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Análise Econômica Semanal Meu Câmbio – 22/12/2020

22 de dezembro , 2020 | em #MeuCâmbio |

Acompanhe semanalmente a evolução do preço do dólar, euro e saiba tudo que pode influenciar o preço das moedas. Tenha acesso a toda a informação relevante para realizar sua operação de câmbio.

Cenário interno

Economia

  • Em meio às incertezas sobre os impactos da pandemia de coronavírus no país e no mundo, o mercado brasileiro melhorou a expectativa em relação a uma contração do PIB (Produto Interno Bruto) em 2020, em comparação à semana anterior, segundo os dados do Relatório Focus divulgado dia 18/12 pelo Bacen. Seguem principais dados das medianas de mercado para 2020:

PIB: Queda de 4,40%, IPCA: 4,39%, Câmbio: R$/US$ 5,15

Boletim Focus - Previsão da cotação do dólar e dos principais indicadores de acordo com pesquisa do BCB de 18-12-2020 - Blog Meu Câmbio
Boletim do Banco Central do Brasil com a expectativa do dólar e dos principais indicadores econômicos.
  • A arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 140,101 bilhões em novembro, informou nesta segunda-feira, 21, a Receita Federal. O resultado representa um aumento real (descontada a inflação) de 7,31% na comparação com o mesmo mês de 2019. Em relação a outubro deste ano, houve recuo de 9,79% no recolhimento de impostos. O valor arrecadado no mês passado foi o maior para meses de novembro desde 2014, quando a arrecadação no 11º mês do ano foi de R$ 142,286 bilhões. (Fonte: Broadcast)
  • As contas externas registraram saldo positivo de US$ 202 milhões em novembro. De acordo com o Banco Central (BC), é o sétimo superávit nos últimos oito meses e o maior superávit para mês de novembro desde 2006, quando chegou a US$ 1,3 bilhão. Em novembro do ano passado, houve déficit de US$ 3,106 bilhões nas transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do Brasil com outros países. “Essa reversão seguiu a tendência observada nos últimos meses e decorreu das reduções de US$ 2,8 bilhões e de US$ 507 milhões nos déficits em renda primária e serviços. O superávit da balança comercial de bens manteve o nível do ocorrido em novembro de 2019”, diz o BC, em relatório. De janeiro a novembro, foi registrado déficit em transações correntes de US$ 7,502 bilhões, contra US$ 46,045 bilhões em igual período de 2019. Em 12 meses encerrados em novembro, houve déficit em transações correntes de US$ 12,154 bilhões (0,82% do Produto Interno Bruto – PIB), ante saldo negativo de US$ 15,463 bilhões (1,02% do PIB) no período equivalente terminado em outubro. (Fonte: Agência Brasil – EBC)
  • A moeda brasileira registrou o pior desempenho entre 30 moedas em 2020. A baixa atividade ocorreu em razão da pandemia de Covid-19, que gerou impactos na economia do país. O ranking está presente em um estudo produzido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e considera as variações no ano até novembro. Segundo a FGV, o real aparece em último lugar entre moedas com pior desempenho, atrás da lira turca, o rublo russo e até mesmo o peso mexicano e chileno. As moedas que melhor tiveram desempenho em 2020 foram a coroa sueca, coroa dinamarquesa, franco suíço e o euro. No ano, a alta do dólar em relação ao real foi de aproximadamente 35%. As razões para o aumento, segundo a pesquisa, estão na baixa taxa de juros e a instabilidade política no país, além do aumento da dívida pública. Em janeiro de 2020, o dólar valia R$ 4,0232. Em maio, no entanto, a moeda dos Estados Unidos bateu recorde nominal frente à brasileira. No dia 13 de maio, o dólar chegou a ser vendido a R$ 5,9007. O real chegou a recuperar parte do valor nos meses seguintes, mas não retomou o patamar registrado em janeiro. (Fonte: Metrópoles)
  • O Banco Central apontou nesta quinta-feira (17/12) que a partir do primeiro trimestre do próximo ano o peso do quadro inflacionário em 2022 será mais relevante para sua atuação, numa indicação de que, com as projeções para inflação daquele ano na meta, seu compromisso de não subir os juros poderá cair a partir daí. “No primeiro trimestre do próximo ano o peso de 22 começa a ser maior que o peso de 21, no segundo trimestre do próximo ano o foco é na inflação de 22 e assim por diante”, disse o diretor de Política Econômica do BC, Fabio Kanczuk, ao ser questionado em coletiva de imprensa sobre a mudança de pesos relativos dos anos no horizonte relevante para o BC. Na semana passada, o BC manteve a Selic em sua mínima histórica de 2% ao ano pela terceira reunião consecutiva do Copom e destacou que as condições para seu compromisso de não elevar os juros básicos –via forward guidance– podem “em breve” não estar mais satisfeitas. Em comunicado, o BC citou especificamente uma reversão da tendência de queda das expectativas e inflação em relação às metas para o horizonte relevante e o fato de 2022 ganhar relevância “ao longo dos próximos meses”, sem especificar. As reuniões do primeiro trimestre do Comitê de Política Monetária (Copom) acontecem em 19 e 20 de janeiro e em 16 e 17 de março. (Fonte: Reuters)
  • Logo após a Câmara dos Deputados aprovar o texto-base da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2021, em votação rápida e simbólica (sem registro de votos no painel eletrônico), a proposta foi aprovada no Senado e agora segue para sanção presidencial. A LDO define as metas e prioridades do governo para o ano seguinte, orienta a elaboração da lei orçamentária anual e fixa limites para os orçamentos dos poderes Legislativo e Judiciário e do Ministério Público. Na proposta, consta a correção do salário mínimo para R$ 1.088 a partir de janeiro. Atualmente, o salário mínimo é de R$ 1.045. Foi feita apenas a correção com base na previsão da inflação acumulada no ano, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Não houve, portanto, aumento real. A regra que previa aumento real, o aumento acima da inflação, deixou de vigorar no ano passado. (Fonte: IstoÉ Dinheiro)
  • O projeto de socorro aos Estados vai proporcionar um alívio de R$ 217 bilhões a governos endividados ou com dificuldades de caixa, segundo estimativa do Ministério da Economia. O cardápio de medidas inclui a concessão de novos empréstimos, renegociação de dívidas e suspensão de cobranças, em troca do compromisso dos governadores com iniciativas para reequilibrar as contas. O espaço para novos empréstimos será de R$ 18 bilhões para dez Estados com notas A e B na classificação de risco, que apontam melhores condições financeiras e capacidade de pagamento. Já os 14 Estados que têm nota C e hoje não podem contratar empréstimos tendo a União como sua fiadora (mais baratos que as demais linhas) terão um espaço de R$ 6,6 bilhões e a chance de obter o aval do Tesouro Nacional, desde que adotem medidas de ajuste. O acesso a dinheiro novo era uma demanda de muitos Estados, que não são tão endividados a ponto de ingressar no Regime de Recuperação Fiscal (RRF), mas enfrentam problemas severos de caixa e precisavam de fôlego. O programa vem sendo desenhado desde o ano passado pelo governo federal. Após dar lugar ao repasse de recursos a Estados e municípios na pandemia de covid-19, o projeto foi reapresentado pelo deputado Pedro Paulo (DEM-RJ). Em outro ponto do projeto, o Congresso remodelou o RRF, programa criado em 2017 para resgatar Estados superendividados. Segundo o secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, o novo desenho é “feito para ser crível”. No modelo original, apenas o Rio de Janeiro conseguiu aderir e enfrenta dificuldades para cumprir o plano de ajuste prometido ao governo federal, que precisaria ser cumprido até 2023. Com a reformulação, foi ampliado de seis para nove anos o prazo de duração do plano de reequilíbrio das contas, durante o qual o Estado cumprirá as oito medidas de ajuste fiscal exigidas, como privatizações ou concessões, cortes de benefícios tributários e ajustes nas carreiras de servidores para cortar benefícios que já não existem mais na União. Em troca, a dívida será totalmente suspensa no primeiro ano, com retomada gradual da cobrança até chegar a 100% do devido ao fim dos nove anos. A regra de acesso ao RRF também foi facilitada. As medidas devem viabilizar a adesão dos governos do Rio Grande do Sul e de Minas Gerais, além de um novo plano para o Rio de Janeiro. O Estado de Goiás, que também enfrenta dificuldades e chegou a ingressar no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a antecipação dos benefícios do RRF até sua adesão, não deve se credenciar ao regime na sua versão integral. Ele poderá ingressar em uma “versão light” da recuperação fiscal criada no projeto, que dispensa o quesito de superendividamento para a adesão, mas também afasta qualquer benefício de suspensão de dívida. A vantagem, nesse modelo, é poder acessar valores mais significativos de empréstimos. (Fonte: Estadão)
  • O Congresso aprovou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2021 e ampliou o poder do relator do Orçamento na destinação de recursos para o próximo ano. O texto retirou barreiras à execução de obras e blindou 59 programas de bloqueio em caso de frustração de receitas. A previsão é de um déficit de até R$ 247 bilhões nas contas do governo. (Fonte: Estadão)

PIB

Variação anual do PIB trimestral do G20 para 2020 - blog Meu Câmbio
Variação anual do PIB trimestral do G20 nos 3 primeiros trimestres de 2020.

O crescimento da economia brasileira não acompanhou a expansão mundial nos últimos 40 anos e a disparidade foi ainda mais acentuada na última década. Entre 2011 a 2020, o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro cresceu 2,2%, considerando a projeção de queda de 4,5% neste ano, conforme projeção do Ministério da Economia. De acordo com a Folha de S.Paulo, no mesmo período, segundo cálculos do FMI (Fundo Monetário Internacional), o PIB global vai apresentar expansão de 30,5%. Vale lembrar que o cálculo considera também recuo semelhante ao brasileiro em 2020. Nesta década, revela a reportagem, o Brasil perdeu terreno também entre as economias emergentes e pobres. Nestes países, a expansão prevista entre 2011 e 2020 é de 47,6%. Nos países ricos, a alta conjunta estimada será de 11,5%.

Recentemente a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) divulgou suas projeções para a economia nacional. Na ocasião, constatou que a recessão causada pelos impactos da pandemia de covid-19 deve fazer o PIB brasileiro recuar 5% neste ano. De acordo com o Relatório Econômico de 2020 sobre o Brasil, a entidade espera um crescimento de 2,6% em 2021 e de 2,2% em 2022.As projeções da OCDE são um pouco mais pessimistas que as do mercado e do próprio governo. A equipe econômica projeta uma retração de 4,5% no PIB deste ano, com uma recuperação de 3,20% em 2021 e de 2,50% em 2022. Já no último Relatório Focus, os analistas consultados pelo Banco Central esperam um recuo de 4,41% no PIB em 2020 e crescimento de 3,50% em 2021 e 2,50% em 2022. (Fonte: IstoÉ Dinheiro)

Balança comercial

As exportações de bens totalizaram US$ 17,622 bilhões em novembro, com recuo de 0,9% em relação a igual mês de 2019. As importações somaram US$ 14,731 bilhões, queda de 1,1% na comparação com novembro do ano passado. Com esses resultados, a balança comercial registrou superávit de US$ 2,891 bilhões no mês passado e de US$ 44,320 bilhões, no acumulado de 11 meses. O déficit na conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros) atingiu US$ 1,772 bilhão em novembro, ante US$ 2,279 bilhões em igual mês de 2019. Nos 11 meses do ano, o saldo negativo chegou a US$ 18,818 bilhões, ante US$ 31,525 bilhões de janeiro a novembro de 2019.

No caso das viagens internacionais, as receitas de estrangeiros em viagem ao Brasil chegaram a US$ 185 milhões, enquanto as despesas de brasileiros no exterior ficaram em US$ 329 milhões. Com isso, a conta de viagens fechou o mês com déficit de US$ 144 milhões. No acumulado do ano até novembro, o saldo negativo é de US$ 2,275 bilhões. O chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, explicou que a manutenção do baixo déficit em viagens internacionais acontece devido às restrições de deslocamento em razão da pandemia de covid-19. Segundo ele, o déficit médio é por volta de R$ 1 bilhão e no ano de 2019 alcançou quase R$ 12 bilhões. Na comparação entre novembro de 2019 e 2020, a redução é de 82% no déficit e ficou em torno de 90% nos meses anteriores. “Os dados ainda não permitem verificar nenhuma trajetória de melhora nas viagens internacionais, elas permanecem com níveis baixos, estáveis e vem se mantendo assim nos últimos meses”, disse. (Fonte: Agência Brasil – EBC)

A balança comercial do agronegócio brasileiro registrou superávit comercial e exportações recordes no acumulado de janeiro a novembro deste ano, apontam os dados do Ministério da Economia, compilados pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). O saldo positivo observado foi de US$ 81,9 bilhões, enquanto a receita com as vendas externas somaram US$ 93,6 bilhões. Em relação ao mesmo período de 2019, as exportações cresceram 4,9% em valor e 10,6% em volume (204,5 milhões de toneladas). Os principais produtos da pauta neste ano foram soja em grãos (US$ 28,5 bilhões), carne bovina in natura (US$ 6,8 bilhões), açúcar de cana em bruto (US$ 6,7 bilhões), celulose (US$ 5,6 bilhões) e farelo de soja (US$ 5,5 bilhões). Quanto aos mercados alcançados, a China segue como o principal destino dos produtos do agro brasileiro, com participação de 34,8% das exportações. Na sequência aparecem União Europeia (16,3%), Estados Unidos (6,7%), Japão (2,5%) e Coreia do Sul (2,1%). (Fonte: Sistema brasileiro do agronegócio)

Rendas

Em novembro de 2020, o déficit em renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) chegou a US$ 1,032 bilhão, contra US$ 3,879 bilhões no mesmo mês de 2019. De janeiro a novembro, o saldo negativo ficou em US$ 35,132 bilhões, ante US$ 51,174 bilhões em igual período do ano passado. A conta de renda secundária (gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) teve resultado positivo de US$ 115 milhões, contra US$ 161 milhões em novembro de 2019. Nos 11 meses do ano, o resultado positivo chegou a US$ 2,128 bilhão, contra US$ 1,267 bilhão em igual período de 2019. (Fonte: Agência Brasil – EBC)

Investimentos

Os ingressos líquidos em investimentos diretos no país (IDP) somaram US$ 1,514 bilhão no mês, ante US$ 8,735 bilhões em novembro de 2019. De janeiro a novembro, o IDP chegou a US$ 33,428 bilhões, contra US$ 66,350 bilhões nos 11 meses de 2019. Nos 12 meses encerrados em setembro de 2020, o IDP totalizou US$ 36,253 bilhões, correspondendo a 2,44% do PIB, em comparação a US$ 43,474 bilhões (2,86% do PIB) no mês anterior. “Os efeitos da crise detonada pela pandemia impactaram as transações correntes, com a melhora na balança comercial e redução do déficit de serviços, e também, a mesma causa reduziu os investimentos diretos não só no Brasil com no mundo inteiro. O resultado de novembro está mais ou menos na média dos último quatro meses, por volta de R$ 1,7 bilhão. Estamos apresentando fluxos estáveis de IDP em níveis baixos”, destacou Rocha.

Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o IDP, porque os recursos são aplicados no setor produtivo e costumam ser investimentos de longo prazo. Apesar de os investimentos estarem menores neste ano, no acumulado de 12 meses o IDP supera o déficit nas contas externas, que também se reduziu por conta da crise gerada pela pandemia. Em novembro, houve entrada líquida de investimento em carteira no mercado doméstico no total de US$ 6,789 bilhão, contra US$ 1,525 bilhões de saída líquida em igual período de 2019. No caso das ações e fundos de investimento, houve entrada de US$ 5,431 bilhões. Já os investimentos em títulos de dívida tiveram entrada líquida de US$ 1,357 bilhões. De janeiro a novembro, houve saídas líquidas de US$ 14,875 bilhões nesses tipos de investimento, contra a saída líquida de US$ 2,398 bilhões observados em igual período de 2019. (Fonte: Agência Brasil – EBC)

Cenário externo:

  • A criptomoeda bitcoin atingiu um novo recorde de valorização frente ao dólar, sendo negociada a mais de US$ 24 mil (R$ 122.472) neste domingo (20), de acordo com o site CoinMarketCap. Nas últimas 24 horas, as criptomoedas mais populares do mundo tiveram uma valorização de 1,31%, atingindo um novo recorde histórico. O bitcoin, especificamente, estava sendo negociado a US$ 24.204 (R$ 123.513) às 17h45 deste domingo (20), com um aumento de 1,9 por cento. No Binance, foi relatado que a criptomoeda mais popular do mundo chegou a atingir um valor ainda maior, de US$ 24.248 (R$ 123.738). A recente valorização do bitcoin teve início no último dia 15, quando atingiu a marca de US$ 21 mil (R$ 107.163). Dois dias depois, se valorizou ainda mais, ultrapassando os US$ 23 mil (R$ 117.369). (Fonte: Sputink News)
  • O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, reiterou esta sexta-feira que as negociações pós-Brexit com a União Europeia (UE) estão “difíceis” e disse esperar concessões de Bruxelas. “A nossa porta está aberta e vamos continuar a discutir”, disse Johnson às televisões britânicas durante uma visita a Bolton, no norte da Inglaterra. “Há uma lacuna que precisa ser preenchida. O Reino Unido tem feito muito para tentar e ajudar, e esperamos que os nossos amigos da UE sejam razoáveis e voltem à mesa com algo eles próprios, porque é realmente onde estamos”, afirmou. O chefe do governo britânico falou por telefone na quinta-feira com a Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, tendo ambos reconhecido várias divergências por ultrapassar, nomeadamente na questão do acesso de barcos europeus às águas de pesca europeias. (Fonte: Dinheiro Vivo)
  • Evitada nos mercados financeiros globais, a Argentina busca cerca de US$ 5 bilhões para o próximo ano de organizações multilaterais que não incluem o Fundo Monetário Internacional, enquanto negocia um programa maior de refinanciamento com o credor de Washington, de acordo com três pessoas a par dos planos. O governo do presidente Alberto Fernández mira instituições como o Banco Interamericano de Desenvolvimento e o Banco Mundial, disseram as pessoas, que não quiseram ser identificadas. Os planos estão nos estágios iniciais, e o empréstimo necessário pode variar para mais ou para menos de acordo fatores como receitas do governo e exportações, disseram as pessoas. Os fundos seriam usados para alcançar a sustentabilidade fiscal enquanto o país prepara um plano macroeconômico plurianual para apresentar ao FMI, disseram as pessoas. O governo Fernández disse que prefere evitar pedir novos fundos ao FMI enquanto negocia para atrasar pagamentos de cerca de US$ 45 bilhões de um programa fracassado do governo anterior. O acesso do país aos mercados globais de dívida é limitado após o default da dívida externa em maio e da reestruturação três meses depois. (Fonte: Infomoney)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

VIX Index - Indice VIX de volatilidade - medida de aversão a risco - Meu Câmbio - 21-12-2020
Gráfico do Índice de volatilidade do S&P 500 (VIX).

O VIX trabalhou nessa semana na média de 22,72 contra 22,02 da semana anterior.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2020

As expectativas dos 110 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 4,90
  • Valor médio esperado: R$ 5,18
  • Valor máximo esperado: R$ 5,60
Expectativa de cotação do dólar para 2020 segundo relatório focus do BCB em 18-12-2020
Expectativa da cotação do dólar comercial para Dez-20, Jan-21 e Fev-21 segundo Boletim Focus BCB.

Previsão para PIB

As expectativas dos 77 economistas consultados pelo Banco Central são:

Expectativa do PIB para 2020 segundo relatório focus do BCB em 18-12-2020
Expectativa do PIB brasileiro para Dez-20, Jan-21 e Fev-21 segundo Boletim Focus BCB.

Previsão para IPCA

As expectativas dos 124 economistas consultados pelo Banco Central são:

Expectativa do IPCA para 2020 segundo relatório focus do BCB em 18-12-2020
Expectativa do IPCA para Dez-20, Jan-21 e Fev-21 segundo Boletim Focus BCB.

Dólar americano:

No fechamento de 21/12, o dólar comercial operava em alta de 0,78% % cotado a 5,1228

O Dólar Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 5,3150 + IOF.

Dólar-hoje-turismo-meucambio-21-12-2020
Gráfico do dólar comercial dos últimos 30 dias.
Dólar / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
21/dez/200,78%5,1228
Na semana0,00%5,1228
No mês-4,18%5,3462
No ano27,69%4,0118

Euro:

No fechamento de 21/12, o euro operava em alta de 0,88%, cotado a R$ 6,2760.

O Euro Turismo neste mesmo horário era oferecido pela Meu Câmbio a R$ 6,5210 + IOF.

Euro-hoje-turismo-meucambio-21-12-2020
Gráfico do euro comercial dos últimos 30 dias.
Euro / Real
PeríodoVariaçãoTaxa
21/dez/200,88%6,2760
Na semana0,87%6,2220
No mês-1,74%6,3870
No ano39,65%4,4940

Principais eventos da semana:

DataHorárioMoedaEventoPrevisão AtualÚltima Previsão
WedDec 234:00amEURGerman Import Prices m/m0.3%0.3%
 10:30amUSDCore Durable Goods Orders m/m0.5%1.3%
  USDCore PCE Price Index m/m0.1%0.0%
  USDDurable Goods Orders m/m0.6%1.3%
  USDPersonal Income m/m-0.3%-0.7%
  USDPersonal Spending m/m-0.2%0.5%
  USDUnemployment Claims882K885K
 11:00amUSDHPI m/m0.5%1.7%
 12:00pmUSDNew Home Sales994K999K
  USDRevised UoM Consumer Sentiment81.081.4
  USDRevised UoM Inflation Expectations 2.3%
 12:30pmUSDCrude Oil Inventories-3.1M-3.1M
 2:00pmUSDNatural Gas Storage-167B-122B

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