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Análise Econômica Semanal Meu Câmbio – 15/12/2020

15 de dezembro , 2020 | em #MeuCâmbio |

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Cenário interno

Economia

  • Em meio às incertezas sobre os impactos da pandemia de coronavírus no país e no mundo, o mercado brasileiro piorou a expectativa em relação a uma contração do PIB (Produto Interno Bruto) em 2020, em comparação à semana anterior, segundo os dados do Relatório Focus divulgado dia 11/12 pelo Bacen. Seguem principais dados das medianas de mercado para 2020:
    • PIB: Queda de 4,41%
    • IPCA: 4,35%
    • Câmbio: R$/US$ 5,20
    • Selic: 2,00%
Boletim Focus - Previsão da cotação do dólar e dos principais indicadores de acordo com pesquisa do BCB de 11-12-2020 - Blog Meu Câmbio
Boletim do Banco Central do Brasil com a expectativa do dólar e dos principais indicadores econômicos.
  • O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado pelo mercado como uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), apresentou uma alta de 0,86% em outubro na comparação com setembro, informou a autarquia monetária nesta segunda-feira, 14. Essa é sexta alta consecutiva nesta linha comparativa do indicador do Banco Central. Apesar disso, a leitura de outubro ficou abaixo do esperado pelos economistas consultados pela Bloomberg, que projetavam um crescimento de 1,05% na base mensal. Enquanto isso, em relação a outubro de 2019, houve uma queda de 2,61% no IBC-Br. A estimativa para essa linha de comparação era de um recuo de 2%. No acumulado de 2020, o índice reporta baixa de 4,92%. Já em 12 meses, a prévia do PIB brasileiro recuou 3,93%. O dado de setembro foi revisado para alta e passa de 1,29% para 1,68%. (Fonte: TradeMap)
  • Além do varejo e da indústria, o setor de serviços também teve desempenho positivo em outubro. O volume de serviços prestados no País subiu 1,7% em relação a setembro, a quinta taxa positiva consecutiva, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos cinco meses de avanços, o segmento acumulou um ganho de 15,8%, mas ainda precisa crescer 6,5% para voltar ao nível de fevereiro, no pré pandemia. (Fonte: Estadão)
  • A inflação para as famílias de renda mais baixa, que são as com rendimento familiar mensal menor do que R$ 1.650,50, teve alta de 1% em novembro. Em outubro, tinha sido 0,98%. É o que mostra o Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda para o mês, divulgado hoje (11), no Rio de Janeiro, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).  Segundo a pesquisa, a única faixa de renda que registrou desaceleração inflacionária foi a das famílias de renda mais alta. Para elas, que têm rendimento domiciliar superior a R$ 16.509,66, a variação de preços caiu de 0,82% em outubro para 0,63% em novembro. Desde março deste ano o comportamento dos preços dos alimentos no domicílio provoca pressão na inflação das classes mais pobres. O grupo alimentos e bebidas foi responsável, sozinho, por 75% da inflação nessa classe de renda em novembro. Os destaques foram os aumentos no arroz (6,3%), batata (29,7%), frango (5,2%), óleo de soja (9,2%) e carnes (6,5%). Já no grupo transportes, a alta foi causada pelos reajustes dos transportes por aplicativo (7,7%), gasolina (1,6%) e etanol (9,2%), que impactaram, principalmente, as famílias mais ricas. (Fonte: Agência Brasil – EBC)
  • O ministro da Economia, Paulo Guedes, prometeu nesta sexta-feira, 11, que a equipe econômica irá “desinchar” o déficit primário para 2% a 3% do PIB em 2021. A pasta ainda não divulgou uma nova meta de déficit primário para 2021, como recomendou o Tribunal de Contas da União (TCU). O Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) mostrou mais cedo que o governo Jair Bolsonaro deve propor ao Congresso uma meta de déficit primário de R$ 232 bilhões para 2021.
     O valor da meta de 2021 foi definido em reunião na quinta-feira da Junta de Execução Orçamentária (JEO), colegiado que decide diretrizes relacionadas às contas públicas. Neste ano, o déficit deve ficar em R$ 844,6 bilhões, segundo projeções oficiais, por causa do aumento dos gastos relacionados à pandemia do novo coronavírus. “Mostraremos que somos país responsável, sem aumento permanente de gasto”, afirmou, em audiência na Comissão Mista do Congresso Nacional que acompanha a execução das medidas de enfrentamento à pandemia de covid-19. Guedes mais uma vez defendeu a desindexação dos gastos públicos para que o teto de gastos deixe de ser necessário no futuro. “Ou assumimos desafio de controlar orçamento, ou continuamos premidos por controle ‘extra vontade’ “, repetiu. (Fonte: Estado de Minas)
  • Paulo Guedes também disse que o país deve enviar sinal de compromisso com o ajuste fiscal antes do fim do ano por meio de medida relacionada à redução de subsídios, e avaliou que o dólar já fez overshooting após alcançar o patamar de 5,80 reais. Em participação transmitida nesta quarta-feira no evento “2020 Asia Summit”, do Milken Institute, Guedes acrescentou que agora os fluxos estão voltando ao país. Sem especificar, o ministro afirmou que antes de o ano acabar o governo deve enviar “forte sinal” de que está promovendo ajuste fiscal. “Depois de termos reduzido os gastos previdenciários, gastos com juros da dívida pública, com a folha de pagamento dos funcionários públicos, estamos enviando também um forte sinal de redução de subsídios”, disse. Ele reconheceu que houve grande inclinação da curva de juros em meio a questionamentos sobre como será o próximo ano após um gasto da União de cerca de 8% do Produto Interno Bruto (PIB) no enfrentamento à pandemia de coronavírus. Guedes ressaltou, contudo, que “de maneira alguma” o país irá transgredir o mecanismo do teto, que limita o crescimento das despesas públicas à inflação do ano anterior. Ele disse que o presidente Jair Bolsonaro reiterou essa mensagem recentemente, inclusive reafirmando que o auxílio emergencial irá acabar ao fim deste ano, o que ajudou no humor dos mercados. Quanto ao câmbio, o ministro avaliou que o cenário já mudou. “Estamos cientes que a taxa de câmbio já fez o overshooting, já foi para 5,80 (reais), e agora os fluxos –fluxos financeiros e fluxos de investimento– estão começando a vir”, disse. Sobre a volatilidade cambial, Guedes chamou a atenção para a existência de “duas ondas”, sendo a primeira relacionada à nova realidade dos juros básicos no Brasil, que fez com que 70 bilhões a 80 bilhões de dólares em “dinheiro de arbitragem” deixasse o país. Ele afirmou ainda que, com a chegada da pandemia, muitos previram quedas mais drásticas da economia brasileira, o que também aumentou a volatilidade. “A volatilidade será reduzida de agora em diante porque reformas fundamentais estão sendo implementadas agora. E o grande salto, de uma vez por todas, que foi essa mudança de uma moeda sobrevalorizada para uma mais realista, já aconteceu –é de uma vez por todas, já aconteceu, de 3 para 5 (reais)”, disse. Questionado sobre a oferta de hedge cambial para investimentos de longo prazo no país, Guedes disse acreditar que isso será provido pelo mercado privado, mas pontuou que o governo “estará lá para oferecer isso também”. (Fonte: Money Times)
  • Uma nova rodada de aumentos nos preços dos alimentos e dos combustíveis pesou no orçamento das famílias em novembro. A inflação oficial no País subiu 0,89%, maior resultado para o mês em cinco anos, segundo os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados na terça-feira, 8, pelo IBGE. O resultado superou até as estimativas mais pessimistas de analistas do mercado financeiro coletadas pelo Projeções Broadcast, que estimavam uma inflação mediana de 0,78%. A taxa acumulada em 12 meses subiu a 4,31% em novembro, superando o centro da meta de 4% perseguida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. (Fonte: InfoMoney)
  • O Banco Central manteve nesta quarta-feira a Selic na mínima histórica de 2% ao ano pela terceira vez consecutiva e destacou que, em função do quadro inflacionário, as condições para seu compromisso de não elevar os juros básicos podem em breve não estar mais satisfeitas. Apesar disso, o BC destacou que uma alta da Selic não seria um processo mecânico. No comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom), o BC destacou que desde a adoção do chamado forward guidance (orientação futura), em setembro, houve uma reversão da queda das expectativas de inflação em relação às metas para o horizonte relevante, que hoje inclui os anos de 2021 e 2022. Por meio do forward guidance, o BC havia se comprometido a não elevar a Selic desde que algumas premissas fossem mantidas: expectativas de inflação e projeções de inflação de seu cenário básico abaixo da meta para o horizonte relevante de política monetária, não alteração do regime fiscal e ancoragem das expectativas de inflação de longo prazo. No comunicado desta quarta-feira, o BC avaliou que essas condições seguem de pé, mas reconheceu que as expectativas de inflação permanecem abaixo da meta para o horizonte relevante, e não mais “significativamente abaixo”. “Além disso, ao longo dos próximos meses, o ano-calendário de 2021 perderá relevância em detrimento ao de 2022, que está com projeções e expectativas de inflação em torno da meta”, disse o BC. “A manutenção desse cenário de convergência da inflação sugere que, em breve, as condições para a manutenção do forward guidance podem não mais ser satisfeitas, o que não implica mecanicamente uma elevação da taxa de juros pois a conjuntura econômica continua a prescrever estímulo extraordinariamente elevado frente às incertezas quanto à evolução da atividade”, acrescentou. O BC apontou que, caso seja retirado o forward guidance, as decisões para a Selic seguirão “o receituário do regime de metas para a inflação, baseado na análise da inflação prospectiva e de seu balanço de riscos”. Na sua comunicação, o BC também abandonou a frase de que o espaço remanescente para baixar os juros, se houver, deve ser pequeno, ao mesmo tempo em que disse considerar adequado o atual nível “extraordinariamente elevado” de estímulo monetário que vem sendo produzido pela manutenção da taxa básica de juros em 2% ao ano, em conjunto com o forward guidance. Na reunião anterior do Copom, em outubro, o BC não havia feito avaliação sobre o atual nível de estímulo, limitando-se a dizer que o considerava adequado. (Fonte: Reuters)
  • Frutas, peixes, farinhas, óleos vegetais, mel, bebidas alcoólicas e couro estão na lista de 50 produtos com alto potencial para ampliação de vendas para o mercado britânico com a formalização da saída do Reino Unido da União Europeia. O estudo da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), ao qual o Estadão/broadcast teve acesso, será divulgado oficialmente aos exportadores na semana que vem. O levantamento tem como ponto de partida o anúncio feito em maio pelo governo britânico de que a partir de 2021 entrarão em vigor mudanças no regime tarifário de importações. Entre elas, estão reduções de tributos – alguns, inclusive, a zero – e simplificações sobre 563 produtos do agronegócio, quase metade de todo o comércio do setor do Reino Unido com o restante do mundo. No caso das vendas brasileiras para o país, 37% da pauta será beneficiada de alguma forma, tendo como base o comércio de 2019, e 15% dela foi classificada como os produtos com maiores oportunidades depois do Brexit, como é chamada a saída do país da UE. De acordo com a confederação, o montante que será beneficiado de alguma forma equivale a US$ 533 milhões das vendas brasileiras para o país no ano passado. Já os produtos listados como os que têm maior potencial para o comércio futuro entre os países representaram US$ 79,3 milhões das transações de 2019. (Fonte: Estadão)
  • Turbinadas pelo aumento nas concessões de crédito e pelo pagamento do auxílio emergencial, o volume vendido pelo comércio varejista alcançou novo nível recorde em outubro. As vendas cresceram 0,9% em relação a setembro, a sexta taxa positiva consecutiva, segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio, iniciada em janeiro de 2000 pelo IBGE. Passado o período mais agudo da crise provocada pela pandemia de covid-19, o varejo acumulou um avanço de 32,9% desde maio, informou o IBGE ontem 10. Foi o terceiro mês seguido em que as vendas vêm alçando níveis recordes. “Vemos que a economia está se recuperando em V, mas o dado não altera a preocupação e a incerteza no ano que vem quando os estímulos forem sendo retirados. A recuperação neste ano é em grande parte decorrente dos estímulos fiscais, de crédito e monetário que foram injetados na economia, que não vão poder ser mantidos nos níveis atuais no ano que vem”, avaliou o estrategista-chefe na América Latina do Banco Mizuho, Luciano Rostagno. O volume vendido já está 8,0% acima do patamar de fevereiro, no pré pandemia. O varejo ampliado, que inclui os setores de veículos e material de construção, cresceu 2,1% em outubro ante setembro e já está 4,9% acima do nível pré pandemia. (Fonte: Estadão)

Cenário externo:

  • A União Europeia e o Reino Unido concordaram neste domingo (13/12) em continuar as negociações em Bruxelas sobre seu futuro relacionamento pós-Brexit, em uma decisão que mantém viva a esperança de obtenção de um acordo para tentar evitar um “Brexit duro” em 1° de janeiro. “Apesar do esgotamento após quase um ano de negociações e apesar do fato de os prazos terem sido quebrados repetidamente, achamos que é a responsabilidade neste momento ir um pouco mais longe”, afirmou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, ao ler breve comunicado formulado em conjunto com o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson. “Por esta razão, demos aos nossos negociadores um mandato para continuar as negociações e ver se um acordo é possível, mesmo que já esteja em um estágio tão tardio”, acrescentou. Pouco antes, Johnson e Von der Leyen tiveram uma conversa telefônica, que classificaram como “construtiva e útil”. Na noite de quarta-feira, os dois dirigentes acordaram que as equipes manteriam um novo esforço em Bruxelas e que neste domingo haveria uma decisão firme sobre o destino do diálogo. (Fonte: Deutsche Welle)
  • Algumas coisas nunca mudam. O peso argentino deve fechar 2020 como a moeda de pior desempenho entre mercados emergentes pelo sexto ano consecutivo. Ou, para uma maior perspectiva, este seria o oitavo ano dos últimos nove em meio a uma inflação persistentemente alta. Esse é o resultado de uma década de reviravoltas e reversões de políticas que deixaram a economia outrora rica em ruínas. Além disso, não há fim previsto para a queda do peso argentino no mercado à vista, mesmo com a melhora do cenário para os mercados emergentes no próximo ano. Muitos analistas esperam que as autoridades acelerem a desvalorização diária controlada, pois as reservas internacionais atingiram o menor nível em quatro anos. “A questão é por quanto tempo a Argentina continuará a usar as reservas para atrasar o ajuste”, disse Sergi Lanau, vice-economista-chefe do Instituto de Finanças Internacionais. Um porta-voz do banco central não quis comentar sobre o desempenho do peso ou sobre os planos de política do banco para 2021. O peso acumula caiu 27,2%, para 82 em relação ao dólar desde dezembro e perderá cerca de 30% em todo ano se o banco central mantiver sua política de permitir uma depreciação de 0,1% a 0,2% ao dia. Isso se compara às quedas de 24,3% da lira turca e de 20,7% do real no acumulado deste ano. (Fonte: Exame.com)
  • Os maiores bancos de Wall Street preveem um início de ano difícil para a economia mundial abalada pelo coronavírus, mas apostam em recuperação com a chegada das vacinas e mais estímulos fiscais. Depois da recessão mais profunda desde a Grande Depressão, 2021 começará frágil, já que 2020 termina com aumento dos casos de coronavírus e novas rodadas de restrições. Os mais otimistas são os analistas do Morgan Stanley, que projetam uma expansão de 6,4% no próximo ano e mantêm a expectativa de recuperação em forma de V. Os economistas do Citigroup estão menos confiantes e preveem crescimento de 5%. Ambos resultados representariam drásticas melhoras em relação à queda de 4,4% prevista pelo Fundo Monetário Internacional para a economia global em 2020. O consenso é que, mesmo com uma recuperação, o emprego e a inflação continuarão sob pressão na maior parte do mundo, obrigando bancos centrais a manterem suas políticas de afrouxamento monetário ao longo do ano. (Fonte: InfoMoney)
  • O Banco Central Europeu afrouxou a política monetária mais uma vez nesta quinta-feira (10/12) para ajudar a economia da zona do euro a lidar com a segunda onda da pandemia de coronavírus, que deve levar o bloco a uma nova recessão neste trimestre.  O BCE aumentou o tamanho geral de seu Programa de Compras Emergenciais de Pandemia em 500 bilhões de euros, a 1,85 trilhão de euros, e prorrogou o esquema em 9 meses, até março de 2022, com o objetivo de manter os custos de empréstimo corporativo e do governo em mínimas recordes. “A incerteza permanece elevada, incluindo em relação à dinâmica da pandemia e momento da distribuição da vacina”, disse o BCE em comunicado. “Também continuaremos a monitorar os acontecimentos na taxa de câmbio com relação às possíveis implicações para o cenário de médio prazo da inflação. O banco também prorrogou o período em que os bancos terão uma taxa de desconto em suas Operações Direcionadas de Refinanciamento de Longo Prazo (TLTRO) em um ano, até junho de 2022. A ação não deve surpreender já que o BCE tem deixado claro há semanas que mais afrouxamento estava no caminho e que as compras de títulos junto com instrumentos de liquidez para bancos formariam a base de qualquer resposta. O banco ainda deixou inalteradas as taxas de juros em mínimas recordes, embora tenha mantido a antiga promessa de reduzi-las mais se necessário. A taxa de depósito do BCE está em -0,5%, enquanto a principal taxa de refinanciamento permanece em 0%. (Fonte: Época Negócios)
  • A economia da zona do euro cresceu a uma taxa inédita no terceiro trimestre do ano, se recuperando de uma contração recorde causada pela pandemia de Covid-19, à medida que os gastos do consumidor e as exportações aumentaram acentuadamente, disse à agência de estatísticas da União Europeia na terça-feira. A Eurostat disse que o Produto Interno Bruto do bloco de 19 países aumentou 12,5% no período de julho a setembro em relação ao segundo trimestre, o maior aumento desde que a agência começou a coletar dados em 1995. Essa foi uma leve revisão para baixo em relação à estimativa de 12,6% feita em novembro. Na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, o PIB teve queda de 4,3%, ligeiramente acima da estimativa anterior de queda de 4,4%. O crescimento no terceiro trimestre foi impulsionado pelo consumo doméstico e pelas exportações, mostraram dados da Eurostat, à medida que as lojas e fábricas reabriram após bloqueios. Os gastos do consumidor aumentaram 14,0% no terceiro trimestre em relação ao segundo, quando caíram 12,4%. As exportações aumentaram 17,1%, após queda de 18,9% em abril-junho. O Eurostat disse que o consumo das famílias contribuiu com 7,3 pontos percentuais para o crescimento da zona do euro e as exportações, com 7,6 pontos. Os gastos do governo contribuíram com 1,1 ponto. A maioria dos países mediterrâneos registrou aumentos do PIB acima da média do bloco, com França, Espanha e Itália liderando o pacote, após contrações recordes no trimestre anterior. O emprego na zona do euro aumentou 1,0% no terceiro trimestre, após uma queda de 3,0% no segundo, disse o Eurostat no mesmo comunicado. (Fonte: Money Times)
  • Israel e Marrocos concordaram ontem em normalizar as relações diplomáticas. O acordo foi mediado pelos EUA e envolve o reconhecimento americano da soberania marroquina sobre o território do Saara Ocidental. Marrocos se torna o quarto país árabe a estabelecer relações com Israel em quatro meses – desde que o presidente, Donald Trump, anunciou seu plano de paz para o Oriente Médio. O Saara Ocidental é uma ex-colônia espanhola disputada por marroquinos e separatistas da Frente Polisário, apoiados pela Argélia, que busca estabelecer um Estado independente. A região desértica de 266 mil quilômetros quadrados possui as maiores jazidas de fosfato do mundo e, se anexada, faria o território marroquino crescer cerca de 40%. Com o acordo de ontem, Marrocos se junta a Emirados Árabes, Bahrein e Sudão, países que firmaram acordos com Israel nos últimos quatro meses, impulsionados pelos esforços dos EUA. No total, são seis nações árabes que reconhecem o Estado israelense – Egito e Jordânia já haviam estabelecido relações diplomáticas nos anos 70. O anúncio foi feito ontem pelo rei Mohamed VI, após conversa por telefone com o presidente americano. Além de estabelecerá as relações diplomáticas “o quanto antes”, o governo marroquino também anunciou voos diretos entre os dois países. Trump, por sua vez, comunicou a abertura de um consulado americano na cidade de Dakhla, no Saara Ocidental, em apoio à soberania marroquina. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

VIX Index - Indice VIX de volatilidade - medida de aversão a risco - Meu Câmbio - 14-12-2020
Gráfico do Índice de volatilidade do S&P 500 (VIX).

O VIX trabalhou nessa semana na média de 22,02 contra 20,92 da semana anterior.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2020

As expectativas dos 110 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 5,00
  • Valor médio esperado: R$ 5,24
  • Valor máximo esperado: R$ 5,71
Expectativa de cotação do dólar para 2020 segundo relatório focus do BCB em 11-12-2020
Expectativa da cotação do dólar comercial para Dez-20, Jan-21 e Fev-21 segundo Boletim Focus BCB.

Previsão para PIB

As expectativas dos 78 economistas consultados pelo Banco Central são:

Expectativa do PIB para 2020 segundo relatório focus do BCB em 11-12-2020
Expectativa do PIB brasileiro para Dez-20, Jan-21 e Fev-21 segundo Boletim Focus BCB.

Previsão para IPCA

As expectativas dos 125 economistas consultados pelo Banco Central são:

Expectativa do IPCA para 2020 segundo relatório focus do BCB em 11-12-2020
Expectativa do IPCA para Dez-20, Jan-21 e Fev-21 segundo Boletim Focus BCB.

Dólar americano:

No fechamento de 14/12, o dólar comercial operava em alta de 1,52% % cotado a 5,1228

O Dólar Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 5,3130 + IOF.

Dólar-hoje-turismo-meucambio-14-12-2020
Gráfico do dólar comercial dos últimos 30 dias.
Dólar / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
14/dez/201,52%5,1228
Na semana0,05%5,1200
No mês-4,18%5,3462
No ano27,69%4,0118

Euro:

No fechamento de 14/12, o euro operava em alta de 1,77%, cotado a R$ 6,2220.

O Euro Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 6,4630 + IOF.

Euro-hoje-turismo-meucambio-14-12-2020
Gráfico do euro comercial dos últimos 30 dias.
Euro / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
14/dez/201,77%6,2220
Na semana0,27%6,2050
No mês-2,58%6,3870
No ano38,45%4,4940

AGENDA DA SEMANA

DataHorárioMoedaEventoPrevisão AtualÚltima Previsão
WedDec 1616th-18thCNYForeign Direct Investment ytd/y 6.4%
 5:15amEURFrench Flash Services PMI39.138.8
  EURFrench Flash Manufacturing PMI49.749.6
 5:30amEURGerman Flash Manufacturing PMI56.257.8
  EURGerman Flash Services PMI44.146.0
 6:00amEURFlash Manufacturing PMI53.053.8
  EURFlash Services PMI41.141.7
 7:00amEURTrade Balance22.1B24.0B
 All DayAllOPEC-JMMC Meetings  
 All DayEUREurogroup Meetings  
 10:30amUSDCore Retail Sales m/m0.2%0.2%
  USDRetail Sales m/m-0.2%0.3%
 11:45amUSDFlash Manufacturing PMI55.956.7
  USDFlash Services PMI55.758.4
 12:00pmUSDBusiness Inventories m/m0.6%0.7%
  USDNAHB Housing Market Index8890
 12:30pmUSDCrude Oil Inventories 15.2M
 4:00pmUSDFOMC Economic Projections  
  USDFOMC Statement  
  USDFederal Funds Rate<0.25%<0.25%
 4:30pmUSDFOMC Press Conference  
ThuDec 177:00amEURFinal CPI y/y-0.3%-0.3%
  EURFinal Core CPI y/y0.2%0.2%
 10:30amUSDPhilly Fed Manufacturing Index20.126.3
  USDUnemployment Claims780K853K
  USDBuilding Permits1.55M1.54M
  USDHousing Starts1.53M1.53M
 12:30pmUSDNatural Gas Storage  
FriDec 184:00amEURGerman PPI m/m0.1%0.1%
 6:00amEURGerman ifo Business Climate90.290.7
  EURCurrent Account22.6B25.2B
 10:30amUSDCurrent Account-190B-171B
 11:00amEURBelgian NBB Business Climate-12.4-12.1
 12:00pmUSDCB Leading Index m/m0.4%0.7%
 6:30pmUSDBank Stress Test Results  

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