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Panorama de Mercado

06 de novembro , 2019 | em #MeuCâmbio |

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Cenário interno

Economia

  • A lenta recuperação da economia e a inflação sob controle fizeram o Banco Central promover a terceira redução consecutiva de juros, de 5,5% para 5% ao ano. O BC ainda indicou outro corte em dezembro, para 4,5%. Com a taxa Selic em novo piso histórico, aplicações conservadoras como poupança e parte significativa dos fundos de renda fixa, ou fundos DI, perderão para a inflação projetada para os próximos 12 meses. (Fonte: Estadão)
  • Com a taxa básica de juros (Selic) em um novo piso histórico, de 5% ao ano, é preciso ficar atento para a rentabilidade das aplicações mais conservadoras, como poupança e fundos de renda fixa. Se o ritmo de queda da Selic se mantiver, elas vão começar a perder para a inflação. A expectativa do mercado é de que a taxa básica fique entre 4,5% e 4% no fim do ano. Especialistas em finanças pessoais reconhecem que, para minimizar perdas, o investidor vai ter que pesquisar melhor as opções no mercado e começar a correr um pouco mais de risco se quiser um retorno maior. Os depósitos na caderneta passaram a render 70% da Selic mais a Taxa Referencial (TR), atualmente zerada, a partir de maio de 2012 quando a taxa básica fica abaixo de 8,5% anuais. Logo, após o Banco Central reduzir os juros básicos para 5% ao ano, a poupança passou a render 3,5% ao ano e poderá cair para 3,15% se a Selic for reduzida para 4,5%, ou para para 2,8%, se essa taxa chegar aos 4% anuais. Enquanto isso, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) chegou a 2,89% no acumulado em 12 meses até setembro. Pelas estimativas do mercado, esse indicador da inflação oficial deverá encerrar o ano em 3,29%, passando para 3,66%, em 2020. (Fonte: Correio Braziliense)
  • A Dívida Bruta do Governo Geral fechou setembro aos R$ 5,580 trilhões, o que representa 79,0% do Produto Interno Bruto (PIB). O porcentual, divulgado nesta quinta-feira, 31, pelo Banco Central (BC), é menor que os 79,8% de agosto. No melhor momento da série, em dezembro de 2013, a dívida bruta chegou a 51,5% do PIB. A Dívida Bruta do Governo Geral – que abrange o governo federal, os governos estaduais e municipais, excluindo o Banco Central e as empresas estatais – é uma das principais referências para avaliação, por parte das agências globais de rating, da capacidade de solvência do País. Na prática, quanto maior a dívida, maior o risco de calote por parte do Brasil. O BC informou ainda que a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) passou de 54,8% para 55,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em setembro de 2019. A DLSP atingiu R$ 3,908 trilhões. (Fonte: IstoÉ Dinheiro)
  • A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,206 bilhão em outubro, de acordo com os dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério da Economia. O valor é 79,2% menor do que o registrado em outubro do ano passado e é o menor valor registrado para meses de outubro desde 2014. No mês passado, as exportações somaram US$ 18,231 bilhões, uma queda de 20,4% ante outubro de 2018. Já as importações chegaram a US$ 17,025 bilhões, uma alta de 1,1% na mesma comparação. (Fonte: Seu Dinheiro)
  • Em meio ao crescimento de despesas obrigatórias e à escassez de verbas discricionárias (não obrigatórias) para a manutenção de órgãos públicos, as renúncias fiscais continuarão a crescer no próximo ano. A proposta de Orçamento Geral da União, em tramitação no Congresso, prevê que o governo deixará de arrecadar R$ 330,61 bilhões por causa dos incentivos fiscais em 2020. O valor representa alta de R$ 24,21 bilhões em relação ao Orçamento de 2019, que destinava R$ 306,39 bilhões em gastos tributários, nome dado quando o governo abre mão de receitas para beneficiar setores econômicos. Os segmentos mais beneficiados em 2020 serão comércio e serviço (R$ 86,93 bilhões), trabalho (R$ 42,28 bilhões) e saúde (R$ 41,32 bilhões). (Fonte: IstoÉ)
  • Os consumidores brasileiros podem ter de pagar o valor recorde de R$ 20,64 bilhões nas contas de luz em 2020, para bancar ações e subsídios concedidos pelo governo relacionados ao setor elétrico, como os de incentivo ao uso de energia eólica e solar. O valor foi anunciado ontem pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), durante votação que abriu a consulta pública do orçamento para o ano que vem da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo onde são depositados os recursos que depois serão gastos com as ações e os subsídios. (Fonte: Estadão)
  • A equipe econômica estuda enviar um projeto de lei para acelerar as privatizações de estatais. A ideia, segundo apurou o ‘Estadão/Broadcast’, é conseguir aval antecipado do Congresso para vender uma lista de empresas. O objetivo é ganhar de seis a oito meses num processo que hoje leva em média dois anos. O projeto de lei pode ficar no guarda-chuva do conjunto de medidas que o governo está elaborando e deve apresentar na próxima semana, mas não requer mudança constitucional. A lista definitiva das empresas que almejariam essa autorização ainda será definida em conjunto com o presidente Jair Bolsonaro. A etapa de precificação, para definir o valor de uma empresa, também deve sofrer ajustes. (Fonte: Estadão)
  • O governo vai elevar sua previsão para o crescimento da economia em 2020. Atualmente em 2,17%, o novo número deve ficar próximo de 2,5%, mas a equipe econômica ainda não fechou a estimativa. Estudo da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda aponta que, no final do segundo trimestre, o investimento privado crescia 7,02%, enquanto o investimento público caiu 14,30% ante o mesmo período de 2018. Ainda pelos dados oficiais, o PIB do setor privado avançava 1,69%, enquanto o público caía 1,56%. Em junho, a quantidade de vagas abertas pelas empresas nos 12 meses anteriores foi de 480,6 mil. No setor público, houve redução de 28,8 mil. Para o secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida, a tendência de crescimento será reforçada com as novas reformas que serão encaminhadas ao Congresso, com a elevação do crédito e a liberação do FGTS. (Fonte: Estadão)
  • Os Estados Unidos mantiveram o veto à compra de carne bovina brasileira, decretado em 2017. A decisão frustra as expectativas do governo Jair Bolsonaro, que dava como certa a liberação. O tema está incluído nas negociações da parceria estratégica entre os dois países, uma das vitrines do governo brasileiro. Os produtores também ficaram frustrados com a ação dos EUA. (Fonte: Estadão)

Emprego

  • A taxa de desocupação caiu de 12,0% para 11,8% na passagem do trimestre encerrado em junho para o terminado em setembro, influenciada pelo aumento na população ocupada e redução na desocupação. Mesmo com a queda na taxa, ainda havia 12,5 milhões de pessoas em busca de trabalho. Esses resultados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada hoje pelo IBGE. (Fonte: Agência IBGE Notícias)

Empresas

  • A partir do próximo dia 22 de novembro, o Twitter não vai mais permitir o impulsionamento de tuítes de caráter político em sua plataforma. Em termos práticos, isso significa que a rede social não vai mais aceitar anúncios de teor político – seja de candidatos, partidos ou grupos interessados em fazer lobby a favor ou contra uma determinada causa. A decisão tem caráter global e foi anunciada ontem pelo presidente executivo da rede, Jack Dorsey, em sua conta na rede social. (Fonte: Estadão)
  • O governo e a Petrobrás assinaram ontem (01/11) a revisão do contrato da cessão onerosa, encerrando negociação que se arrastou pelos últimos quatro anos e envolveu três presidências da República. A assinatura do aditivo garante à estatal o direito de receber R$ 34 bilhões, diferença entre o que a Petrobrás pagou em 2010 pelo direito de explorar uma região no pré-sal e quanto, em valores atuais, a área realmente vale. Concluído o acordo, será possível realizar o megaleilão do pré-sal, de excedentes da cessão onerosa, na próxima quarta-feira. (Fonte: Estadão)

No cenário externo:

  • O Banco Central da Argentina afirmou na madrugada na segunda-feira (28) que determinou um limite de compra de US$ 200 por mês através de contas bancárias e de US$ 100 por mês para a aquisição em dinheiro, em uma tentativa de evitar que suas reservas internacionais continuem caindo. (Fonte: G1)
  • A Câmara dos Comuns, uma das duas que formam o Parlamento britânico, aprovou nesta terça-feira (29) a antecipação das eleições no Reino Unido para 12 de dezembro, conforme desejado pelo primeiro-ministro, o conservador Boris Johnson, que tentará recuperar nas urnas a maioria necessária de deputados para ratificar o acordo do Brexit, a saída do país da União Europeia (UE) que foi pactuado com o próprio bloco. Embora a proposta ainda não tenha passado pela Câmara dos Lordes, equivalente ao Senado, espera-se que ela supere todos os trâmites e receba o parecer favorável da rainha Elizabeth II antes de 6 de novembro, quando o Parlamento terá que ser dissolvido para cumprir os prazos estabelecidos pela legislação eleitoral. (Fonte: R7)
  • Nesta quinta-feira (31), a agência oficial de estatísticas da União Europeia (UE), a Eurostat, divulgou novos dados sobre o Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro. O índice cresceu 0,2% no terceiro trimestre de 2019 ante os três meses anteriores, acima das expectativas de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam alta de 0,1%. Na comparação anual, o PIB do bloco teve expansão de 1,1% entre julho e setembro. Na base anualizada, a economia local avançou a uma taxa de 0,8% no terceiro trimestre, a mesma do segundo trimestre. (Fonte: Seu Dinheiro)
  • O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos cresceu à taxa anualizada de 1,9% no terceiro trimestre, de acordo com a primeira estimativa do indicador, divulgada nesta quarta-feira pelo Departamento do Comércio. O resultado ficou acima da mediana de alta de 1,6% apurada em pesquisa do Projeções Broadcast com 31 instituições, mas dentro das estimativas, que variavam de +1,2% a +2,1%. Apenas os gastos com consumo, que representam cerca de 70% do PIB americano, tiveram expansão anualizada de 2,9% entre julho e setembro. (Fonte: Seu Dinheiro)
  • A Câmara dos Deputados dos EUA aprovou em 30/10 por 232 votos a 196 as regras para a abertura formal do inquérito de impeachment contra o presidente Donald Trump, oficializando a investigação. Com isso, a partir de agora, as testemunhas serão ouvidas no plenário, o conteúdo do processo será público e com etapas detalhadas. Um advogado de Trump poderá acompanhar o processo. (Fonte: Estadão)
  • A nova companhia que deve nascer da fusão entre o grupo ítalo-americano FCA Fiat Chrysler e o francês PSA Peugeot Citroën, confirmada ontem, criará o quarto maior grupo automobilístico do mundo, com vendas de 8,7 milhões de veículos no ano passado, e o maior no Brasil, com 476,7 mil unidades. O negócio ainda passará por trâmites burocráticos, mas o anúncio de que ambas aceitam a união integral, cada uma com 50% das ações, vai consolidar o surgimento de mais uma gigante no setor, atrás de Volkswagen (com 10,8 milhões de carros vendidos), Toyota (10,5 milhões) e Renault-Nissan (10,3 milhões) (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

O VIX trabalhou na média da semana a 12,77 mostrando a força do mercado acionário americano, que vem renovando suas altas.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2019

As expectativas dos 107 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 3,74
  • Valor médio esperado: R$ 4,01
  • Valor máximo esperado: R$ 4,20

Previsão para PIB

As expectativas dos 75 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 125 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano hoje:

No fechamento do dia o dólar comercial operava em queda cotado a R$ 4,01

O dólar turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,166 + IOF.

Euro hoje:

No fechamento do dia o euro comercial operava em queda, cotado a R$ 4,48.

O euro turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,663 + IOF.

Próximos eventos internacionais relevantes


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