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Panorama de Mercado

15 de outubro , 2019 | em #MeuCâmbio |

Análise Meu Câmbio

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Cenário interno

Economia

  • Banco Central lançou na segunda-feira, 07/10, as bases para que remessas de dólares entre o Brasil e outros países sejam facilitadas. Isso será possível tanto para empresas exportadoras e importadoras de mercadorias quanto para famílias com filhos estudando no exterior. As mudanças fazem parte de projeto de lei encaminhado pelo governo de Jair Bolsonaro ao Congresso, que moderniza a legislação cambial no Brasil. O texto também pode abrir caminho para pessoas físicas terem contas em moeda estrangeira no País. (Fonte: Estadão)
  • O governo federal vai dobrar de US$ 500 para US$ 1 mil o limite para compra em free shops de brasileiros que voltam de viagens ao exterior. A medida foi determinada pelo presidente Jair Bolsonaro ao ministro Paulo Guedes, que já começou a preparar um decreto sobre o assunto. (Fonte: Estadão)
  • O Congresso Nacional aprovou o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2020 com salário mínimo reajustado somente pela inflação e despesas com custeio e investimentos no patamar mínimo histórico. A LDO define as prioridades para a Lei Orçamentária da União (LOA), o Orçamento da União. Depois de aprovado, o projeto volta ao Executivo para a sanção do presidente Jair Bolsonaro. O texto final foi aprovado por votação simbólica. (Fonte: Jornal do Comércio)
  • São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso são os Estados que, proporcionalmente, mais ganham com o novo acordo, aprovado pela Câmara, para a divisão dos recursos do mega leilão de pré-sal, marcado para novembro. A expectativa é de arrecadação total de R$ 106,6 bilhões. Pelo projeto, que agora vai ao Senado, a cota de SP deve saltar de R$ 94 milhões para R$ 632,6 milhões. A partilha anterior, que passou no Senado, mas foi rejeitada na Câmara, beneficiava mais o Norte e o Nordeste. A nova divisão foi aprovada pelos deputados e ainda precisa ser chancelada pelos senadores. Agora, dos 10 Estados que mais receberão recursos, 5 estão no eixo Sudeste/Sul e Centro-Oeste e outros 5 são do Norte ou Nordeste, mostra pesquisa do Estadão/Broadcast. Na divisão anterior, oito Estados entre os dez primeiros da lista eram do Norte ou do Nordeste. O cálculo considera estimativa de R$ 106,6 bilhões na arrecadação do leilão. (Fonte: Estadão)
  • As petroleiras multinacionais dominaram o leilão de petróleo e gás realizado em 10/10 pelo governo. Ao todo, a União arrecadou R$ 8,915 bilhões, com ágio de 322,74%, na 16.ª Rodada de Licitações. Mesmo com a oferta apenas de blocos fora da cobiçada área do pré-sal, empresas do porte da Chevron, ExxonMobil, Total e Shell tiveram participação agressiva, tanto no valor dos lances como no número de blocos arrematados. (Fonte: Estadão)
  • Os Estados Unidos disseram manter o apoio à entrada do Brasil na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), mas não se pronunciaram sobre o prazo no qual o apoio formal ao processo de entrada do País deve acontecer. A manifestação aconteceu depois de a agência de notícias ‘Bloomberg’ revelar carta na qual o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, se posiciona a favor da entrada da Argentina e da Romênia no grupo, sem citar o Brasil. Um porta-voz da área assuntos do Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado afirmou que os EUA “continuam a manter a declaração” de 19 de março, quando o presidente Donald Trump “afirmou claramente o apoio ao Brasil para iniciar o processo e se tornar um membro pleno da OCDE”. (Fonte: Estadão)
  • Em um ambiente de fraqueza da economia e alta ociosidade nas linhas de produção, a indústria brasileira pouco recorreu ao crédito no início de 2019. Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), ao qual o ‘Estadão/Broadcast’ teve acesso, mostra que seis de cada dez empresas industriais não procuraram renovar operações de crédito ou contratar novos financiamentos no primeiro trimestre do ano. No caso do crédito de longo prazo, o porcentual é de 66%. (Fonte: Estadão)
  • Sem consenso entre governo federal, Congresso, governadores e prefeitos, senadores decidiram colocar o pé no freio na reforma tributária. Na Casa, um relatório sobre a proposta chegou a ser apresentado e está pronto para votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mas os senadores admitem que será impossível concluir uma reforma neste ano. (Fonte: Estadão)
  • O número de pessoas que buscaram financiamentos de janeiro a agosto aumentou 10,3% em relação a igual período de 2018, segundo a empresa de informações financeiras Serasa Experian. Foi a maior expansão desde 2010, quando a procura por crédito avançou 16,4% e a economia cresceu 7,5%. Juros ao consumidor em queda, inflação baixa e emprego em lenta recuperação explicam o aumento pela busca de financiamentos. A concessão de crédito a pessoas físicas para renegociação de dívidas foi a que mais cresceu: 32,9%. Em seguida, estão o crédito consignado, com avanço de 32,5%, e o cartão de crédito parcelado, com 30,5% de aumento. Os financiamentos para aquisição de bens de maior valor cresceram em ritmo mais moderado. Concessões de crédito para compra de veículos aumentaram 18,8%, enquanto os financiamentos imobiliários avançaram 8,8%. (Fonte: Estadão)

Previdência

  • O vice-líder do governo, senador Chico Rodrigues (DEM-RR), informou que a votação em segundo turno da reforma da Previdência deve ocorrer no dia 22 de outubro. A oposição foi contra a redução de prazos que possibilitaria a votação da PEC 6/2019 ainda nesta semana e quer uma decisão sobre a divisão dos recursos do pré-sal, antes da votação em segundo turno no Plenário. (Fonte: Agência Senado)
  • Proposta de reforma administrativa, em fase final de elaboração pelo governo para envio ao Congresso após a conclusão das mudanças na Previdência, prevê a reestruturação das carreiras do funcionalismo público e o estabelecimento de novas regras para contratação, promoção e desligamento de servidores. Apesar de dirigida principalmente a quem for contratado após a entrada em vigência das mudanças, a proposta deverá incluir regras de transição para o atual quadro. Entre as principais mudanças, figuram revisão de pontos como o sistema de licenças e gratificações, extinção da estabilidade dos novos funcionários em algumas carreiras e cargos, fim da progressão automática, redução do número de carreiras e alinhamento dos salários do setor público aos da iniciativa privada. O governo também poderá propor a regulamentação da lei de greve. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), considera prioridade a reforma administrativa. (Fonte: Estadão)

Empresas

  • A abertura de capital da rede de joalherias Vivara, que chamou a atenção de investidores ao longo das últimas semanas, se refletiu em uma movimentação de quase R$ 2,3 bilhões. A ação, chegou perto do ponto máximo da faixa indicativa de preço, que variava entre R$ 21,17 e R$ 25,40. O papel vai estrear cotado a R$ 24. A Vivara foi criada em 1962, com a abertura de uma loja no centro de São Paulo. Hoje, é a maior rede de joalherias do Brasil, com mais de 230 pontos de venda. A companhia atua em um nicho classificado por especialistas em marcas como “luxo acessível”. (Fonte: Estadão)

Inflação

  • A inflação oficial registrou o menor resultado para setembro desde 1998, segundo o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (9). O indicador registrou taxa de -0,04%, enquanto em 1998, tinha sido de -0,22%. Houve recuo em comparação a agosto do mesmo ano, quando a inflação ficou em 0,11%.  (Fonte: R7)
  • O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse na quarta-feira, 9, que o resultado do Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) de setembro, com deflação de 0,04% e inflação baixa no acumulado mostram que o país pode reduzir a taxa de juros. “(Dado da inflação) mostra que está tudo sob controle, isso é bom. Inflação baixa quer dizer que o Brasil tem condições de baixar juros”, disse o ministro a jornalistas, depois de visita institucional ao jornal Folha de S. Paulo na capital paulista. “O que está acontecendo é que a economia está começando a crescer e com a inflação baixa”, acrescentou. (Fonte: Veja)

No cenário externo:

  • Perto de 90% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial deve desacelerar em 2019, pois a economia global está em sincronizada redução de velocidade, uma situação bem diferente da registrada há dois anos, quando 75% do PIB do planeta apresentava expansão, apontou Kristalina Georgieva, a nova diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), em seu primeiro discurso no cargo. De acordo com a diretora-gerente do FMI, o mundo passa por uma situação complexa, pois ao mesmo tempo em que os Estados Unidos e a Alemanha apresentam taxas de desemprego em patamares muito baixos, há perda de vigor das suas economias, o que também ocorre em toda a zona do euro e Japão. “Em alguns dos maiores mercados emergentes, como a Índia e o Brasil, a desaceleração é ainda mais pronunciada neste ano.” No caso da China, ela destaca que o PIB está gradualmente reduzindo seu ritmo. (Fonte: Seu Dinheiro)
  • Emprego e inflação nos Estados Unidos estão em um momento “positivo”, e os cortes recentes nas taxas de juros ajudam a economia, afirmou o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, na terça-feira (8).Três semanas após uma nova reunião do Fed, Powell reiterou que a política monetária “não é predeterminada”, mas a entidade “monitora de perto” os indicadores e riscos econômicos. Após dois modestos cortes nas taxas em março e julho, a maioria dos agentes financeiros espera outra redução de um quarto de ponto na próxima reunião de política monetária que o Fed fará em 30 de outubro. (Fonte: IstoÉ Dinheiro)
  • O Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido registrou contração de 0,1% em agosto na comparação com o mês anterior, de acordo com os dados anunciados pelo Escritório Nacional de Estatísticas, sinal de uma economia em dificuldades com a proximidade do Brexit. A atividade econômica do país registrou uma desaceleração após um avanço de 0,4% em julho. (Fonte: UOL)
  •  Um acordo para a separação britânica da União Europeia pode ser firmado até o final de outubro para permitir que o Reino Unido saia do bloco de forma organizada, disse o primeiro-ministro da Irlanda, Leo Varadkar, depois do que descreveu como uma reunião muito positiva com seu colega britânico, Boris Johnson. Faltando só três semanas para o Reino Unido romper com o maior bloco comercial do mundo, ainda não está claro em que termos o país o fará ou mesmo se o fará de fato. (Fonte: Reuters)
  • A União Europeia (UE) confirmou que vai intensificar as negociações com o Reino Unido nos próximos dias, na tentativa de chegar a um acordo para o Brexit, que tem como prazo final o dia 31 de outubro. A informação, que já circulava pela imprensa por meio de fontes próximas ao assunto, foi confirmada em comunicado do principal negociador do bloco europeu para o divórcio, Michel Barnier. O texto menciona que Barnier teve uma “reunião construtiva” na manhã desta sexta-feira com o secretário de Estado do Reino Unido para o Brexit, Stephen Barclay. (Fonte: Seu dinheiro)
  • Um petroleiro iraniano foi atacado ontem por dois mísseis no Mar Vermelho, a 100 quilômetros de um porto saudita. Após o incidente, o preço do petróleo (Brent) subiu 2,3%, para 60,46 dólares o barril. A Companhia Nacional de Petroleiros do Irã (NITC) afirmou que o casco do petroleiro Sabiti foi atingido por duas explosões”. “Todos os tripulantes estão bem”, diz um comunicado da NITC. (Fonte: Estadão)
  • Estados Unidos e China chegaram ontem a acordo que pode levar ao fim da guerra comercial que os dois países vêm travando no último ano e meio. Após dois dias de negociações, os EUA suspenderam a imposição de novas tarifas sobre produtos chineses, que ocorreria na próxima semana. Segundo o presidente Donald Trump, esta é a “fase um” do acordo, que ainda levará semanas para ser formalizado e pode ser assinado em novembro por ele e por Xi Jinping. A China concorda em elevar para valores entre US$ 40 bilhões e US$ 50 bilhões as compras de produtos agrícolas dos EUA. O acordo também terá disposições sobre propriedade intelectual. Do outro lado, os EUA suspendem a imposição de tarifas de 30% sobre US$ 250 bilhões de produtos chineses. (Fonte: Estadão)
  • O Presidente Donald Trump determinou retirada dos últimos mil soldados que estão no norte da Síria. Com isso, a Turquia ampliou ofensiva contra curdos na fronteira. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinou a retirada de mil soldados americanos que ainda estão no norte da Síria, abrindo caminho para a expansão da ofensiva da Turquia contra os curdos, aliados dos EUA na região. Ontem, as Forças Armadas curdas fizeram um acordo com o exército sírio e a Rússia para contra-atacar a Turquia e retomar as áreas invadidas. Analistas afirmam que a iminente entrada em cena das forças armadas sírias, com apoio dos russos, pode aumentar ainda mais a instabilidade na região e provocar a escalada do conflito. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

Em semana de alta volatilidade, o VIX trabalhou na média de 17,98 contra 18,64 da semana anterior. Durante a semana, o VIX chegou a bater acima de 20,00, mas com o a sinalização de acordo entre EUA e China, o VIX voltou a trabalhar na faixa de 15,50

Perspectivas

A previsão do dólar para 2019

As expectativas dos 105 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 3,60
  • Valor médio esperado: R$ 4,05
  • Valor máximo esperado: R$ 4,20

Previsão para PIB

As expectativas dos 76 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 119 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano hoje:

Às 10h15 o dólar comercial apresentava alta de 0,43% cotado a 4,1459

O dólar turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,264 + IOF.

Euro hoje:

Às 10h15 o euro comercial apresentava alta de 0,18%, cotado a R$ 4,559.

O euro turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,697 + IOF.


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