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Aumento do comércio bilateral entre Brasil e Estados Unidos mostra resultados promissores

15 de dezembro , 2021 | em #MeuCâmbio |

Aumento do comércio bilateral entre Brasil e Estados Unidos mostra resultados promissores
Aumento do comércio bilateral entre Brasil e Estados Unidos mostra resultados promissores

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O mercado financeiro passou por grandes impactos nesses últimos anos, passando por crises econômicas e políticas em diversos países, até sentir as consequências inesperadas de uma pandemia. Apesar disso, houve um aumento do comércio bilateral entre países.

Sendo também uma forma desses diferentes governos buscarem uma maneira de se reerguer juntos, tendo que trabalhar em conjunto para o controle da pandemia, e que agora dependem de suas relações comerciais para alcançarem os patamares de antes.

Com essa relação de importação e exportação os comércios focaram também em uma associação bilateral entre si, garantindo assim um bom índice de econômico para ambos os países envolvidos, similar a uma troca de produtos, como ocorria em épocas passadas.

Uma associação que permite com que um exportador de frutas e grandes colheitas consiga investimento o suficiente para apostar em uma modernização dos seus serviços, de forma a garantir uma maior produção, de forma eficaz e dentro de um período de tempo menor.

Como a compra de uma máquina de extração de suco de laranja à nível industrial, facilitando assim a exportação desse produto em seu formato líquido, direto para o consumo do cliente final, sendo ofertado em mercados e lojas especializadas em produtos naturais.

O Brasil possui diversos parceiros econômicos nesse sentido, no entanto, um que mais teve destaque nos últimos meses foram os Estados Unidos. Com uma relação que se fortaleceu inclusive nos tempos de pandemia, mantendo padrões positivos de comercialização.

Com a situação da pandemia aos poucos se normalizando no mundo, as trocas comerciais voltaram com força nos mais diferentes setores, fortalecendo ainda mais uma associação que já se encontrava com índices positivos diante da situação do mundo.

Havendo assim uma quantidade maior de trabalho para os serviços de desembaraço aduaneiro de importação, responsáveis pela organização da entrada e saída de produtos e commodities de um país para outro.

Mas para compreender essa relação comercial positiva entre o Brasil e os Estados Unidos, é interessante antes saber a fundo como funciona essa relação de comércio bilateral.

No que se define um comércio bilateral?

Conhecido no setor de negócios também como um bilateral trade, essa relação comercial funciona através de um acordo entre duas diferentes entidades governamentais, que se comprometem a comercializar entre si um número definido de produtos.

Funcionando justamente como uma troca, no qual cada mercado se compromete a comprar e vender os produtos ofertados por esses governos que participam desse tratado comercial, algumas vezes até mesmo de forma exclusiva.

Sendo o comércio bilateral também nomeado como um comércio de compensação, por causa da relação lucrativa para ambos os lados presentes nessa negociação.

De forma a exemplificar essa relação, é possível pensar em um mercado que trabalha com a fabricação de peças usinadas em geral, comercializando-as para um país, e depois comprando do mesmo as máquinas industriais construídas com essas peças.

Dentro dessas relações bilaterais, uma que teve um grande número de crescimento no último ano foi a associação entre o Brasil e o citado país norte-americano. Mesmo dentro de um cenário ainda muito afetado pelos impactos econômicos da pandemia.

Evento esse que acabou por prejudicar negócios dos mais diferentes escopos, principalmente aqueles que se afastam dos mercados vistos como essenciais, como os de alimentação, higiene entre outros produtos fundamentais, encontrados no supermercado.

O que acontece atualmente é um reaquecimento da indústria, com as pessoas voltando às ruas, aumentando também o seu nível de compras, por mais que ainda se encontrem em um processo de adaptação, por causa dos impactos sociais e financeiros da pandemia.

Mesmo nessa situação os serviços da contabilidade em níveis industriais continuaram a ter uma grande relevância, visto a relação comercial entre certos países, como no comércio bilateral entre os EUA e Brasil.

Uma relação que não só continuou forte como apresentou um grande aumento até o mês de setembro de 2021, atingindo o seu maior nível em mais de 20 anos, especificamente em 1997, o que se mostra positivo para ambos.

A relação promissora entre Brasil e Estados Unidos

O vínculo comercial bilateral entre esses dois mercados conseguiu alcançar a impressionante faixa de 49,6 bilhões de dólares, um recorde dentro dessa relação, o que leva a previsão de um recorde triplo nessa associação até o fim do ano.

Números esses que foram levantados pela Amcham, a Câmara Americana de Comércio para o Brasil, que integra empresas nacionais e internacionais em uma relação de análise e apresentação de soluções comerciais para ambos os lados dessa negociação.

Dados esses que são reunidos por um documento conhecido como “Monitor do Comércio Brasil-EUA”, aferida pela Amcham e liberado em frequência trimestral, permitindo a uma empresa de aviação comercial analisar a sua situação entre os dois países.

Essa recuperação das trocas comerciais bilaterais apresenta então um futuro promissor, com sinais positivos de crescimento não só para os próximos meses, como também para os anos vindouros.

Sendo esperado assim um aumento tanto nos números de importação como de exportação até o final do ano. Algo promissor para ambos os países, mesmo que não mascarem o alto número de déficits comerciais que o Brasil apresenta, inclusive com os EUA.

O déficit com esse que é o nosso 2º maior parceiro comercial chegava a valor alto de US$ 5 bilhões, sendo o maior número de déficit em relação a outros associados comerciais. 

Porém, com esse citado aumento nos números de importação e exportação entre os dois países, é esperado que o Brasil consiga superar esse débito, alcançando assim um melhor poder de negociação no mercado financeiro como um todo.

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Os números em trocas comerciais

A relação entre a importação e exportação de produtos, sejam eles em sua fase final ou sem seu estado bruto, a ser refinado por esses outros mercados, é um modelo de negociação que define boa parte das relações comerciais entre os países.

Principalmente quando se pensa em uma indústria a nível internacional, que depende dos materiais fornecidos por outros países para conseguir efetuar a fabricação dos seus ativos a serem comercializados na sociedade.

Como nas peças eletrônicas necessárias para se aplicar um serviço de automação para empresas, otimizando assim a execução de suas respectivas atividades, com essa indústria precisando de materiais metálicos, além de chips de programação.

Pensando nessa relação entre Brasil e Estados Unidos, algumas vendas foram favorecidas por causa do estado atual do mercado, com o retorno de algumas atividades no comércio. Tudo resultando em um maior número de produtos exportados, como:

  • Semi-acabados de ferro ou aço (15,6%);
  • Óleos brutos de petróleo (11,1%);
  • Aeronaves e suas partes (4,4%);
  • Celulose (4,4%)

Materiais utilizados nos meios de produção dos mais diversos negócios, que encontram as suas atividades em alta, junto a melhora no mercado após os efeitos da pandemia.

Do outro lado da relação, sobre as commodities importadas pelo Brasil, o maior destaque acaba sendo:

  • Óleos combustíveis de petróleo (18%);
  • Motores não-elétricos (7,4%);
  • Gás natural (6,4%);
  • Medicamentos (5,7%).

A importação de gás natural, inclusive, vem sofrendo um grande aumento diante a crise hídrica do país, que precisa desse material para conduzir as termelétricas a produzir energia a ser distribuída e utilizada por painéis elétricos industriais nas fábricas.

De uma forma geral, independente do setor, vem ocorrendo um aumento global no preço das commodities, visto a maior demanda do mercado atual, onde os países começam a regularizar suas atividades, enquanto se recuperam dos efeitos da pandemia de covid-19.

O que para as transações de importação e exportação pode ser algo positivo ou não, depende apenas das parcerias comerciais e das necessidades mais urgentes de cada governo presente nessa teia de relações.

Por que manter bons acordos bilaterais?

A resposta para isso está na movimentação dos mercados, permitindo que os seus produtos sejam comercializados, ao mesmo tempo em que existe uma boa relação com os fornecedores de materiais importantes para a indústria e sociedade de cada país.

Em uma relação onde ambos os lados envolvidos conseguem lucrar com suas atividades de troca comercial, permitindo com que uma empresa de manutenção de equipamentos para construção civil tenha acesso aos materiais necessários para essa função.

Após isso, há a possibilidade de oferecer os seus serviços tanto para o mercado nacional como para o internacional, ampliando assim a sua margem de lucro e importância no mercado comercial como um todo.

Durante a própria pandemia ficou comprovado a importância dos países realizarem parcerias internacionais, como houve com a s negociações da vacina, sendo remediada por empresas de âmbito global, oferecendo essa proteção para os mais diversos pontos.

Fora a existências dos consórcios globais, nos quais diferentes países se uniram para realizar a compra de vacinas, assim como distribuí-las para povos mais necessitados, localizados em países com menos recursos.

Tudo servindo como uma certificação da necessidade de diferentes mercados adotarem um modelo bilateral de comércio, garantindo assim que ambos possam se desenvolver juntos, resultando em uma relação promissora para toda a população presente nesses dois portos.

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