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Panorama de Mercado

11 de fevereiro , 2020 | em #MeuCâmbio |

Negociações entre Grã Bretanha e União Europeia para acordo comercial bilateral teve início conturbado.

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Cenário interno

Economia

  • Em um cenário de preocupações em todo o mundo com o crescimento econômico, após o surto de coronavírus na China, o Banco Central voltou a cortar juros. A instituição reduziu a Selic (a taxa básica da economia) em 0,25 ponto porcentual, de 4,50% para 4,25% ao ano. Em sua decisão, no entanto, o BC deixou claro que, apesar do aumento da incerteza no exterior, não planeja reduzir novamente os juros em seu próximo encontro de política monetária, marcado para março. O corte de ontem foi o quinto consecutivo e fez a Selic atingir um novo piso da série histórica. A decisão, tomada pelo Comitê de Política Monetária (Copom), era esperada pelos economistas do mercado financeiro. Ao justificar sua decisão, o BC não citou explicitamente a epidemia de coronavírus, que tem levado as instituições financeiras a revisar suas projeções de crescimento para a China e mesmo para emergentes como o Brasil. Porém, a autarquia reconheceu que houve um “recente aumento de incerteza” no cenário externo. (Fonte: Estadão)
  • O coronavírus já afeta as projeções para o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil. O banco suíço UBS, em relatório divulgado na terça-feira (04), reviu de 2,5% para 2,1% a sua previsão para o crescimento da economia brasileira em 2020. A queda das projeções para o PIB do país ao longo do ano tem sido uma constante desde o início da retomada em 2017, por motivos tanto domésticos quanto externos. Desta vez, a culpa seria da nova epidemia, que já acumula 24 mil casos e quase 500 mortes. “A China é o principal parceiro comercial do Brasil, além de um ‘fixador do preço’ das commodities de exportação mais importantes do país nos mercados globais”, justifica Tony Volpon, que assina o relatório do UBS. (Fonte: Exame)
  • O Brasil continuará a ser um importante exportador de grãos para a China no médio e longo prazo, mesmo após a conclusão do acordo que põe fim à guerra comercial sinoamericana, prevista para o final deste ano, afirma a Fitch Ratings, agência de classificação de risco. De acordo com a diretora-executiva e responsável por energia e utilities na Ásia-Pacífico e por iniciativas de pesquisas sobre a China da agência, Yian Wang, as relações comerciais entre o país asiático e a América Latina cresceram 20 vezes entre 2000 e 2019. (Fonte: Zero Hora)
  •  O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, ficou em 0,21% em janeiro. Essa é a menor taxa para o mês desde o início do Plano Real, em 1994, de acordo com dados divulgados na sexta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa foi puxada pelo preços das carnes que, após alta de 18,06% em dezembro, registrou redução de 4,03% em janeiro.  (Fonte: ZeroHora)
  • As famílias brasileiras voltaram a sacar recursos da caderneta de poupança em janeiro deste ano. Dados do Banco Central mostram que, no mês passado, os saques líquidos somaram R$ 12,356 bilhões. Foi o maior volume de saques em um único mês em toda a série histórica do BC, iniciada em janeiro de 1995. (Fonte: Estadão)
  • Como resultado da queda dos juros básicos da economia nos últimos anos, o custo da dívida pública brasileira fechou 2019 no menor nível da história. Dados do Banco Central mostram que a taxa implícita da dívida bruta do País ficou em 7,8% no acumulado de 12 meses. No ano anterior, a taxa, que reflete o custo da União, dos Estados e dos municípios com a dívida pública, estava em 8,3%. O Ministério da Economia indica que a redução da Selic gerou, apenas no ano passado, uma economia de R$ 68,9 bilhões com o financiamento da dívida, montante superior a todo o investimento feito pelo governo federal no ano: R$ 56,6 bilhões. Sem mudanças nas condições gerais, a projeção é de uma economia de R$ 120 bilhões neste ano, e de R$ 417,6 bilhões até 2022. O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, diz que o País vive cenário “muito melhor do que tínhamos há seis meses”, mas alerta que o esforço fiscal, com a aprovação de reformas, deve continuar para que a dívida entre em trajetória de queda. (Fonte: Estadão)

Empresas

  • O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vendeu a fatia de 9,6% das ações com direito a voto (ordinárias) que detinha da Petrobrás por R$ 22 bilhões. O movimento é simbólico: reduz drasticamente o investimento do banco de fomento em empresas e, ao mesmo tempo, marca a redução da participação do governo na estatal. Hoje, o Estado detém 50,2% da petroleira. Em um pouco mais de seis meses, o governo vendeu, indiretamente, quase 13% das ações ordinárias da Petrobrás, em ofertas públicas de ações na Bolsa. No ano passado, a Caixa vendeu 3,2% e embolsou R$ 9,6 bilhões. Para que a participação do governo possa cair abaixo de 50% seria necessário mudanças na lei do petróleo. Hoje, a regra determina que o governo precisa deter 50% mais uma ação ON da Petrobrás. (Fonte: Estadão)

No cenário externo:

  • Na terceira etapa de sua turnê europeia, o presidente da Argentina, Alberto Fernández, se encontrou ontem, em Madri, com o chefe do Executivo espanhol, Pedro Sánchez, de quem obteve seu “apoio” para renegociar com o Fundo Monetário Internacional (FMI) a pesada dívida externa argentina. Sánchez recebeu Fernández com abraço nos portões do Palácio de Moncloa, gabinete da presidência do governo da Espanha. (Fonte: Estado de Minas)
  • A província argentina de Buenos Aires por pouco evitou um default na terça-feira, afirmando que faria um pagamento de 277 milhões de dólares em um título de 2021 depois de os credores não concederem uma aprovação de última hora para adiá-lo. O governador da província, Axel Kicillof, disse que a unidade federativa usará recursos recentemente recebidos do mercado local para efetuar o pagamento do principal e dos juros em 5 de fevereiro, ao fim de um pedido de carência de dez dias. A província havia tentado adiar para até 1º de maio um pagamento de 250 milhões de dólares, com vencimento inicialmente previsto para 26 de janeiro, mas não obteve o consentimento necessário, disse Kicillof em entrevista coletiva depois de ter expirado um prazo estendido para os detentores de títulos responderem à proposta. (Fonte: Moneytimes)
  • A Venezuela encerrou 2019 com uma inflação de 9.585,5%, segundo dados publicados na terça-feira pelo Banco Central da Venezuela (BCV). A inflação reconhecida pelo BCV, ligado ao governo de Nicolás Maduro, excede a estimada pelo Parlamento, controlado pela oposição e que divulga seu próprio índice desde 2017, em 7.374,4% no mesmo período. Enquanto isso, o Fundo Monetário Internacional (FMI) projetou uma inflação de 200.000% para 2019, um ano que terminou com uma desvalorização de 98,6% do bolívar, dando lugar a uma dolarização informal. (Fonte: Estado de Minas)
  • Após Brexit, Johnson não pretende seguir acordo bilateral desejado pela EU. As negociações entre Grã Bretanha e União Europeia para um acordo comercial bilateral começaram com expectativas bastante distintas. Na segunda-feira (3), o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, apresentou alguns detalhes do que ele pretende negociar com os europeus. O objetivo é ter um acordo bilateral sem tarifas, no estilo que o Canadá firmou com o bloco recentemente. Mas a União Europeia não quer correr o risco de ter um competidor de peso bem na sua porta. Por isso, o bloco também anunciou na segunda que sua intenção é assinar um acordo que mantenha os seus padrões de produção também na ilha recém divorciada. Embora o assunto seja complexo, trocando em miúdos o raciocínio é até bastante simples. A Europa tem padrões de qualidade, relações de trabalho e subsídios para produtores que são mais elevados que o resto do mundo. Isso, evidentemente, também impacta nos custos de produção — portanto, se os britânicos não mantiverem o mesmo patamar, os produtos daqui podem acabar se tornando competidores desleais para os europeus. Mas do lado da ilha o sentimento é que o Reino Unido não passou quase quatro anos se engalfinhando pelo Brexit só para ter que seguir as regras da União Europeia por conta de um acordo comercial. (Fonte: Jovem Pan)
  • A vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, disse no sábado (8) que o governo do país não pagará “sequer meio centavo” de sua dívida com o Fundo Monetário Internacional (FMI) enquanto o país não sair da recessão. “Se houver uma recessão, ninguém vai pagar sequer meio centavo e a forma de sair da recessão é por meio de muito investimento estatal.” A Argentina precisa reestruturar 100 bilhões de dólares em dívida soberana com credores, incluindo parte de um crédito de 57 bilhões de dólares que o FMI deu ao país em 2018. (Fonte: G1)
  • Após três meses de debates, depoimentos e ações judiciais, o Senado dos EUA absolveu Donald Trump das duas acusações no processo de impeachment. Para destituí-lo, os democratas precisavam de dois terços dos 100 senadores – ou seja, 20 votos de republicanos. Obtiveram apenas um: Mitt Romney, conhecido desafeto de Trump, que votou a favor apenas da acusação de abuso de poder. (Fonte: Estadão)
  • Nos últimos anos, um grupo de cinco empresas de tecnologia têm dominado cada vez mais o cotidiano das pessoas e as manchetes de jornais: Amazon, Apple, Google, Microsoft e Facebook. Agora, elas também provam seu peso no mercado financeiro: juntas, as cinco gigantes representam hoje 18% do índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas americanas listadas em bolsas de valores, apesar de serem apenas 1% do total de companhias consideradas pelo índice. Os números foram calculados pela agência de notícias ‘Associated Press’. O cenário mostra que quem investe em fundos atrelados ao índice S&P 500 está cada vez mais dependente do sucesso das companhias de tecnologia. A Microsoft tem a maior fatia dessa representação, com 4,9% do índice. A Apple vem logo em seguida, com 4,8%, e depois aparecem a Alphabet (holding que controla o Google), com 3,3%, a Amazon com 3,1%, e o Facebook, com 1,8%. Em outros termos, significa que a pessoa que investir US$ 100 em um fundo atrelado ao índice das 500 maiores terá US$ 18 aplicados nessas companhias. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

O VIX trabalhou na média da semana a 16,60 contra 16,19 da semana anterior.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2020

As expectativas dos 103 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 3,80
  • Valor médio esperado: R$ 4,18
  • Valor máximo esperado: R$ 4,32

Previsão para PIB

As expectativas dos 75 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 122 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano hoje:

As 12:00 horas, o Dólar comercial operava em queda de 0,20%, cotado a 4,3135. O Dólar Turismo no mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,453 + IOF.

Euro hoje:

As 12:00 horas o Euro operava em queda de 0,11%, cotado a R$ 4,713. O Euro Turismo no mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,880 + IOF.

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