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Panorama de Mercado

27 de agosto , 2019 | em #MeuCâmbio |

Análise Meu Câmbio

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Cenário interno

Economia

  • A arrecadação de impostos, contribuições e demais receitas federais registrou alta real (descontada a inflação) de 2,95% em julho, contra o mesmo mês do ano passado, para R$ 137,735 bilhões, informou nesta quinta-feira (22) a Receita Federal. Em julho de 2018, a arrecadação somou R$ 133,791 bilhões. De acordo com dados da Receita Federal, esse também foi o melhor resultado para meses de julho desde 2011 (ou seja, em 8 anos) – quando o resultado havia sido de R$ 141,801 bilhões. Os valores foram corrigidos pela inflação. (Fonte: G1)
  • O Banco Central anunciou que manterá a estratégia de vender dólares das reservas do país à vista no mercado de câmbio e enxugar os contratos de swap cambial existentes. Em nota divulgada nesta sexta-feira, a autoridade monetária informou que, entre 2 e 27 de setembro, vai realizar leilões de swaps reversos (equivalente a compra futura de dólares) e dólares à vista para rolar os swaps cambiais que vencem em 1º de novembro, e que somam US$ 11,6 bilhões. Ao anunciar com antecedência a rolagem das reservas e a disponibilização de recursos à vista, o BC sinaliza que garantirá a oferta de moeda americana e a liquidez do mercado de câmbio. A nova forma de atuação no câmbio foi anunciada em 14 de agosto. Depois de dez anos, o BC voltou a vender de dólares das reservas. Em 2009, o mecanismo foi uma forma de responder à crise econômica global, deflagrada no ano anterior. (Fonte: O Globo)
  • Levantamento do Estado mostra que pelo menos 15 dos 30 líderes de partidos na Câmara rejeitam a criação de uma nova CPMF. Ideia do secretário especial da Receita, Marcos Cintra, o novo tributo compensaria a perda na arrecadação com a redução da cobrança previdenciária sobre a folha salarial. PSL e PCdoB apoiam a proposta. Dois líderes disseram estar indecisos e 11 não responderam. (Fonte: Estadão)
  • O fluxo de recursos estrangeiros na Bolsa brasileira em 2019 registrou pior saldo no acumulado até agosto em comparação com 2008, ano da crise financeira global. Até o dia 15 deste mês (dado mais recente), o volume estava negativo em R$ 19,1 bilhões. Em 2008, o saldo no vermelho registrado no ano até o fim de agosto era de R$ 16,5 bilhões. O volume de saques supera até mesmo o de setembro daquele ano (-R$ 18,3 bilhões), quando o mercado já repercutia a quebra do banco Lehman Brothers, maior símbolo da crise. (Fonte: Estadão)
  • A Caixa lançou ontem (20/08) linha de crédito para a casa própria com correção pelo IPCA, o índice oficial da inflação. A nova modalidade de financiamento terá taxas de juros entre 2,95% e 4,95% ao ano, mais o IPCA – mais baratas que os juros dos contratos atuais do banco, que chegam a 9,75%, mais Taxa Referencial (TR), atualmente zerada. De acordo com previsões da Caixa, a novidade permitirá o fechamento de 50 mil novos contratos imobiliários. Essas linhas de crédito valerão para novos financiamentos, por até 30 anos, e serão opcionais. (Fonte: Estadão)
  • O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu publicamente a criação de um imposto federal sobre transações financeiras, nos moldes da antiga CPMF. A proposta em estudo tem por objetivo compensar a redução dos tributos cobrados das empresas sobre a folha de pagamento dos funcionários. A proposta é que o novo imposto, batizado de Contribuição Social sobre Transações e Pagamentos (CSTP), tenha alíquota de 0,22% – a da CPMF era de 0,38% – e não incida sobre aplicações na Bolsa, renda fixa e poupança, entre outros investimentos. (Fonte: Estadão)

Emprego

  • O mercado de trabalho brasileiro criou 43.820 empregos com carteira assinada em julho, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira, 23, pelo Ministério da Economia. O saldo de julho decorre de 1,331 milhão de admissões e 1,287 milhão de demissões. No acumulado de janeiro a julho de 2019, o saldo do Caged foi positivo em 461.411 vagas, o melhor desempenho para o período desde 2014, quando a abertura de vagas chegou a 632.224 postos, na série com ajustes.  Em 12 meses até julho, houve abertura de 521.542 postos de trabalho. (Fonte: Estado de Minas)

Previdência

  • A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado começou nesta terça-feira (20) as discussões da reforma da previdência com a primeira audiência pública sobre o tema. A votação do texto na Câmara foi concluída no dia 7 de agosto. Na semana passada a CCJ divulgou um calendário com a expectativa para a votação da PEC na Casa. A previsão de votação em segundo turno, no plenário, é no dia 10 de outubro. (Fonte: G1)

No cenário externo:

  • O Banco Central da Alemanha comunicou nesta segunda-feira, 19, em seu relatório mensal que o Produto Interno Bruto (PIB) do país pode voltar a se retrair no terceiro trimestre. Dados divulgados na semana passada mostram uma retração de 0,1% no segundo trimestre em relação aos três meses imediatamente anteriores. A “guinada para baixo” na indústria doméstica, avalia a instituição, é “determinante” para essa perspectiva. “Segundo os dados atualmente disponíveis, é de se esperar que a produção industrial encolha notavelmente também no trimestre corrente”, escreve o BC alemão. Indicadores de junho revelam que a indústria alemã teve queda de 5,2% na comparação anual (com junho de 2018), a maior em nove anos. A produção do segundo trimestre deste ano também caiu 1,8% frente aos três primeiros meses do ano. (Fonte: Veja)
  • As tarifas sobre as importações chinesas impostas pelo presidente Donald Trump estão sendo muito criticadas por provocarem desaceleração da economia global, mas é o seu comportamento no Twitter que pode ser ainda mais prejudicial. De acordo com um relatório da Bloomberg Economics, a incerteza sobre o comércio poderia reduzir o Produto Interno Bruto mundial em 0,6% em 2021, em relação a um cenário sem guerra comercial. Isso é o dobro do impacto direto das tarifas e o equivalente a US$ 585 bilhões do PIB mundial estimado pelo Fundo Monetário Internacional, de US$ 97 trilhões em 2021. (Fonte: Exame)
  • A demanda do primeiro-ministro Boris Johnson de que a União Europeia renegocie o acordo de transição para o Brexit foi rejeitada pelo presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk , alegando que o premier não apresentou nenhuma “alternativa realista” para a questão da fronteira irlandesa, uma das mais polêmicas do divórcio britânico. Horas após a postagem do presidente da Comissão Europeia, o governo britânico anunciou que irá diminuir sua presença em reuniões da UE pela metade, para que possa focar no Brexit. (Fonte: O Globo)
  • A crise global derrubou o crescimento do PIB dos sete países mais ricos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico ( OCDE ), que compõem também o G7 ,  para 0,4% no segundo trimestre do ano. De janeiro a março, o PIB havia registrado crescimento de 0,6%. Na média da OCDE, a taxa desacelerou de 0,6%, no trimestre anterior, para 0,5%, de acordo com estimativas provisórias. Entre as sete principais economias do grupo, formado por 36 países, o crescimento do PIB desacelerou acentuadamente no Reino Unido, de 0,5% para -0,2%; e na Alemanha , que caiu de 0,4% para -0,1%. (Fonte: O Globo)
  • A CNPC, a maior empresa petrolífera da China, desistiu neste mês de comprar 5 milhões de barris de petróleo da Venezuela, temendo o impacto de sanções anunciadas há duas semanas pelo presidente americano, Donald Trump. A estatal é a segunda empresa de países aliados do presidente Nicolás Maduro que desiste de fazer negócios com o venezuelano nos últimos dias para evitar represálias do Departamento do Tesouro. (Fonte: Estadão)
  • O presidente Donald Trump anunciou que elevará, em 1.º de outubro, de 25% para 30% a tarifa sobre US$ 250 bilhões de produtos chineses. O gesto foi uma resposta à taxação extra anunciada por Pequim sobre cerca de US$ 75 bilhões em produtos americanos. Com o acirramento da guerra comercial, Bolsas caíram. No Brasil, o dólar fechou o dia cotado a R$ 4,12. (Fonte: Estadão)
  • Bloco sul-americano fechou acordo comercial com Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein, integrantes da Associação Europeia de Livre-Comércio (EFTA). (Fonte: Estadão)
  • O Mercosul e a Associação Europeia de Livre-Comércio (EFTA, na sigla em inglês) – formada por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein – fecharam ontem, em Buenos Aires, um acordo de livre-comércio. Integrantes da equipe econômica consideraram esse acordo mais abrangente e ambicioso do que o firmado com a União Europeia no fim de junho. (Fonte: Estadão)
  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu a Boris Johnson um grande acordo comercial para o Reino Unido pós Brexit e elogiou o novo primeiro-ministro como o homem certo para tirar o país da União Europeia. Johnson, que enfrenta a delicada tarefa de conquistar aliados europeus na cúpula do G-7 na França, disse que as negociações comerciais com os EUA seriam difíceis, mas haveria grandes oportunidades para empresas britânicas nos EUA. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidadedos preços das opções do S&P 500)

A semana apresentou menor volatilidade que a semana anterior tendo trabalhado na média de 17,83 contra 18,89 da semana anterior.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2019

As expectativas dos 103 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 3,65
  • Valor médio esperado: R$ 3,95
  • Valor máximo esperado: R$ 4,12

Previsão para PIB

As expectativas dos 72 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 118 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano hoje:

Às 16h10 o dólar comercial apresentava alta de 0,19% cotado a 4,1473.

O dólar turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,269 + IOF.

Dólar
Período Variação
27/ago/19 0,19%
1 semana 2,38%
1 mês 9,38%
No ano 7,01%

Euro hoje:

Às 16h10 o euro comercial apresentava alta de 0,15%, cotado a R$ 4,60.

O euro turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,743 + IOF.

Euro
Variação Variação
27/ago/19 0,15%
1 semana 2,29%
1 mês 8,77%
No ano 3,79%

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