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Panorama de Mercado

26 de março , 2019 | em #MeuCâmbio |

Análise Meu Câmbio

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Cenário interno

Reforma da Previdência:

  • Como compensação às mudanças da previdência das Forças Armadas, o governo propõe reajustar soldos e ampliar gratificações com adicional de 10% a generais da reserva. O saldo será uma economia de R$ 10,45 bilhões em dez anos. Analistas avaliam que o sacrifício maior da reforma recairá sobre outras categorias.
  • Com a tarefa de aprovar mudanças na Previdência, a maioria dos deputados e quase a metade dos senadores escolheram abrir mão da aposentadoria especial que lhes permitiria receber até R$ 33,7 mil (salário parlamentar), a depender do tempo de contribuição. Ao abrir mão do plano especial, deputados e senadores ficarão sujeitos às regras do INSS ou ao regime dos servidores. Mas eles podem voltar a ter as benesses a qualquer momento.

Economia:

  • Nos Estados Unidos, o ministro da Economia, Paulo Guedes, fez uma provocação aos americanos sobre a relação do Brasil com a China. Ao dizer que o país está aberto a investimentos, Guedes foi claro ao sinalizar que continuaremos a fazer negócio com os chineses.
  • Confiança e atividade recuam no início do ano. De cinco índices de confiança, empresariais e do consumidor, apurados pela FGV, quatro caíram em fevereiro ante janeiro. O IBC-Br, espécie de prévia do PIB (Produto Interno Bruto), veio negativo em janeiro, após duas altas seguidas.
  • Agora, sob o comando do economista Roberto Campos Neto, o Banco Central decidiu manter a Selic (taxa básica de juros) em 6,5% ao ano. Foi a oitava reunião consecutiva em que o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa neste patamar, o menor da história. Apesar de a decisão, o BC demonstrou preocupação maior com a fraqueza da atividade econômica no Brasil. O que, na visão de alguns economistas do mercado financeiro, eleva as chances de novos cortes da taxa básica no futuro.
  • Na primeira emissão externa do governo brasileiro sob o comando do ministro da Economia, Paulo Guedes, o Tesouro Nacional captou US$ 1,5 bilhão do Bônus Global 2029, título da dívida externa com prazo de vencimento daqui a dez anos, e aceitou pagar uma taxa de retorno ao investidor de 4,7% ao ano.
  • Brasil passa a ter livre comércio de carros com o México. Montadoras de ambos os países poderão importar e exportar produtos sem barreiras comerciais. Antes, a troca previa cotas isentas de imposto. Anfavea vê problemas para a produção brasileira.
  • Joaquim Levy, presidente do BNDES, diz que a devolução de R$ 126 bilhões do banco ao Tesouro, pedida pelo Ministério da Economia, está atrelada ao pagamento de empréstimos feitos à Caixa, ao Banco do Brasil e aos Estados. Juntos, eles devem R$ 36,5 bilhões ao BNDES.
  • Após benefícios, GM vai investir R$ 10 bi. Dois meses depois de ameaçar suspender fabricação de veículos no Brasil, montadora recebe desconto de ICMS, ISS, das contas de água e esgoto e isenção de IPTU; recursos serão usados na modernização de fábricas e contratações, de 2020 a 2024
  • O plenário da Câmara dos Deputados aprovou o texto-base do projeto de lei que permite que empresas aéreas em operação no Brasil recebam investimentos de até 100% de capital estrangeiro. O texto foi aprovado por 329 votos a favor e 44 contrários e será analisado pelo Senado. Se aprovado, segue para sanção ou veto do presidente Jair Bolsonaro.
  • Para conseguir cumprir a meta fiscal deste ano, de déficit de R$ 139 bilhões, o Ministério da Economia fez um bloqueio de R$ 29,8 bilhões, o que pode afetar as emendas parlamentares.
  • Após dois anos de crescimento expressivo, que ajudou o PIB a registrar resultado positivo, as exportações brasileiras terão um desempenho modesto em 2019. Entre os fatores que pesam sobre as vendas externas, estão a desaceleração da economia global, a crise argentina e, até mesmo, uma eventual pacificação na guerra comercial entre China e Estados Unidos.
  • A aprovação do cadastro positivo automático, que torna obrigatória a inclusão de consumidores em bancos de dados sobre pagamentos de serviços como luz, gás e água, pode abrir uma brecha para que o brasileiro limpe seu nome e construa um histórico de bom pagador.

Política:

  • O ex-presidente Michel Temer foi preso preventivamente, na quinta-feira (21), quando saía de casa, em São Paulo, sob acusação de liderar organização criminosa que atuava “há 40 anos”, segundo o MPF. Ontem (segunda-feira, dia 25), a Justiça determinou a sua soltura. A decisão é do desembargador Antonio Ivan Athié, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região.
  • Sob pressão de partidos aliados para abrir espaço na máquina pública, o governo publicou decreto que estabelece critérios mínimos para o preenchimento de cargos, mas deixou brechas para que as indicações políticas continuem a ocorrer
  • Pesquisa telefônica do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) realizada por encomenda da corretora XP Investimentos detectou aumento da desaprovação ao governo de Jair Bolsonaro (PSL) entre fevereiro e março, além de oscilação negativa na taxa de aprovação
  • Trump se comprometeu a apoiar o Brasil como candidato a membro da OCDE, o “clube dos ricos”. Em troca, Bolsonaro aceitou abrir mão de prerrogativas dadas a países em desenvolvimento na Organização Mundial do Comércio (OMC).
  • Em conversas nos EUA, negociadores brasileiros aceitaram abrir mão de vantagens da OMC em troca do apoio dos EUA à entrada na OCDE, o clube dos ricos. Mas impuseram condições. Uma delas é a retirada, também, de países como China e Coreia do Sul.
  • O presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reagiu à cobrança de Sérgio Moro para colocar o pacote anticorrupção em tramitação. Chamou o ministro da Justiça de “funcionário” de Bolsonaro e o acusou de “copiar” proposta de Alexandre de Moraes, discutida no ano passado.
  • Rodrigo Maia avisou ao ministro da Economia, Paulo Guedes, que deixará a articulação política da reforma da Previdência. O presidente da Câmara está irritado com a ofensiva contra ele nas redes – agravada por post de Carlos Bolsonaro com críticas –, com a falta de articulação do Planalto e com a tentativa de Sérgio Moro de impor a tramitação do pacote anticrime. “Se acham que sou a velha política, estou fora”, disse a Guedes.
  • No Chile, onde oito países assinaram a criação do Prosul, novo bloco regional, o presidente Jair Bolsonaro descartou a intervenção militar na Venezuela. A declaração foi feita após o filho dele, Eduardo Bolsonaro, sugerir, em entrevista, o uso da força contra Nicolás Maduro. “Não existe essa possibilidade”, disse o presidente.

No cenário externo:

  • A primeira-ministra do Reino Unido, a conservadora Theresa May, anunciou que escreveu para o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, para solicitar uma prorrogação do Brexit até 30 de junho. A saída do Reino Unido da União Europeia estava prevista para o dia 29. May alertou ao Parlamento que, como chefe do governo britânico, não está disposta a prolongar por mais tempo o processo. A solicitação para estender a validade do Artigo 50 do Tratado de Lisboa, que regulamenta o Brexit, deve ser aprovada, agora, por unanimidade pelos outros 27 membros da UE.
  • A União Europeia concordou em adiar a saída do Reino Unido do bloco, mas exigiu condições para estender o prazo. A primeira-ministra Theresa May havia pedido o adiamento até 30 de junho, mas os europeus aceitaram estender o Brexit até 22 de maio, desde que o Parlamento aprove o acordo negociado por ela – e rejeitado duas vezes pelos deputados britânicos.
  • Cerca de 1 milhão de pessoas – segundo os organizadores – marcharam nas ruas de Londres para pedir um novo plebiscito sobre o Brexit. Sob risco de deixar o bloco europeu sem um acordo, o que poderia significar escassez de produtos importados do continente, a pressão sobre a premiê Theresa May vem crescendo. Em poucos dias, uma petição online que pede uma nova consulta popular, chegou a 4,5 milhões de assinaturas.
  • O presidente dos EUA, Donald Trump, defendeu que o país reconheça as Colinas do Golan como território israelense, contradizendo décadas da política externa americana e, provavelmente, violando uma resolução da ONU sobre o caso. O primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, elogiou o anúncio de Trump, que ocorreu durante a visita do secretário de Estado, Mike Pompeo, a Israel.
  • O secretário de Justiça dos EUA, William Barr, enviou uma carta aos congressistas que resume as conclusões do procurador especial Robert Mueller. A principal delas é que não houve conluio entre a campanha presidencial de Donald Trump e agentes russos, em 2016. Ao analisar uma possível obstrução de Justiça, porém, a investigação não condena nem exonera o presidente.
  • Ao menos dois aviões da Força Aérea Russa pousaram no Aeroporto de Maiquetía, nos arredores de Caracas, com equipamentos e pessoal militar, em meio a ameaças do presidente Nicolás Maduro contra o líder opositor Juan Guaidó. Segundo diplomatas russos, a chegada do cargueiro e de um jato faz parte de acordos de cooperação militar assinados com a Venezuela. As autoridades locais não comentaram o assunto.

    Dólar e aversão ao risco

    (índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

    Na semana que passou, o VIX apresentou alta, principalmente no final do período, com a divulgação do PMI alemão, vindo abaixo do esperado. Na média, o índice negociou a 14,83 contra 13,33 da semana anterior.

    Dólar index

    (Relação do dólar com uma cesta de moedas)

    O dólar segue em patamar estável contra cesta de moeda tendo trabalhado na última semana na média de 96,414

     

     

     

    Perspectivas

    A previsão do dólar para 2019

    As expectativas dos 97 economistas consultados pelo Banco central para 31/03/2019 são:

    • Valor mínimo esperado: R$ 3,50
    • Valor médio esperado: R$ 3,80
    • Valor máximo esperado: R$ 3,95

Dólar americano hoje:

Às 12h, o dólar comercial apresentava alta de 0,32% cotado a R$ 3,8684.

O dólar turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 3,979 + IOF.

Euro hoje:

Às 12h, o euro comercial apresentava alta de 0,18%, cotado a R$ 4,371.

O euro turismo, neste mesmo horário, é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,502 + IOF.


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