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Panorama de Mercado

21 de janeiro , 2020 | em #MeuCâmbio |

Produção industrial nos países que compartilham o euro avançou 0,2% no comparativo mensal

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Cenário interno

Economia

  • O superávit da balança comercial brasileira diminuiu de US$ 58 bilhões em 2018 para US$ 46,7 bilhões em 2019. A corrente de comércio recuou 4,6% no ano passado, como consequência de uma redução de 6,4% nas exportações e queda de 2,1% nas importações, em valores. Os dados são do Indicador do Comércio Exterior (Icomex), divulgado na sexta-feira, 17, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Quanto às exportações, houve uma retração de 5,0% nos preços e redução de 1,8% no volume. No caso das importações, os preços caíram 4,4%, mas o volume cresceu 2,4%. (Fonte: IstoÉdinheiro)
  • Os benefícios parados na fila do INSS devem gerar R$ 9,7 bilhões de gastos no Orçamento de 2020 se forem concedidos, segundo a Secretaria de Previdência, do Ministério da Economia. Com a aceleração das análises, mais benefícios serão concedidos em um espaço de tempo menor, diminuindo o número de pedidos hoje represados, mas também aumentando o volume de recursos liberados. O órgão prepara uma força-tarefa para zerar a fila de espera de 2 milhões de pedidos de benefícios. Desde a reforma da Previdência, há dificuldades na análise dos requerimentos, devido à falta de atualização do sistema. Até agosto, o órgão pretende diminuir para 285 mil o estoque de benefícios do INSS em processamento. (Fonte: O Globo)
  • O Ministério da Economia fixou em R$ 6.101,06 o teto de pagamento das aposentadorias e benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com valores acima do salário mínimo. O novo valor decorre de um reajuste de 4,48%, que consiste na inflação oficial do País, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do IBGE. A confirmação do valor consta de portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).  (Fonte: Estadão)
  • O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, destacou na terça-feira, 14, que a dívida bruta do governo geral não deverá ultrapassar o patamar de 80% do Produto Interno Bruto (PIB), como se previa anteriormente. De acordo com projeções do Tesouro Nacional divulgadas em dezembro, a dívida bruta deve atingir o pico em 2020, em 78,2% do PIB, passando a cair nos anos seguintes. (Fonte: Estado de Minas)
  • O Imposto sobre Valor Agregado (IVA) previsto na reforma tributária teria de ter uma alíquota de 27% para não reduzir nem aumentar a arrecadação. Essa alíquota seria dividida entre os três governos: União ficaria com 10,2%; Estados, 14,7%; e municípios, 2,0%. O patamar de 27% colocaria o Brasil entre os países com maiores alíquotas de IVA no mundo, ao lado da Hungria, que tributa nesse mesmo valor, e acima da Noruega, Dinamarca e Suécia, com alíquotas de 25%. “Uma alíquota de 27% parece alta e é alta, mas essa já é hoje a carga tributária média que pagamos no consumo de bens e serviços”, afirma o economista Sergio Gobetti, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo ele, a carga tributária de alguns produtos é bem mais alta do que esse patamar, já sobre serviços é bem mais baixa. “E ninguém sabe bem quanto paga de imposto, porque o modelo não é transparente.” (Fonte: Estadão)
  • A Black Friday impulsionou as vendas do comércio varejista brasileiro em novembro, mas o desempenho ficou aquém das expectativas de analistas do mercado financeiro, que esperavam mais. A decepção conteve o otimismo com o ritmo de recuperação da atividade econômica em 2020, diminuindo as chances de um crescimento no Produto Interno Bruto (PIB) muito além de 2,5%, apontaram alguns economistas. O volume vendido pelo varejo cresceu 0,6% em novembro em relação a outubro. Foi o sétimo mês seguido de avanços, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio divulgada pelo-IBGE. Entretanto, economistas ouvidos pelo Projeções Broadcast esperavam o dobro desse resultado, uma alta mediana de 1,20%. (Fonte: Estadão)
  • Depois de o Brasil fazer uma série de concessões aos Estados Unidos ao longo de 2019, o governo Donald Trump anunciou que vai dar prioridade ao pleito brasileiro de ingresso na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). De acordo com o Itamaraty, uma carta com o pedido para dar prioridade ao Brasil foi apresentada pelos americanos em reunião do conselho da OCDE com representantes dos países membros, na manhã do dia 15, em Paris. Sob a alegação de que o processo é confidencial, os EUA não confirmaram oficialmente a informação. (Fonte: Estadão)

PIB

  • O Ministério da Economia divulgou a sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020. A instituição revisou para cima as expectativas e, de acordo com a nova grade de parâmetros macroeconômicos da pasta, a alta da atividade neste ano deve ser de 2,40%. A estimativa anterior era de 2,32% (Fonte: Seu Dinheiro)
  • O Banco Central divulgou na quinta-feira,16, os dados do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) de novembro. Considerado a prévia do PIB, o índice teve um avanço de 0,18% ante outubro. (Fonte: Seu Dinheiro)

Empresas

  • O governo espera arrecadar entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões com a venda de ações de empresas que “desconhecia” ter, entre elas dos bancos Santander e Itaú Unibanco, das teles Vivo e Tim e da Embraer. São 57 participações minoritárias em companhias com ações na B3, a Bolsa de Valores paulista, e também com capital fechado. O governo chegou a esse número depois de um levantamento que durou cinco meses. Com dificuldades para privatizar estatais, o governo estima ingresso entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões com a venda de ações de empresas que “desconhecia” ser proprietário, entre elas dos bancos Santander e Itaú Unibanco, das teles Vivo e Tim e da fabricante de aviões Embraer. (Fonte: Estadão

Emprego

  • O governo Bolsonaro refez as contas, e autorizou um novo reajuste para o salário mínimo de 2020. O novo valor será de R$ 1.045. Até esta terça-feira (14/01), o mínimo estabelecido pelo governo era de R$ 1.039. O reajuste havia sido feito com a projeção da inflação pelo INPC, que acabou sendo maior em função da alta nos preços das carnes no final do ano. O novo valor só entrará em vigor a partir de 1º de fevereiro, porque uma nova medida provisória será editada. (Fonte: R7)

No cenário externo:

  • A Moody’s atribuiu perspectiva negativa para países da zona do euro. Segundo a agência de classificação de risco, a desaceleração do comércio global vai continuar pesando nas economias abertas da região em 2020. Além disso, a Moody’s avalia que proteções fiscais reduzidas, limitações monetárias e a fragmentação do quadro político vão limitar a capacidade dos países da zona do euro “de absorver choques econômicos ou financeiros”. (Fonte: IstoÉ)
  • A dívida global atingiu um novo recorde de 322% do PIB no terceiro trimestre de 2019, e deverá continuar a subir, de acordo com um relatório do Instituto de Finanças Internacionais. Segundo os dados deste organismo, no final de setembro, a dívida global totalizava 253 bilhões de dólares, o que traduz um aumento face aos 250,9 bilhões de dólares registados três meses antes, no final do segundo trimestre. A subida do endividamento acontece numa altura em que os custos de financiamento continuam a cair na maior parte do globo, devido à flexibilização da política monetária por parte dos bancos centrais, que levou os juros para um nível próximo de zero em muitas economias avançadas, incentivando governos, empresas e famílias a aproveitarem o dinheiro “barato”. (Fonte: Jornal de Negócios)
  • A economia alemã cresceu 0,6% em 2019, o valor mais baixo desde 2013, anunciou esta quarta-feira a agência federal de Estatística alemã (Destatis) com base em dados preliminares. O Produto Interno Bruto (PIB) da maior economia europeia registou em 2019 o menor crescimento desde 2013, devido à guerra comercial, ao ‘Brexit’ e aos problemas da indústria automóvel. “A economia alemã voltou a crescer, mas com menor dinamismo”, explicou em conferência de imprensa Albert Braakmann, responsável das estatísticas macroeconómicas da Destatis. (Fonte: Economia on line)
  • O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, negou ao governo escocês na terça-feira, 14, o direito de realizar um novo referendo sobre a independência do país. Como reação, a primeira-ministra da Escóciae líder do Partido Nacional Escocês (SNP), Nicola Sturgeon, disse que o “país terá o direito de escolher seu futuro”, desafiando a decisão de Johnson. Sturgeon havia enviado a Londres a proposta de 38 páginas no dia 19 de dezembro, logo depois da vitória dos conservadores nas eleições parlamentares britânicas. Ela argumentou que resultado do pleito, que deu vitória a Johnson e seus aliados favoráveis ao Brexit, dava legitimidade para um novo referendo. Já era esperado, porém, que o premiê negasse o pedido. (Fonte: Veja)
  • A produção industrial da zona do euro encolheu mais do que o esperado em novembro na comparação com igual mês de 2018, disse a agência de estatísticas da União Europeia, Eurostat, na quarta-feira ,15. Em novembro, a produção de energia e bens de capital e intermediários e energia continuaram em queda, enquanto o superávit comercial (exportação maior que importação) foi ligeiramente menor do que o previsto. A Eurostat disse que a produção industrial nos 19 países que compartilham o euro avançou 0,2% no comparativo mensal, com uma queda de 1,5% na base anual. Economistas consultados esperavam um aumento mensal de 0,3% e um declínio anual de 1,1%. (Fonte: G1)
  • A inflação da Argentina foi de 53,8% em 2019, a mais alta desde 1991 e uma das mais elevadas do mundo, informou na quarta-feira, 15 o Instituto Nacional de Estatística e Censo (Indec). Em dezembro, o custo de vida aumentou 3,7%. (Fonte: G1)
  • Dezenas de milhares de pessoas voltaram às ruas da França na quinta-feira, 16, para protestar contra a reforma da Previdência proposta pelo presidente Emmanuel Macron, mas a capacidade de mobilização dos sindicatos mostrou sinais de perda de força, após seis semanas de protestos. Em Paris, em torno de 250 mil pessoas se manifestaram pacificamente, segundo dados do sindicato CGT, na sexta jornada de protestos e greves na França desde o início de dezembro. O número representa uma queda em relação à última jornada de protestos, 9 de janeiro, quando 370 mil pessoas foram às ruas da capital francesa, segundo o mesmo sindicato. No dia 11 deste mês, o governo francês concordou em retirar “provisoriamente” a parte mais controvertida da reforma, que previa aumentar em dois anos a idade mínima para a concessão de aposentadoria integral, de 62 para 64 anos. Segundo o governo, depois do recuo, “não há razão” para as greves que paralisam o país. Parte dos sindicatos, no entanto, ainda considera distante o fim do impasse. Nas últimas semanas, o governo fez uma série de concessões a policiais e militares, bem como para os pilotos e controladores de tráfego aéreo, permitindo que eles continuem se aposentando mais cedo. (Fonte: O Globo)
  • A economia chinesa cresceu em 2019 no ritmo mais baixo em 29 anos, em meio aos impactos da guerra comercial com os Estados Unidos, e mais estímulo é esperado este ano conforme Pequim tenta ampliar o investimento e a demanda. Apesar da desaceleração, o PIB (Produto Interno Bruto) da China cresceu a uma taxa expressiva de 6,1% em 2019, após avanço de 6,8% em 2018, mostraram dados da Agência Nacional de Estatísticas. (Fonte: G1)
  • O presidente do Chile, Sebastian Piñera, anunciou na quarta-feira que enviará um projeto de lei ao Congresso nesta semana para reformar o atual sistema previdenciário, que deixa muitos aposentados vivendo em situação de pobreza e tem sido uma das principais queixas dos manifestantes que protestam há meses. Em um pronunciamento de rádio e televisão, Piñera disse que vai propor um aumento de 6% na contribuição previdenciária por trabalhador. O sistema de pensões do Chile é formatado no esquema de capitalização, em que os trabalhadores pagam pelo menos 10% de seus salários por mês para fundos com fins lucrativos, chamados de Administradores de Fundos de Pensões (AFPs). O ajuste proposto implica um aumento de 3% na contribuição do empregador. Além disso, os empregadores contribuiriam com outros 3% para um fundo estatal destinado a melhorar as aposentadorias atuais e futuras. (Fonte: Correio do Brasil)
  • Estados Unidos e China oficializaram ontem, em cerimônia na Casa Branca, a chamada “fase 1” de um acordo que coloca fim a uma guerra comercial que se arrastou por quase dois anos. Desde 2018, a disputa entre as duas potências provocou uma escalada de tarifas impostas pelos EUA a US$ 360 bilhões de produtos chineses e retaliações por parte de Pequim, com reflexos na economia mundial. Pelo acordo, os chineses aceitaram aumentar a compra de bens e serviços americanos – incluindo produção agrícola dos EUA– e em avançar na proteção de tecnologia, um pleito dos americanos. Já os EUA vão suavizar as tarifas impostas nos últimos meses, mas manter boa parte das sobretaxas em pé, com a ameaça de punição extra caso a China descumpra o acordado. (Fonte: Estadão)
  • O presidente do Irã, Hassan Rohani, afirmou que o enriquecimento de urânio do país é hoje maior do que antes da assinatura do acordo de 2015, que limitava o programa nuclear iraniano. Fontes de inteligência de Israel garantem que, no ritmo atual, o Irã teria material suficiente para fabricar uma bomba atômica até o fim do ano. As mesmas fontes, segundo publicaram os principais jornais israelenses, afirmam que, no fim de 2020, ainda que tenha urânio enriquecido em quantidade suficiente, o Irã não teria um míssil capaz de levar uma ogiva. Eles precisariam de mais dois anos, segundo Israel, para desenvolver tal capacidade. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

Em semana de pouca volatilidade, o VIX trabalhou na média da semana a 12,44 contra 13,51 da semana anterior.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2020

  • Valor mínimo esperado: R$ 3,90
  • Valor médio esperado: R$ 4,09
  • Valor máximo esperado: R$ 4,22

Previsão para PIB

As expectativas dos 70 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 113 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano hoje:

As 12:00 horas, o dólar comercial operava em alta de 0,30%, cotado a 4,19. O dólar turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,326 + IOF.

Euro hoje:

As 12:00 horas o euro operava em alta de 0,37%, cotado a R$ 4,65. O euro turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,829 + IOF.

Próximos eventos internacionais relevantes


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