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Panorama de Mercado

20 de agosto , 2019 | em #MeuCâmbio |

Análise Meu Câmbio

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Cenário interno

Economia

  • A economia do Brasil pode ter entrado em recessão técnica depois de ter encerrado o segundo trimestre com contração, apontaram dados do Banco Central nesta segunda-feira (12/08) ampliando as preocupações sobre as perspectivas para o país. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), teve alta de 0,30% em junho sobre o mês anterior, mas, ainda assim, o segundo trimestre terminou com queda de 0,13%, o que marcaria o segundo trimestre seguido de contração da economia, caracterizando o que os economistas classificam de recessão técnica. O resultado mostrou forte desaceleração em relação à taxa de 1,1% em maio, segundo dado revisado que desconsidera os efeitos sazonais, mas ficou acima da expectativa apontada por pesquisa da Reuters de avanço de 0,10% (Fonte: Jornal do Brasil)
  • Liberação do FGTS pode gerar crescimento de quase um ponto percentual no PIB, prevê IFI. Se todos os R$ 42 bilhões que o Ministério da Economia projeta forem sacados, o impacto sobre o Produto Interno Bruto (PIB) este ano seria de 0,26 ponto percentual e de 0,59 ponto percentual no ano que vem. Ou seja, a liberação do dinheiro acrescentaria, nos dois anos, crescimento de 0,85 ponto percentual no PIB. (Fonte: G1)
  • O Banco Central anunciou nesta quarta-feira, 14, mudanças em sua forma de atuar no mercado de câmbio e vai passar a vender dólares à vista das reservas internacionais. Esse tipo de operação não ocorria desde 2009, quando a economia global enfrentava os efeitos da crise financeira internacional. A autoridade monetária informou também que irá oferecer ao mercado contratos de swap cambial. A mudança tem como objetivo fazer uma troca de posição cambial em contratos de swap tradicional por dólares à vista, formalizando um novo modelo de intervenção cambial para aprimoramento do uso dos instrumentos disponíveis. O uso desses dois mecanismos são instrumentos que servem de proteção cambial. (Fonte: Veja)
  • O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou resolução que estende ao Sistema Financeiro da Habitação (SFH) a possibilidade de contratação de financiamentos imobiliários com atualização do saldo devedor baseada em índices de preços, informou o Banco Central. (Fonte: UOL)

Empresas

  • A esperada aceleração nas vendas de participações acionárias detidas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), uma das metas do novo presidente da instituição, Gustavo Montezano, deverá dar a tônica das ofertas de ações na Bolsa até o fim do ano. Considerando as operações de julho, as ofertas no mercado brasileiro somam R$ 57,4 bilhões este ano. Com uma ação mais ativa do BNDES, cuja carteira de ações está na casa de R$ 100 bilhões, o total de ofertas de 2019 poderá superar 2007, auge da corrida das empresas para a Bolsa, com cerca de R$ 70 bilhões em 76 operações – o recorde de ofertas é de 2010, marcado pela mega capitalização
  • Pouco mais de um ano depois de ser adquirido pelo fundo de investimentos Advent no Brasil, o Walmart vai abandonar a marca da rede americana para se tornar Grupo Big no País. Ao longo dos próximos 18 meses, a rede pretende investir R$ 1,2 bilhão na modernização e na ampliação de lojas. A troca das marcas foi adiantada pelo ‘Estado’ na semana passada. (Fonte: Estadão)
  • As empresas brasileiras deram a largada para realizar ofertas de ações em setembro, com a retomada do mercado de capitais depois do fim do período de férias no Hemisfério Norte. Ao longo das últimas semanas, as reuniões com os bancos de investimento, que são especializados nesse tipo de operação, se intensificaram e as companhias começaram a fechar acordos para levar as ofertas adiante. É o caso de Banco do Brasil, Banrisul, Banco Pan e Trisul. No caso do BB, a emissão será uma porta de saída para que a Caixa Econômica Federal possa vender as ações que detém do concorrente. (Fonte: Estadão)

No cenário externo:

  • Os preços ao consumidor nos Estados Unidos subiram em julho, mas o aumento da inflação provavelmente não mudará as expectativas de que o Federal Reserve cortará a taxa de juros novamente no próximo mês em meio à piora das tensões comerciais. O Departamento do Trabalho informou nesta terça-feira que o índice de preços ao consumidor subiu 0,3% no mês passado, impulsionado pelos aumentos no custo dos produtos energéticos e uma série de outros bens. O índice de preços subiu 0,1% por dois meses consecutivos. Nos 12 meses até julho, o índice aumentou 1,8%, após avançar 1,6% em junho. (Fonte: G1)
  • O Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro cresceu 0,2% no segundo trimestre de 2019 ante os três meses anteriores e teve expansão anual de 1,1% no período, de acordo com a segunda estimativa da agência oficial de estatísticas da União Europeia (UE), a Eurostat. (Fonte: Dow Jones Newswires).
  • A produção industrial da zona do euro caiu 1,6% em junho ante maio, segundo dados publicados nesta quarta-feira, 14, pela agência oficial de estatísticas da União Europeia, a Eurostat. Analistas consultados pelo The Wall Street Journal previam queda menor na produção, de 1,2%. (Fonte: Seu Dinheiro)
  • A queda nas exportações levou a uma contração de 0,1% da economia da Alemanha no segundo trimestre ante os três meses ligeiramente anteriores, com as indústrias do país sofrendo com o peso da desaceleração global —amplificada pelos conflitos tarifários entre China e Estados Unidos e pela incerteza sobre o Brexit. O resultado veio em linha com o esperado. No momento, analistas levantam a perspectiva de outra contração do Produto Interno Bruto (PIB) alemão no terceiro trimestre e o setor industrial sugere que o governo deveria descartar seu orçamento equilibrado e impulsionar o crescimento com estímulos fiscais. No primeiro trimestre do ano, houve crescimento de 0.4%. (Fonte: Veja)
  • Fitch corta rating da Argentina para “CCC”. Agência de rating reduz nota da Argentina de “B” para “CCC” e prevê retração da economia em 2,5% neste ano. Corte em dois níveis reflete incerteza política e uma falência estatal é cada vez mais provável, diz agência. (Fonte: UOL)
  • O ministro da Fazenda da Argentina, Nicolás Dujovne, apresentou neste sábado, 17/08,  a renúncia depois do terremoto financeiro ocorrido nos mercados locais na última semana, em uma reação adversa dos investidores à derrota da chapa do presidente Mauricio Macri nas primárias do último domingo. (Fonte: UOL)
  • O candidato favorito na disputa pela Presidência da Argentina, Alberto Fernández, declarou à imprensa local que o país está “virtualmente” em “default”, que deve “renegociar” seu acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e prometeu não fechar a economia, como teme o Brasil. Fernández garantiu ainda que o acordo de livre-comércio entre Mercosul e União Europeia (UE) ainda “não existe”, criticou a “prepotência” do presidente Jair Bolsonaro e afirmou que o atual presidente argentino, Mauricio Macri, causou “danos” ao país. (Fonte: Isto É Dinheiro)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidadedos preços das opções do S&P 500)

A semana começou mais uma vez com volatilidade em função das tensões comerciais de EUA e China, mas acabou mais calma com o adiamento da imposição de tarifas por parte dos EUA. Na média semana que passou, o VIX trabalhou a 18,89.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2019

As expectativas dos 104 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 3,60
  • Valor médio esperado: R$ 3,81
  • Valor máximo esperado: R$ 4,02

Dólar americano hoje:

Às 12h00 o dólar comercial apresentava queda de 0,92% cotado a 4,2089.

O dólar turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,145 + IOF.

Dólar
Período Variação
20/ago/19 -0,92%
1 semana 1,54%
1 mês 6,79%
No ano 3,96%

Euro hoje:

Às 12h00 o euro comercial apresentava queda de 0,78%, cotado a R$ 4,469.

O euro turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,604 + IOF.

Euro
Período Variação
20/ago/19 -0,78%
1 semana 0,81%
1 mês 6,25%
No ano 0,83%

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