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Panorama de Mercado

09 de abril , 2019 | em #MeuCâmbio |

Análise Meu Câmbio

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Cenário interno

Economia

  • O Mercado já prevê PIB abaixo de 2% para este ano. Economistas revisaram projeções influenciados por indicadores econômicos fracos e pela disputa entre Executivo e Legislativo, que tem dificultado a tramitação da reforma da Previdência; estimativas de avanço do PIB caíram de 2,53%, em janeiro, para 1,98%
  • O governo prevê um superávit de US$ 50,1 bilhões na balança comercial neste ano. Se confirmado, esse será o terceiro melhor resultado na série histórica, mas menor do que o saldo registrado no ano passado (US$ 58,7 bilhões). Foi a primeira vez que o Ministério da Economia projetou um número para a diferença entre as exportações e importações neste ano.
  • A Caoa deve assumir as operações da fábrica da Ford em São Bernardo do Campo (SP). O grupo brasileiro assinou acordo para a compra da unidade e manterá apenas a produção de caminhões, que serão feitos sob licença da Ford.
  • O lucro das 308 empresas brasileiras com ações na Bolsa cresceu 42% em 2018, na comparação com o ano anterior e somou R$ 177,5 bilhões. O resultado positivo foi alcançado, mesmo com a greve dos caminhoneiros, que praticamente paralisou a economia no segundo trimestre. A taxa de crescimento do lucro foi quase o triplo da registrada em 2017 (17%), segundo estudo da Economática, empresa especializada em informações financeiras.
  • Impulsionada pela fabricação de veículos, a produção industrial cresceu 0,7% na passagem de janeiro para fevereiro. O resultado não foi mais elevado por conta da paralisação de parte da produção da mineradora Vale, devido ao rompimento da barragem na região de Brumadinho, em Minas Gerais, em 25 de janeiro.
  • Cuba, Venezuela e Moçambique têm, juntos, R$ 2,3 bilhões em dívidas atrasadas com o BNDES. Se não pagarem, o governo brasileiro terá de cobrir o rombo. O risco de calote levou o banco a registrar perdas de R$ 4,41 bilhões no balanço financeiro de 2018, divulgado na semana passada – é o montante que ainda tem a receber somente de Cuba e Venezuela.
  • Após os saques registrados em janeiro e fevereiro, os brasileiros voltaram a colocar dinheiro na poupança em março. Dados do Banco Central mostraram que, no mês passado, R$ 1,853 bilhão líquidos entraram na caderneta de poupança. Foi o primeiro mês de saldo positivo em 2019. O resultado, no entanto, ficou abaixo dos R$ 3,978 bilhões em depósitos líquidos registrados em março do ano passado.
  • A atividade industrial recuou 0,2% no primeiro bimestre de 2019 ante o mesmo período do ano passado, numa evidência de que a crise enfrentada pela indústria brasileira não dá sinais de reversão. Com 11,3% do Produto Interno Bruto em 2018, a participação do setor na atividade econômica do país foi a menor em mais de 70 anos – não há dados anteriores a 1947. Nos anos 80, a indústria chegou a responder por 30% do PIB.

Política

  • O Ministério da Economia prepara um pacote de medidas para tentar destravar a atividade econômica, com propostas para aumentar a produtividade e diminuir o desemprego. Serão quatro grandes planos, previstos para serem colocados em prática em 90, 180 e 360 dias. O primeiro a ser lançado será o Simplifica, com 50 medidas para desburocratização do setor produtivo. O e-Social, formulário digital no qual os empregadores repassam informações dos trabalhadores ao governo, deve ficar mais fácil de ser usado. Em outra frente, o Emprega Mais será voltado para a qualificação de pessoal e usará recursos do governo e parte do que é destinado hoje para o Sistema S. Vales serão oferecidos para empresas e trabalhadores investirem em treinamento. O Pró-mercados será destinado à retirada de barreiras regulatórias, para facilitar a entrada de novas empresas no mercado. Por fim, o Brasil 4.0 traz medidas para estimular a modernização da gestão de empresas.
  • Acabou em briga e troca de palavrões o primeiro teste do ministro da Economia, Paulo Guedes, na audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) sobre a reforma da Previdência. Depois de seis horas e meia de sessão, com sucessivos bate-bocas com a tropa da oposição, o ministro caiu na provocação do deputado Zeca Dirceu (PT-PR) que o acusou de ser “tigrão” com os aposentados, idosos de baixa renda e agricultores, mas “tchutchuca” com privilegiados do Brasil.
  • O Senado aprovou uma proposta de emenda à Constituição que engessa totalmente as contas do governo ao tornar obrigatória a execução de todo o Orçamento. Da forma como foi aprovada, segundo o relator da proposta, senador Esperidião Amin (PP-SC), a medida também é estendida a Estados e municípios.
  • Planalto já admite reforma sem capitalização. Para presidente, tema deve ficar para um ‘segundo turno’, porque discussão sobre a adoção do novo regime pode atrapalhar a tramitação da reforma; defendido por Paulo Guedes, ponto foi o mais bombardeado na tumultuada audiência do ministro na CCJ
  • O governo conseguiu ampliar nos últimos dias o apoio à reforma da Previdência. Levantamento do Estadão mostra que 198 deputados estão dispostos a votar a favor da proposta – 69 aprovariam o texto como foi enviado para a Câmara e 129 condicionaram o aval a mudanças. Outros 95 se posicionaram contra o projeto. Em 21 de março, 180 deputados eram favoráveis.

No cenário externo:

  • O Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela, controlado pelo chavismo, retirou a imunidade parlamentar do líder opositor Juan Guaidó. A decisão abre caminho para que o presidente da Assembleia Nacional, que se declarou presidente interino do país em janeiro, seja preso.
  • EUA prometem dólares nas contas de venezuelanos caso Maduro caia. Washington diz que planeja usar bancos regionais e aplicativos para levar moeda americana à população, mas não detalha como isso será feito; divulgação de iniciativa serviria também para alimentar deserções e reduzir ainda mais o apoio a Maduro
  • O Banco Mundial afirmou ontem que a Venezuela vive a pior crise da história moderna na América Latina, uma constatação feita após o cálculo de que o PIB do país recuará 25% em 2019, após uma queda de 17,7% em 2018.
  • Os EUA impuseram ontem sanções ao petróleo exportado da Venezuela para Cuba. O objetivo é pressionar um dos principais aliados regionais do presidente Nicolás Maduro a deixar de prestar assistência ao chavista, principalmente na repressão e monitoramento de opositores.
  • A primeira-ministra britânica, Theresa May, pediu ontem a extensão do prazo da saída do Reino Unido da União Europeia (UE) até 30 de junho. O pedido foi feito em uma carta de dez parágrafos enviada ao presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk. Esta é a mais nova tentativa da premiê de ganhar tempo para o divórcio por meio do Parlamento.
  • Candidato à reeleição, o premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, disse que vai anexar partes da Cisjordânia se vencer o pleito para sua reeleição. Em uma das eleições mais acirradas de sua carreira, ele enfrenta Benny Gantz, ex-chefe das Forças Armadas
  • Milhares de venezuelanos tomaram as ruas de Caracas para protestar contra e a favor do governo de Nicolás Maduro. Os opositores pediram a saída de Maduro e o fim dos apagões que mantêm às escuras e sem água parte do país. Já os chavistas pediram a prisão do líder opositor Juan Guaidó e defenderam a permanência de Maduro no cargo “custe o que custar”.

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

Na semana que passou, o VIX apresentou queda com a melhora do cenário internacional. Na média, o índice negociou a 13,47 contra  14,60 da semana anterior.

Dólar index

(relação do Dólar com uma cesta de moedas)

O dólar sofreu ligeira baixa contra cesta de moeda tendo trabalhado na última semana na média de 97,14.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2019

As expectativas dos 97 economistas consultados pelo Banco central para 30/04/2019 são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 3,50
  • Valor médio esperado: R$ 3,78
  • Valor máximo esperado: R$ 4,05

Dólar americano hoje:

Às 11 horas,  o dólar comercial apresentava alta de 0,29% cotado a R$ 3,8632.

O dólar turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 3,970 + IOF.

Euro hoje:

Às 11 horas,  o euro comercial apresentava alta de 0,42%, cotado a R$ 4,354.

O euro turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,488 + IOF.

 


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