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Panorama de Mercado

28 de janeiro , 2020 | em #MeuCâmbio |

Brasileiros reduziram os gastos nas viagens internacionais em 2019 devido ao preço do dólar.

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Cenário interno

Economia

  • O déficit em transações correntes do Brasil fechou 2019 em 50,762 bilhões de dólares, alta de 22,2% sobre 2018, no pior dado em quatro anos, afetado pela queda do superávit comercial do país, divulgou o Banco Central na segunda-feira. O maior rombo das contas externas antes disso havia sido registrado em 2015, quando o déficit foi de 54,472 bilhões de dólares. O buraco nas transações correntes em 2019 passou a 2,76% do Produto Interno Bruto (PIB), sobre 2,20% em dezembro do ano anterior. Apesar da piora, ele seguiu coberto com folga pelos investimentos diretos no país (IDP), que alcançaram 78,559 bilhões de dólares no ano passado. A expectativa do BC era de um déficit em transações correntes de 51,1 bilhões de dólares em 2019, mas com IDP um pouco melhor, de 80 bilhões de dólares. (Fonte: Jornal Extra)
  • Com o dólar na casa dos R$ 4 durante boa parte do ano, os brasileiros reduziram os gastos em viagens internacionais em 2019. O total de gastos no ano passado foi de US$ 17,593 bilhões, queda de 3,68% em relação a 2018 (US$ 18,266 bilhões). Apesar da queda no ano, os gastos no exterior subiram em dezembro. No mês passado, os brasileiros gastaram US$ 1,497 bilhão em viagens fora do país, contra US$ 1,403 bilhão em dezembro de 2018 (alta de 6,71%). Os números são do Banco Central (BC). (Fonte: UOL)
  • O aumento dos ganhos de investidores em bolsas e de operações de compra e venda de empresas impulsionou a arrecadação de tributos federais em 2019. No ano passado, o recolhimento de impostos e contribuições somou R$ 1,537 trilhão, um aumento real (já descontada a inflação) de 1,69% na comparação com 2018. Foi o maior patamar em cinco anos. (fonte: Estadão)
  • Nono parque industrial do mundo, o Brasil diminuiu ainda mais a pouca relevância que tinha no comércio externo de produtos manufaturados. Em 2008, respondia por 0,81% das vendas externas em valor desses produtos. Dez anos depois, fatia tinha recuado para 0,62%. No mesmo período, caiu da 29.ª posição do ranking dos maiores exportadores de manufatura para o 32.º lugar, de acordo com a Organização Mundial do Comércio. “Houve uma involução bastante firme das exportações brasileiras de manufaturados”, diz Rafael Cagnin, economista do Iedi. Segundo levantamento da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), em 2019, os produtos manufaturados representaram 34,6% das exportações totais do País, a menor fatia em quase 40 anos. Em 2000, essa participação beirou 60%. (Fonte: Estadão)

PIB

  • O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para cima a previsão de crescimento do Brasil para 2020, de 2,0% para 2,2%. Foi um dos poucos países que registraram alta da estimativa para o indicador na atualização do documento Perspectivas Econômicas Mundiais, feita em relação ao mesmo documento divulgado em outubro. Para 2021, o FMI fez uma leve redução da projeção de alta de 2,4%, que agora ficou em 2,3%. (Fonte: InfoMoney)
  • A economia brasileira cresceu 0,3% em novembro, na comparação com o mês anterior, segundo o Monitor do PIB (Produto Interno Bruto), publicado na terça-feira (21) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Na comparação com novembro de 2018, a expansão foi de 1,6%. Já no trimestre móvel encerrado em novembro, a economia cresceu 0,8%, ante os meses de entre junho e agosto. (Fonte: G1)
  • O Brasil cresceu menos que do que 83% dos 193 países avaliados pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) durante o período de 2010 a 2019. Os dados são do levantamento realizado pelo economista Marcel Balassiano, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV). O levantamento mostrou que 160 dos 193 países avaliados tiveram um crescimento médio do Produto Interno Bruto (PIB) acima do Brasil. Durante o período avaliado, a média de crescimento do PIB brasileiro foi de 1,3%. No mundo, a média chegou a 3,8% ao ano. Para fechar a avaliação do Brasil no ano de 2019, o economista usou dados do boletim Focus, do Banco Central (BC). O FMI separa os países em dois blocos: desenvolvidos e emergentes. Entre os desenvolvidos, o crescimento é menor. Mesmo assim, o Brasil ficou atrás de nações como Estados Unidos (2,3%) e Alemanha (2%). Entre o bloco dos emergentes, a distância foi ainda maior. A China manteve uma média de 7,6% ao ano, e a Índia, de 7,2%. (Fonte: Época Negócios)

Empresas

  • O ecossistema brasileiro de startups registrou recorde no volume de investimentos em 2019. Segundo levantamento da consultoria em inovação Distrito, as empresas do País receberam US$ 2,7 bilhões em aportes no ano passado. É um crescimento de 80% na comparação com 2018, quando o total foi de US$ 1,5 bilhão. Ao todo, 260 rodadas de investimento foram realizadas no último ano, de acordo com o estudo. O número de aportes cresceu 8,3% na comparação com 2018, mas não bateu recordes – em 2017, foram 263 investimentos no País, mas com valor individual menor, totalizando US$ 905 milhões. “Há uma evolução maior do mercado nacional e maior liquidez no mercado global. Isso tudo beneficia os investimentos”, diz Gustavo Gierun, cofundador da Distrito. (Fonte: Estadão)
  • O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou na semana passada que vai se desfazer de ações da Petrobrás, em uma operação que pode movimentar R$ 23,5 bilhões, com a alienação de até 9,86% dos papéis ON (com direito a voto) da petroleira. A oferta ocorrerá na Nyse, a Bolsa de Nova York, e na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo. A Petrobrás afirmou ao Estado que pelo menos entre 10% e no máximo 20% das ações serão destinadas a investidores de varejo. O início das negociações, no mercado secundário, está previsto para 7 de fevereiro. (Fonte: Estadão)

Emprego

  • O mercado de trabalho brasileiro criou 644.079 empregos com carteira assinada em 2019, de acordo com dados consolidados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados na sexta-feira, 24, pelo Ministério da Economia. Esse é a maior abertura de vagas formais no País desde 2013. O saldo de 2019 foi resultado de 16.197.094 admissões e 15.553.015 demissões ao longo do ano. Em 2018, o saldo havia sido positivo em 529.554 postos de trabalho, na série já com ajustes (que inclui declarações fora do prazo). (Fonte: O Estado de Minas)

No cenário externo:

  • O Ministério da Economia da Argentina disse na segunda-feira (20) que trocou títulos do Tesouro com um valor nominal original de 99,6 bilhões de pesos argentinos (1,66 bilhão de dólares) em um leilão de troca de dívida para auxiliar a adiar seu cronograma de pagamento, em meio a uma ampla crise econômica. Na segunda-feira, o ministério realizou um leilão dos novos títulos denominados em pesos aos detentores dos cinco instrumentos mais antigos, nos quais o governo estava enfrentando pagamentos de curto prazo a partir de fevereiro, totalizando cerca de US$ 2,44 bilhões. A troca de títulos do Tesouro se insere no plano do governo do presidente de centro-esquerda Alberto Fernández de reestruturar a dívida soberana do país, que soma cerca de US$ 100 bilhões. (Fonte: G1)
  • O crescimento do número de turistas no mundo desacelerou em 2019, caindo 4%. Entre os motivos elencados pela Organização Mundial do Turismo (OMT) estão o enfraquecimento da economia mundial, as incertezas geopolíticas e o Brexit – a saída do Reino Unido da União Europeia. A OMT contabilizou 1,5 bilhão de chegadas de turistas internacionais em 2019. Em 2017 e em 2018, o número de turistas internacionais aumentou em 7% e 6%, respectivamente. (Fonte: G1)
  • O governo da Argentina enviará ao Congresso um projeto de lei para a reestruturação integral de sua dívida pública, no momento em que são realizadas conversas com o Fundo Monetário Internacional (FMI), disse o ministro da Economia, Martín Guzmán. “Este projeto, esta lei (que será enviada ao Congresso) nos dará condições para poder estruturar e executar as operações necessárias para chegar ao objetivo de restaurar a sustentabilidade da dívida pública”, disse Guzmán em entrevista coletiva. O ministro não deu detalhes do projeto que será enviado ao Congresso e pediu aos credores do país “responsabilidade e boa fé” para chegar a um acordo e evitar a suspensão dos pagamentos que ele descreveu como desvantajosa para ambas as partes. (Fonte: Exame)
  • A rainha Elizabeth II assinou na quinta-feira (23) a lei que ratifica o acordo de Brexit, um dos últimos passos antes do Reino Unido finalmente deixar a União Europeia no final de janeiro, depois de mais de três anos de um processo amargo. Oito dias antes da grande partida, a rainha deu seu consentimento real ao texto que regula os termos da ruptura após 47 anos de um casamento tumultuado com a UE, anunciou o ministro do Brexit, Steve Barclay, no Twitter. O texto foi adotado pelo Parlamento britânico na noite de quarta-feira (22). (Fonte: G1)
  • O consumo das famílias, um dos principais fatores que impulsionam o crescimento da economia chinesa, deve sofrer um golpe por conta do surto de coronavírus que atingiu o país exatamente no período do maior feriado nacional, o Ano Novo Lunar, alertou a agência de risco S&P. Se os gastos com demandas como transporte e entretenimento caíssem na faixa de 10% no período, o crescimento geral do PIB do gigante asiático cairia cerca de 1,2 ponto percentual, de acordo com estimativas do analista Shaun Roache, economista-chefe da Ásia-Pacífico da agência. (Fonte: O Globo)
  • Após uma escalada de tensão, depois que os EUA ordenaram a morte do general iraniano Qassim Suleimani, em ataque com drone em Bagdá, o presidente Donald Trump e seu colega iraquiano, Barham Saleh, concordaram, em Davos, em manter a presença militar americana no Iraque. “Os dois presidentes concordaram com a importância de continuar com a cooperação econômica e de segurança entre o Iraque e os Estados Unidos, até mesmo na guerra contra o grupo jihadista Estado Islâmico (EI)”, declarou ontem a Casa Branca, em comunicado. (Fonte: Estadão)
  • Um plano para taxar a economia digital e salvar centenas de bilhões de dólares de impostos poderá ser lançado este ano, com apoio de 137 países, segundo o secretário-geral da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Angel Gurría. Apresentado para consultas em outubro do ano passado, o plano ainda depende de amplo acordo internacional. Mais um passo para o entendimento foi anunciado pelo ministro de Finanças da França, Bruno le Maire: os governos francês e americano concordaram em negociar as bases de um imposto digital global. O governo dos Estados Unidos vinha ameaçando sobretaxar produtos franceses. Seria uma resposta à nova tributação de serviços prestados por empresas como Google, Apple, Facebook e Amazon. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

O VIX vinha trabalhando na média de 12,60, mas com a queda das ações do S&P em função do risco do Coronavirus, o índice bateu seu nível mais alto desde outubro, tendo fechado em 27/01 a 18,23.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2020

As expectativas dos 102 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 3,90
  • Valor médio esperado: R$ 4,12
  • Valor máximo esperado: R$ 4,22

Previsão para PIB

As expectativas dos 72 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 117 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano hoje:

As 12:40 horas, o dólar comercial operava estável, cotado a 4,2094. O dólar turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,342 + IOF.

Euro hoje:

As 12:40 horas o euro operava em queda de 0,13%, cotado a R$ 4,631. O euro turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,797 + IOF.

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