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Panorama de Mercado

25 de junho , 2019 | em #MeuCâmbio |

Análise Meu Câmbio

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Cenário interno

Política

  • O ministro da Economia, Paulo Guedes, resolveu dar uma solução caseira para a crise do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e escolheu o secretário adjunto de Desestatização e Desinvestimento da pasta, Gustavo Montezano, como novo presidente do banco de fomento. Engenheiro e mestre em Economia, Montezano, 38 anos, era o número dois do secretário de Desestatização, Salim Mattar, um dos cotados para assumir a presidência do banco depois que Joaquim Levy deixou o cargo, sob críticas públicas do presidente Jair Bolsonaro.
  • O ministro da Justiça, Sérgio Moro, disse no dia 19 de junho que não tem “nenhum apego ao cargo” e admitiu, pela primeira vez, a possibilidade de deixar o governo caso sejam constatadas ilegalidades nas supostas mensagens trocadas entre ele e procuradores da Lava Jato. Durante oito horas e meia, Sérgio Moro respondeu a perguntas de senadores na Comissão de Constituição e Justiça, onde esteve espontaneamente após o vazamento das conversas. Ele voltou a afirmar que agiu de acordo com a lei e disse que há sensacionalismo no caso. Moro disse, ainda, acreditar que o objetivo dos vazamentos é invalidar condenações e atacar as instituições. Mais uma vez, cobrou a divulgação das supostas mensagens na íntegra. “Aí a sociedade vai poder ver se houve alguma incorreção da minha parte. Se houve, eu saio, mas não houve.” Também no dia 19, Bolsonaro defendeu a permanência do ministro no cargo. (Fonte: Estadão)
  • Jair Bolsonaro admitiu no dia 20 de junho a possibilidade de disputar novo mandato em 2022, contrariando discurso de campanha, quando defendeu o fim da reeleição. É a primeira vez que ele trata do assunto de forma mais explícita depois de eleito. “Se não tiver uma boa reforma política, e se o povo quiser, estamos aí para continuar mais quatro anos”, disse após participar, em São Paulo, da Marcha para Jesus. Se, por outro lado, forem feitas mudanças no sistema eleitoral, o presidente afirmou que pode “jogar fora a possibilidade de reeleição”. Bolsonaro já havia tocado no assunto mais cedo em Eldorado, no interior do Estado, onde foi visitar a mãe. “Meu muito obrigado a quem votou e a quem não votou em mim. Lá na frente, todos votarão, tenho certeza.” Ele foi o primeiro presidente a participar do evento evangélico, que é realizado há 27 anos e reúne milhares de pessoas na capital paulista. (Fonte: Estadão)
  • Criada para investigar empréstimos do BNDES, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara já tem elementos para concluir que houve falha no financiamento de obras na Venezuela, em Cuba, em Moçambique, entre outros países. As operações foram feitas durante os governos dos ex-presidentes Lula e Dilma. O banco nega problemas na concessão dos empréstimos. (Fonte: Estadão)

Economia

  • O Banco Central (BC) manteve no dia 19, a taxa básica de juros (Selic) em 6,50% ao ano. A instituição frustrou as expectativas do mercado de que indicaria um corte da taxa na próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), em julho. No comunicado da decisão, o BC afirmou que a economia parou de se recuperar e que o cenário externo melhorou. (Fonte: Folha de São Paulo)
  • O Copom do BC avaliou que a interrupção da recuperação da economia brasileira nos últimos trimestres é nítida quando se analisa um período mais longo de tempo, e que a perda de ímpeto deverá levar a economia a flertar com estagnação no segundo trimestre de 2019. “Após leve recuo no primeiro trimestre de 2019, em decorrência dessa perda de dinamismo e de alguns choques pontuais, o PIB (Produto Interno Bruto) deve apresentar desempenho próximo da estabilidade no segundo trimestre”, avaliou o Copom na ata da reunião. (Fonte: Folha de São Paulo)

Empresas

  • Com dívidas de R$ 98,5 bilhões, a Odebrecht pediu a maior recuperação judicial da história do país. Considerado um dos maiores impérios empresariais que o Brasil já teve, o grupo vinha sofrendo repetidos reveses desde que virou um dos pivôs da Lava Jato. O pedido abrange 21 companhias, incluindo as controladoras Kieppe e ODBinv, e, no total, R$ 83,6 bilhões poderão ser renegociados judicialmente. As empresas operacionais, como Engenharia e Construção, Enseada e OR, ficaram de fora. (Fonte: Estadão).
  • O Nubank levantou mais R$ 375 milhões em recursos para dar sequência a seu plano de expansão. Após se consolidar como uma alternativa aos grandes bancos no país, a fintech (startup de serviços financeiros) brasileira pretende, agora, avançar para a América Latina. Avaliado em US$ 4 bilhões e ganhando porte no Brasil, o Nubank usará os recursos para tocar operações internacionais, como a do México e da Argentina, onde já está presente. (Fonte: Estadão)

No cenário externo:

  • Draghi indica que BCE pode fornecer mais estímulo se inflação não acelerar – O Banco Central Europeu precisará afrouxar a política monetária de novo caso a inflação não acelere, afirmou o presidente do BCE, Mario Draghi, no dia 18 de junho, sinalizando uma das maiores reviravoltas de seu mandato de oito anos. Depois de quatro anos de estímulo sem precedentes para reanimar a economia da zona do euro após a crise da dívida, o BCE vinha preparando o mercado para um aperto na política monetária, chamado de “normalização” – apenas para ver uma guerra comercial global prejudicar seus planos em questão de meses. O problema é que, com os juros em mínimas históricas e a carteira do BCE já inchada para 4,7 trilhões de euros, sua munição restante é limitada, levantando dúvidas sobre a provável eficácia de quaisquer outras medidas. (Fonte: Reuters)
  • O Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina registrou, no primeiro trimestre deste ano, um recuo de 5,8% em relação ao mesmo período de 2018, informou no dia 19, o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec). Este foi o quarto trimestre consecutivo de queda da economia da Argentina, mantendo assim o país em quadro de recessão técnica. Segundo o Indec, o PIB também caiu 0,2% na comparação com os três últimos meses do ano passado. (Fonte: G1)
  • Fed mantém taxa de juro e fala que pode atuar de forma apropriada. O Federal Reserve (Fed), banco central americano, mantém juro entre 2,25% e 2,5% ao ano e acena redução caso veja o crescimento ameaçado. Powell fala que não deve reagir a oscilações de curto prazo. (Fonte: Seu dinheiro)
  • Os Estados Unidos anunciaram, no dia 22 de junho, que o plano de paz para o Oriente Médio que apresentarão na semana que vem, no Barein, busca levantar mais de 50 bilhões de dólares e criar 1 milhão de postos de trabalho para os palestinos. Ao revelar detalhes do plano, batizado de Da Paz à Prosperidade, o governo de Donald Trump disse que a iniciativa pretende reformar a economia palestina, gerar mais investimentos estrangeiros e melhorar radicalmente a infraestrutura e governança interna na Cisjordânia e Faixa de Gaza. (Fonte: Isto é)
  • A União Europeia alertou no dia 21 de junho – mais uma vez – ao futuro primeiro-ministro britânico, que o acordo do Brexit, concluído em novembro com Theresa May, não é renegociável. “O acordo de retirada não está aberto à renegociação”, disse o chefe do Conselho Europeu, Donald Tusk, em entrevista ao final de uma cúpula realizada em Bruxelas. (Fonte: Época Negócios)
  • Os ativos em bônus de governos e empresas com rendimentos negativos atingiram US$ 12,5 trilhões, um novo recorde, de acordo com o Instituto Internacional de Finanças (IIF), formado pelos maiores bancos do mundo. O aumento deste volume ocorreu em meio aos sinais de que os principais bancos centrais do mundo devem baixar juros, o que elevou a procura dos investidores por aplicações de maior risco, provocando o enfraquecimento do dólar e a queda dos rendimentos (“yields”) dos bônus, aumentando assim o montante a taxas negativas, de acordo com relatório divulgado pelo IIF no dia 23 de junho. (Fonte: Isto é dinheiro)
  • Os laços econômicos entre a Venezuela e um de seus principais apoiadores internacionais, a Rússia, estão se desgastando. Bancos russos, exportadores de grãos e até mesmo fabricantes de armas reduziram seus negócios com a Venezuela, afetados pelo colapso econômico que pretendiam combater. “Os laços econômicos dos dois países desaceleraram muito nos últimos anos”, disse Maximilian Hess, do Instituto de Pesquisa de Política Externa, em Londres. “As políticas de hoje são de custo realmente baixo, mas ganham muita importância geopolítica.” (Fonte: Estadão)
  • O Irã abateu dia 20 de junho um drone de vigilância americano, em nova escalada de tensões entre os dois países. Os iranianos alegam que o equipamento sobrevoava seu território, o que é negado por Washington. Donald Trump disse que “não iria tolerar” o ataque, mas depois mudou o discurso e afirmou que a ação se tratava de um “grande erro”. Caso acontece poucos dias após americanos culparem Irã por ataques a petroleiros. (Fonte: Estadão)
  • Com a imposição de novas sanções dos EUA, em vigor a partir de hoje, o Irã ameaçou retomar seu programa nuclear, o que poderia espalhar o conflito pelo Golfo Pérsico. A pressão também cai sobre a União Europeia, pois o Irã estabeleceu até 8 de julho para que o bloco evite que os Estados Unidos adotem novas sanções. (Fonte: Estadão)

Dólar e aversão ao risco
(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

Em semana de pouca volatilidade, o VIX trabalhou na média de 15,14 contra 15,72 da semana anterior.

Dólar index
(relação do dólar com uma cesta de moedas)

O dólar operou estável contra cesta de moeda tendo trabalhado na última semana na média de 96,60.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2019

As expectativas dos 111 economistas consultados pelo Banco central para 30/06/2019 são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 3,50
  • Valor médio esperado: R$ 3,85
  • Valor máximo esperado: R$ 4,00

Dólar americano hoje:

Às 12h15 o dólar comercial apresentava alta de 0,19% cotado a R$ 3,8345.

O dólar turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 3,943 + IOF.

Dólar

Período

Variação

25/jun/19 0,19%
1 semana -1,67%
1 mês -4,98%
No ano -1,06%

Euro hoje:

Às 12h15 o euro comercial apresentava leve alta de 0,05%, cotado a R$ 4,363.

O euro turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 4,498 + IOF.

Euro

Período

Variação

25/jun/19 0,05%
1 semana -0,23%
1 mês -3,39%
No ano -1,56%

 


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