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04 de dezembro , 2020 | em #MeuCâmbio |

Saiba como caminhar pelas turbulências do mercado financeiro com a ajuda da Meu Câmbio
As principais notícias que afetam o dólar comercial nesta sexta-feira 04/12/2020

MERCADO AGORA (10h18)

  • Cotação dólar comercial: R$ 5,168 +0,54%
  • Cotação euro comercial: R$ 6,278 +0,58%

AGENDA DO DIA

  • 08h00 – FGV: IPC-C1 (Baixa renda) em novembro
  • 10h30 – EUA/Deptº do Comércio: balança comercial de outubro
  • 10h30 – EUA: Payroll – relatório de empregos em novembro
  • 11h30 – BC leiloa até 16 mil contratos de swap (US$ 800 mi)
  • 12h00 – EUA: encomendas à indústria em setembro
  • 15h00 – BC: captação líquida da poupança em novembro
  • 15h00 – EUA/Baker Hughes: atividade de petróleo

JUROS

No dia de hoje, em função de uma agenda mais vazia no cenário doméstico, os agentes de mercado voltam suas as atenções para o cenário externo e para a reunião do COPOM na semana que vem.

À espera das sinalizações que o Banco Central dará em seu comunicado, as oscilações estarão sujeitas às repercussões do relatório de emprego nos Estados Unidos (o Payroll), à expectativa por pacote fiscal americano e às vacinas anti-covid.

Internamente, o clima é de desconforto com a possibilidade de manobras fiscais que permitam driblar o teto de gastos nos próximos anos. Esses e outros assuntos podem, em tese, abrir espaço para uma correção, afirmam profissionais do mercado.

Ontem, a alta de 7,7% do PIB do terceiro trimestre, abaixo da mediana das estimativas (8,8%) acabou tendo impacto essencialmente positivo no humor do mercado, uma vez que prevaleceu a leitura de que a economia brasileira se recupera em ritmo maior que outros emergentes. A queda do dólar reforçou a tendência de queda dos juros, que chegou aos 30 pontos na ponta longa da curva, ritmo que perdeu fôlego na sessão estendida, após as notícias que trouxeram maior cautela com a questão fiscal. Esse movimento pode ter continuidade hoje, mas não é dado como certo, levando em consideração que o dólar segue em queda ante a maioria das divisas nesta manhã.

Fonte: Broadcast Agencia Estado

Câmbio:

Um apetite por risco moderado predomina no exterior antes do payroll dos EUA (10h30) e deixa o dólar fraco, o que pode amenizar eventual ajuste de alta do dólar ante o real diante da cautela do investidor com o problema fiscal do País. Lá fora, animam as declarações do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, de que o pacote de ajuda econômica de US$ 900 bilhões seria um “bom começo”, mas insuficiente, gerando expectativas de estímulos adicionais. Além disso, a Moderna, que também desenvolve vacina contra covid-19, reforçou compromisso em entregar cerca de 20 milhões de doses aos Estados Unidos em 2020.

Aqui, embora a agenda parlamentar de votação tenha sido retomada no Congresso, há contradição nas informações sobre um acordo político para tentar agilizar o andamento da pauta econômica e de reformas, além da movimentação para mudar a LDO de 2021, o que deve continuar repercutindo também nos negócios.

Horas depois de o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmar ontem que espera um “desenlace político” rápido para destravar a agenda econômica represada no Congresso, o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), se disse “esperançoso, mas não confiante”, com a possibilidade de fechar um acordo para destravar as votações na Câmara dos Deputados. Barros admitiu indiretamente que não há ainda um grande acordo em andamento.

O Congresso tem até o dia 22, última sessão antes do recesso parlamentar, para votar temas importantes para o governo, entre eles, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021, a PEC Emergencial, a reforma tributária e a autonomia do Banco Central.

Mas, depois que o Tribunal de Contas da União (TCU) permitiu que um volume maior de gastos de 2020 seja executado em 2021, a ala política do governo e o Congresso articulam usar a decisão para mudar a proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021, que ainda está em discussão no Congresso. Assim, poderia ser autorizado o empenho de gastos que só serão executados em 2022, ano de eleições presidenciais. Analistas afirmam que essa manobra pode agravar o rombo nas contas públicas em 2021, que no envio do Orçamento já era estimado em R$ 233,6 bilhões, e pressionar ainda mais o teto de gastos, que limita o avanço das despesas à inflação

No fim do dia ontem, o dólar futuro para dezembro já reagiu um pouco, desacelerando a queda no fechamento.

Com as apostas em novos estímulos nos EUA e possivelmente também na Europa e Reino Unido, o fluxo de estrangeiros para o Brasil pode continuar favorável e ajudar a enfraquecer o dólar também. Além da certeza de que o Banco Central deve garantir liquidez para atender à demanda maior para remessas de capitais ao exterior e de bancos.

Fonte: Broadcast Agencia Estado


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