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Panorama de Mercado

30 de julho , 2019 | em #MeuCâmbio |

Análise Meu Câmbio

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Cenário interno

Economia

  • A China abriu o mercado à compra de derivados de leite, como leite em pó, queijo e iogurte do Brasil e até leite condensado, informou o Ministério da Agricultura (Mapa) nesta terça-feira (23/7). A medida foi comemorada pela Viva Lácteos, associação do setor, que espera vender ao país asiático, o maior mercado do mundo para produtos lácteos, pelo menos US$ 4,5 milhões até o fim de 2020. Se concretizada, seria uma expansão de pouco menos de 10% das exportações do setor, que somaram US$ 58 milhões no ano passado. (Fonte: O Globo)
  • O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu de 2,1% para 0,8% a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2019, devido ao “considerável enfraquecimento da confiança”. Esse corte, de 1,3 ponto percentual, anunciado nesta terça-feira (23/07), foi o maior entre os países que constam da atualização do Panorama Econômico Global (WEO, na sigla em inglês), divulgado em abril, quando o ocorreu o encontro de primavera (no Hemisfério Norte, em Washington, com ministros dos 189 países membros da entidade. (Fonte: Correio Braziliense)
  • O governo confirmou a liberação de saques de até R$ 500 da conta ativa do FGTS e de cada uma das eventuais contas inativas do trabalhador, conforme antecipou o Estado. O prazo para as retiradas vai de setembro de 2019 a março de 2020. O calendário será divulgado em 5 de agosto. Também em 2020 haverá a opção saque aniversário. Ela permitirá ao cotista sacar parte do FGTS, mas veta o resgate da totalidade do fundo em caso de demissão. Economistas alertam que, quanto maior o saldo, menos interessante é essa opção. Os saques do FGTS e do PIS-Pasep devem injetar R$ 42 bilhões na economia. (Fonte: Estadão)
  • A liberação de recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e do PIS-Pasep anunciada nesta quarta-feira (24)pelo governo deve trazer pouco impacto para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. Os analistas consultados pelo G1 acreditam que, mesmo com os recursos extras na economia, o crescimento deve seguir próximo de 1%. Ao todo, o Ministério da Economia estima que a economia deve ganhar R$ 42 bilhões com a liberação de recursos do FGTS e do PIS-Pasep, sendo R$ 30 bilhões este ano e R$ 12 bilhões em 2020. Nos cálculos do governo, essa liberação de recursos pode trazer um aumento no crescimento do país de 0,35 ponto percentual em 12 meses. (Fonte: G1)
  • A economia brasileira gerou 408.500 empregos com carteira assinada no primeiro semestre deste ano, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta-feira (25) pelo Ministério da Economia. O saldo é a diferença entre as contratações e a demissões. Nos seis primeiros meses deste ano, o país registrou 8.221.237 contratações e 7.812.737 demissões. De acordo com o governo, trata-se do melhor resultado, para este período, desde 2014, ou seja, em cinco anos. No mesmo período do ano passado, por exemplo, foram abertas 392.461 vagas com carteira assinada. (Fonte: G1)
  • O fluxo de investimentos diretos no país (IDP) somou em junho 2,190 bilhões de dólares, menor valor mensal em três anos e bem abaixo do fluxo esperado pelo mercado e pelo próprio Banco Central (BC). Ao divulgar o dado nesta quarta-feira, o BC atribuiu o desempenho a uma antecipação do pagamento de empréstimos de algumas matrizes de empresas instaladas no país a suas filiais no exterior, avaliando que o número não reflete um menor apetite de investidores estrangeiros pelo Brasil. (Fonte: UOL)
  • Mesmo com a economia brasileira “andando de lado”, a carga tributária do País atingiu o pico histórico de 35,07% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 – o equivalente a R$ 2,39 trilhões. Em média, cada habitante recolheu o equivalente a R$ 11.494 em impostos. Cada brasileiro precisou trabalhar cerca de 128 dias apenas para quitar os seus compromissos com o pagamento de tributos. (Fonte: Estadão)
  • Principal aposta para reindustrializar o País, o governo lançou ontem (23/07) o Novo Mercado de Gás, programa que visa a reduzir o preço do insumo em até 40% nos próximos dois anos. Com o plano, a União quer incentivar o aumento de investimentos, enfrentar monopólios e diversificar o número de empresas que atuam no segmento. A ideia é criar um ambiente de mercado e aproveitar o aumento da oferta do gás oriundo das áreas do pré-sal. (Fonte: Estadão)
  • As corretoras de câmbio resolveram levar ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) uma briga que se arrasta desde 2014 envolvendo as contas que essas instituições têm nos grandes bancos para viabilizar as transações com moedas estrangeiras para seus clientes. A decisão foi tomada pela Associação Brasileira de Câmbio (Abracam), que representa essas instituições, e identificou uma série de práticas anticoncorrenciais dos grandes bancos contra essas corretoras. Entre elas, a oferta pelo banco ao cliente da corretora do mesmo serviço de câmbio no momento da transferência eletrônica do dinheiro. A Abracam observou também episódios repetidos de indisponibilidade das contas das corretoras quando acessadas pelos clientes, sem real justificativa. (Fonte: Estadão)
  • Enquanto o País demora para recuperar o fôlego pré-crise econômica, as regiões Centro-Oeste e Sul atingiram ou superaram os índices de março de 2014, quando começou a espiral de queda do PIB. Segundo o índice Itaú para a atividade econômica – que reúne empregos formais, comércio, indústria e agricultura –, o Centro-Oeste é a única região que supera com folga, no primeiro trimestre de 2019, os números de cinco anos atrás. O Sul fica no zero a zero (0,25 ponto porcentual abaixo dos índices de 2014). “Lanterninha”, o Sudeste sofre com o desempenho de Minas Gerais e Rio – este último lidera o fechamento de empregos formais e está entre as economias mais frágeis do País. Com desempenho abaixo da média nacional, São Paulo sente os reflexos da crise que atingiu a indústria, indicador com a pior performance entre os pesquisados pelo Itaú. (Fonte: Estadão)

Empresas

  • Por orientação da equipe econômica, Caixa e Banco do Brasil se anteciparam ao pacote de privatizações que o governo prepara e já venderam quase R$ 16 bilhões em ativos em 200 dias do governo Bolsonaro. O BNDES, envolvido com a mudança de comando e a orientação para que levante operações de governos anteriores, está mais atrasado no processo, mas seu presidente, Gustavo Montezano, disse que também venderá ativos. (Fonte: Estadão)
  • A Petrobrás concluiu ontem (23/07) a venda de ações da BR Distribuidora por R$ 9,6 bilhões. Com isso, a fatia de 70,3% que a petroleira detinha na companhia caiu para 37,5%. A compra teria sido feita sobretudo por investidores estrangeiros. A Petrobrás levantou, em junho, US$ 8,5 bilhões com a venda da TAG, transportadora de gás. (Fonte: Estadão)
  • Fundado em 2013, o Nubank recebeu investimento de US$ 400 milhões e agora está avaliado em cerca de US$ 10 bilhões. É a primeira vez que uma startup brasileira se aproxima dessa marca sem abrir o capital. O investimento na fintech foi liderado pelo fundo americano TCV, que já fez aportes em gigantes como Facebook e Netflix. (Fonte: Estadão)

No cenário externo:

  • O presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, afirmou nesta quinta-feira (25/07) que a meta de inflação mais importante do banco não deve ser vista como tendo um limite de 2%, em um movimento significativo acompanhado de novas sugestões explícitas de afrouxamento. Com a inflação bem abaixo da sua meta, a produção industrial alemã em queda e o Federal Reserve já em modo de afrouxamento, era apenas uma questão de tempo para que o BCE puxasse o gatilho. A maior incerteza era a sequência do afrouxamento. O BCE, que manteve os juros inalterados por enquanto, afirmou que vê as taxas nos níveis atuais ou mais baixos durante o primeiro semestre de 2020, desistindo da promessa anterior de manter os juros inalterados até meados de 2020. O banco também pediu à sua equipe que avalie várias outras opções de afrouxamento da política monetária, incluindo a retomada das compras de ativos. (Fonte: UOL)
  • Boris Johnson se tornou oficialmente, nesta quarta-feira (24), o novo primeiro-ministro britânico, após ser recebido pela rainha Elizabeth II, e prometeu concluir o Brexit “custe o que custar”. “Vamos cumprir a promessa feita pelo Parlamento à população e deixar a UE em 31 de outubro, incondicionalmente”, declarou Johnson em seu primeiro discurso diante de Downing Street. O ex-prefeito de Londres e ex-ministro das Relações Exteriores repetiu mais uma vez que, se for necessária uma saída sem acordo, o país estará preparado. Johnson garantiu que vai tirar o Reino Unido da UE na data esperada “custe o que custar”, desmobilizando, com isso, “os incrédulos, os pessimistas e os desmancha-prazeres”. (Fonte: Istoé)
  • A crise venezuelana deverá voltar a ser pauta de autoridades estrangeiras, com a tradicional falta de consenso. Nesta sexta-feira, 26, os cinco ministros das Relações Exteriores dos países que compõem os BRICs irão participar de uma reunião no Rio de Janeiro que visa estreitar as relações políticas entre Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Segundo a assessoria de imprensa do ministério das Relações Exteriores brasileiro, a agenda temática do evento é livre, mas a expectativa é que os ministros toquem em assuntos de ordem política, como a reforma da ONU, além de questões de segurança internacional, o que certamente embarcará a crise venezuelana. Uma divisão é clara: enquanto o governo de Vladimir Putin é o maior defensor de Nicolás Maduro, o de Jair Bolsonaro apoia Guaidó. (Fonte: Exame)
  • O ritmo de crescimento anual da economia dos EUA sofreu uma desaceleração no segundo trimestre do ano, a 2,1%, um ponto percentual a menos do que no primeiro trimestre, mas acima do 1,8% previsto por analistas – aponta uma primeira estimativa do governo publicada nesta sexta-feira (26). (Fonte: G1)
  • A questão da unificação da Irlanda e da Irlanda do Norte, que faz parte do Reino Unido, irá inevitavelmente aparecer se o Reino Unido deixar a União Europeia sem um acordo no dia 31 de outubro, disse o primeiro-ministro da Irlanda, Leo Varadkar. Ele também avisou que o chamado Brexit duro poderia prejudicar o lugar da Escócia dentro do Reino Unido. “Se o Reino Unido tirar a Irlanda do Norte da União Europeia contra as vontades da maioria do povo na Irlanda do Norte – tirar deles a cidadania europeia e prejudicar o Acordo da Sexta-Feira Santa – fazendo isso, essas questões irão aparecer, queiramos isso ou não”, disse Varadkar em conferência na MacGill Summer School, no noroeste da Irlanda. (Fonte: Swissinfo)
  • O governo dos EUA impôs ontem sanções a empresários acusados de corrupção na importação de cestas básicas e venda de ouro venezuelano. Entre os alvos estão enteados do presidente Nicolás Maduro e o empresário colombiano Alex Saab, apontado como o chefe do esquema. (Fonte: Estadão)
  • O presidente dos EUA, Donald Trump, obteve uma vitória ontem (26/07) com a decisão da Suprema Corte de derrubar o bloqueio de um tribunal inferior e liberar o uso de US$ 2,5 bilhões do orçamento do Pentágono para construir o muro na fronteira com o México. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidadedos preços das opções do S&P 500)

O VIX segue negociando na estabilidade tendo trabalhado na semana na média de 13,22.

Dólar index

(relação do Dólar com uma cesta de moedas)

O dólar operou em leve alta contra cesta de moeda tendo trabalhado na última semana na média de 97,86.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2019

As expectativas dos 101 economistas consultados pelo Banco central para 31/07/2019 são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 3,70
  • Valor médio esperado: R$ 3,77
  • Valor máximo esperado: R$ 3,90

Dólar americano hoje:

Às 15h15 o dólar comercial apresentava alta de 0,10% cotado a 3,7868.

O dólar turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 3,918 + IOF.

 

Dólar

Período

Variação

30/jul/19 0,10%
1 semana 0,37%
1 mês -1,78%
No ano -2,29%

Euro hoje:

Às 15h15 o euro comercial apresentava alta de 0,24%, cotado a R$ 4,227.

O euro turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,400 + IOF.

 

Euro

Período

Variação

30/jul/19 0,24%
1 semana 0,50%
1 mês -2,85%
No ano -4,63%


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