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Panorama de Mercado

04 de dezembro , 2019 | em #MeuCâmbio |

O Produto Interno Bruto (PIBcresceu 0,6% no 3º trimestre de 2019 frente ao 2º trimestre de 2019 .

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Cenário interno

Economia

  • Desde aprovação da reforma da previdência em 2º. turno no Senado no dia 22/10, o mercado de câmbio e a bolsa brasileira vem experimentando movimentos distintos. Enquanto o Real trabalhou na mínima contra o USD em 30/10 (US/R$ 3,9872), a bolsa alcançou seu valor máximo em 07/11 (109.581). Com o fraco desempenho do leilão do pré-sal, queda da taxa Selic e indefinições externas, o USD/BRL trabalha hoje a 4,1983 (alta de 5,29% em relação às mínimas) enquanto a bolsa trabalha a 108.460 (queda de 1% em relação às máximas).
  • Os gastos de brasileiros no exterior somaram US$ 1,506 bilhão em outubro deste ano, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (25) pelo Banco Central (BC). Com isso, foi registrada uma queda de 6,05% frente ao mesmo período de 2018, quando as despesas lá fora somaram US$ 1,603 bilhão. Esse também foi o menor valor, para meses de outubro, desde 2016, ou seja, dos últimos três anos. Nos dez primeiros meses deste ano, as despesas de brasileiros em outros países somaram US$ 14,849 bilhões, com queda de 4% frente ao mesmo período do ano passado (US$ 15,478 bilhões). (Fonte: G1)
  • A surpresa do déficit do balanço de pagamentos em conta corrente (balança comercial + serviços + conta de capitais e rendas) de outubro, que alcançou US$ 7,9 bilhões, contra apenas US$ 2,0 bilhões no mesmo mês de 2018 e resultou na cotação recorde do dólar, com pressão no câmbio, tem muito a ver com o encolhimento do saldo comercial e pela mudança de metodologia nas contas do balanço de pagamentos, aplicadas desde novembro do ano passado. O saldo comercial encolheu dos US$ 5,3 bi de outubro de 2018 para modestos US$ 490 milhões este ano (queda de US$ 4,8 bilhões). O movimento é consequência da queda das importações de veículos pela Argentina em crise, do enfraquecimento do comércio mundial após 18 meses de escaramuças entre Estados Unidos e China, e da pressão das maiores importações puxadas pela retomada do crescimento doméstico no 3º e 4º trimestres). Mas as contas de capitais é que tiveram maior impacto, com mudança acentuada na contabilidade de remessas de lucros e dividendos. Todos os anos, o Banco Central aplicava a Política de Revisão de Estatísticas. Nos meses de julho e novembro, as estimativas de receitas (despesas) de lucros para o ano anterior são revisadas pelas estatísticas apuradas a partir do Censo Brasileiros de Capitais Estrangeiros. Para o ano de 2018, as despesas líquidas de lucros de investimento direto foram revisadas de US$ 12,1 bilhões (valor estimado) para US$ 31,5 bilhões (valor revisado), elevação de US$ 19,4 bilhões. As despesas líquidas de dividendos distribuídos, aumentaram de US$ 12,6 bilhões (valor estimado) para US$ 17,9 bilhões (valor revisado), alta de US$ 5,3 bilhões. (Fonte: Jornal do Brasil)
  • O Ministério da Economia informou nesta quinta-feira (28) que o saldo da balança comercial no acumulado de novembro, antes deficitário em US$ 1,099 bilhão, estava errado e que, na realidade, foi registrado um superávit de US$ 2,717 bilhões. O período computado foi até o dia 24 desse mês. De acordo com o governo, o erro aconteceu no cálculo das exportações que, antes da revisão, estavam em US$ 9,681 bilhões. Com a mudança, elas passaram a ser de US$ 13,498 bilhões na parcial de novembro. As importações não foram alteradas, e permaneceram em US$ 10,781 bilhões. (Fonte: G1)
  • O Brasil deve encerrar 2019 com o primeiro déficit comercial com a Argentina em 16 anos, aponta a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), que destaca ainda a guerra comercial entre EUA e China, o menor crescimento global e a maior demanda doméstica por importações como fatores a impactar a balança de comércio do país neste ano e no próximo. A associação, que reúne empresas exportadoras e importadoras, prevê que o Brasil fechará este ano com superávit comercial de 36 bilhões de dólares, saldo que cairia a cerca de 30 bilhões de dólares em 2020. As estimativas já levam em conta a revisão dos dados da exportação para outubro anunciada pelo governo na quinta-feira. Parte da redução do superávit comercial esperada para 2020 está diretamente ligada à deterioração da economia argentina, que enfrenta uma grave crise fiscal, cambial e financeira, segundo a AEB. (Fonte: Jornal Extra)
  • O governo decidiu proibir que o juro cobrado pelos bancos no cheque especial fique acima de 8% ao mês – em outubro, foi de 12,4%. Em compensação, permitiu que as instituições cobrem uma tarifa mensal dos clientes que quiserem ter à disposição um limite de crédito superior a R$ 500. A medida entrará em vigor em 6 de janeiro de 2020. Ela foi aprovada ontem durante reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN). (Fonte: Estadão)
  • Depois de travar os juros do cheque especial em 8% ao mês (o equivalente a 150% ao ano), a equipe econômica mira agora as operações com cartão de crédito. Uma das distorções apontadas pelo Banco Central (BC) – e que o governo quer atacar – é a possibilidade de parcelar as compras no cartão de crédito sem juros. Segundo apurou o Estado, uma das medidas em análise é restringir o parcelamento nesse tipo de operação. (Fonte: Estadão)
  • O Banco Central lançou em 28/11 as bases para uma verdadeira revolução na forma como os clientes se relacionam com bancos no Brasil. A autarquia abriu uma consulta pública para receber, até 31 de janeiro, sugestões sobre o chamado open banking, em que clientes poderão autorizar o compartilhamento de seus dados entre as instituições financeiras em geral. (Fonte: Estadão)

Inflação

  • O Índice Geral de Preços–Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguel, registrou inflação de 0,30% em novembro. A taxa é inferior ao 0,68% de outubro, mas superior ao índice de novembro do ano passado (-0,49%). Com o resultado de novembro deste ano, o IGP-M acumula inflação de 5,11% no ano e de 3,97% em 12 meses. (Fonte: Agência Brasil – EBC)

Empresas

  • O investimento de empresas brasileiras no exterior somou US$ 14,7 bilhões no ano passado, uma queda de 31% em relação a 2017, quando os aportes de companhias nacionais tinham somado US$ 21,3 bilhões. Segundo a Fundação Dom Cabral (FDC), que realizou o Estudo Global Latam, levantamento sobre a América Latina encomendado pelo governo da Espanha, o resultado sofreu forte impacto das eleições brasileiras em 2018, que deixaram os empresários mais cautelosos em relação a investimentos em moeda estrangeira. Entre as empresas brasileiras, a mineradora Vale lidera os projetos internacionais. Em 2018, a companhia anunciou o relançamento de um grande projeto de mineração de níquel no Canadá, em um investimento que, sozinho, vai consumir US$ 2 bilhões. No total, a companhia investiu US$ 2,8 bilhões fora do Brasil em 2018. (Fonte: Estadão)
  • O primeiro plano estratégico da Petrobrás no governo Bolsonaro, de 2020 a 2024, trouxe investimento 10% menor do que o anterior – de US$ 84,1 bilhões passou para US$ 75,7 bilhões – e também reforçou o foco da empresa no pré sal. Esse valor se aproxima do patamar do plano lançado em 2017 (US$ 74,5 bilhões), quando a petroleira começava a sair da crise.; vendas de ativos vão continuar e devem atingir US$ 30 bi em 5 anos. (Fonte: Estadão)

Emprego

  • Os indicadores de atividade e de emprego na indústria da construção brasileira alcançaram em outubro o maior nível dos últimos sete anos, informou nesta segunda-feira (25) a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O levantamento foi realizado entre os dias 1º e 12 de novembro, com 483 indústrias da construção. Segundo a confederação, o índice de nível de atividade do setor alcançou 49,9 pontos no mês passado, valor semelhante ao registrado no fim de 2012. Já o índice de número de empregados ficou em 48,5 pontos, também o maior valor desde outubro de 2012. (Fonte: G1)
  • A ligeira queda na taxa de desemprego mostra um mercado de trabalho que segue se recuperando lentamente, repetindo o cenário dos últimos meses, em que as ocupações informais lideram a geração de vagas. A taxa ficou em 11,6% no trimestre móvel terminado em outubro, informou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ante a taxa de 11,7% registrada um ano antes. O total de desempregados ainda é de 12,367 milhões de pessoas, contingente 0,5% maior do que o contabilizado no ano passado. (Fonte: Estadão)

No cenário externo:

  • PIB) dos Estados Unidos cresceu à taxa anualizada de 2,1% no terceiro trimestre, de acordo com a segunda estimativa do indicador, divulgada nesta quarta-feira (27/11) pelo Departamento do Comércio. O resultado ficou acima da estimativa original, divulgada há cerca de um mês, e da previsão de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, de alta de 1,9% em ambos os casos. (Fonte: Seu Dinheiro)
  • Os preços ao consumidor na zona do euro subiram mais do que o esperado em novembro, mostrou estimativa oficial nesta sexta-feira, impulsionados pelo salto nos preços de alimentos e serviços apesar da queda em energia. A agência de estatísticas da União Europeia, Eurostat, informou que os preços ao consumidor nos 19 países que usam o euro subiram 1,0% na base anual, acelerando ante 0,7% em outubro. No mês, os preços caíram 0,3% em novembro. (Fonte: Jornal Extra)
  • O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, pediu o apoio de seus eleitores, a menos de duas semanas das eleições legislativas, para obter uma confortável maioria que permita virar a página do Brexit, que tem jogado o Reino Unido em uma profunda crise política. As pesquisas dão ao dirigente conservador clara vitória nas eleições de 12 de dezembro, com uma maioria na Câmara dos Comuns, o que lhe permitiria ratificar o acordo sobre o Brexit negociado com a União Europeia. (Fonte: Swissinfo)
  • Na manhã desta segunda-feira (02), o presidente americano Donald Trump utilizou o Twitter para anunciar a retomada imediata de tarifas sobre a importação de aço e alumínio de Brasil e da Argentina.  Após a escalada recente do dólar, Trump acusou os países de desvalorizarem as suas moedas, o que seria prejudicial aos produtores agrícolas americanos. (Fonte: Seu Dinheiro)
  • Dona da Louis Vuitton compra controle da Tiffany – A LVMH – Moët Hennessy Louis Vuitton, empresa líder em artigos de luxo do mundo, anunciou ontem acordo para comprar a joalheria Tiffany & Co., por US$ 16,2 bilhões (R$ 68 bilhões), valor recorde para o setor. A aquisição dará à LVMH uma posição mais forte nos EUA e vai ajudar a Tiffany na Europa e na China. Também solidificará o status de Bernard Arnault, presidente da LVMH, como o negociador mais arrojado da indústria do luxo. (Fonte: Estadão)
  • O Comitê Judiciário da Câmara de Deputados dos EUA convidou Donald Trump ou seus advogados a participarem de uma audiência no dia 4, que marcará a fase seguinte do inquérito de impeachment do presidente. “Escrevo para perguntar se você e seus advogados planejam comparecer à audiência”, escreveu, em carta, o deputado democrata Jerry Nadler, que preside o comitê encarregado de redigir as acusações. Trump tem até o dia 1.º para responder se aceita. (Fonte: Estadão)
  • A Justiça Eleitoral uruguaia confirmou o ex-senador Luis Lacalle Pou, do Partido Nacional, como o novo presidente do Uruguai. O político de centro-direita, de 46 anos, derrotou o candidato da Frente Ampla, Daniel Martínez, na eleição mais acirrada da história uruguaia. (Fonte: Estadão)
  • Pressionado por dois meses de intensos protestos e uma violenta repressão que deixou quase 400 mortos e 8 mil feridos, o primeiro-ministro do Iraque, Adel Abdel Mahdi, anunciou ontem que apresentará sua renúncia ao Parlamento. O anúncio foi feito horas depois de o aiatolá Ali Sistani, figura crucial da política iraquiana, aconselhar seu afastamento. Em sua declaração, Mahdi alega que seu objetivo é impedir o “derramamento de sangue”. Com o pedido, Sistani, líder religioso xiita, de 89 anos, manifestou pela primeira vez seu apoio aos manifestantes, que desde outubro exigem a queda do regime e a renovação da classe política, que acusam de corrupção, de ignorar a população e de reprimir os protestos com violência. Na quinta-feira (28/11), 46 manifestantes foram mortos e quase mil ficaram feridos em várias localidades do Iraque. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

Em semana de pouca oscilação, o VIX trabalhou na média da semana a 12,53 contra 12,60 da semana anterior.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2019

As expectativas dos 107 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 3,85
  • Valor médio esperado: R$ 4,09
  • Valor máximo esperado: R$ 4,30

Previsão para PIB

As expectativas dos 72 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 123 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano hoje:

As 11:00 hrs, o dólar comercial operava em queda de 0,32%, cotado a 4,19

O dólar turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,408 + IOF.

Euro hoje:

As 11:00hs o euro operava em queda de 0,71%, cotado a R$ 4,65.

O euro turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,895 + IOF.

Próximos eventos internacionais relevantes


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