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#CaféComCâmbio – 15/10/21

15 de outubro , 2021 | em #MeuCâmbio |

Saiba como caminhar pelas turbulências do mercado financeiro com a ajuda da Meu Câmbio
As principais notícias que afetam o dólar comercial nesta sexta-feira 15/10/2021

MERCADO AGORA (09h45)

  • Dólar comercial: R$ 5,4749 -0,75%
  • Euro comercial: R$ 6,3530 -0,67%
  • Libra comercial: R$ 7,5335 -0,10%

AGENDA DO DIA

  • BC Divulga IBC-Br de agosto (09h00)
  • Vendas no varejo em setembro – Estados Unidos da América (09h30)
  • Campos Neto palestre na Goldman Sachs Growth Markets Conference (14h00)

Principais notícias que podem influenciar o dólar no dia de hoje 15/10/2021:

O investidor olha, logo na abertura, a deflação do IGP-10 de outubro e o IBC-BR de agosto (9h00), enquanto aguarda comentários do diretor de Política Monetária, Bruno Serra, em live aberta (10h00) e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em evento em Washington (11h00). No exterior, o dólar cai ante várias moedas emergentes, mas os juros dos Treasuries longos sobem.

Além disso, fica no radar declarações do presidente Jair Bolsonaro de que vai determinar ao ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, a reversão da bandeira “escassez hídrica”, taxa adicional cobrada sobre a conta de luz dos brasileiros, “a partir do mês que vem”. A notícia, segundo um trader, pode trazer movimentação hoje nas NTNBs curtas.

A mudança da bandeira da crise hídrica, caso se confirme nos próximos dias, além de reduzir o custo das contas de luz, irá suavizar a pressão sobre a inflação. A bandeira trouxe um aumento de 6,78% na tarifa média.

Também no escopo do investidor está a proposta aprovada na Câmara de redução do ICMS dos combustíveis e que governadores querem barrar no Senado alegando queda de arrecadação. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), condicionou a “boa vontade” com a mudança na cobrança do ICMS a uma avaliação efetiva do impacto no preço de combustíveis. Analistas consultados pelo Broadcast avaliam que há grande chance de o projeto não passar no Senado diante da pressão dos governadores, que calculam que a medida tem potencial para retirar R$ 24 bilhões dos cofres dos Estados. E mesmo que seja aprovado, governadores já antecipam uma disputa jurídica no Supremo Tribunal Federal (STF).

E hoje o presidente da Câmara, Arthur Lira, disse que a PEC dos precatórios está bem consolidada e deve ser votada na terça-feira na comissão da Casa e quarta ou quinta-feira no plenário.

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) caiu 0,31% em outubro, após ter recuado 0,37% em setembro. A deflação veio menos intensa do que a mediana negativa de 0,38% das estimativas na pesquisa Projeções Broadcast, cujo intervalo ia de queda de 0,68% a 0,12%. A taxa em 12 meses ficou em 22,53%. (Agência Estado)

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O dólar pode iniciar os negócios locais em baixa, com mais um leilão novo de até US$ 1 bilhão em swap cambial, pelo terceiro dia seguido, e diante do apetite por ativos de risco persistente no exterior após balanços positivos de grandes bancos americanos, que mantém a moeda americana mais fraca ante pares principais e divisas emergentes e ligadas a commodities. Há pouco, o presidente da Câmara, Arthur Lira, afirmou que “se chegou a um texto muito bom, que a PEC dos Precatórios está consolidada e deve ser votada na terça na comissão e no plenário quarta ou quinta da semana que vem.

Contudo, uma elevação dos juros dos Treasuries de longo prazo nesta manhã é monitorada em meio a preocupações com a inflação americana por causa da crise de energia e oferta escassa de componentes industriais e também pela expectativa de início da retirada de estímulos nos EUA no mês que vem.
o presidente do Federal Reserve (Fed) da Filadélfia, Patrick Harker disse ontem que “em breve” será hora de dar início ao tapering (processo de desmonte de estímulos), mas afirmou não esperar que a elevação da taxa básica de juros nos Estados Unidos se dê antes do fim de 2022 ou início de 2023, a não ser que quadro da inflação mude “drasticamente”. Harker prevê que a inflação americana deve ficar em 4% em 2021, mas disse ainda ver riscos de alta.

No mercado local, deve repercutir a fala do presidente Jair Bolsonaro, que afirmou ontem à noite que vai determinar ao ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, a reversão da bandeira “escassez hídrica”, taxa adicional cobrada sobre a conta de luz dos brasileiros, “a partir do mês que vem”. A bandeira escassez hídrica foi anunciada pelo governo em 31 de agosto como forma de financiar o acionamento de usinas térmicas em meio à crise hídrica, que compromete os reservatórios. A bandeira trouxe um aumento de 6,78% na tarifa média e o valor da taxa adicional das contas de luz passou de R$ 9,49 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) para R$ 14,20.

Os investidores devem acompanhar ainda a mobilização dos governadores para tentar barrar no Senado a proposta de mudança no ICMS dos combustíveis, aprovada pela Câmara. Analistas consultados pelo Broadcast avaliam que há grande chance de o projeto ser rejeitado pelos senadores. Governadores alegam que a alteração é inconstitucional, fere a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que exige medidas compensatórias para renúncias de receitas, e calculam que a medida tem potencial para retirar R$ 24 bilhões dos cofres estaduais. E mesmo que seja aprovado, governadores já antecipam uma disputa jurídica no Supremo Tribunal Federal (STF). Como alternativa, os secretários de Fazenda dos Estados avaliam a possibilidade de congelar por 60 dias o preço de referência usado para a cobrança do ICMS sobre os combustíveis.

Hoje, as atenções no exterior se voltam para o resultado do Goldman Sachs do terceiro trimestre e os indicadores de vendas no varejo de setembro e as leituras de outubro do sentimento do consumidor dos EUA e do índice de atividade Empire State de Nova York. Na agenda local, o IBC-BR de agosto será conhecido na abertura dos mercados e a mediana esperada pelo mercado é de contração de 0,10% ante julho, de acordo com pesquisa do Projeções Broadcast. Serão monitorados ainda o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, que profere palestra por videoconferência em conferência do Goldman Sachs, aberta à imprensa, às 14 horas. O diretor de Política Monetária, Bruno Serra Fernandes, participa também de live aberta, às 10 horas.

Mais cedo, o IGP-10 de outubro caiu 0,31% ante queda de 0,37% em setembro. A deflação do indicador é menor que a mediana de -0,38% das previsões dos economistas (-0,68% a -0,12%). As altas nos preços da passagem aérea (28,66%), energia elétrica (5,41%) e gasolina (2,49%) pesaram na inflação ao consumidor dentro do Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) de outubro, informou há pouco a Fundação Getulio Vargas (FGV).O IGP-10 acumula alta de 16,08% no ano e avanço de 22,53% em 12 meses.

Ontem, a venda de US$ 1 bilhão em swap cambial ofertado para proteção (hedge), sem vinculação a vencimentos futuros, trouxe alívio ao dólar durante a manhã, mas a cautela fiscal e com a inflação interna e global predominou à tarde, trazendo pressão de alta. O dólar à vista terminou o dia com valorização de 0,13%, a R$ 5,5161, enquanto o dólar futuro de novembro fechou perto da estabilidade, aos R$ 5,5295 (-0,01%).

A diretora de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos do Banco Central, Fernanda Guardado, afirmou no fim da tarde de ontem que o BC não alterou sua forma de atuação no câmbio e que não pretende alterar o nível do dólar ante o real. Ela afirmou que há um ?sinal preocupante? para o crescimento mundial vindo dos países emergentes, especialmente na atividade industrial. Guardado citou perda de ritmo na China e no Brasil. (Agência Estado)

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