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Panorama de Mercado

04 de fevereiro , 2020 | em #MeuCâmbio |

Pela primeira vez desde 2014, o investidor brasileiro é maioria na Bolsa de Valores de São Paulo (B3).

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Cenário interno

Economia

  • Após dois anos de expansão, a produção industrial brasileira recuou 1,1% em 2019, na comparação com o ano anterior, segundo dados divulgados na terça-feira (04/01) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2018, a indústria havia crescido 1%. “Tiveram grande peso nesses resultados negativos os efeitos na indústria extrativa, em decorrência do rompimento da barragem de Brumadinho no início de 2019”, explica em nota o gerente da pesquisa, André Macedo. Ele apontou, no entanto, que a produção industrial também pode estar sendo impactada “pelas incertezas no ambiente externo e pela situação do mercado de trabalho no país que, embora tenha tido melhora, ainda afeta a demanda doméstica”. (Fonte: G1)

Produção Industrial anual

  • Déficit comercial em janeiro foi de US$ 1,74 bilhão, o pior desempenho desde 2015. Vendas de soja e milho, estrelas das exportações, caíram. Depois de figurarem entre as estrelas das exportações brasileiras nos últimos anos, grãos como soja e milho tiveram queda nas vendas no início de ano e ajudaram a derrubar o saldo comercial brasileiro para um déficit de US$ 1,745 bilhão em janeiro. Reflexo de importações que superaram as exportações, o resultado é o primeiro negativo para um mês desde fevereiro de 2015, além do pior desempenho para janeiro em cinco anos. O saldo veio aquém do que esperava o mercado e economistas classificaram as exportações em janeiro de “decepcionantes” (Fonte: Estadão)
  • O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que a recente valorização do dólar só preocupa se começar a afetar a inflação, puxando a alta de preços. Essa “contaminação”, segundo ele, não está acontecendo. O dólar acumula avanço de 4,91% neste ano. Em palestra promovida pelo banco Credit Suisse, em São Paulo, Campos Neto disse que a alta do dólar não tem relação com o risco Brasil e outros indicadores da economia brasileira. Parte do aumento recente, disse, é efeito da curva de juros, ou seja, de projeções dos agentes de mercado para o comportamento dos juros no futuro.  “Esse movimento de câmbio foi muito diferente do que a gente viu no passado”, disse. “Estamos em um ambiente novo.” Ele também classificou o aumento dos preços das carnes, desde o final do ano passado, como um fator pontual na inflação. (Fonte: UOL)
  • A Dívida Bruta do Governo Geral fechou o ano de 2019 aos R$ 5,500 trilhões, o que representa 75,8% do Produto Interno Bruto (PIB). O porcentual, divulgado na sexta-feira, 31, pelo Banco Central (BC), é menor que os 76,5% de dezembro de 2018. No melhor momento da série, em dezembro de 2013, a dívida bruta chegou a 51,5% do PIB. A Dívida Bruta do Governo Geral – que abrange o governo federal, os governos estaduais e municipais, excluindo o Banco Central e as empresas estatais – é uma das principais referências para avaliação, por parte das agências globais de rating, da capacidade de solvência do País. Na prática, quanto maior a dívida, maior o risco de calote por parte do Brasil. (Fonte: Isto É Dinheiro)
  • A Câmara de Comércio Árabe-Brasileira divulgou, na terça-feira 28/01, um número que mostra que a relação entre o Brasil e os países da Liga Árabe vai cada vez melhor. No ano passado, o bloco comprou US$ 12,2 bilhões de produtos brasileiros, o que significa uma alta de 6,3% em relação a 2018. Os números fazem da Liga Árabe o terceiro maior parceiro comercial do Brasil, atrás apenas da China (US$ 65,4 bilhões) e dos Estados Unidos (US$ 29,5 bilhões). Os 22 países que formam o bloco responderam, ainda, por 11,3% (US$ 5,2 bilhões) do saldo positivo da balança comercial brasileira. As exportações do Brasil à região foram lideradas por frango, açúcar, minério de ferro, carne bovina e grãos. Entre as nações do bloco, os dois maiores destaques foram Iraque (alta de 16,2%) e Emirados Árabes (salto de 12,2%). “Enquanto o mundo todo comprou 7,5% menos do Brasil, os países árabes ampliaram pedidos, reforçando a importância dessa parceria”, afirmou o presidente da Câmara Árabe, Rubens Hannun. Por tudo isso, a entidade está confiante de que a Liga Árabe continuará sendo um importante aliado estratégico e comercial do Brasil nos próximos anos. (Fonte: Isto É Dinheiro)
  • Os regimes da Previdência registraram rombo de R$ 318,4 bilhões em 2019, aumento de R$ 29 bilhões (ou 10%) sobre o déficit do ano anterior, segundo números divulgados na quinta-feira, 30/01, pelo Ministério da Economia. O valor recorde refere-se à soma dos rombos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), sistema público que atende aos trabalhadores do setor privado, dos Regimes Próprios dos Servidores Públicos (RPPS) da União, além do sistema dos militares e do Fundo Constitucional do DF (FCDF). (Fonte: Isto É Dinheiro)

Empresas

  • Pela primeira vez desde 2014, o investidor brasileiro é maioria na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). No ano passado, com a queda na taxa de juros para o menor patamar da história, a participação do capital nacional no mercado de ações ultrapassou a do estrangeiro – 52% ante 48% (ver gráfico) – e sustentou a alta do Bolsa paulista. A expectativa para 2020 é que esse movimento se mantenha diante da crescente demanda interna, com investidores em busca de novas alternativas para remunerar o capital. Os estrangeiros, por sua vez, pegaram o caminho inverso. Em 2019, diante de um cenário internacional mais adverso com a guerra comercial entre Estados Unidos e China e crises nos países latino-americanos, eles retiraram cerca de R$ 40 bilhões da Bolsa paulista, contrariando as previsões de que após a reforma da Previdência haveria uma enxurrada de dinheiro para o País. Neste ano, o movimento de aversão aos ativos brasileiros continuou com saída de R$ 16 bilhões até o dia 29. (Fonte: Estadão)
  • O governo vai privatizar mais uma parte do porto de santos, que movimenta um terço da balança comercial do país. A empresa que vai ficar responsável por um dos terminais, deve investir cerca de R$ 219 milhões reais para modernizar a área. O complexo portuário de Santos movimenta sozinho mais de 100 milhões de toneladas de carga por ano. Para o governo, o porto sofre com um atraso de 15 anos se comparado com os portos mais modernos do mundo. (Fonte: R7)
  • O Conselho Administrativo de Defesa Econômica aprovou, sem restrições, a compra de parte da Embraer pela Boeing. O Cade avaliou que o negócio não representa riscos à concorrência. A operação foi anunciada em julho de 2018 e é avaliada em US$ 4,2 bilhões. A compra também foi aprovada por autoridades antitruste dos EUA e da China, mas ainda depende do aval da União Europeia para ser concretizada. (Fonte: Estadão)

Emprego

  • A taxa de desemprego desceu a 11% no trimestre encerrado em dezembro de 2019, menor patamar desde março de 2016, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados na sexta-feira, 31, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A melhora foi puxada pelas contratações temporárias no comércio, mas também houve abertura de novos postos de trabalho na indústria, alojamento e alimentação e no segmento de outros serviços, puxado pelo ramo de embelezamento. “Não é só o comércio que tem contratado, mas ele é que se destaca”, apontou Adriana Beringuy, analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE, ressaltando que o setor também se sobressaiu na geração de empregos com carteira assinada, mesmo que temporários. O País registrou a abertura de 593 mil vagas com carteira assinada no setor privado no último trimestre do ano passado, uma alta de 1,8% em relação ao trimestre terminado em setembro. O avanço foi o mais acentuado para esse período do ano dentro da série histórica iniciada em 2012. (Fonte: Estadão)

No cenário externo:

  • Argentina precisa de clareza nas políticas públicas para revigorar economia, diz FMI. Uma maior certeza sobre as políticas públicas da Argentina pode ajudar a retomada de crescimento e investimentos no país, disse o Fundo Monetário Internacional.  “Conforme novas políticas públicas são anunciadas, isso diminuirá a incerteza, que é muito alta na economia argentina”, disse Alejandro Werner, diretor do FMI para o Hemisfério Ocidental. “Isso vai ajudar a reativar o crescimento, reativar os investimentos”. A Argentina está se preparando para renegociar cerca de 100 bilhões de dólares em dívida soberana, incluindo parte de uma linha de crédito de 57 bilhões de dólares, ampliada pelo FMI em 2018. (Fonte: Money Times)
  • A atividade econômica na América Latina e no Caribe ficou estagnada em 2019, tornando mais urgente e acrescentando mais desafios para ‘reacender’ o crescimento da região, afirmou na quarta-feira (29/01) o Fundo Monetário Internacional (FMI), em seu relatório sobre as perspectivas econômicas para a área. Como resultado de seis anos de baixo crescimento, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita da região teve uma queda média anual de 0,6% entre 2014 e 2019 – “um forte contraste” frente ao aumento médio de 2% vindo do boom das commodities entre os anos 2000 e 2013, apontou o FMI. No ano passado, o PIB per capita América Latina e Caribe foi estimado em US$ 8.251,72 – em 2013, havia ficado em US$ 10.129,57. No Brasil, os dados do fundo mostram que, após atingir um pico de US$ 13.295 em 2011 (valor em dólares correntes) o PIB per capita registrou queda em todos os anos seguintes, com exceção de 2017. Para 2019, o fundo estima um PIB per capita de US$ 8.796,90 – uma queda de 1,8% frente aos US$ 8.958,57 do ano anterior. (Fonte: G1)
  • O Parlamento Europeu deu a aprovação final ao divórcio entre Reino Unido e União Europeia, na quarta-feira (29/01), abrindo caminho para o país deixar o bloco na sexta-feira depois de quase meio século e impondo um grande revés à integração europeia. Após um debate emotivo durante o qual vários discursantes choraram, os parlamentares da UE aprovaram, por 621 votos a 49, o acordo do Brexit selado entre o Reino Unido e os outros 27 países-membros em outubro passado, mais de três anos desde que os britânicos votaram pela saída do bloco. (Fonte: Reuters)
  • O desemprego na zona do euro retrocedeu para 7,4% em dezembro, seu nível mais baixo desde maio de 2008 – informou o Eurostat, escritório de estatísticas da União Europeia, na quinta-feira (30), acrescentando que são cerca de 12,2 milhões de desempregados. Em novembro, a taxa foi de 7,5%. (Fonte: G1)
  • O crescimento econômico da zona do euro foi mais lento do que o esperado no último trimestre de 2019, mostrou uma estimativa inicial na sexta-feira (31/01), enquanto a inflação acelerou em janeiro em linha com as expectativas graças a um salto nos preços de comida, álcool, tabaco e energia. A agência de estatísticas da União Europeia, Eurostat, disse que o Produto Interno Bruto dos 19 países que usam o euro subiu 0,1% na comparação trimestral, com ganho de 1% na base anual. Economistas consultados pela Reuters esperavam um aumento trimestral de 0,2% e um salto anual de 1,1%. (Fonte: Investing.com)
  • Donald Trump anunciou um plano de paz para o Oriente Médio imediatamente rejeitado pelos palestinos. Em discurso na Casa Branca, ao lado do premiê israelense, Binyamin Netanyahu, ele propôs dar quase tudo o que Israel sempre reivindicou, ao reconhecer assentamentos judeus na Cisjordânia e prever a anexação do Vale do Jordão. Em troca, prometeu apoiar a criação de um “Estado palestino com soberania limitada”. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

O VIX trabalhou na média da semana a 16,19 contra 12,63 da semana anterior

Perspectivas

A previsão do dólar para 2020

As expectativas dos 103 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 3,80
  • Valor médio esperado: R$ 4,15
  • Valor máximo esperado: R$ 4,42

Previsão para PIB

As expectativas dos 74 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 120 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano hoje:

Às 10:00 horas, o Dólar comercial operava em queda de 0,46%, cotado a 4,2296. O Dólar Turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,359 + IOF.

Euro hoje:

As 10:00 horas o Euro operava em queda de 0,62%, cotado a R$ 4,672. O Euro Turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,837 + IOF.

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