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Panorama de mercado

02 de abril , 2019 | em #MeuCâmbio |

Análise Meu Câmbio – Acompanhe semanalmente a evolução do preço do dólar, euro e saiba tudo que pode influenciar o preço das moedas. Com a Meu Câmbio você tem acesso a toda a informação que precisa para escolher a melhor hora de realizar suas operações cambiais.

Cenário interno

Política:

  • O ex-presidente Michel Temer deixou a Superintendência da Polícia Federal no Rio, depois de quatro dias de prisão. A soltura foi determinada pelo desembargador Antonio Ivan Athié, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2).
  • A Câmara dos Deputados pode votar nesta semana, em caráter de urgência, projeto de lei que prevê anistia de multas a partidos políticos que não aplicaram seus recursos de forma adequada e isenta diretórios punidos pela Receita Federal por não cumprirem determinações legais.
  • Câmara mostra força e limita poder de gasto do governo. Em votação relâmpago, a Casa Legislativa aprovou, em dois turnos, proposta de emenda constitucional que diminui poder do governo de manejar o Orçamento. Também torna obrigatório o pagamento de despesas que hoje podem ser adiadas, como emendas de bancadas estaduais e investimentos em obras. A previsão é de que o grau de engessamento das contas chegará a 97% – atualmente, é de 93%.
  • Só Saúde e Educação vão escapar de corte de R$ 30 bi do Orçamento. Apenas os Ministérios da Saúde e da Educação serão poupados do corte de R$ 30 bilhões do Orçamento definido pelo Ministério da Economia. A proposta da área econômica é fazer um bloqueio praticamente linear de 21% nas despesas dos demais ministérios, o que pode afetar o funcionamento de áreas do governo.
  • O ministro da Economia, Paulo Guedes, desistiu na última hora de comparecer à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o que desagradou a parlamentares e pegou de surpresa o próprio presidente da comissão
  • O ministro Sérgio Moro, da Justiça e Segurança Pública, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEMRJ), entraram em acordo para acelerar a tramitação do pacote anticrime apresentado pelo governo. Ao mesmo tempo, um grupo de senadores anunciou que fará a discussão simultânea das propostas no Senado. A intenção é também acelerar a aprovação das medidas no Congresso.
  • O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, decidiram tocar juntos a articulação política pela reforma da Previdência. Pesou no pacto entre os dois, o apelo de empresários e de lideranças políticas, preocupados com as discussões públicas entre Bolsonaro e Maia, com as incertezas em torno da aprovação das mudanças nas regras da aposentadoria e com os rumos da economia. O presidente da Câmara se comprometeu a recuperar o tempo perdido na análise da reforma. Guedes, por sua vez, passará a receber grupos de 15 parlamentares para discutir o projeto. Eles também acertaram a criação de grupos de trabalho para tocar outras pautas prioritárias da agenda econômica, começando pela reforma tributária.

Economia:

  • Emprego tem o melhor fevereiro em cinco anos. A criação de vagas de trabalho com carteira assinada acelerou em fevereiro com a abertura de 173.139 empregos formais, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados ontem pelo Ministério da Economia.
  • Com o dólar mais caro ante o real, os brasileiros seguiram reduzindo os gastos com viagens a outros países no mês de fevereiro. A conta de viagens do balanço de pagamentos apresentou saldo negativo de US$ 761 milhões no mês passado, informou ontem o Banco Central.
  • O Brasil foi o único entre os Brics a não perder dinheiro do maior fundo de investimento do mundo no ano passado. Relatório do Fundo Soberano da Noruega indica que a posição em ações brasileiras cresceu pouco mais de 2%, de US$ 6,02 bilhões para US$ 6,17 bilhões no fim de 2018. Rússia, Índia, China e África do Sul, ao contrário, tiveram redução do investimento em renda variável dos noruegueses. Com cerca de US$ 1 trilhão em ativos, o soberano da Noruega é o maior do gênero no mundo. O fundo administra as riquezas do petróleo norueguês investindo exclusivamente em ações, imóveis e títulos de dívida fora do país.
  • O desemprego subiu para 12,4%, ou 13 milhões de pessoas, no trimestre encerrado em fevereiro, segundo o IBGE. Desalentados chegaram a 4,8 milhões. No trimestre móvel encerrado em fevereiro, o contingente de desempregados voltou para a casa dos 13 milhões (são 13,098 milhões), o que não ocorria desde maio passado. Assim, a taxa de desemprego ficou em 12,4%, ante 11,6% do trimestre móvel imediatamente anterior, findo em novembro de 2018, informou ontem o IBGE.
  • Com influência direta do rombo da Previdência, o setor público brasileiro fechou o mês de fevereiro com um déficit primário de R$ 14,9 bilhões, informou o Banco Central. Sozinha, a Previdência Social contribuiu com um resultado negativo de R$ 15,1 bilhões no mês passado. Sem recursos para fazer frente às suas despesas, o governo teve que se financiar, e a dívida bruta atingiu R$ 5,3 trilhões, o equivalente a 77,4% do Produto Interno Bruto (PIB).
  • Empresários que apoiam o governo Bolsonaro lançaram uma ofensiva pela aprovação da reforma da Previdência, cuja articulação foi golpeada nos últimos dias com as trocas de acusações entre o presidente da República e Rodrigo Maia (DEM-RJ). O movimento Brasil 200, formado, entre outros, por Flávio Rocha (Riachuelo), Sebastião Bomfim (Centauro) e João Apolinário (Polishop), partiu para o “corpo a corpo” com congressistas, fazendo com que eles se comprometam por escrito com a aprovação da reforma. Já reuniram a assinatura de 230 deputados e 10 senadores.
  • Em meio à piora das estimativas do mercado financeiro para a atividade econômica no Brasil, o Banco Central também reduziu sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019. De acordo com o Relatório Trimestral de Inflação (RTI), divulgado ontem pela instituição, o PIB deve crescer 2% este ano, após a alta de 1,1% do ano passado. A projeção anterior do BC era de crescimento de 2,4%.

Leilão da Ferrovia Norte-Sul foi vencido pela Rumo com lance de R$ 2,7 bilhões, ágio de 100% em relação ao valor inicial. Empresa passará a dominar transporte de grãos no Centro-Oeste.

No cenário externo:

  • Ao lado do premiê israelense, Binyamin Netanyahu, o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou, na Casa Branca, um decreto que reconhece a anexação das Colinas do Golan por Israel. A medida representa um importante respaldo político a Netanyahu, às vésperas de uma acirrada eleição, e amplia temores da comunidade internacional sobre precedentes para disputas territoriais entre outros países.
  • O Parlamento britânico aprovou uma emenda que dá aos deputados controle sobre o processo de saída do Reino Unido da União Europeia, o Brexit, em mais uma derrota da primeira-ministra Theresa May. A emenda permite organizar uma série de votações sobre a forma que o Brexit deve ter: manutenção do mercado único, realização de um novo referendo e anulação da saída da UE, entre outras.
  • O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, acusou a Rússia de agravar as tensões na Venezuela com sua presença militar para apoiar o regime de Nicolás Maduro. Pompeu advertiu, em conversa por telefone com o chanceler russo, Serguei Lavrov, que Washington reagirá à ameaça. “Os EUA e os países da região não ficarão de braços cruzados enquanto a Rússia exacerba as tensões na Venezuela”, disse. No fim de semana, dois aviões russos pousaram em Caracas levando militares e equipamentos, segundo o Kremlin, para “cooperação” acertada em acordos assinados no passado.
  • A Rússia criticou uma eventual entrada do Brasil na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), defendida por Donald Trump na visita de Jair Bolsonaro aos EUA. Os russos alegam que a aliança militar não prevê latino-americanos e que a posição de Trump não favorece a distensão.
  • O chavismo determinou ontem que o líder opositor venezuelano, Juan Guaidó, não poderá exercer cargos públicos por 15 anos. É a terceira medida contra Guaidó e seu entorno em uma semana, apesar da pressão dos Estados Unidos contra ações que prejudiquem o opositor.
  • O Parlamento britânico rejeitou pela terceira vez o acordo da primeira-ministra Theresa May para o Brexit, mesmo com a promessa de que ela deixaria o cargo após uma aprovação. Existem agora duas possibilidades: o Reino Unido sai da União Europeia sem nenhum acordo no dia 12, o que seria comercialmente desastroso para os dois lados, ou o bloco estende o prazo de negociação. Este adiamento obrigaria os britânicos a participar das eleições para o Parlamento Europeu, algo que May rejeita até agora.
  • A Casa Branca defendeu a decisão do governo de Donald Trump de cortar a ajuda financeira a três países da América Central – Honduras, Guatemala e El Salvador, conhecidos como Triângulo do Norte – ao dizer que essas nações precisam “fazer mais” para impedir que os imigrantes entrem nos Estados Unidos.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou um plano de racionamento de eletricidade que durará 30 dias, em meio ao agravamento dos blecautes em massa ocorridos desde o último dia 7 de março.

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

Na semana que passou, o VIX apresentou estabilidade. Na média, o índice negociou a 14,60 contra 14,83 da semana anterior.

Dólar index

(relação do Dólar com uma cesta de moedas)

O dólar sofreu ligeira alta contra cesta de moeda tendo trabalhado na última semana na média de 97,23

Perspectivas

A previsão do dólar para 2019

As expectativas dos 97 economistas consultados pelo Banco Central para 31/03/2019 são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 3,50
  • Valor médio esperado: R$ 3,78

Valor máximo esperado: R$ 4,00

 

Dólar americano hoje:

Às 12h o dólar comercial apresentava ligeira alta de 0,11% cotado a R$ 3,8768.

O dólar turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,008 + IOF.

 

 

Euro hoje:

Às 12h o euro comercial apresentava ligeira baixa de 0,05%, cotado a R$ 4,341.

O euro turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,515 + IOF.

 

 


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