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Panorama de Mercado

16 de julho , 2019 | em #MeuCâmbio |

Análise Meu Câmbio

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Cenário interno

Previdência

  • Mesmo que se a reforma da Previdência seja confirmada, o Brasil ainda precisará acelerar o ritmo de crescimento da economia de forma consistente antes de ter a nota de crédito elevada, disse nesta quinta-feira uma analista da agência de classificação de risco S&P Global Ratings (Fonte: UOL)
  • Por 379 votos a 131, a Câmara dos Deputados aprovou ontem em primeiro turno a PEC da reforma da Previdência. O resultado, com folga de 71 votos, ficou acima das expectativas do governo e pode ser considerado uma vitória pessoal do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Principal avalista da proposta, ele realçou o protagonismo do Congresso na reforma e marcou diferenças com o Planalto em discurso. “Não haverá investimento privado sem democracia forte. Investidor de longo prazo não investe em país que ataca as instituições”, disse. O texto fixa idade mínima de 65 anos para homens e de 62 para mulheres se aposentarem e tempo mínimo de contribuição de 20 e 15 anos, respectivamente. Professores e policiais terão regras mais brandas. (Fonte: Estadão)
  • A Câmara aprovou, na madrugada de hoje (12/07), regras mais suaves para aposentadoria de policiais. A emenda ao texto-base da reforma da Previdência estabelece idades mínimas menores para integrantes das Polícias Civil, Federal, Rodoviária Federal e Legislativa. Mais cedo, os deputados amenizaram as normas para mulheres. O impacto calculado com esta mudança é de R$ 25 bilhões. A equipe econômica calcula que, no geral, a economia com a reforma ainda ficaria acima de R$ 900 bilhões em dez anos. Essa conta inclui também alterações nas regras para professores, com mudanças nas idades mínimas, que devem “custar” mais cerca de R$ 15 bilhões. Emendas continuavam a ser analisadas na madrugada. Embora as negociações de ontem tenham levado a novas exceções nas regras para aposentadoria, integrantes do Ministério da Economia que acompanham as tratativas na Câmara ainda trabalhavam com cenário de que o impacto dos destaques – propostas de mudança no texto-base – na economia da reforma da Previdência ficaria “bem abaixo dos R$ 100 bilhões”. Cálculos preliminares indicavam que o texto votado na quarta-feira poderia sofrer desidratação de R$ 50 bilhões a R$ 60 bilhões – o que garantiria economia acima de R$ 900 bilhões em dez anos. (Fonte: Estadão)
  • Passadas as discussões da reforma da Previdência, o governo vai centrar esforços no programa de privatizações montado pelo ministro Paulo Guedes. Os planos de desestatização podem render até R$ 450 bilhões aos cofres públicos. E mesmo que o governo arrecade metade disso, ainda será o maior programa de privatização de todos os tempos no País. O cálculo leva em conta operações de privatização, desinvestimento, abertura de capital e venda de participações minoritárias de estatais e suas subsidiárias, mas exclui a Petrobrás e os bancos estatais, a princípio fora do projeto governamental. Além de deixar o Estado mais leve, o programa tem por objetivo o uso dos recursos para reduzir a dívida pública e permitir a queda sustentável dos juros. O projeto, no entanto, deve enfrentar barreiras no Congresso e dentro do governo. (Fonte: Estadão)

Economia

  • O governo pode fazer um novo bloqueio em seus gastos neste mês diante do cenário de aperto fiscal, mas trabalha com medidas para diminuir essa necessidade, afirmou o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, nesta segunda-feira. Ao participar de evento organizado pela Fundação Getúlio Vargas em Brasília, ele afirmou que um novo contingenciamento pode ser anunciado pelo governo no dia 22 de julho, data de divulgação do próximo relatório bimestral de receitas e despesas, sendo que os números ainda estão sendo fechados. (Fonte: Exame)
  • A queda pela metade do preço do gás natural, como quer o ministro da Economia, Paulo Guedes, resultaria em crescimento de 10,5% no Produto Interno Bruto (PIB) industrial no primeiro ano do recuo, segundo estudo elaborado pelo Ministério da Economia, Secretaria Especial da Fazenda e Secretaria de Avaliação de Políticas Públicas, Planejamento, Energia e Loteria (Secap) no âmbito da criação do Novo Mercado de Gás (NMG) anunciado na segunda-feira pelo governo. “Os resultados demonstram que variações percentuais no preço da energia são capazes de transmitir aos demais setores da economia ondas de crescimento no PIB industrial de forma contínua até um novo ponto de equilíbrio”, diz o documento divulgado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), que traz uma tabela com variações de declínio de preços entre -1% e -50%. O impacto de uma queda de 30%, por exemplo, seria de 6,3% no primeiro ano e de 4,1% no segundo ano, caindo para 2,8% no terceiro até ser diluído para 0,22% no décimo ano (Fonte: Seu dinheiro)
  • A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), teve uma alta de 0,01% em junho deste ano. Este é o menor percentual mensal desde novembro de 2018, quando o IPCA  recuou 0,21%.  O resultado foi divulgado nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número é menor do que o registrado em maio, de 0,13%, e no mesmo período do ano passado quando o índice foi de 1,26%. No ano, a taxa já acumula uma alta de 2,23%. Nos últimos doze meses o acumulado é de 3,37%. (Fonte: Seu dinheiro)
  • Dois eventos nesta quarta-feira (10) – a inflação de 0,01% em junho divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e a esperada aprovação da reforma da Previdência pela Câmara dos Deputados reforçam a expectativa de que o Banco Central (BC) possa reduzir a taxa básica de juros na reunião marcada para os dias 30 e 31 deste mês. (Fonte: G1)
  • O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) , uma espécie de prévia do Produto Interno Bruto ( PIB ), avançou 0,54% no mês de maio em relação ao mês anterior, divulgou a autoridade monetária nesta segunda-feira. O registro positivo ocorre depois de quatro meses consecutivos de retração desse indicador, que vinha em queda desde janeiro. (Fonte: O Globo)
  • Apesar das estimativas apontarem que o País pode ter neste ano a maior safra de grãos da história, a receita dos produtores deve encolher. Depois de ter crescido quase 20% em 2018, embalada pelas exportações para a China, a renda nominal agrícola deve ter queda de 0,16%, segundo projeções de analistas. Ainda que pequena, a mudança de trajetória é simbólica. Se confirmada, será o primeiro recuo desde 2010. Ontem (11/07), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) anunciou que a safra de grãos 2018/2019 deve atingir 240, 7 milhões de toneladas, superando o recorde anterior de 237,6 milhões de toneladas da safra 2016/2017. (Fonte: Estadão)

Empresas

  • A Avianca Brasil levantou US$ 147,3 milhões (cerca de R$ 558 milhões) ontem no leilão de seus ativos. O valor representa 20,6% de sua dívida de R$ 2,7 bilhões e ainda há risco de a Justiça anular o certame, impedindo a empresa de receber o dinheiro e pagar parte de seus credores. O entrave ocorre porque a companhia vendeu os slots (autorizações de pousos e decolagens) que detinha nos aeroportos de Congonhas, Guarulhos (SP) e Santos Dumont (RJ). Segundo resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), os slots não são propriedade das companhias aéreas. (Fonte: Estadão)
  • A BRF e a Marfrig desistiram do acordo para fusão de seus negócios, anunciado há cerca de 40 dias. As duas companhias, que haviam acertado um prazo de 90 dias para organizar a fusão, desistiram das conversas por não terem conseguido chegar a um consenso sobre temas de governança corporativa que guiariam a nova companhia. (Fonte: Estadão)

No cenário externo:

  • O presidente americano, Donald Trump, voltou a criticar nesta segunda-feira (8) a gestão do Brexit pela primeira-ministra britânica, Theresa May, afirmando que ela é responsável pelo atual “desastre” e celebrando sua partida, em um contexto de tensão diplomática entre os dois países. “Sou muito crítico da forma como o Reino Unido e a primeira-ministra Theresa May geriram o Brexit”, disse Trump. O presidente americano afirmou ter dito a May como agir, mas que ela tinha decidido adotar outro caminho. (Fonte: Exame)
  • A economia da zona do euro enfrenta crescentes riscos devido às tensões comerciais, Brexit e Itália, disse o Fundo Monetário Internacional (FMI) nesta quinta-feira em relatório anual, no qual também apoiou os planos do Banco Central Europeu (BCE) de oferecer mais estímulo. No relatório –o último antes de o organismo deixar de ser chefiado por Christine Lagarde, em novembro, para comandar o BCE–, o FMI disse que os planos do banco central de manter a política monetária expansionista são “vitais”, já que o bloco enfrenta “um período prolongado de crescimento e inflação anêmicos”. (Fonte: Jornal do Brasil)
  • A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) confirmou ontem que o Irã violou pela segunda vez em uma semana os termos do acordo nuclear fechado em 2015 com as potências mundiais. Depois de superar o limite permitido de estoques de urânio enriquecido, de 300 kg, o Irã passou de 3,67% para 4,5% o teor de enriquecimento de urânio no país. A decisão foi tomada após as potências europeias não terem respondido aos pedidos do Irã de compensação às sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos em maio (Fonte: Estadão)
  • A governante de Hong Kong, Carrie Lam, anunciou que a lei de extradição, que provocou a maior crise política no território em décadas “estava morta”, admitindo que o trabalho do governo para levar o projeto de lei adiante foi “um total fracasso”. Ela não deixou claro se o polêmico projeto estava sendo retirado de forma definitiva, mas indicou que o Legislativo não tem a intenção de levá-lo adiante. (Fonte: Estadão)
  • O Departamento de Estado dos Estados Unidos aprovou ontem a venda a Taiwan de US$ 2,2 bilhões em armas, informou o Pentágono. A China reagiu, pedindo a Washington que anule imediatamente o projeto. A decisão representa uma nova escalada de tensão entre os dois países, imersos em uma guerra comercial e em lados opostos em crises mundiais como a do Irã e a da Venezuela. (Fonte: Estadão)
  • O presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou ontem aumentar “substancialmente” as sanções contra o Irã. Em reunião de emergência da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), em Viena, representantes americanos acusaram Teerã de fazer “chantagem nuclear” com a comunidade internacional. (Fonte: Estadão)
  • O governo dos EUA anunciou sanções ontem à Direção-Geral de Contrainteligência Militar (DGCIM) da Venezuela, em razão da morte do capitão de corveta Rafael Acosta Arévalo, morto enquanto estava sob custódia da DGCIM. “A detenção por motivos políticos e a morte trágica do capitão Rafael Acosta foi injustificada e inaceitável”, afirmou o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, em comunicado. Como resultado das sanções impostas pelo Departamento do Tesouro, ficam congeladas todas as propriedades que a DGCIM possa ter sob jurisdição americana e, além disso, impede a agência de efetuar transações financeiras com cidadãos e empresas dos EUA. (Fonte: Estadão)
  • A Turquia recebeu o primeiro lote do sofisticado sistema de mísseis terra-ar que comprou da Rússia. O acordo colocará militares russos no território de um dos mais antigos membros da Otan, o que desagrada aos EUA. (Fonte: Estadão)
  • O governo e a oposição da Venezuela concordaram em estabelecer uma mesa de trabalho permanente para tentar resolver a crise política, sem perspectivas de uma nova eleição presidencial, que seria o objetivo dos adversários do presidente Nicolás Maduro. (Fonte: Estadão).

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

O VIX manteve na semana a tendência de baixa com o mercado trabalhando na faixa de 13,00.

Dólar index

(relação do Dólar com uma cesta de moedas)

O dólar operou em leve alta contra cesta de moeda tendo trabalhado na última semana na média de 97,11.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2019

As expectativas dos 108 economistas consultados pelo Banco central para 31/07/2019 são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 3,69
  • Valor médio esperado: R$ 3,80
  • Valor máximo esperado: R$ 3,93

Dólar americano hoje:

Às 16h20 o dólar comercial apresentava alta de 0,23% cotado a 3,7648.

O dólar turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 3,873 + IOF.

 

Dólar

Período

Variação

16/jul/19 0,23%
1 semana -0,55%
1 mês -3,45%
No ano -2,86%

 

Euro hoje:

Às 16h20 o euro comercial apresentava leve queda de 0,21%, cotado a R$ 4,219.

O euro turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,347 + IOF.

 

Euro

Período

Variação

16/jul/19 -0,21%
1 semana -0,60%
1 mês -3,52%
No ano -4,81%

 

 


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