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Panorama de Mercado

29 de outubro , 2019 | em #MeuCâmbio |

Confira os impactos do Dólar e do Euro após a aprovação da Reforma da Previdência.

Acompanhe semanalmente a evolução do preço do dólar, euro e saiba tudo que pode influenciar o preço das moedas. Com a Meu Câmbio você tem acesso a toda a informação que precisa para escolher a melhor hora de realizar suas operações cambiais.

Cenário interno

Economia

  • Com a aprovação da reforma da previdência em 2º. turno no Senado no dia 22/10 e a expectativa de alto fluxo de capital em função do leilão do pré-sal em 06/11, o BRL vem se valorizando contra o USD, rompendo a barreira de USD/BRL que não acontecia desde 15/08. Já a Bolsa de São Paulo opera em níveis históricos, acima dos 108.000 pontos
  • Embora a conclusão da reforma já fosse dada como certa, a sua materialização foi considerada uma espécie de sinal verde para o retorno do investidor estrangeiro, que há tempos tem se afastado do mercado brasileiro. Sob o argumento de incerteza quanto ao andamento dos esforços fiscais no País, a saída de recursos externos na B3 soma R$ 32,3 bilhões no acumulado do ano. (Fonte: Estadão)
  • O chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, avaliou que a aprovação da reforma da Previdência Social pelo Congresso Nacional e o megaleilão de petróleo, da cessão onerosa, previsto para novembro, podem gerar um alívio na taxa de câmbio no fim do ano. A moeda vem operando sob pressão nos últimos meses, cotada acima de R$ 4 mas, nesta quarta-feira, na esteira da aprovação da reforma da Previdência, chegou a ser negociado abaixo desse patamar pela primeira vez em mais de dois meses. No caso da cessão onerosa, Fernando Rocha, do BC, observou que há uma perspectiva de ingresso de R$ 100 bilhões no país para pagar o chamado bônus de assinatura, a ser dividido entre a Petrobras, o governo, estados e municípios – com possível impacto sobre o dólar. (Fonte: G1)
  • As contas externas do Brasil registraram déficit de US$ 34,05 bilhões de janeiro a setembro deste ano. O aumento no rombo foi de 83,4% na comparação com o mesmo período de 2018, quando foi registrado resultado negativo de US$ 18,566 bilhões. Os números foram divulgados nesta quinta-feira, 24, pelo Banco Central (BC).  resultado de 2019 foi o pior para o período de janeiro a setembro desde 2015. O saldo ficou negativo no acumulado desses meses em 2015, 2016 e 2017, respectivamente, em US$ 47,854 bilhões, US$ 16,319 bilhões e US$ 7,840 bilhões. (Fonte: Terra)
  • O estoque total de operações de crédito do sistema financeiro subiu 1,0% em setembro ante agosto, para R$ 3,361 trilhões, informou nesta sexta-feira, 25, o Banco Central (BC). Em 12 meses, houve alta de 5,8%. Em setembro ante agosto, houve elevação de 1,0% no estoque para pessoas físicas e alta de 1,1% para pessoas jurídicas. (Fonte: UOL)
  • O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (25), em entrevista coletiva na China, que o governo estuda um plano de estímulo à empregabilidade voltado para pessoas com até 29 anos de idade e acima de 55. Ele também falou da possibilidade de que se haja “menos direitos” em troca criação de emprego. Bolsonaro não deu detalhes sobre o plano. Nesta quinta-feira, o ministro da Economia, Paulo Guedes, informou ao colunista Valdo Cruz que ações para geração de emprego para jovens e pessoas com baixa empregabilidade deverão ser a nova agenda econômica. Segundo Guedes, a ideia é bater o martelo com Bolsonaro após a volta dele da Ásia, agenda internacional que o presidente cumpre até o dia 31. A proposta deverá ser enviada ao Congresso já em novembro. (Fonte: G1)
  • O ingresso de investimento estrangeiro para o mercado de ações do Brasil ficou negativo em US$ 651 milhões em setembro, elevando a saída do ano a US$ 2,591 bilhões. Uma olhada nas séries históricas do Banco Central (BC) nos mostra que essa saída é inédita na série história iniciada em 1995 considerando essa janela de nove meses. (Fonte: Seu Dinheiro)
  • A Caixa Econômica Federal anunciou ontem que vai antecipar para 2019 o saque imediato de até R$ 500 por conta ativa ou inativa do FGTS para todos os trabalhadores. O calendário anterior previa o pagamento até 6 de março do próximo ano – os últimos a receber seriam os trabalhadores que fazem aniversário em dezembro. A injeção de R$ 12 bilhões deve impulsionar as vendas de fim de ano e ajudar a economia na largada de 2020, na avaliação do secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida. Os saques estarão disponíveis para os contribuintes no período que compreende duas grandes datas para o comércio, a Black Friday e a semana que antecede o Natal. Somando-se o pagamento de R$ 2,5 bilhões do 13.º do Bolsa Família, o volume de recursos extras sobe para R$ 14,5 bilhões. A liberação de R$ 12 bilhões com a antecipação do saque de R$ 500 do FGTS para todos os trabalhadores vai impulsionar o Natal dos brasileiros e ajudar a economia na largada de 2020, na avaliação do secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida. Além disso, com o pagamento de R$ 2,5 bilhões do 13.º para os beneficiários do programa Bolsa Família, a injeção adicional de dinheiro sobe para R$ 14,5 bilhões. O valor vai se somar aos R$ 30 bilhões do FGTS e do PIS/Pasep cuja liberação já estava prevista para este ano. “Ajuda os brasileiros a ter um Natal melhor”, disse o secretário ao Estado. (Fonte: Estadão)
  • O BNDES aprovou a antecipação de mais R$ 4,6 bilhões referentes ao lucro líquido parcial deste ano, ajudando o Tesouro a conseguir receitas extras para fechar as contas públicas sem mudar a meta fiscal. O Conselho de Administração do banco deliberou o pagamento ontem, disse o presidente do conselho, Carlos Thadeu de Freitas. O banco já havia antecipado R$ 3,3 bilhões em dois repasses, em agosto e setembro. Agora, o total antecipado chegará a R$ 7,9 bilhões, além do R$ 1,6 bilhão do lucro de 2018 repassado em maio. (Fonte: Estadão)

Previdência

  • O plenário do Senado concluiu na manhã da última quarta-feira (23/10) a votação dos destaques apresentados durante o segundo-turno da reforma da Previdência. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), vai esperar o retorno do presidente da República, Jair Bolsonaro, que está em viagem à Ásia, para promulgar o texto. Bolsonaro chega ao Brasil na próxima quinta-feira, dia 31. A data da sessão solene conjunta do Congresso para promulgação da reforma, no entanto, ainda não foi definida, mas deverá ocorrer no dia 12 ou 19 de novembro. Nesta terça-feira (22), depois de cerca de 3 horas de debates, o texto principal da reforma foi aprovado em segundo-turno por 60 votos favoráveis e 19 contrários. (Fonte: CNI)
  • O governo, com a ajuda do Congresso, pretende forçar os Estados e os municípios a aderirem à nova Previdência, aprovada semana passada e que mudou a aposentadoria dos servidores públicos federais. A proposta que está sendo costurada pela equipe econômica e pelo deputado Silvio Costa Filho (Republicanos-PE), presidente da Frente Parlamentar Mista do Pacto Federativo, chamada de Lei da Responsabilidade Previdenciária, prevê a adoção de estímulos para governadores e prefeitos que aderirem às novas regras do funcionalismo público. A lei, prevista para ser apresentada em novembro, deve estabelecer, por exemplo, um prazo para que os Estados e os municípios formulem um plano de equacionamento do déficit atuarial de seus sistemas de aposentadoria. Quem não aderir à reforma aprovada no Congresso, terá apenas um ano para apresentar essa estratégia, e poderá sofrer outras punições, que ainda vão ser discutidas. (Fonte: Estadão)

Empresas

  • Impulsionada pelo crescimento da produção no pré-sal, a Petrobrás apresentou melhora nos desempenhos financeiro e operacional no terceiro trimestre deste ano. O resultado foi bilionário, a dívida caiu e o volume de petróleo e gás extraídos avançou ainda mais, sinalizando que a meta de produção do ano vai ser alcançada. O lucro líquido ficou em R$ 9,087 bilhões, 36,8% acima de igual período do ano passado. (Fonte: Estadão)
  • A Vale registrou lucro líquido de R$ 6,5 bilhões no terceiro trimestre, alta de 13,7% em relação a igual período do ano passado. Foi o primeiro ganho trimestral reportado pela mineradora após o rompimento de sua barragem em Brumadinho, Minas Gerais, em 25 de janeiro. O resultado reverte o prejuízo de R$ 384 milhões no segundo trimestre. A melhora se deveu a um menor peso de provisões e despesas relativos ao desastre. A receita líquida da Vale cresceu 7,4% no período, para R$ 40,7 bilhões. O valor superou em 12,9% o do segundo trimestre de 2019. A Vale atribui esse crescimento ao progresso contínuo de retomada de operações nos Sistemas Sul e Sudeste. (Fonte: Estadão)
  • A revolução tecnológica no setor bancário, puxada por “fintechs” e pelo “open banking” (ferramenta que permite o compartilhamento de informações de clientes entre os agentes do setor), tornará a privatização do Banco do Brasil (BB) inevitável no futuro, disse ontem o presidente da instituição financeira, Rubem Novaes. Integrante do grupo de economistas liberais que elaborou o programa de governo ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, Novaes tem defendido privatizações mais abrangentes. (Fonte: Estadão)
  • As ofertas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês) da varejista C&A e do Banco BMG puxaram o volume de papéis de empresas na Bolsa brasileira neste ano para cerca de R$ 70 bilhões. Desta forma, o total encosta no montante recorde registrado em 2007, considerado o “ano de ouro” do mercado brasileiro, quando dezenas de empresas se tornaram públicas. (Fonte: Estadão)

Inflação

  • A prévia da inflação de outubro é de 0,09%. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) foi divulgado hoje (22) e é o menor registrado para outubro desde 1998, quando foi de 0,01%. O IPCA-15 é a inflação oficial do país. Segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a alta acumulada este ano está em 2,69%. Nos últimos 12 meses, ficou em 2,72%. (Fonte: Agência Brasil – EBC)

No cenário externo:

  • A sessão da última terça-feira (22/10) no Parlamento britânico começou com uma vitória — a primeira — do premiê Boris Johnson em sua tentativa de fazer avançar o Brexit, processo de saída do Reino Unido da União Europeia (UE). Mas essa vitória durou poucos minutos, e o Brexit logo voltou para o limbo. Primeiro, o Parlamento aprovou, por 329 votos a 299, o acordo costurado (chamado de Lei do Acordo de Retirada, ou Withdrawal Agreement Bill) por Johnson com seus pares da UE. Trata-se do primeiro acordo acatado pelo Parlamento britânico desde o plebiscito que decidiu o Brexit, em 2016. No entanto, essa aprovação seria a primeira de uma série de votações no Parlamento exigidas para que o acordo de fato fosse ratificado. Poucos minutos depois, Johnson foi derrotado na segunda votação: os parlamentares rejeitaram o cronograma pedido pelo premiê, que queria tramitação de urgência para a legislação para votá-la nos três próximos dias — com o objetivo de manter o Brexit no prazo previsto, de 31 de outubro. O prazo foi considerado inviável pelos legisladores, que afirmaram que três dias seriam insuficientes para analisar uma legislação tão complexa e propor emendas. Com a rejeição dos parlamentares, Johnson anunciou uma “pausa” no acordo aprovado, afirmando que vai consultar a União Europeia a respeito de novos adiamentos ao Brexit e insistindo que o Reino Unido deveria deixar o bloco europeu na semana que vem. (Fonte: BBC)
  • Como era esperado, o Banco Central Europeu manteve inalterada a política monetária na última quinta-feira, 24, mas deixou a porta aberta para mais estímulos, já que a economia da zona do euro continua sofrendo com as consequências da turbulência global. Com a decisão de hoje, a taxa de depósito do BCE, que atualmente é sua principal ferramenta de taxa de juros, segue na mínima recorde de -0,50%. A taxa principal de refinanciamento, que determina o custo do crédito na economia, permaneceu em 0%, enquanto a taxa de empréstimo de emergência para bancos continuou em 0,25%. (Fonte: Veja)
  • Governo dos Estados Unidos terminou o ano fiscal de 2019 com o maior déficit orçamentário em sete anos, com os ganhos nas receitas fiscais compensados ​​por maiores gastos e pagamentos do serviço da dívida, informou o Departamento do Tesouro norte-americano nesta sexta-feira. É a primeira vez desde o início da década de 1980 que o rombo no orçamento aumentou por quatro anos consecutivos. Os números refletem o segundo ano de administração do orçamento total pelo governo de Donald Trump, um republicano, em um momento no qual a economia norte-americana tem uma base tributária em expansão, um crescimento econômico moderado e uma taxa de desemprego próxima do menor nível em 50 anos. O déficit orçamentário dos EUA aumentou para 984 bilhões de dólares, correspondendo a 4,6% do Produto Interno Bruto (PIB). No exercício fiscal anterior, o déficit anual foi de 779 bilhões de dólares, ou 3,8% do PIB. As receitas totais aumentaram 4%, para 3,5 trilhões de dólares, mas as despesas aumentaram 8,2%, para 4,4 trilhões de dólares. (Fonte: Jornal Extra)
  • Temendo a reação dos mercados ao triunfo da aliança peronista kirchnerista que elegeu Alberto Fernández para a Presidência da Argentina no primeiro turno , o governo e o Banco Central do país (BCRA) anunciaram uma série de medidas temporárias para evitar a perda de reservas e conter o preço do dólar. A iniciativa, que busca frear o aumento da inflação e proteger os depósitos bancários, faz parte do plano do presidente Maurício Macri para realizar uma ” transição ordenada ” até a posse de seu sucessor, no dia 10 de dezembro, disse o governo. (Fonte: O Globo)
  • A União Europeia concordou em estender o prazo para o Brexit, como é conhecida a decisão do Reino Unido de deixar o bloco, para 31 de janeiro de 2020. O prazo anterior expirava no próximo dia 31 de outubro. A decisão foi anunciada em um tuíte de Donald Tusk, presidente do Conselho Europeu, o braço executivo da União Europeia. Segundo ele, o bloco permitiria uma “flextension”, ou seja, uma “extensão flexível” para o caso de o Reino Unido eventualmente sair antes desse prazo caso um acordo seja aprovado pelos parlamentares britânicos. (Fonte: BBC)
  • A Argentina foi às urnas neste domingo (27) e elegeu presidente o candidato de oposição, Alberto Fernández, em primeiro turno. O eleito terá como vice a ex-presidente Cristina Kirchner, que comandou o país entre 2007 e 2015. Nas primeiras palavras após a vitória, já reconhecida por Macri, Fernández aproveitou para pedir ao atual governo para que, quando passar à oposição, “seja conscientes do que deixou” e “ajude a reconstruir o país das cinzas”. (Fonte: UOL)
  • O presidente Evo Morales venceu as eleições bolivianas no primeiro turno, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em Washington, o governo boliviano convidou a OEA a fazer auditoria da apuração, mas disse que não esperará seu resultado. Com 99,97% dos votos apurados, Evo tinha 47,07% e o opositor Carlos Mesa, 36,51%. Em reunião da Organização dos Estados Americanos, em Washington, o ministro da Justiça da Bolívia, Hector Arce Zaconeta, lembrou que a Constituição prevê um vencedor se ele tiver votação acima dos 40% e 10 pontos porcentuais a mais que o segundo colocado. (Fonte: Estadão)
  • Mais de 1 milhão de pessoas protagonizaram a maior manifestação desde a redemocratização do Chile, nos anos 90. A multidão se reuniu na Plaza Italia, em Santiago, principal ponto de encontro dos manifestantes que há uma semana vão às ruas das maiores cidades do país para protestar contra o governo do presidente Sebastián Piñera e a desigualdade social. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(Índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

O mercado acionário americano continua apresentando grande vigor trabalhando em suas marcas históricas, com isso, o VIX trabalhou na semana passada abaixo de 13,00 (média de 13,60).

Perspectivas

A previsão do dólar para 2019

As expectativas dos 107 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 3,74
  • Valor médio esperado: R$ 4,04
  • Valor máximo esperado: R$ 4,20

Previsão para PIB

As expectativas dos 77 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 122 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano hoje:

Às 10h30 o dólar comercial operava estável cotado a R$ 4,00

O dólar turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,147 + IOF.

Euro hoje:

Às 10h30 o euro comercial operava estável, cotado a R$ 4,44.

O euro turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,641 + IOF.

Próximos eventos internacionais relevantes


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