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Panorama de Mercado

08 de maio , 2019 | em #MeuCâmbio |

Análise Meu Câmbio

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Cenário interno

  • As contas do governo federal registraram rombo de R$ 21,1 bilhões em março e deixaram ainda mais distante a promessa feita pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, de zerar o déficit primário ainda neste ano. Resultado é o segundo pior para o mês da série histórica, que tem início em 1997. No primeiro trimestre, o resultado do governo central – que inclui Tesouro Nacional, INSS e Banco Central – está deficitário em R$ 9,3 bilhões. A meta de gastos estipulada para este ano é de R$ 139 bilhões. (Fonte: O Estado de São Paulo)
  • O ministro da Economia, Paulo Guedes, aceita distribuir uma parcela dos R$ 106 bilhões previstos com o megaleilão do pré-sal para os Estados, desde que haja avanço na votação da reforma da Previdência. Uma das alternativas em discussão é dividir até 20% do chamado bônus de assinatura, que é o pagamento que a empresa ganhadora fará ao governo quando assinar o contrato de exploração da área leiloada. (Fonte: O Estado de São Paulo)
  • O presidente Jair Bolsonaro pediu ao presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, para que reduza os juros dos financiamentos aos produtores rurais. Ele fez o apelo ao anunciar R$ 1 bilhão em recursos para o seguro rural, durante evento do setor, em Ribeirão Preto (SP). (Fonte: O Estado de São Paulo)
  • O presidente Jair Bolsonaro assinou uma medida provisória, batizada de Liberdade Econômica, que altera legislações sobre pequenos negócios e startups – empresas iniciantes – para reduzir a burocracia. Por se tratar de uma MP, as novas regras entram em vigor após a publicação no Diário Oficial da União. O Congresso Nacional tem até 120 dias para aprovar o texto. Do contrário, as mudanças na legislação feitas pela MP perderão o valor. (Fonte: O Estado de São Paulo)
  • O governo planeja cortar em mais de um terço os subsídios de que hoje desfrutam alguns setores da economia. A equipe econômica incluiu no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2020, dispositivo que exige um plano de redução das renúncias em 0,5% do PIB ao ano até 2022. O valor equivaleria a 1,5% do PIB, ou cerca de R$ 102 bilhões. O governo, porém, não divulgou quais setores entrarão na mira. A redução dos subsídios – que hoje representam 20,9% da arrecadação da Receita – deve enfrentar resistências e lobbies. Na semana passada, o STF decidiu estender benefícios a empresas que compram insumos da Zona Franca de Manaus. O custo é de pelo menos R$ 16 bilhões por ano. Hoje, a maior renúncia é com o Simples Nacional: R$ 74,8 bilhões por ano. (Fonte: O Estado de São Paulo)
  • Os três maiores bancos privados do país conseguiram emplacar resultados ainda melhores no primeiro trimestre deste ano, a despeito das revisões para baixo quanto à atividade econômica por conta do atraso da reforma da Previdência. O combustível para os números do período foi o crescimento mais acelerado da oferta de crédito, ao menos no comparativo anual, e a continuidade dos menores gastos com calotes. (Fonte: O Estado de São Paulo)
  • Estados com problemas de caixa vão ser mais uma vez socorridos pelo governo federal. BA, GO, MA, MT, MS, PE, RN, SC, SE, TO e DF terão alívio de até R$ 40 bilhões em quatro anos. Batizado de “Plano Mansueto” (em referência ao secretário do Tesouro, Mansueto de Almeida), o programa permitirá aos Estados ter mais crédito para pagar funcionários e fornecedores, desde que se comprometam com medidas de ajuste, como privatizações. Também prevê restrição para aumento de servidor. O projeto não vai transferir recursos diretamente, mas dará sinal verde para a captação no mercado em condições mais favoráveis, porque o Tesouro garantirá os financiamentos. Em caso de calote, a União honra a dívida. No último socorro aos Estados, em 2016, a União deu descontos de R$ 50 bilhões em dívidas. Dos 19 que deveriam limitar despesas, dez não cumpriram as regras. (Fonte: O Estado de São Paulo)
  • A indústria brasileira deu mais uma prova de que continua com enormes dificuldades para superar a crise. Em março, a produção industrial caiu 1,3% em relação a fevereiro, o pior resultado desde setembro quando recuou 2,1%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). (Fonte: O Estado de São Paulo)
  • As contas do setor público consolidado, que englobam governo federal, estados, municípios e empresas estatais, registraram um déficit primário de R$ 18,629 bilhões em março, informou o Banco Central nesta terça-feira (30). O déficit significa que as despesas do governo superaram as receitas com impostos e contribuições. A conta não inclui os gastos com o pagamento dos juros da dívida pública. Apesar de negativo, o resultado das contas do setor público em março deste ano, representa melhora em relação ao mesmo mês do ano passado, quando o déficit primário somou R$ 25,135 bilhões. (Fonte: G1)
  • Os gastos de estrangeiros no Brasil subiram 4,2% em março, na comparação com o mesmo mês de 2018. De acordo com o Banco Central, foram US$ 567 milhões deixados pelo viajante internacional nos destinos brasileiros no período. No sentido inverso, a despesa cambial, que mostra os gastos de viajantes nacionais no Exterior, apresentou retração de 13%. Com os resultados, a balança comercial do Turismo fechou os três primeiros meses de 2019 com déficit de 16% menor, frente ao registrado no primeiro trimestre do ano passado. (Fonte:Panrotas.com.br)
  • A Dívida Bruta do Governo Geral fechou março aos R$ 5,431 trilhões, o que representa 78,4% do Produto Interno Bruto (PIB). O porcentual, divulgado na última terça-feira, pelo Banco Central, é superior aos 77,4% do PIB de fevereiro. Este é o maior porcentual da série histórica do BC, iniciada em dezembro de 2006. No melhor momento da série, em dezembro de 2013, a dívida bruta chegou a 51,5% do PIB. (Fonte: Seu dinheiro)
  • Apesar de a economia estar se recuperando lentamente desde 2017, o mercado de trabalho não dá sinais de melhora. Pelo contrário, os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostraram que a taxa de desemprego aumentou entre o último trimestre de 2018 e o primeiro de 2019, passando de 11,6% para 12,7%. Na prática, significa que o número de pessoas que procuram vagas subiu de 12,2 milhões para 13,4 milhões. (Fonte: Correio Braziliense)
  • A dívida bruta do país bateu em março novo recorde, chegando a 78,4% do PIB (Produto Interno Bruto), ou R$ 5,431 trilhões. Mais do que a tendência de crescimento da dívida, que se verifica de forma contínua, mas gradual desde 2014, o que chamou a atenção foi a magnitude da alta no mês, equivalente a um ponto percentual do PIB. (Fonte: Valor Econômico)
  • A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 6,061 bilhões em abril, informou a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia, na última quinta-feira. O valor representa um aumento de 2,3% na comparação com abril do ano passado, pela média diária. (Fonte: Valor Econômico)
  • Ao fim desta década, a economia brasileira deve colher mais um resultado decepcionante: dos 191 países monitorados pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), 90% vão registrar um crescimento médio melhor do que o do Brasil entre 2011 e 2020. Os números integram um estudo do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), conduzido por Marcel Balassiano. Se confirmado, o resultado será o pior desde os anos 1980, quando os dados começaram a ser compilados pelo FMI. (Fonte: G1)

    No cenário externo:

    • O Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro registrou crescimento de 0,4% no primeiro trimestre ante o quarto trimestre do ano passado. Na comparação anual, o PIB da região teve alta de 1,2%. Os resultados superaram as projeções dos analistas ouvidos pelo Wall Street Journal, que eram de avanços de 0,3% e 1,0%, respectivamente. (Fonte: Isto é)
    • O índice de sentimento econômico na zona do euro piorou em abril, refletindo em especial o setor manufatureiro, cujo nível de confiança registrou o menor nível desde setembro de 2014. O índice de confiança industrial caiu para -4,1, ante -1,6 em março (Fonte: Valor Econômico)
    • O autoproclamado presidente da Venezuela, Juan Guaidó, mobilizou o apoio de parte dos militares e convocou a população a ir às ruas contra o governo de Nicolás Maduro. Os protestos foram reprimidos pelas Forças Armadas, cuja cúpula permaneceu leal ao chavista. (Fonte: O Estado de São Paulo)
    • A startup colombiana de entregas Rappi anunciou que recebeu uma nova rodada de investimentos no valor de US$ 1 bilhão, liderada pelo grupo japonês SoftBank. É o maior aporte já recebido por uma startup latino-americana – o recorde pertencia ao iFood, que levantou US$ 500 milhões no ano passado. (Fonte: O Estado de São Paulo)
    • Conflito entre Israel e Gaza registra ataques mais violentos desde 2014. A violência entre Israel e a Faixa de Gaza agravou-se rapidamente, nos piores combates desde a guerra de 2014. O fim de semana teve quatro civis israelenses mortos em ataques palestinos com foguetes. Forças israelenses responderam matando com ataques pontuais nove militantes – foram 23 mortes no total, segundo autoridades de Gaza, incluindo civis. Um cessar-fogo foi aceito pelos palestinos. (Fonte: O Estado de São Paulo)
    • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou a pressão sobre a China para alcançar um acordo comercial ao anunciar, pelo Twitter, que a tarifa de 10% imposta a US$ 200 bilhões em bens da China subirá para 25% na sexta-feira (10). (Fonte: O Estado de São Paulo)
    • O Banco Central da Argentina anunciou que voltará a intervir no mercado de câmbio para tentar conter o dólar. A medida sinaliza que o país está disposto a queimar reservas internacionais para evitar uma disparada de preços até a eleição de outubro. O BC informou que passará a intervir no mercado de câmbio sempre que considerar necessário para reduzir a volatilidade. A medida na prática elimina o teto de 51,45 pesos da banda cambial. Se a cotação passar de 51,45 pesos, o BC elevará de US$ 150 para US$ 250 milhões as vendas diárias. (Fonte: Valor Econômico)
    • Os dois maiores partidos do Reino Unido, o Trabalhista e o Conservador, foram os grandes derrotados nas eleições municipais realizadas nesta semana. Somente na Inglaterra, os conservadores da primeira-ministra, Theresa May, já perderam mais de 1.200 cadeiras em assembleias locais e 41 prefeituras, cedendo espaço para legendas menores e grupos independentes. Apesar de as perdas mais modestas, os trabalhistas, liderados por Jeremy Corbyn, também contarão com 80 representantes a menos nas assembleias, em um resultado que demonstra o impacto do imbróglio envolvendo a saída dos britânicos da União Europeia, o Brexit. Os resultados desfavoráveis para os dois principais partidos nestas eleições deverão influenciar futuros pleitos para o Parlamento. (Fonte: Veja)

      Dólar e aversão ao risco

      (índice de volatilidadedos preços das opções do S&P 500)

      Em função das ameaças do presidente dos EUA de aumentar as tarifas dos produtos chineses, o VIX apresentou forte alta, principalmente no início dessa semana, chegando a subir na segunda para o maior nível desde 2018. Na média da semana que passou, o índice negociou a 16,20 contra 12,42 da semana anterior.

      Dólar index

      (relação do Dólar com uma cesta de moedas)

      O dólar operou estável contra cesta de moeda tendo trabalhado na última semana na média de 97,58

      Perspectivas

      A previsão do dólar para 2019

      As expectativas dos 105 economistas consultados pelo Banco central para 31/05/2019 são:

      • Valor mínimo esperado: R$ 3,50
      • Valor médio esperado: R$ 3,88
      • Valor máximo esperado: R$ 4,00

      Dólar americano hoje:

      Às 11 horas o dólar comercial apresentava queda de 0,90%, cotado a R$ 3,9335.

      O dólar turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,047 + IOF.

Euro hoje:

Às 11 horas o euro comercial apresentava queda de 0,74%, cotado a R$ 4,407.

O euro turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,539 + IOF.

 


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