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#CaféComCâmbio – 15/03/22

15 de março , 2022 | em #MeuCâmbio |

Saiba como caminhar pelas turbulências do mercado financeiro com a ajuda da Meu Câmbio
As principais notícias que afetam o dólar comercial nesta terça-feira 15/03/2022

MERCADO AGORA (10h04)

  • Dólar comercial: R$ 5,1231 +0,07%
  • Euro comercial: R$ 5,6310 +0,46%
  • Libra comercial: R$ 6,6884 +1,22%

AGENDA DO DIA

  • Brasil: Balanços de CBA, CVC, Iguatemi, SLC Agrícola, Terra Santa Agro, Trisul e Yduqs, após o fechamento do mercado
  • Bélgica: Reunião do Ecofin
  • Áustria: Relatório mensal da Opep sobre mercado
  • Ministra da Agricultura, Teresa Cristina, se reúne com empresários no Canadá para tratar de fertilizantes
  • Alemanha/ZEW: índice de expectativas econômicas em março (7h)
  • França/OCDE: PIB G20 do 4TRI (8h)
  • IBGE: Pesquisa Industrial Mensal Regional de janeiro (9h)
  • EUA/Deptº do Trabalho: PPI e Núcleo do PPI de fevereiro (9h30)
  • EUA/Fed de NY: índice de atividade industrial Empire State de março (9h30)
  • Alemanha: Presidente do BCE, Christine Lagarde, discursa no 31º Summit Econômico WELT (12h15)
  • Argentina/Indec: CPI de fevereiro (16h)
  • EUA/API: estoques de petróleo da semana até 04/03 (17h30)

Principais notícias que podem influenciar o dólar no dia de hoje 15/03/2022:

** As 8:00am de Brasília: Mercados futuros em queda.

Economia chinesa acelera em janeiro-fevereiro, enquanto casos de Ômicron avançam no país. A economia da China registrou performance mais favorável nos primeiros dois meses de 2022, com os principais indicadores de atividade superando as expectativas dos analistas, ainda que um aumento nos casos da Ômicron no país, a fraqueza do setor imobiliário e as maiores incertezas globais continuem pesando nas perspectivas. (Reuters)

Negociações para acabar com a guerra na Ucrânia ficam pausadas com ofensiva da Rússia se intensificando. Os esforços diplomáticos para acabar com a guerra da Rússia na Ucrânia não mostraram sinais de progresso na segunda-feira, dada a intensificação dos combates pela capital, com mísseis russos destruindo uma fábrica de aeronaves e um prédio de apartamentos em Kiev e uma torre de televisão na cidade ocidental de Rivne. (WSJ)

China esfria ligações com a Rússia ao reconhecer guerra. A China reconheceu pela primeira vez que uma “guerra” está ocorrendo na Ucrânia e parece estar retendo o fornecimento de aviação da Rússia, em sinais de que Pequim pode estar tentando se distanciar de Moscou. (Thetimes.co.uk)

China diz que quer evitar sanções dos EUA devido à guerra da Rússia. A China quer evitar ser impactada pelas sanções dos EUA sobre a guerra da Rússia, disse o ministro das Relações Exteriores Wang Yi, em uma das declarações mais explícitas de Pequim até agora sobre as penalidades americanas que estão contribuindo para o desempenho negativo dos mercados. (Bloomberg)

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Economia fala em ampliar Auxílio Brasil, mas Planalto quer desonerar gasolina. Enquanto o Planalto vê no corte de tributos sobre a gasolina uma maneira mais direta de aliviar a pressão nos custos dos motoristas autônomos, o Ministério da Economia prefere ampliar o Auxílio Brasil, pois acredita que seria uma medida mais focalizada na população de renda mais baixa. (Folha)

Pacheco descarta estado de calamidade, mas cobra estatal. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), minimizou ontem a necessidade de o Brasil recorrer a um novo decreto de estado de calamidade devido à crise dos combustíveis. Pacheco disse que o Congresso segue discutindo como atenuar os preços nos postos de gasolina, mas voltou a cobrar a participação da Petrobras por meio da distribuição de seus lucros. (Valor)

A guerra provocada de Vladimir Putin contra a Ucrânia e a resposta global atrasarão a economia da Rússia em pelo menos 30 anos – próximo aos velhos tempos da União Soviética – e reduzirão seu padrão de vida por pelo menos os próximos cinco anos, segundo economistas, investidores e diplomatas. (CNBC)

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