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Panorama de Mercado

12 de março , 2019 | em #MeuCâmbio |

 

Análise Meu Câmbio

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Cenário interno

Reforma da Previdência e negociações com a base:

  • O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sinalizou que o governo deverá ceder nas regras para benefícios assistenciais a idosos e na aposentadoria rural para que a reforma da Previdência avance no Congresso. Deputados se queixam de que lideranças não foram consultadas sobre itens considerados polêmicos.
  • Parlamentares condicionam pacote de Sérgio Moro, ministro da Justiça, à lei de abuso. Eles querem que a votação do projeto que endurece a lei de abuso de autoridade e prevê punição a juízes e integrantes do Ministério Público, seja condicionada à aprovação do pacote anticrime de Moro. A estratégia é usar a atual crise na Receita Federal para dar novo fôlego à proposta de abuso, que está parada desde 2017 na Câmara. A manobra tem o apoio de ministros do STF e do STJ.
  • O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse ao Estado de S. Paulo que faltam apenas 48 votos para a aprovação da reforma da Previdência na Câmara – são necessários 308. Segundo ele, 160 deputados declararam apoio público ao projeto e outros 100 indicaram ao Planalto que votarão pela aprovação das mudanças na aposentadoria.
  • Servidores pressionam Congresso para barrar reforma da Previdência. Além dos gabinetes de Brasília, lobby inclui ações nas bases eleitorais de deputados
  • Governo e Maia acertam ação pró reforma. Bolsonaro deu sinal verde para presidente da Câmara encaminhar pedidos de deputados para nomeações a cargos do segundo escalão

Mercado imobiliário e construção civil:

  • Em quatro anos, emprego caiu 34% na construção civil. Entre 2014 e 2018, o número de pessoas diretamente ocupadas neste ramo de atividade, englobando trabalhadores formais e informais, sofreu um recuo de 14,4. A maior taxa entre todas as áreas analisadas. Em números absolutos, os empregos na construção civil, em quatro anos, caíram de 7,8 milhões para 6,7 milhões, passando a responder por somente 7,3% de toda a mão de obra do país. Em 2014, a taxa que era de 8,5%.
  • Apesar de o registro de queda de emprego no setor, as perspectivas são boas. Um conjunto de indicadores econômicos indica que o setor imobiliário pode iniciar uma trajetória de retomada de crescimento este ano. O índice de confiança dos empresários do segmento voltou ao nível de janeiro de 2018, puxado pela melhora da carteira de contratos no fim do ano passado. Outros indicadores, como demanda por crédito, saldo de empregos no setor, baixa taxas de juros, retomada de preços e redução da inadimplência, também apontam recuperação, ainda que moderada.
  • Em todo o país, há queda do estoque de imóveis. A redução de estoques de imóveis, já constatada no mercado paulistano, tem dimensão nacional, segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic). Há, portanto, o risco de desequilíbrio entre a oferta e a demanda de imóveis no país, que poderia provocar, no futuro, alta de preços. Isso porque parte das empresas de construção ainda opera com cautela, após a longa recessão do setor, de acordo com a última Sondagem Indústria da Construção da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Equipe econômica Bolsonaro:

  • Campos Neto é aprovado no Senado para comandar BC. O plenário do Senado aprovou ontem por 55 votos a favor e 6 contra, o nome do economista Roberto Campos Neto como novo presidente do Banco Central no governo Jair Bolsonaro.

Cenário Econômico e projeções:

  • As contas do governo iniciaram 2019 no azul, mas esse resultado não deve servir de referência para um prognóstico de como será o ano, alertou o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida. O superávit do Tesouro, do INSS e do Banco Central juntos foi de R$ 30,2 bilhões em janeiro, e teria sido até maior se não fosse o déficit de R$ 13,8 bilhões na Previdência Social.
  • A dispensa de trabalhadores temporários fez aumentar o desemprego neste início de 2019. No trimestre encerrado em janeiro, 354 mil pessoas foram demitidas. A taxa de desocupação subiu a 12,0%, ante 11,6% em dezembro, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo IBGE.
  • PIB per capita recua para o nível de 2010. Crescendo 1,1%, como apontam as previsões, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, em 2018, permanecerá no mesmo patamar de sete anos atrás, sendo ainda inferior ao desempenho obtido em 2012. Se levada em consideração a geração de riqueza por habitante, o PIB per capita mostra um cenário ainda pior, com desempenho inferior ao de 2010, segundo dados desagregados do Monitor do PIB apurado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).
  • A Petrobrás fechou 2018 com lucro de R$ 25,8 bilhões, o primeiro resultado positivo obtido desde o início da Lava Jato, em 2014. Balanço mostra que a companhia reduziu o endividamento e segurou investimentos no ano passado. Para o presidente da empresa, Roberto Castello Branco, a Petrobrás ainda “convalesce de grave doença”.
  • Moody’s tira grau de investimento da Vale. Companhia teve a nota rebaixada pela agência de classificação de risco; mineradora agora tem perspectiva ‘negativa’
  • Superávit comercial cresce 22,5% em fevereiro e chega a US$ 3,6 bi. Apesar de o saldo positivo, corrente de comércio recuou, com queda de 15,8% nas exportações e de 21,2% nas importações
  • Venda de veículos sobe 26% em fevereiro. No primeiro bimestre, crescimento acumulado em relação ao mesmo período do ano passado foi de 17,8%, para quase 400 mil unidades, segundo a Fenabrave; associação diz que juros mais baixos e inadimplência sob controle impulsionaram o mercado
  • Nova regra pode encarecer envio de dinheiro ao exterior. Remessas sem relação com despesas de saúde ou educação podem, agora, ficar sujeitas a tributação de 15% a 25%. Para especialistas, contribuintes poderão questionar novas regras na Justiça. Quaisquer envios relacionados a herança e doação devem começar a ser taxados, de forma semelhante com o que ocorreu com os gastos com viagem de turismo ou negócios durante o governo Dilma. Continuam isentas as despesas com educação, manutenção de dependentes e despesas médicas no exterior. Especialistas alertam que é necessário ter cuidado na hora de especificar a razão do envio da remessa para evitar a tributação.
  • Governo quer limitar juros cobrados de Estados. Avaliação do Planalto é que taxas podem ser mais baixas, já que as operações são garantidas pela União
  • Em meio a um cenário de recuperação lenta da atividade e do aumento no número de trabalhadores informais, a produtividade da economia brasileira ficou estagnada em 2018, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Em 2017, houve alta de 1%, após três anos de perdas.

Novidades da semana:

  • Cinco maiores start-ups do país já valem R$ 89 bilhões. Maior parte delas atua em lacunas do mercado, como falhas de mobilidade urbana, baixa oferta de crédito e alto custo dos serviços financeiros; entre os ‘unicórnios’ brasileiros – empresas que valem mais de US$ 1 bi – estão Nubank, Stone e Movi
  • Mudança nas regras de LCA pode aumentar rendimento da aplicação. Desde fevereiro, bancos podem negociar o título com taxas mais altas; para analistas, medida pode popularizar papel. Até o mês passado, quando o banco fazia uma emissão deste tipo de título, era preciso garantir que uma parcela da carteira tivesse juros de até 8,5%. Após uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), não há mais esse limite e cada instituição define qual o melhor modelo de emissão, escolhendo como se dará a relação risco e retorno. Assim, quem investe em LCA poderá ter maiores ganhos – sem um aumento do risco.

No cenário externo:

  • Grupo de Lima descarta intervenção na Venezuela. Reunidos em Bogotá, países que se opõem ao chavismo ameaçam adotar novas sanções para proteger líder da oposição e pedem que TPI investigue Nicolás Maduro pelas ações violentas contra comboios humanitários no fim de semana
  • Por ampla maioria, cubanos aprovam Constituição que apoia o socialismo. Mais de 6 milhões de cubanos votaram “sim” pela nova Constituição que apoia o socialismo na ilha, após referendo do qual participaram 84,41% eleitores
  • O Partido Trabalhista britânico, de oposição, informou estar disposto a apoiar um segundo referendo sobre a saída do Reino Unido da União Europeia, uma mudança que pode ter ramificações significativas para o destino do Brexit e o futuro da relação entre Londres e Bruxelas.
  • Rússia acusa EUA de planejar invasão militar. Moscou denuncia governo americano de enviar tropas para Porto Rico e Colômbia com o objetivo de derrubar Maduro
  • Michael Cohen, ex-advogado de Donald Trump, ampliou as acusações contra o presidente em depoimento ao Congresso. Além de chamar Trump de “racista, vigarista e trapaceiro”, Cohen afirmou que o presidente sabia de três atos que são foco da investigação criminal sobre a interferência russa nas eleições de 2016 e a violação das leis de financiamento de campanha.
  • Trump e Kim encerram cúpula sem acordo. Apesar do otimismo demonstrado por diplomatas dos dois países, líder da Coreia do Norte acaba rejeitando exigência de desmantelar seu arsenal nuclear sem garantias de que o presidente americano suspendesse sanções econômicas
  • Guaidó volta à Venezuela e convoca manifestação. Líder opositor chega ao país em voo comercial, ignorando o risco de ser preso, convoca manifestação e pede às Forças Armadas que se juntem a ele; chavismo evita falar sobre o interino e convida população a comemorar o Carnaval
  • BCE mantém juro e oferece crédito para estimular economia. Incertezas que vão da guerra comercial global ao Brexit, com efeitos econômicos negativos, estão por trás da decisão. O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, pegou de surpresa até mesmo autoridades mais otimistas ao promover um estímulo inesperadamente generoso após projeções mostrarem uma ampla queda no crescimento econômico, disseram quatro fontes familiarizadas com a discussão.
  • Venezuela tem seu maior apagão. Corte de energia deixa por mais de um dia milhões de venezuelanos sem gasolina, metrô, ensino, atendimento médico e voos, isolando mais o país, cujas fronteiras com Colômbia e Brasil estão fechadas; Maduro acusa EUA de travar ‘guerra elétrica’

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

Na semana que passou, o VIX apresentou leve alta trabalhando no patamar de 15,10 contra 14,34 da semana anterior

 

Dólar index

(relação do dólar com uma cesta de moedas)

O dólar segue em patamar estável contra cesta de moeda tendo trabalhado na última semana na média de 96,80

 

 

Perspectivas

A previsão do dólar para 2019

As expectativas dos 97 economistas consultados pelo Banco central para 31/03/2019são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 3,50
  • Valor médio esperado: R$ 3,71
  • Valor máximo esperado: R$ 4,00

 

 

 

Dólar americano hoje:

Às 14 horas o dólar comercial apresentava queda de 0,95% cotado a 3,8045.

O dólar turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 3,937 + IOF.

 

Euro hoje:

Às 17 horas o euro comercial apresentava queda de 0,49%, cotado a R$ 4,298.

O euro turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,475 + IOF.

 

 

 

 

 


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