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Panorama de Mercado

02 de julho , 2019 | em #MeuCâmbio |

Análise Meu Câmbio

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Cenário interno

Previdência

  • Pela primeira vez, os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEMRJ), afirmam que o Congresso reúne os votos necessários para aprovar a reforma da Previdência. “A Câmara já tem os 308 votos. No Senado, tem ampla maioria”, apostou Alcolumbre em jantar promovido na última segunda-feira, pelo jornal digital Poder360. O Estado participou do encontro como convidado. Nas contas de Maia, há hoje de 314 a 320 votos certos, mas pode-se chegar a 380 votos favoráveis. Segundo ele, essa ampla margem é importante porque, se houver uma perda de 15% desses apoios, pode-se aprovar a reforma com 340 votos. São necessários, no mínimo, 308 votos, em dois turnos, para que a reforma seja aprovada pelo plenário da Câmara e siga para o Senado. (Fonte: Estadão)
  • Depois de mais um estresse na relação entre a equipe econômica e o Congresso, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), garantiu que a reforma da Previdência será votada pelos deputados no plenário antes do recesso parlamentar, que começa no dia 18 de julho. (Fonte: Estadão)

Economia

  • O Brasil teve superávit em transações correntes de 662 milhões de dólares em maio, somando em 12 meses um saldo negativo equivalente a 0,75 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), divulgou o Banco Central nesta segunda-feira (24/06). O dado veio abaixo da expectativa de superávit de 725 milhões de dólares do mercado, conforme pesquisa da Reuters com analistas. No mês, os investimentos diretos no país (IDP) somaram 7,1 bilhões de dólares, um pouco abaixo da projeção de analistas de 7,5 bilhões de dólares. No acumulado dos cinco primeiros meses de 2019, o déficit em transações correntes é de 7,576 bilhões de dólares, abaixo do rombo de 8,162 bilhões de dólares em igual período do ano passado. O fluxo de IDP no acumulado do ano –de 35,137 bilhões de dólares– foi mais do que suficiente para financiar o déficit. Em 12 meses, o saldo negativo chegou a 13,923 bilhões de dólares, equivalente a 0,75 por cento do Produto Interno Bruto (PIB). (Fonte: DCI)
  • O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida traçou um cenário sombrio para a economia brasileira nos próximos três anos e meio. Em audiência pública sobre a situação fiscal dos estados e da União nesta terça-feira, no Supremo Tribunal Federal (STF) , Mansueto disse que, mesmo com a aprovação da reforma da Previdência pelo Congresso, o país corre o risco de fechar as contas no vermelho no fim do mandato do presidente Jair Bolsonaro. Ele também alertou que o governo poderá não recuperar sua capacidade de investimentos até o fim de 2022.  (Fonte: O Globo)
  • O Tesouro Nacional apresentou algumas simulações sobre o comportamento da dívida bruta em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) e se quisermos ter uma relação na casa de 50%, geralmente relacionada a países com grau de investimento, seria necessário fazer superávits primários na casa de 4,5% do PIB entre 2020 e 2028. (Fonte: Seu Dinheiro)
  • O Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou a meta de inflação de 2022 em 3,5%, dando continuidade ao um movimento de revisão iniciado há dois anos, após uma década com a meta em 4,5%. Dentro do regime de metas para a inflação, o CMN fixa uma meta a ser perseguida pelo Banco Central (BC), que utiliza a taxa de juros, Selic, para cumprir esse objetivo. Agora em 2019, a meta é de 4,25%, recuando para 4% em 2020 e para 3,75% em 2021. Há uma banda de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. (Fonte: Seu Dinheiro)
  • O acordo para a área de livre comércio entre os países do Mercosul e da União Europeia (UE), anunciado nesta sexta-feira (28), representará um aumento do PIB brasileiro de US$ 87,5 bilhões em 15 anos, podendo chegar a US$ 125 bilhões se consideradas a “redução das barreiras não-tarifárias e o incremento esperado na produtividade total dos fatores de produção”. As projeções são do Ministério da Economia. Segundo a área econômica, o aumento de investimentos no Brasil, nesse mesmo período de 15 anos, será da ordem de US$ 113 bilhões por conta do acordo comercial. “Com relação ao comércio bilateral, as exportações brasileiras para a UE apresentarão quase US$ 100 bilhões de ganhos até 2035”, informou a pasta, em nota. A negociação levou mais de 20 anos para ser concretizada e marca o fim do isolamento do Mercosul, avaliam analistas ouvidos pelo G1. O tratado é o mais ambicioso já feito pelo grupo de países sul-americanos. (Fonte: G1)
  • O Banco Central anunciou ontem que reduziu a alíquota do compulsório sobre recursos a prazo em dois pontos porcentuais, de 33% para 31%. A medida, segundo o BC, vai liberar R$ 16,1 bilhões no sistema financeiro, que podem ser usados nas operações de crédito. (Fonte: Estadão)

No cenário externo:

  • A taxa de desemprego da zona do euro recuou de 7,6% em abril para 7,5% em maio, atingindo o menor nível desde julho de 2008, segundo dados com ajustes sazonais divulgados hoje pela agência oficial de estatísticas da União Europeia, a Eurostat. O resultado surpreendeu analistas consultados pelo The Wall Street Journal , que previam manutenção da taxa em 7,6% (Fonte: UOL)
  • Depois de impor sanções a mais de 80% da economia iraniana, o presidente Donald Trump anunciou ontem, pela primeira vez, penalidades econômicas ao líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei. A medida intensifica a política americana de pressão sobre os líderes iranianos em retaliação ao que os EUA têm se referido como recentes atos de agressão de Teerã. Segundo o presidente americano, o líder supremo e seu gabinete serão impedidos de acessar o sistema financeiro internacional. O governo dos EUA tem alegado que Khamenei tem uma vasta riqueza responsável principalmente pela manutenção da Guarda Revolucionária – a guardiã do regime. (Fonte: Estadão)
  • Após uma reunião que durou aproximadamente duas horas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, anunciaram uma nova trégua na guerra comercial travada entre as duas maiores economias do mundo e apontaram para a continuidade das negociações comerciais entre os dois países. “As negociações estão de volta aos trilhos. Tivemos uma reunião muito boa com o presidente Xi. Eu diria excelente até”, disse Trump a repórteres após o encontro com o líder chinês, que ocorreu em Osaka, Japão, às margens da reunião de cúpula do G-20. Os EUA ameaçavam impor tarifas de 25% sobre US$ 300 bilhões em produtos chineses que ainda não sofriam com barreiras comerciais. Caso as tarifas fossem impostas, praticamente todos os bens chineses importados pelos EUA seriam sobretarifados. De acordo com a agência de notícias chinesa Xinhua, Trump concordou em não impor as tarifas adicionais e os dois lados se mostraram dispostos em reiniciar as negociações comerciais com base na “igualdade e respeito”. (Fonte: Estadão)
  • Um passo para a história. Presidente americano torna-se o primeiro líder de seu país a pisar em território norte-coreano, formalmente um terreno inimigo, e rebate comentários de que encontros não trazem avanços concretos para desnuclearização da Península Coreana (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco
(índice de volatilidadedos preços das opções do S&P 500)

Apesar da média da semana do VIX ter ficado próxima da semana anterior (14,98 x 15,14), a semana começa com tendência de baixa dado ao resultado da reunião do G20 que trouxe mais tranquilidade para o mercado.

Dólar index
(relação do Dólar com uma cesta de moedas)

O dólar operou estável contra cesta de moeda tendo trabalhado na última semana na média de 96,41.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2019

As expectativas dos 111 economistas consultados pelo Banco central para 31/07/2019 são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 3,50
  • Valor médio esperado: R$ 3,84
  • Valor máximo esperado: R$ 4,00

Dólar americano hoje:

Às 11h20 o dólar comercial apresentava alta de 0,80% cotado a 3,8747.

O dólar turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 3,982 + IOF.

 

Dólar

Período

Variação

02/jul/19 0,80%
1 semana 0,59%
1 mês -0,34%
No ano -0,02%

 

Euro hoje:

Às 11h20 o euro comercial apresentava leve alta de 0,85%, cotado a R$ 4,375.

O euro turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,503 + IOF.

 

Euro

Período

Variação

02/jul/19 0,85%
1 semana -0,09%
1 mês 0,07%
No ano -1,29%


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