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Panorama de Mercado

14 de maio , 2019 | em #MeuCâmbio |

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Cenário interno

 

Política

  • Sondagem feita pelo Ibope, a pedido da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que a reforma do sistema previdenciário é considerada necessária para 59% da população. Desse total, 31% concordam totalmente com a sua necessidade e 28% em parte. Pesquisa feita pelo Datafolha e divulgada em abril, mostrava que a reforma era rejeitada por 51% da população e contava com o apoio de 41%. (Fonte: Seu dinheiro)
  • O governo estuda medidas para aumentar a rentabilidade dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que quase sempre tem ganhos abaixo da inflação. Segundo fontes da equipe econômica, também está em análise a ampliação da possibilidade de saque do fundo, admitida pelo secretário especial da Fazenda, Waldery Rodrigues, e negada depois. O plano não deve ser posto em prática imediatamente. Nota da Secretaria Especial da Fazenda informa que a proposta respeitará “os contratos firmados e a função social do fundo”. O FGTS tem estoque de R$ 525 bilhões e seu uso é limitado à compra da casa própria, à aposentadoria e à demissão sem justa causa. (Fonte: O Estado de São Paulo)

 

Economia

  • Um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) mostra que os gastos públicos ineficientes do Brasil chegam a 3,9% do Produto Interno Bruto (PIB). Ou seja, o país perde US$ 68 bilhões — o equivalente a R$ 267 bilhões — por ano com a má alocação de recursos. Esse processo, além de prejudicar a melhoria dos serviços essenciais, como educação, saúde e segurança pública, contribui para a desigualdade social e limita o crescimento da economia. As despesas públicas representam 42,2% do PIB do Brasil. O patamar está muito acima do de nações vizinhas da América Latina e Caribe, que gastam, em média, 29,7% do PIB da região. (Fonte: Correio Braziliense)
  • O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, disse que a reforma da Previdência não vai resolver todos os problemas do Brasil, mas é um primeiro passo para a resolução de várias outras questões “muito difíceis”. Falando em evento do BID, Mansueto reforçou que, vencida a etapa previdenciária, o governo tem de se debruçar sobre o incremento da produtividade, via melhoria da educação, para impulsionar o potencial de crescimento econômico. Ao dizer que o Brasil está “totalmente fora da curva” de outros países, Mansueto afirmou que dois terços dos funcionários públicos nos Estados estão em regimes especiais, se aposentando com 49, 50 anos de idade. (Fonte: Reuters)
  • A saída de dólares do Brasil superou a entrada em US$ 1,625 bilhão em abril, segundo informações divulgadas pelo Banco Central na quarta-feira (8). Essas operações ocorrem por meio de remessas feitas por bancos contratados por esses investidores. No acumulado deste ano, até o dia 3 de maio, houve mais entrada do que retirada de dólares no país. No período, US$ 3,69 bilhões ingressaram na economia brasileira. (Fonte: G1)
  • O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa básica de juros, a Selic, em 6,5% ao ano. Resultado unânime dentro do colegiado do Banco Central (BC) e em linha com o consenso de mercado. O aceno é de manutenção no atual patamar dado o elevado grau de incerteza que cerca a economia brasileira. (Fonte: Seu dinheiro)
  • O governo vai reduzir mais uma vez sua projeção de crescimento do PIB para 2019, o que deve levar a equipe econômica a promover novo corte de gastos. Os cálculos estão sendo finalizados, mas, nos bastidores da área econômica, a nova previsão é de uma expansão em torno de 1,5% – até agora trabalhava-se com a estimativa de 2,2% (Fonte: Valor Econômico)
  • O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ficou em 0,57%, em abril, abaixo da taxa de 0,75% de março, segundo divulgou, no dia 10, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar de a desaceleração, trata-se da maior taxa para um mês de abril desde 2016, quando o índice foi de 0,61%. A inflação de abril foi pressionada principalmente pela alta dos preços de alimentos, combustíveis e remédios. (Fonte: G1)
  • Quando o IBGE divulgar o PIB do primeiro trimestre do governo do presidente Jair Bolsonaro , no próximo dia 30, o resultado pode ser uma recessão técnica. Isso ocorre quando o PIB cai por dois trimestres seguidos. A previsão dos analistas é de que a economia brasileira tenha patinado no início deste ano. As estimativas variam de uma queda de 0,2% a uma alta de 0,2%. (Fonte: O Globo)
  • O secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, disse no dia 10 que a expectativa é que o Senado avalie a reforma da Previdência em setembro, após o recesso parlamentar. Ele reiterou a previsão do governo de que a reforma seja votada na Câmara dos Deputados ainda no primeiro semestre (Fonte: Valor Econômico)
  • O secretário de Desestatização e Desinvestimento do Ministério da Economia, Salim Mattar, reconheceu que o governo Jair Bolsonaro vai realizar poucas privatizações de estatais ao longo deste ano. Segundo ele, o mercado deve esperar uma grande quantidade de privatizações somente em 2021. “No ano de 2019 serão realizadas poucas privatizações, mas muitos desinvestimentos”, disse Mattar. “No segundo ano, acelera-se o volume de privatizações e conclui a grande quantidade em 2021.” (Fonte: O Estado de São Paulo)
  • Em ritmo crescente de adesões desde as eleições, em outubro, a Bovespa e o Tesouro Direto alcançaram, no dia 9, a marca de 1 milhão de investidores cada. A taxa de juros baixa e a expectativa pela aprovação da reforma da Previdência ajudam a explicar os números. Para analista, o desafio é convencer os brasileiros a diversificar os investimentos: 117 milhões ainda aplicam na poupança. (Fonte: O Estado de São Paulo)

 

Empresas

  • A mineradora Vale teve prejuízo líquido de R$ 6,4 bilhões no primeiro trimestre deste ano, revertendo o lucro de R$ 5,1 bilhões na comparação anual. No trimestre imediatamente anterior, a empresa havia reportado lucro de R$ 14,5 bilhões. Segundo a companhia, o resultado deveu-se sobretudo aos eventos relacionados à barragem de Brumadinho. (Fonte: O Estado de São Paulo)

 

  • Queda na produção de óleo e gás faz lucro da Petrobrás cair 42% no 1º tri. Resultado de R$ 4 bilhões foi menor do que a projeção de seis bancos, que esperavam ganhos de R$ 5,6 bilhões de janeiro a março; para o próximo trimestre, a expectativa da petroleira é de crescimento com a entrada em operação de novas plataformas. (Fonte: O Estado de São Paulo)

 

No cenário externo:

  • A balança comercial na China apresentou superávit de US$ 13,84 bilhões em abril, número bem inferior ao projetado pelo mercado, de US$ 35 bilhões. O montante positivo também foi abaixo do visto em março, quando houve US$ 32,65 bilhões de superávit comercial. (Fonte: Moneytimes)
  • Irã recua em pacto nuclear e EUA impõem sanções. Presidente Hassan Rohani ameaça se retirar totalmente de acordo e dá prazo de 60 dias para que europeus encontrem uma maneira de manter as exportações iranianas de petróleo e driblar as restrições americanas às transações bancárias do país (Fonte: O Estado de São Paulo)
  • As chances de o Reino Unido continuar na União Europeiagiram em torno de 30%, segundo uma estimativa do presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, apostando na rejeição do Brexit em um possível segundo referendo sobre o assunto. A autoridade mais importante do bloco econômico afirmou que a população britânica só passou a discutir realmente o Brexit depois do plebiscito de 2016, com a aprovação da proposta por 51,9% dos eleitores, e disse ter “razões claras” para acreditar que esta decisão pode ser revertida. (Fonte: Veja)
  • Israel e grupos palestinos de Gaza acertam cessar-fogo. A trégua provisória põe fim aos confrontos mais sangrentos entre os dois lados desde a guerra de 2014, com 26 mortos (Fonte: O Estado de São Paulo)
  • Após 78 dias, Venezuela reabre fronteira com Brasil. Líderes locais esperam forte movimento nos próximos três dias, depois de 600 venezuelanos terem ingressado nas horas seguintes ao anúncio – a média diária em 2019 foi de 431; Maduro reforça distanciamento da Colômbia, onde bloqueio segue. (Fonte: O Estado de São Paulo)
  • Os Estados Unidos e a China encerraram em acordo as negociações comerciais que vinham travando, depois da decisão do presidente Donald Trump de elevar, de 10% para 25%, as tarifas para US$ 200 bilhões em importações chinesas. A elevação foi anunciada pelo americano na segunda-feira e, desde então, o presidente deu declarações em sentidos opostos – que ora animaram e ora desanimaram os investidores. Ontem, Trump disse estar preparado para uma longa batalha. (Fonte: O Estado de São Paulo)

 

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidadedos preços das opções do S&P 500)

O VIX continua apresentando alta volatilidade em função das incertezas externas e briga comercial entre China e EUA. Na média da semana que passou, o índice negociou a 19,13 contra 16,20 da semana anterior.

Dólar index

(relação do dólar com uma cesta de moedas)

O dólar operou estável contra a cesta de moeda, ficando na média de 97,43 na última semana.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2019

As expectativas dos 107 economistas consultados pelo Banco central para 31/05/2019 são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 3,50
  • Valor médio esperado: R$ 3,89
  • Valor máximo esperado: R$ 4,13

Dólar americano hoje

Às 16 horas,  o dólar comercial apresentava queda de 0,17% e era cotado a 3,9726.

O dólar turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,11 + IOF.

 

Dólar

Período

Variação

14/mai/19

-0,17%
1 semana 0,08%
1 mês 2,17%
No ano

2,51%

 

Euro hoje

Às 16 horas o euro comercial apresentava queda de 0,13%, cotado a R$ 4,457.

O euro turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,637 + IOF.

 

Euro

Variação

Variação

14/mai/19 -0,27%
1 semana 0,38%
1 mês 1,46%
No ano 0,56%


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