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Panorama de Mercado

18 de fevereiro , 2020 | em #MeuCâmbio |

Coronavírus deve reduzir o crescimento da zona do euro e do Reino Unido.

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Cenário interno

Economia

  • O Banco Central voltou a indicar, por meio da ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom), que não deve cortar a Selic, a taxa básica de juros, na sua próxima reunião, em março. Na ata do encontro da semana passada, a autarquia reafirmou que, “considerando os efeitos defasados do ciclo de afrouxamento iniciado em julho de 2019, o Comitê vê como adequada a interrupção do processo de flexibilização monetária”. Na semana passada, o colegiado cortou a Selic em 0,25 ponto porcentual, de 4,50% para 4,25% ao ano. Foi a quinta redução consecutiva. Na ata, o BC repetiu a avaliação de que “o atual estágio do ciclo econômico recomenda cautela na condução da política monetária”. Além disso, o BC reiterou que “seus próximos passos continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação, com peso crescente para o ano calendário de 2021”. O documento revela que os membros do comitê discutiram os efeitos do coronavírus sobre a economia global. “O eventual prolongamento ou intensificação do surto implicaria uma desaceleração adicional do crescimento global, com impactos sobre os preços das commodities e de importantes ativos financeiros”, destaca a ata. A conclusão do Copom é de que a consequência desses efeitos para a condução da política monetária dependerá da magnitude relativa da desaceleração da economia global na e da reação dos ativos financeiros. (Fonte: Estadão)
  • O real é moeda que mais perdeu valor em relação ao dólar no acumulado de 2020, dentre as principais divisas globais, segundo um levantamento da Tendências Consultoria com dados da Bloomberg. Entre os dias 2 de janeiro e 14 de fevereiro, o real acumula uma desvalorização de 6,22% contra o dólar. O ranking considera 31 moedas dos principais países do globo. Logo após o Brasil, as divisas que mais perderam valor contra o dólar dos Estados Unidos foram o rand sul-africano (-6,11%), a coroa norueguesa (-5,06%), peso chileno (-5%), florim húngaro (-4,6%) e o dólar neozelandês (-4,5%). Na outra ponta, o peso mexicano (+1,95%) e a rúpia indonésia (+1,26%) registram valorização na comparação com a moeda norte-americana. (Fonte: G1)
  • Senadores adiam análise de projeto que trata da autonomia do Banco Central. Os senadores Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Eduardo Braga (MDB-AM) pediram mais tempo para analisar o texto que trata da autonomia do Banco Central e está em discussão na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Agora, os senadores devem se reunir apenas na semana que vem para avaliar novamente o tema. (Fonte: UOL)
  • O Natal de 2019 foi mais forte para o varejo que o de 2018, mas mais fraco que o de 2017, segundo Isabella Nunes, gerente da Pesquisa Mensal de Comércio no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Em 2018, teve antecipação de compras na Black Friday, que atrapalhou o Natal. Esse ano foi mais distribuído…”, avaliou Isabella Nunes. O volume vendido pelo varejo cresceu 2,6% em dezembro de 2019 em relação ao mesmo mês do ano anterior. Em dezembro de 2018, a alta foi de 0,7%. No mesmo período de 2017, as vendas cresceram 4,0%. (Fonte: UOL)
  • O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou na quarta-feira (18) que a dívida bruta em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) voltará a cair em 2020 após recuo em 2019 e pontuou que, com os juros básicos mais baixos, a economia com o pagamento de juros da dívida pública será de 120 bilhões de reais este ano. (Fonte: Money Times)
  • Em dezembro de 2019, o volume de vendas do comércio varejista nacional variou -0,1%, frente a novembro, na série com ajuste sazonal, interrompendo sete meses seguidos de crescimento, período que acumulou ganho de 3,5%. A média móvel trimestral mostrou redução de ritmo, com variação de 0,2% no trimestre encerrado em dezembro, após registrar 0,6% em novembro. Na série sem ajuste sazonal, o comércio varejista cresceu de 2,6% em relação a dezembro de 2018. Com isso, o varejo registrou aumento de 1,8% no período de janeiro a dezembro contra igual período do ano anterior. O acumulado nos últimos doze meses passou 1,6% em novembro para 1,8% em dezembro. (Fonte: Agência de Notícias)
  • Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) indicam que os brasileiros já estão viajando menos para fora do país: no ano passado, as empresas aéreas transportaram 9,1 milhões de passageiros entre o Brasil e o exterior, uma queda de 2,6% em relação a 2018. Em dezembro, os números mostram que a cautela cresceu – foram embarcados 757,9 mil passageiros, 13,4% a menos que no mesmo mês de 2018. Em todo o ano passado, no entanto, o dólar subiu 3,5%. Este ano, a alta vem muito mais brusca: até quarta-feira, a moeda já acumulava valorização de 8,5% frente ao real, sugerindo que pode haver uma retração maior este ano. Segundo o presidente da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa), Roberto Haro Nedelciu, é a instabilidade do dólar que prejudica mais o setor. Isso porque as compras de viagens são feitas com pagamentos em reais, muitas vezes parcelados e com o câmbio da data de compra. Já os operadores pagam os fornecedores à vista, pelo câmbio do dia. (Fonte: G1)
  • Em meio a indicações do governo de que a dívida bruta cairá em proporção ao PIB em 2020 pelo segundo ano consecutivo, as agências de classificação de risco têm reforçado que, para além de dados pontuais, querem ver a economia brasileira reagindo com mais força do que em seu cenário base, o que tem tardado a ocorrer. Enquanto a Fitch prevê que o país crescerá 2,2% este ano, a S&P e a Moody’s estimam um avanço de 2% —em todos os casos abaixo da perspectiva oficial do governo, de 2,4%. (Fonte: Reuters)
  • Argentina e Brasil firmam acordo para derrubar barreiras comerciais e aumentar a cooperação agrícola A Argentina se comprometeu a derrubar barreiras comerciais a produtos agropecuários brasileiros e aumentar a diversidade de exportação entre os dois países, informou o Ministério da Agricultura na sexta-feira (14). Entre os temas acordados está a aprovação pela Argentina do modelo de Certificado Sanitário Internacional (SCI) para exportação de carne de rã do Brasil para o país vizinho. Também foi aprovado o modelo de Certificado Zoossanitário Internacional (CZI) para a exportação de sêmen suíno do Brasil para a Argentina. Por outro lado, o Brasil aprovou o modelo de CZI proposto pelos argentinos para a exportação de bovinos reprodutores da Argentina para o Brasil. (Fonte: G1)
  • O governo americano publicou ontem uma revisão na lista de nações consideradas em desenvolvimento, retirando a classificação do Brasil e de pelo menos outros 20 países. A mudança facilita o que se chama de investigação de direito compensatório, que pode punir países que lançam mão de subsídios comerciais considerados injustos. Além do Brasil, estão na lista China, Argentina, África do Sul e Índia, por exemplo. Desde que assumiu a Casa Branca, o presidente Donald Trump tem reclamado do tratamento dispensado a países tidos como em desenvolvimento durante disputas comerciais, em especial da China. Em Davos, na Suíça, em janeiro, ele voltou a falar no tema. Ele criticou o fato de a China e a Índia serem consideradas nações em desenvolvimento pela Organização Mundial do Comércio (OMC). (Fonte: Estadão)
  • O parecer do senador Otto Alencar (PSD-BA), relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos fundos públicos, divulgada ontem, abre espaço para ampliar em cerca de R$ 32 bilhões as despesas fora do teto de gastos, pelo prazo de um ano. A proposta deve ser votada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado no próximo dia 19. Se aprovado o parecer, será a primeira grande flexibilização do teto de gastos – regra incluída na Constituição que impede o crescimento das despesas públicas de um ano para o ano seguinte, acima da inflação – desde que foi criado, em 2016. O gasto estará condicionado ao cumprimento da meta fiscal, o que exigirá aumento de receitas para financiá-lo. (Fonte: Estadão)
  • O mercado imobiliário da capital paulista confirmou o movimento de recuperação iniciado há dois anos e encerrou 2019 com recorde de lançamentos e vendas, de acordo com pesquisa realizada pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP). O número de imóveis residenciais novos lançados e vendidos cresceu quase 50%, na comparação com o ano anterior. Foram 55,5 mil unidades lançadas e 44,7 mil vendidas. (Fonte: Estadão)

Emprego

  • Cerca de 25% dos desempregados no Brasil estão à procura de emprego há dois anos ou mais. Esse contingente chega a 2,9 milhões de pessoas, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad-C), referentes ao último trimestre de 2019 e divulgados hoje (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o IBGE, 39,2% dos brasileiros desempregados estão procurando trabalho há um ano ou mais e 84%, há um mês ou mais. A Pnad-C também mostrou dados sobre o mercado de trabalho no último trimestre do ano para homens e mulheres. A taxa de desemprego entre os homens (9,2%) é menor do que a observada entre as mulheres (13,1%). (Fonte: UOL)

PIB

  • A prévia do PIB (Produto Interno Bruto) aponta que a economia brasileira cresceu 0,89% em 2019, segundo o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), divulgado na sexta-feira (14) pelo BC (Banco Central).  O PIB é a soma de todos das riquezas de todos os bens e serviços produzidos pelo país.  Se este resultado for confirmado, o PIB ficará menor do que os valores registrados em 2017 e 2018, quando o indicador registrou crescimento de 1,3%. O resultado oficial do PIB para 2019 será divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no dia 4 de março deste ano. (Fonte: R7)

No cenário externo:

  • Os efeitos do novo coronavírus devem reduzir o crescimento da zona do euro e do Reino Unido em 0,1% a 0,2% em 2020, em função de uma queda nas exportações para a China e redução nos investimentos de empresas, segundo relatório elaborado por economistas da S&P Global Ratings. A economia alemã, a maior da Europa, parece ser a mais sujeita a transtornos, visto que o setor manufatureiro e a produção de computadores, eletrônicos, equipamentos elétricos, máquinas e carros têm maior exposição, diz o relatório. Por outro lado, o relatório aponta que a demanda doméstica na Europa – principalmente os gastos com consumo – é muito mais resiliente hoje do que em 2003, quando ocorreu a epidemia de Sars, também iniciada na China. (Fonte: Seu Dinheiro)
  • Uma missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) chega na quarta-feira (12) à Argentina para definir a reestruturação da dívida. Este acerto é considerado indispensável pelo presidente Alberto Fernández, um peronista de centro esquerda há dois meses no poder. A missão liderada pelo venezuelano Luis Cubeddu será a primeira do Fundo a visitar a Argentina desde que Fernández assumiu a presidência em dezembro. O peronista substituiu o liberal Mauricio Macri, que assinou com o FMI, em 2018, um acordo “stand by” de US$ 57 bilhões. Fernández argumenta que a dívida é impagável, enquanto o país recupera o crescimento econômico. Por isso, propôs um adiamento dos pagamentos. A Argentina se encontra em recessão desde meados de 2018, com uma inflação anual de mais de 50%, forte desvalorização monetária e aumento da pobreza e do desemprego. (Fonte: G1)
  • O crescimento econômico da zona do euro desacelerou como esperado nos últimos três meses de 2019, quando o Produto Interno Bruto contraiu na França e na Itália em relação ao trimestre anterior, mostraram estimativas oficiais na sexta-feira (14). A agência de estatísticas da União Europeia, Eurostat, disse que o PIB nos 19 países que usam o euro expandiu 0,1% entre outubro e dezembro sobre o trimestre anterior, como anunciado em 31 de janeiro, chegando a um aumento de 0,9% na base anual — revisão para baixo ante a estimativa anterior de crescimento de 1,0%. (Fonte: G1)
  • A reunião entre o ministro da Economia da Argentina, Martín Guzmán, e autoridades do Fundo Monetário Internacional (FMI) realizada no país foi em um “clima construtivo”, de acordo com comunicado do governo na sexta-feira. A missão do FMI permanecerá na Argentina até 19 de fevereiro com o objetivo de “informar-se sobre a atual situação econômica e social do país e o andamento do programa econômico pelo governo”, completou o ministério. (Fonte: Money Times)
  • A economia do Japão encolheu a um ritmo anualizado de 6,3% no quarto trimestre de 2019, um resultado pior que o esperado, e a primeiro recuo do PIB do país em mais de um ano. O aumento dos impostos sobre vendas de mercadorias teve impacto direto sobre o consumo dos japoneses. Segundo economistas, o Japão, a terceira maior economia do mundo depois de Estados Unidos e China, pode entrar em recessão técnica – dois trimestres seguidos de contração – no início de 2020 devido aos efeitos do novo coronavírus. (Fonte: Estado de Minas)
  • A sucessora designada por Angela Merkel, Annegret Kramp-Karrenbauer, anunciou ontem que desistiu de se candidatar ao cargo de chanceler da Alemanha, no ano que vem, e deixará a presidência da União Democrata-Cristã (CDU). Ela foi vítima de uma aliança de seu partido com populistas radicais de direita na eleição para o governo do Estado da Turíngia. Kramp-Karrenbauer, conhecida pelas iniciais AKK, afirmou que iniciará o processo para escolha de um novo líder antes de deixar a chefia da legenda. Merkel acrescentou que ela deve continuar no cargo de ministra da Defesa, que ocupa desde julho. Protegida e escolhida por Merkel, Kramp-Karrenbauer vinha sendo cada vez mais questionada a respeito de sua capacidade de substituir a chanceler, que comanda o país há 15 anos, mas planeja sair de cena na próxima eleição. (Fonte: Estadão)
  • O senador Bernie Sanders venceu as primárias de New Hampshire, mas foi uma votação apertada. Pete Buttigieg, ex prefeito de South Bend, chegou 1,3 ponto porcentual atrás e obteve o mesmo número de delegados. A disputa quente entre os dois campos, um progressista radical, de Sanders, e outro moderado centrista, de Buttigieg, faz os democratas temerem a mesma divisão que favoreceu Donald Trump na eleição de 2016. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

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O VIX trabalhou na média da semana a 14,716 contra 16,60 da semana anterior.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2020

As expectativas dos 103 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 3,80
  • Valor médio esperado: R$ 4,21
  • Valor máximo esperado: R$ 4,35

Previsão para PIB

As expectativas dos 77 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 125 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano hoje:

As 11:30 horas, o Dólar comercial operava em alta de 0,41%, cotado a 4,35. O Dólar Turismo no mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,482 + IOF.

Euro hoje:

As 11:30 horas o Euro operava estável, cotado a R$ 4,71. O Euro Turismo no mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,859 + IOF.

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