ 66,989 bilhões –, seguido pelos US$ 58,033 bilhões registrados em 2018. No somatório do ano, as exportações atingiram US$ 209,921 bilhões e as importações, US$ 158,926 bilhões. Considerando a média diária, o Brasil exportou 6,1% a menos em 2020 na comparação com 2019, e registrou importações 9,7% menores no período. (Fonte: G1)
  • A retirada de dólares da economia brasileira superou o ingresso em US$ 27,923 bilhões em 2020, informou o Banco Central nesta quarta-feira (6). Foi a segunda maior retirada de recursos da economia brasileira, atrás apenas do resultado registrado em 2019, quando US$ 44,768 bilhões deixaram o país. Segundo analistas, resultado se deve ao movimento de investidores de procura por aplicações mais seguras em meio à pandemia, além de declarações de autoridades da área econômica, que estimularam a alta do dólar, e à remessas de recursos por brasileiros ao exterior para pagamento de dívidas (Fonte: G1)
Fluxo de entrada e saída de dólares no Brasil Anual, BCB - Blog Meu Câmbio
Fluxo de entrada e saída de dólares no Brasil dos últimos 38 anos, fonte BCB – Blog Meu Câmbio

Faça seus pagamentos internacionais com o leilão da Meu Câmbio.

  • Banco Mundial estima alta de 3% para PIB do Brasil em 2021. Para este ano, a estimativa da instituição multilateral é de crescimento de 3% na atividade econômica do Brasil e de 2,5% em 2022. Já em 2020, o País deve registrar queda de 4,5% no PIB de 2020, segundo as projeções do Banco Mundial – número bem distante do recuo de 8% previsto em junho. De acordo com a edição de janeiro do documento Perspectivas Econômicas Globais, o Banco Mundial espera que a recuperação do consumo privado e do investimento no segundo semestre de 2020 no Brasil continue no início deste ano, apoiados pela melhora da confiança e das condições de crédito benignas, o que ajudará a levar a um resultado positivo do PIB neste ano. “A recuperação deve ser desigual entre os setores: a indústria e a agricultura estão se expandindo mais rapidamente do que o setor de serviços, devido à persistente aversão ao risco entre os consumidores, afetando viagens, turismo e restaurantes, em particular”, apontou documento. O Banco Mundial destaca que o ritmo da recuperação nacional do PIB deverá diminuir no decorrer deste ano, em parte “devido à retirada dos estímulos monetários e fiscais”. (Fonte: Suno Notícias)
  • Se nada for feito para amparar os mais vulneráveis após o fim do auxílio emergencial, até 3,4 milhões de brasileiros podem cair na extrema pobreza – sobrevivendo com até US$ 1,90 por dia. Nesse cenário, o número total de pessoas nessa condição chegaria a 17,3 milhões em 2021, o pior patamar desde o início da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2012. “Pessoas perderam renda do trabalho na pandemia. Com o auxílio, essa queda foi compensada, mas, sem alternativa para 2021, podemos cair numa situação pior do que antes. É como se o Brasil tivesse feito ‘voo de galinha’ na redução da pobreza”, alerta o especialista em política social Vinícius Botelho. (Fonte: Estadão)
  • Para honrar dívidas bancárias de Estados e municípios, o Tesouro Nacional desembolsou R$ 13,3 bilhões em 2020, um valor quase 60% superior ao gasto em 2019. Os calotes ocorreram mesmo após projeto ter dado um fôlego de R$ 125 bilhões a governadores e prefeitos por causa da pandemia. Apesar do custo crescente, a União está impedida por decisões do STF de bloquear repasses federais a seis Estados. O Tesouro Nacional teve de desembolsar R$ 13,3 bilhões no ano passado para honrar dívidas bancárias não pagas por Estados e municípios. O valor foi quase 60% superior aos R$ 8,35 bilhões gastos em 2019 para cobrir o calote dos governos regionais. Desde 2016, essa conta para a União – e, por tabela, para todos os contribuintes do País – já chega a quase R$ 33 bilhões. (Fonte: Estadão)
  • Na virada do ano, o governo brasileiro deixou de honrar pagamentos com seis organismos multilaterais. A fatura que não foi paga alcançou R$ 2,459 bilhões (US$ 462,29 milhões), segundo levantamento obtido pelo ‘Estadão’ com o Ministério da Economia. Na lista do calote, além do Banco do Brics, estão o Banco de Desenvolvimento do Caribe, a Corporação Andina de Fomento (CAF), o BID Invest (braço do Banco Interamericano de Desenvolvimento), o Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata) e a Associação Internacional de Desenvolvimento (AID). Os compromissos com os organismos multilaterais não foram pagos porque faltou dotação orçamentária. A articulação do governo no Congresso não foi capaz de manter no Projeto de Lei 29 (PLN) a suplementação orçamentária para garantir os pagamentos. Na votação do PLN, a última do ano, o dinheiro foi remanejado para obras e emendas de parlamentares, de interesse dos aliados do governo. (Fonte: Estadão)

Cenário externo:

  • A rápida recuperação da China dos efeitos da pandemia reacendeu o contínuo debate sobre por quanto tempo o domínio de 50 anos do dólar nos mercados globais pode persistir. A dificuldade dos EUA de controlar o coronavírus e reativar a economia é um forte contraste com o país asiático, onde o crescimento foi retomado. Essa divergência — que levou o dólar ao pior desempenho desde 2017, enquanto o yuan avançou — deu força à investida da China contra a hegemonia do dólar, com a migração de investidores para ativos onshore, uso do renminbi para o comércio e até uma nova aparência como moeda de reserva. É fato que a perda de terreno do dólar como moeda de reserva mundial tem sido especulada e prevista há anos. Antes do yuan, o debate girava em torno do euro como sucessor do dólar. Nada, porém, conseguiu prejudicar as forças gêmeas que sustentam a supremacia do dólar: o papel dos EUA como motor de crescimento global e como primeira opção de refúgio para investidores durante crises. Mas, recentemente, o coronavírus começou a corroer ambos os pilares tradicionais da moeda americana. Agora, é o yuan que se beneficia da demanda por desempenho econômico superior e por ativos protegidos das consequências da pandemia, trazendo as perspectivas de longo prazo da moeda de volta ao foco. (Fonte: Exame)
  • Com a consolidação da onda azul nos EUA após a vitória dos democratas na Geórgia a duas cadeiras ao Senado, o banco suíço Julius atualizou a sua projeção para o crescimento do PIB americano em 2021 e 2022. De acordo com o economista-chefe do banco, David Kohl, a justificativa da revisão para melhor vem da perspectiva de mais gastos fiscais, inclusive de medidas adicionais do pacote recentemente aprovado no Congresso para dar ajuda financeira a famílias e empresas em dificuldades em meio à pandemia. “A maior parte dos gastos fiscais apoiará o consumo privado, com foco em cheques de estímulo no curto prazo e no apoio à habitação e educação a longo prazo. Revisamos nossa projeção de PIB de 2021 para [crescimento] de 5,1% e para 4,6% em 2022”, escreveu Kohl em nota. Na previsão anterior, o Julius Baer esperava expansão de 3,5% do PIB em 2021 e 3,1% em 2022, a taxas anualizadas. (Fonte: Valor Investe)
  • O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, prometeu nesta sexta-feira8) que lançará as bases de um novo plano de ajuda econômica a partir da próxima semana, antes de tomar posse em 20 de janeiro e em meio à crise do mercado de trabalho. Certo do controle do Congresso e com os fracos números do emprego divulgados nesta sexta-feira, Biden defendeu “fornecer apoio adicional às famílias dos trabalhadores e às empresas imediatamente. Agora”. (Fonte: Isto é Dinheiro)
  • O Banco Mundial prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) global deverá registrar expansão de 4% em 2021 e de 3,8% em 2022. Por sua vez, a economia global deverá registrar queda de 4,3% em 2020, resultado um pouco melhor do que a previsão de retração de 5,2% feita em junho. A instituição multilateral destaca que a atividade econômica global deve se firmar no médio prazo com a melhora gradual da confiança de famílias e empresários, o que levará ao aumento de consumo e de investimentos sobretudo com a vacinação internacional contra a covid-19. Por outro lado, adverte que há riscos para a retomada global, especialmente motivados pelo agravamento da disseminação do coronavírus e atrasos na aquisição e distribuição de imunizantes, bem como “estresse financeiro” gerado por alto nível de endividamento de países. “Mesmo que a recuperação prossiga conforme previsto no cenário-base, a produção global deverá permanecer 4,4 por cento abaixo das projeções pré-pandemia até 2022.” O Banco Mundial prevê que o PIB dos Estados Unidos deve ter registrado contração de 3,6% em 2020, mas deve exibir alta de 3,5% em 2021 e avanço de 3,3% em 2022. Segundo a instituição, a China deve ter apresentado crescimento de 2,0% no ano passado, que deverá atingir 7,9% em 2021 e 5,2% no próximo ano. A zona do euro, segundo o Banco Mundial, deve ter registrado retração de 7,4% em 2020 – as projeções são de alta de 3,6% neste ano e de 4,0% em 2022. No Japão, depois de ter contabilizado uma queda do PIB de 5,3% em 2020, a estimativa é de crescimento de 2,5% em 2021 e de 2,3% no próximo ano. (Fonte: Suno Notícias)
  • Um novo pedido de impeachment contra o presidente dos EUA, Donald Trump, por causa da invasão do Capitólio deve ser votado na terça ou quarta-feira na Câmara dos Deputados, afirmou James Clyburn, líder da maioria democrata. Congressistas de ambos os partidos têm condenado a retórica de Trump e pedido sua saída do cargo, mas os democratas não têm maioria no Senado para aprovar o impeachment a toque de caixa como planejam. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

VIX Index - Indice VIX de volatilidade - medida de aversão a risco - Meu Câmbio - 11-01-2021
Gráfico do Índice de volatilidade do S&P 500 (VIX).

O VIX trabalhou nessa semana na média de 24,26 contra 22,37 da semana anterior.

Perspectivas

Previsão do dólar para 2021

As expectativas dos 90 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 4,85
  • Valor médio esperado: R$ 5,17
  • Valor máximo esperado: R$ 5,60
Expectativa de cotação do dólar para 2021 segundo relatório focus do BCB em 08-01-2021
Expectativa da cotação do dólar comercial para Jan-21, Fev-21 e Mar-21 segundo Boletim Focus BCB.

Previsão para PIB

As expectativas dos 67 economistas consultados pelo Banco Central são:

Expectativa do PIB para 2021 segundo relatório focus do BCB em 08-01-2021
Expectativa do PIB para Jan-21, Fev-21 e Mar-21 segundo Boletim Focus BCB.

Previsão para IPCA

As expectativas dos 99 economistas consultados pelo Banco Central são:

Expectativa do IPCA para 2021 segundo relatório focus do BCB em 08-01-2021
Expectativa do IPCA para Jan-21, Fev-21 e Mar-21 segundo Boletim Focus BCB.

LEIA TAMBÉM:

Tudo sobre a DUE – Documento único de exportação

Como funciona o câmbio de importação?

Dólar americano:

No fechamento de 11/01, o dólar comercial operava em alta de 1,61% % cotado a 5,5036

O Dólar Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 5,7070 + IOF.

Dólar-hoje-turismo-meucambio-11-01-2021
Gráfico do dólar comercial dos últimos 30 dias.
Dólar / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
11/jan/211,61%5,5036
Na semana4,47%5,2681
No mês6,07%5,1887
No ano6,07%5,1887

Euro:

No fechamento de 11/01, o euro operava em alta de 1,15%, cotado a R$ 6,6910.

O Euro Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 6,9500 + IOF.

Euro-hoje-turismo-meucambio-11-01-2021
Gráfico do euro comercial dos últimos 30 dias.
Euro / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
11/jan/211,15%6,6910
Na semana3,69%6,4530
No mês4,92%6,3770
No ano4,92%6,3770
DataHorárioMoedaEventoPrevisão AtualÚltima Previsão
TueJan 128:00amUSDNFIB Small Business Index100.7101.4
 11:35amUSDFOMC Member Brainard Speaks  
 TentativeUSDIBD/TIPP Economic Optimism50.149.0
 12:00pmUSDJOLTS Job Openings6.50M6.65M
 3:01pmUSD10-y Bond Auction 0.95|2.3
WedJan 13TentativeCNYForeign Direct Investment ytd/y 6.3%
 4:00amEURGerman WPI m/m 0.1%
 6:00amEURECB President Lagarde Speaks  
  EURItalian Industrial Production m/m0.0%1.3%
 7:00amEURIndustrial Production m/m0.3%2.1%
 10:30amUSDCPI m/m0.4%0.2%
  USDCore CPI m/m0.2%0.2%
 12:30pmUSDCrude Oil Inventories -8.0M
 3:00pmUSDFOMC Member Brainard Speaks  
 3:01pmUSD30-y Bond Auction 1.67|2.5
 4:00pmUSDBeige Book  
  USDFederal Budget Balance -145.3B
 5:00pmUSDFOMC Member Clarida Speaks  
ThuJan 14TentativeCNYTrade Balance466B507B
 TentativeCNYUSD-Denominated Trade Balance72.0B75.4B
 TentativeCNYM2 Money Supply y/y10.7%10.7%
 TentativeCNYNew Loans1250B1430B
 9:30amEURECB Monetary Policy Meeting Accounts  
 10:30amUSDUnemployment Claims783K787K
  USDImport Prices m/m0.7%0.1%
 12:30pmUSDNatural Gas Storage -130B
 2:30pmUSDFed Chair Powell Speaks  
FriJan 154:45amEURFrench Final CPI m/m0.2%0.2%
 7:00amEURTrade Balance22.3B25.9B
 10:30amUSDCore Retail Sales m/m-0.1%-0.9%
  USDRetail Sales m/m0.0%-1.1%
  USDCore PPI m/m0.1%0.1%
  USDEmpire State Manufacturing Index5.74.9
  USDPPI m/m0.4%0.1%
 11:15amUSDCapacity Utilization Rate73.4%73.3%
  USDIndustrial Production m/m0.5%0.4%
 12:00pmUSDBusiness Inventories m/m0.5%0.7%
  USDPrelim UoM Consumer Sentiment79.580.7
  USDPrelim UoM Inflation Expectations 2.5%

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