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Panorama de Mercado

17 de dezembro , 2019 | em #MeuCâmbio |

Argentina eleva a tributação sobre exportações agrícolas para reestruturar sua dívida de cerca de 100 bilhões de dólares.

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Cenário interno

Economia

  • O Indicador Antecedente de Emprego (Iaemp), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 2,6 pontos na passagem de outubro para novembro deste ano e chegou a 88,4 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Esse é o maior nível desde abril (92,5 pontos). (Fonte: EBC)
  • O Tesouro Nacional reduziu nesta terça-feira sua projeção para o nível da dívida bruta do setor público no final deste ano para 77,3% do PIB (Produto Interno Bruto), ante estimativa anterior de 80,8% divulgada no final de outubro. Segundo o Tesouro, em seu cenário central, a projeção agora é que a dívida bruta atingirá o pico de 78,2% do PIB em 2020 e depois passará a recuar, chegando a 67,3% do PIB no final de 2028. Até outubro, a estimativa era de que a dívida atingiria um pico de 81,8% do PIB em 2022, iniciando trajetória de recuo somente no ano seguinte. (Fonte: Terra)
  • Como esperado pela maior parte do mercado, o Banco Central reduziu a taxa básica de juros em mais 0,5 ponto percentual. Com a decisão tomada por unanimidade pelo Comitê de Política Monetária (Copom), a Selic renova a mínima histórica e encerra 2019 em 4,5% ao ano. A grande dúvida é o que acontece daqui para frente. O atual corte pode ter sido o último do atual ciclo. “O Copom entende que o atual estágio do ciclo econômico recomenda cautela na condução da política monetária”, informou o BC, no comunicado que acompanhou a decisão. A possibilidade de novas reduções, porém, não foi descartada e dependerá da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação, segundo o Copom. O BC identifica fatores de risco em ambas as direções. (Fonte: Seu Dinheiro)
  • O IBC-Br, considerado uma prévia do PIB, registrou crescimento de 0,17% em outubro na comparação com o mês anterior, segundo o Banco Central. Foi o terceiro mês consecutivo de alta do índice. (Fonte: O Antagonista)
  • A safra brasileira deve alcançar um novo recorde no ano que vem, 240,9 milhões de toneladas, 33,6 mil toneladas a mais que o desempenho esperado para este ano. Os dados são do Prognóstico para a Safra Agrícola divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Tanto a soja quanto o algodão renovarão suas marcas históricas. Se confirmada a projeção, o Brasil se tornará o maior produtor de soja do mundo, ultrapassando os Estados Unidos pela primeira vez, afirmou Carlos Alfredo Guedes, analista da Coordenação de Agropecuária do IBGE. A produção nacional de soja deve totalizar 120,777 milhões de toneladas em 2020, um crescimento de 6,7% em relação a 2019 – 7,6 milhões de toneladas a mais. (Fonte: Estadão)
  • O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, o texto-base do novo marco legal de saneamento básico. A proposta abre espaço para a iniciativa privada atuar com mais força na exploração do setor e institui o regime de licitações aos municípios para a escolha das empresas que prestarão serviços desabastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto. (Fonte: Estadão)
  • S&P eleva perspectiva de nota de crédito do Brasil. Nota do País segue BB-, mas viés sobe de estável para positivo; avanço ‘mais rápido das reformas’ embasa decisão, diz agência. (Fonte: Estadão)
  • A partir do dia 1.º de janeiro de 2020, as empresas estão dispensadas de pagar a multa adicional de 10% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Hoje, as empresas pagam 50% de multa nas demissões: 40% ficam com o trabalhador e os outros 10% vão para os cofres da União, que repassa os recursos para a administração do fundo. Por ano, esses 10% correspondem a R$ 5,4 bilhões pagos pelas empresas. O fim do adicional da multa não diminui o quanto o trabalhador recebe. Representa um alívio para as empresas. (Fonte: Estadão)
  • O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, afirmou ontem que o governo deve realizar entre 40 e 44 leilões de infraestrutura em 2020. Segundo ele, serão 2 ferrovias, 7 rodovias, 22 aeroportos e vários terminais portuários. O ministro disse que essas concessões devem render R$ 100 bilhões em investimentos nos próximos anos. Em 2019, segundo o ministro, foram feitas 27 licitações. (Fonte: Estadão)

Inflação

  • O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) – teve inflação de 0,85% em novembro deste ano, taxa maior do que a de outubro, de 0,55%. De acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV), o índice acumula taxas de inflação de 5,85% no ano e de 5,38% em 12 meses. (Fonte: IstoÉ)

Previdência

  • O Ministério da Economia informou na segunda-feira (9) ter revisado de R$ 800 bilhões para R$ 855,7 bilhões a economia prevista com a reforma da Previdência Social. A reforma foi promulgada pelo Congresso Nacional no mês passado, e o valor apresentado na segunda-feira foi calculado com base no texto aprovado pelos parlamentares. (Fonte: G1)

Empresas

  • Em seu pregão de estreia na bolsa americana Nasdaq, a XP Inc. encerrou o dia valendo US$ 19 bilhões, ou R$ 78,4 bilhões. A ação, que já tinha sido precificada a US$ 27, acima do teto da faixa indicativa por conta da elevada demanda do mercado, fechou com alta de 27,63%, a US$ 34,46. Com isso, a maior corretora do País foi a empresa brasileira com o valor de mercado mais alto a desembarcar em Nova York em uma abertura de capital. Se estivesse na B3, bolsa paulista, a XP seria a 11.ª maior companhia, à frente de nomes como BB Seguridade, Eletrobrás, Suzano e Magazine Luiza. O montante equivale a 25% do valor de mercado do Itaú Unibanco (R$ 328 bilhões), que há dois anos pagou cerca de R$ 6 bilhões por quase metade da companhia. A oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) movimentou US$ 2,25 bilhões, com mais de US$ 1 bilhão indo para o caixa da companhia. Uma das frentes que começará a ser explorada é o oferecimento de serviços bancários, porta aberta após aval do Banco Central (BC), que autorizou a XP a atuar como um banco múltiplo. Com a permissão de lançar cartões como débito e crédito, a companhia poderá, ao oferecer mais produtos, estimular os clientes a concentrarem seus recursos na XP. (Fonte: Estadão)
  • As operações de fusões e aquisições atingiram até novembro um total de R$ 275,8 bilhões, um valor recorde, superando em quase R$ 90 bilhões o movimentado durante todo ano passado: R$ 188,7 bilhões, de acordo com a consultoria TTR Transactional Track Record. Até novembro, foram mapeadas 1.217 transações, 10,2% acima de 2018. Os grupos estrangeiros responderam por quase 60% dos negócios, ou R$ 161,3 bilhões, com 281 operações fechadas. (Fonte: Estadão)

No cenário externo:

  • A inflação ao consumidor na China avançou para a máxima em quase oito anos em novembro devido ao forte aumento da carne suína, mas os preços nos portões das fábricas continuaram caindo, ampliando a incerteza sobre o setor industrial. Em novembro, os preços ao consumidor subiram 4,5% sobre o ano anterior, ritmo mais rápido desde janeiro de 2012, devido principalmente ao salto nos preços da carne suína devido à febre suína africana, mostraram dados da Agência Nacional de Estatísticas nesta terça-feira. A expectativa de analistas era de avanço de 4,2%, após alta em outubro de 3,8%. (Fonte: G1)
  • China e Estados Unidos anunciaram oficialmente na sexta-feira (13), a conclusão da primeira fase de um acordo comercial. A China concordou em comprar US$ 40 bilhões por ano em produtos agrícolas dos Estados Unidos. São US$ 16 bilhões a mais do que comprava antes do início da guerra comercial. O vice-ministro da Agricultura confirmou que as importações americanas vão aumentar maciçamente e enfatizou que isso ajudará a aliviar os problemas de fornecimento que a China enfrenta, por exemplo, com a soja. O Brasil é o maior fornecedor de soja para a china, hoje e, agora, vai ter que disputar o mercado com os Estados Unidos, que já saem na frente com esse compromisso, que deve ser assinado em janeiro. Os chineses também se comprometeram a comprar mais US$ 150 bilhões em produtos americanos de diversos setores. A grande reclamação do presidente Donald Trump é que a balança comercial é desfavorável para os Estados Unidos. Por isso, em 2018, ele começou a impor rodadas de tarifas sobre a importação de produtos chineses e os chineses responderam com tarifas sobre a importação de produtos americanos. Com o novo acordo, as tarifas que já foram impostas vão ser reduzidas e também vão ser suspensas as que estavam previstas para entrar em vigor a partir no domingo (15). Na sexta-feira (13), na Casa Branca, o presidente Donald Trump disse que, no final das contas, isso vai levar à abertura da China, e que isso é incrível, porque há lá um mercado inexplorado de 1,5 bilhão de pessoas. É que os chineses prometeram também tornar suas transações financeiras mais transparentes e fazer uma grande reforma em relação à propriedade intelectual. Ou seja, parar de piratear produtos e ideias estrangeiras. (Fonte: G1)
  • A Argentina elevou a tributação sobre exportações agrícolas, a principal fonte de divisas do país, tendo como objetivo impulsionar as receitas do governo antes de esforços para reestruturar sua dívida de cerca de 100 bilhões de dólares em títulos e empréstimos. Com o governo combalido fiscalmente tendo à frente vencimentos importantes de dívida em 2020, o setor agrícola estava esperando um aumento na taxação das exportações de produtos como soja, milho e trigo. (Fonte: UOL)
  • O Parlamento de Israel aprovou ontem um projeto de lei que convoca novas eleições para o dia 2 de março, a terceira em menos de um ano. A proposta foi apresentada após vencer o prazo para que o primeiro-ministro, Binyamin Netanyahu, ou seu rival, o general Benny Gantz, conseguissem formar uma maioria para governar o país. Os israelenses foram às urnas em abril e depois em setembro. Nas duas ocasiões, Netanyahu e Gantz ficaram praticamente empatados e foram incapazes de negociar a formação de um governo, ou seja, de construir uma aliança de 61 deputados de um total de 120. (Fonte: Estadão)
  • As intermináveis discussões sobre o Brexit parecem ter se encerrado no dia 13/12,  quando o resultado da eleição britânica confirmou a vitória esmagadora e ampla maioria parlamentar do premiê Boris Johnson. No entanto, a consequência mais profunda da saída do país da União Europeia é o fortalecimento dos nacionalistas que ameaçam a integridade do Reino Unido. Os nacionalistas escoceses interpretaram o resultado como uma abertura para um segundo plebiscito sobre a independência – no primeiro, em 2014, a proposta foi rejeitada por 55% a 45%. Enquanto isso, na Irlanda, o Brexit é visto como a chance de reunificar a ilha – os defensores da união das Irlandas elegeram mais deputados que os unionistas pela primeira vez desde a partilha, em 1921. Foi pensando em conter os nacionalismos que Johnson adotou ontem um discurso conciliador, pedindo aos britânicos que superem o trauma do Brexit e sigam em frente. (Fonte: Estadão)
  • A Comissão de Justiça da Câmara dos Deputados dos EUA aprovou no dia 13/12, por 23 votos a 17, as duas acusações redigidas contra o presidente Donald Trump – obstrução de Justiça e abuso de poder. Agora, os dois artigos do impeachment serão levados para votação em plenário – e devem ter aval da maioria democrata. A votação deve ocorrer na próxima semana. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

Com a melhora no cenário em função do acordo comercial entre EUA e China, o Vix recuou, trabalhando na semana média da semana passada a 13,88 contra 14,95 da semana anterior.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2019

As expectativas dos 107 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 3,90
  • Valor médio esperado: R$ 4,13
  • Valor máximo esperado: R$ 4,30

Previsão para PIB

As expectativas dos 72 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 119 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano hoje:

As 15:30 horas, o dólar comercial operava em alta de 0,12%, cotado a 4,0669. O dólar turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,292 + IOF.

Euro hoje:

As 15:30 horas o euro operava em alta de 0,18%, cotado a R$ 4,536. O euro turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,805 + IOF.

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