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Panorama de Mercado

10 de dezembro , 2019 | em #MeuCâmbio |

O varejo bateu recorde de vendas na edição deste ano da Black Friday.

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Cenário interno

Economia

  • O preço médio dos imóveis ficou praticamente estável nos primeiros 11 meses de 2019, em alta de 0,02%, segundo pesquisa FipeZap divulgada nesta terça-feira (3). A variação é bem menor do que a inflação de 3,04% esperada para o mesmo período, o que significa uma queda real de 2,92% do preço dos imóveis. (Fonte: G1)
  • A expansão do Produto Interno Bruto (PIB) — a soma de todos os bens e serviços produzidos no país — foi de 0,6% no terceiro trimestre de 2019, na comparação com o segundo trimestre deste ano. Os dados foram divulgados na última terça-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio um pouco acima do esperado, de 0,5%. Segundo o IBGE, em relação a igual período de 2018, o crescimento foi de 1,2%. No acumulado do ano até o mês de setembro, o PIB cresceu 1,0%, em relação a igual período de 2018. O destaque para o período foi o setor de agropecuária, que cresceu 1,3% na comparação com o trimestre anterior. Mas o maior impacto no PIB vem de serviços, pelo maior peso, com avanço de 0,4%. A indústria, impulsionada pelo crescimento do setor extrativo, também teve grande participação, com avanço de 0,8%, segundo o IBGE. (Fonte: Seu Dinheiro)
  • Novembro terminou com uma saída líquida de dólares do país de US$ 5,7 bilhões, elevando o saldo negativo do ano no fluxo cambial para cima dos US$ 27 bilhões (US$ 27,156 bilhões). Assim, 2019 caminha para marcar a maior fuga de dólares desde 1982. A tendência é de novas saídas agora em dezembro, pois historicamente empresas e fundos fecham balanços e elevam as remessas de lucros e dividendos para fora do país. Para dar um parâmetro, todos os meses de dezembro, desde 2010, têm fluxo negativo. No ano passado, apenas o último mês do ano teve saída de US$ 12,7 bilhões. O que poderemos ter é uma repetição do visto em novembro, que foi uma redução no ritmo de saídas. Em novembro do ano passado, o fluxo cambial tinha sido negativo em US$ 6,614 bilhões, acima dos US$ 5,7 bilhões registrados neste ano. Olhando os saldos em 12 meses, o fluxo cambial total é negativo em US$ 40 bilhões, sendo reflexo de uma saída de US$ 57 bilhões na conta financeira e um tímido ingresso comercial de US$ 17 bilhões, menor leitura desde os 12 meses findos em julho de 2015. (Fonte: Seu Dinheiro)
  • A Fitch Ratings elevou suas projeções para o crescimento da economia brasileira em 2019 e 2020. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) este ano saiu de 0,8% para 1,1%. Já a previsão para o ano seguinte foi elevada em 0,2 ponto percentual, para 2,2%. (Fonte: G1)
  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que vai retomar as tarifas sobre o aço e o alumínio procedentes do Brasil e da Argentina – medida que foi vista por especialistas como mais um revés para o governo de Jair Bolsonaro na relação com os americanos. Trump escreveu em sua conta no Twitter que os efeitos da medida são imediatos, causando surpresa no governo brasileiro e até entre diplomatas americanos. Bolsonaro afirmou que vai procurar o dirigente americano se necessário: “Se for o caso, falo com Trump, tenho canal aberto”. Trump justificou a sobretaxação do aço e do alumínio dizendo que Brasil e Argentina têm desvalorizado suas moedas, o que prejudicaria os agricultores americanos. Com o real mais barato, a soja brasileira, por exemplo, se torna mais competitiva do que a americana. (Fonte: Estadão)
  • O varejo brasileiro se surpreendeu com o recorde de vendas registrado na edição deste ano da Black Friday, na sexta-feira passada. Entre os principais motivos para o impulso nos negócios, segundo os empresários, estão a liberação do saldo nas contas do FGTS, os juros nas mínimas históricas e a demanda reprimida por consumo. (Fonte: Estadão)
  • Impulsionada pela demanda doméstica, a produção da indústria brasileira cresceu 0,8% em outubro ante setembro, segundo dados divulgados ontem pelo IBGE. Foi o terceiro aumento consecutivo do indicador, o que não acontecia desde 2017. Antes, o setor já tinha avançado 0,3% em setembro (na comparação com agosto) e 1,3% em agosto (sobre julho), acumulando no período uma expansão de 2,4%. A divulgação do dado ocorreu um dia depois de o IBGE confirmar uma expansão de 0,6% do PIB no terceiro trimestre do ano, acima da expectativa inicial dos analistas. (Fonte: Estadão)

Os presidentes dos países membros do Mercosul assinaram ontem o aumento do limite de isenção para produtos comprados no exterior e levados na bagagem, de US$ 500 para US$ 1 mil. O Itamaraty explicou, contudo, que cada país tem de aprovar uma regulamentação interna – no caso do Brasil, a Receita Federal. (Fonte: Estadão)

Inflação

  • As baixas taxas de inflação recentes vêm dando um alívio aos bolsos dos brasileiros, mas a alta de preços vem sendo mais sentida pela população de baixa renda. Segundo dados divulgados na última quinta-feira (5) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), a inflação para famílias com renda entre um e 2,5 salários mínimos, calculada pelo IPC-C1, ficou em 0,56% em novembro. Já para o conjunto da população, medida pelo IPC-BR, essa taxa foi de 0,49%. Em novembro, o IPC-C1 havia registrado deflação de 0,12%. Os preços também subiram mais para a população de baixa renda no acumulado em 12 meses: 3,98%, contra 3,61% do IPC-BR. (Fonte: G1)
  • A inflação oficial atingiu o maior nível de alta para novembro desde 2015, quando o indicador ficou em 1,01%, segundo o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgado nesta sexta-feira (6) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O indicador registrou alta de 0,51% no mês, frente a 0,1% em outubro deste ano.  A disparada no preço das carnes (8,09%) foi o principal motivo para a aceleração da inflação em novembro. (Fonte: R7)

Previdência

  • O Senado aprovou na última quarta-feira, projeto de reforma da Previdência dos militares das Forças Armadas, policiais militares e bombeiros. O texto também tratou da reestruturação das carreiras militares, com aumento de salários e gratificações.  Agora, segue para a sanção do presidente Jair Bolsonaro. A versão original do texto foi apresentada em março pelo governo federal e dizia respeito apenas às Forças Armadas. Após pressão das categorias, policiais militares e bombeiros estaduais foram incluídos nas regras. Além de tratar da aposentadoria, o projeto aprovado ontem reestrutura a carreira dos militares, com aumento de salário e gratificações. Essa reestruturação deve custar R$ 86,85 bilhões aos cofres públicos, o que reduzirá a economia prevista com a reforma da Previdência dos militares – que era estimada em R$ 97,3 bilhões em dez anos. No final, a economia real esperada com o projeto será de R$ 10,45 bilhões. Já a inclusão de policiais e bombeiros militares deve render uma economia de R$ 53,7 bilhões em uma década para os estados. A proposta prevê o aumento do tempo de serviço para o ingresso na reserva, de 30 para 35 anos, e a elevação gradual de alíquotas. (AE) (Fonte: Gazeta do Sul)

No cenário externo:

  • A economia chilena recuou 3,4% em outubro deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, informou hoje o Banco Central do país. A queda do PIB é atribuída, em grande parte, aos efeitos das manifestações que tomaram conta do país e tiveram início no dia 18 daquele mês. (Fonte: O Antagonista)
  • A atividade industrial da zona do euro contraiu pelo 10º mês seguido em novembro embora as fábricas do bloco possam estar se recuperando, como apontam indicadores futuros na pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) divulgada nesta segunda-feira. O PMI final de indústria do IHS Markit tem ficado abaixo da marca de 50 que separa crescimento de contração desde fevereiro, mas atingiu 46,9 em novembro, acima da marca de 45,9 de outubro e acima da preliminar de 46,6 (Fonte: UOL)
  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu na terça-feira (3) se manter à margem da campanha eleitoral britânica, durante sua visita a Londres para uma cúpula da Otan, mas assegurou que vai encontrar Boris Johnson. Donald Trump está em Londres para uma cúpula da Aliança Atlântica, organização que completa 70 anos. O evento incluirá reuniões dos 28 chefes de Estado e de governo no Palácio de Buckingham e em Downing Street. O Partido Conservador de Johnson, que lidera as pesquisas para as eleições legislativas antecipadas de 12 de dezembro, tenta manter distância de um imprevisível Trump e de suas declarações, as quais podem servir de munição para a oposição. (Fonte: UOL)
  • Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro cresceu 0,2% no terceiro trimestre de 2019 ante o segundo, de acordo com a terceira estimativa do dado, publicada hoje pela agência oficial de estatísticas da União Europeia (UE), a Eurostat. Na comparação anual, o PIB do bloco teve expansão de 1,2% entre julho e setembro. (Fonte: Estado de Minas)
  • A mobilização na França contra uma reforma previdenciária entra, no sábado (7), em seu terceiro dia com o país parcialmente paralisado por greves, especialmente dos transportes, em um contexto de confronto entre sindicatos e o governo de Emmanuel Macron. Os três principais sindicatos ferroviários do país se reuniram neste sábado e acordaram reforçar sua mobilização a partir da segunda-feira para que o governo volte atrás em seu projeto de reforma. Na última quinta-feira, no início dos protestos, as manifestações reuniram cerca de 800.000 pessoas em todo o país, ou seja, mais pessoas do que nos primeiros dias das maciças mobilizações sociais de 1995, 2003 e 2010. A mobilização deste ano é contra um “sistema universal” de aposentadoria, que o governo planeja usar para substituir os atuais 42 regimes de aposentadoria existentes (geral, funcionários públicos, setor privado, especiais, autônomos, complementares).O Executivo francês promete um dispositivo “mais justo”, mas aqueles que se opõem a ele – quase todos os sindicatos, a oposição de esquerda – temem maior “insegurança” para os aposentados. A aposentadoria é uma questão muito delicada na França. Os opositores mais radicais esperam que a mobilização dure e o país fique paralisado, como aconteceu em dezembro de 1995. A greve durou três semanas e obrigou o governo a recuar. (Fonte: Istoédinheiro)
  • O ministro da Fazendo do Chile, Ignacio Briones, apresentou um plano de US$ 5,5 bilhões para reativar a economia chilena, que despencou 3,4% em outubro em razão da crise social que há 46 dias afeta o país e deixou pelo menos 23 mortos. “Enfrentar a difícil situação exige a ação do Estado por meio de uma política fiscal expansiva para o ano de 2020. Esta agenda que anunciamos considera medidas de US$ 5,5 bilhões (incluindo US$ 2,4 bilhões em infraestrutura)”, afirmou o ministro, em uma mensagem na sede do governo, no mesmo dia em que o Banco Central informou a queda da atividade econômica de 3,4% em outubro, a pior em uma década. (Fonte: Estadão)
  • O Irã enfrenta sua mais grave agitação política desde a Revolução Islâmica, há 40 anos, com pelo menos 208 mortos, segundo a Anistia Internacional, e possivelmente outras centenas de vítimas à medida que os protestos que começaram em 15 de outubro são sufocados pelo governo com uma força desenfreada. O Irã ainda tem de publicar números oficiais sobre os protestos, mas rejeitou os dados divulgados ontem pela ONG. (Fonte: Estadão)
  • A Comissão de Inteligência da Câmara dos Deputados dos EUA divulgou o relatório final sobre o processo de impeachment do presidente Donald Trump. O documento compila, em 300 páginas, depoimentos e informações coletados durante a investigação e acusa Trump de abusar do poder presidencial para solicitar interferência estrangeira nas eleições de 2020. O texto também afirma que o presidente cometeu tentativa de obstrução de Justiça. (Fonte: Estadão)
  • O presidente eleito da Argentina, Alberto Fernández, apresentou ontem seu gabinete, que inclui Martín Guzmán, um jovem acadêmico heterodoxo, como ministro da Economia. Guzmán, de 37 anos, propõe a reestruturação da dívida de cerca de US$ 100 bilhões com credores internacionais e com o FMI. Colaborador nos EUA do prêmio Nobel de Economia Joseph Stiglitz, Guzmán defende uma abordagem econômica heterodoxa – em contraposição à ortodoxia, ligada às políticas liberais e de austeridade. Uma das ideias do novo ministro é adiar por dois anos o pagamento de juros da dívida soberana, mediante acordo com credores. Diretor de um programa de reestruturação de dívida e pesquisador da Universidade Columbia, o jovem é também professor da Universidade de Buenos Aires. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

Na semana passada que passou, o VIX apresentou uma maior volatilidade em função das notícias políticas nos EUA e das declarações sobre um possível adiamento das negociações entre EUA-China, influenciando o mercado acionário americano.

Na semana, o VIX operou na média de 14,95 contra 12,53 da semana anterior.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2019

As expectativas dos 108 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 3,90
  • Valor médio esperado: R$ 4,13
  • Valor máximo esperado: R$ 4,30

Previsão para PIB

As expectativas dos 74 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 121 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano hoje:

As 14:15hs, o dólar comercial operava em queda de 0,32%, cotado a 4,15.

O dólar turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,322 + IOF.

Euro hoje:

As 14:15hs o euro operava em queda de 0,71%, cotado a R$ 4,60.

O euro turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,812 + IOF.

Próximos eventos internacionais relevantes:


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