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#CaféComCâmbio – 13/10/21

13 de outubro , 2021 | em #MeuCâmbio |

Saiba como caminhar pelas turbulências do mercado financeiro com a ajuda da Meu Câmbio
As principais notícias que afetam o dólar comercial nesta segunda-feira 13/10/2021

MERCADO AGORA (09h35)

  • Dólar comercial: R$ 5,5288 -0,15%
  • Euro comercial: R$ 6,3830 -0,20%
  • Libra comercial: R$ 7,5157 +0,10%

AGENDA DO DIA

  • CPI – Estados Unidos da America (09h30)
  • BC divulga fluxo cambial semanal (14h30)

Principais notícias que podem influenciar o dólar no dia de hoje 13/10/2021:

** As 8:00am de Brasília: Mercados futuros em leve alta nos EUA e na Europa.

Os bancos da China ampliaram a concessão de empréstimos em setembro, mas o resultado ficou abaixo das expectativas.

Dados do Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês) mostraram hoje que os bancos domésticos liberaram 1,66 trilhão de yuans (US$ 257,41 bilhões) em novos empréstimos no mês passado, montante acima do total de 1,22 trilhão de yuans repassado em agosto.

O resultado de setembro, porém, frustrou a expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam avanço do volume de empréstimos a 1,9 trilhão de yuans.

O financiamento social total, uma medida mais ampla do crédito na economia chinesa, recuou entre agosto e setembro, de 2,96 trilhões de yuans para 2,9 trilhões de yuans.

A base monetária da China (M2), por sua vez, teve acréscimo anual de 8,3% em setembro, ganhando força ante a alta de 8,2% de agosto. A projeção do mercado era de novo incremento de 8,2% no último mês. Fonte: Dow Jones Newswires. (Agencia Estado)

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O mercado de câmbio deve ajustar posições nos primeiros negócios, de olho no alívio do dólar nesta manhã no exterior, depois da valorização de ontem durante o feriado local. Sinais positivos dos futuros de Nova York, quedas moderadas do petróleo e recuo dos juros dos Treasuries longos devem pesar ainda nos ajustes iniciais. Ontem, cautela prevaleceu lá fora em meio à crise energética global, causada por restrições de oferta, que tem pressionado a inflação e prejudicado a retomada econômica. Um viés de baixa pode ser registrado. Na segunda-feira, o dólar à vista subiu ao maior valor desde abril, a R$ 5,5371. Em outubro, o ganho acumulado frente o real soma 1,67% e, em um mês, +5,13%.

O condutor dos negócios na primeira parte da sessão deve ser o resultado do índice de inflação ao consumidor dos Estados Unidos, que sai às 9h30. O CPI é o último indicador macroeconômico americano com potencial de alterar os planos do Fed antes da reunião de novembro, segundo analistas. A incerteza maior agora é sobre quanto o Fed poderá ser dovish ou hawkish durante o processo de retirada de estímulos, programado para iniciar no mês que vem, segundo a BMO. Ajuda no humor ainda a aprovação na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, ontem, de uma medida para elevar o teto da dívida do país em US$ 480 bilhões, que agora vai para a sanção do presidente, Joe Biden. Além disso, dados da balança comercial da China e da produção industrial do Reino Unido vieram melhores que o esperado nesta quarta-feira. À tarde, as atenções se voltarão para a ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve (15H).

Ontem, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu a previsão de alta do crescimento global de 6,0% para 5,9% neste ano, mantendo a estimativa de expansão de 4,9% em 2022, segundo o relatório Perspectiva Econômica Mundial. O Fundo reduziu a projeção do crescimento do Brasil para 2021, de 5,3% para 5,2% e, para 2022, a revisão para baixo foi maior, de 1,9% para 1,5%. O FMI reduziu a previsão de crescimento dos EUA de 7% para 6% neste ano, mas elevou de 4,9% para 5,2% em 2022. No caso da China, o FMI baixou um pouco a projeção de expansão do PIB de 8,1% para 8,0%, em 2021, e de 5,7% para 5,6%, a estimativa para 2022. Somente a zona do euro teve a previsão de PIB deste ano elevada, de 4,6% para 5,0% neste ano, e mantida em 4,3% em 2022.

Com a agenda de indicadores mais fraca no Brasil, devem ser monitoradas as participações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e do ministro da Economia, Paulo Guedes, na reunião anual do Fundo Monetário Internacional (FMI), e em outros compromissos ao longo do dia, em Washington. No Congresso, há expectativas se a Câmara votará hoje o projeto de Lei sobre o ICMS de combustíveis e se o relator da medida provisória que cria o Auxílio Brasil, deputado Marcelo Aro (PP-MG), apresentará o seu parecer. (Agencia Estado)

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