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10 de dezembro , 2020 | em #MeuCâmbio |

Saiba como caminhar pelas turbulências do mercado financeiro com a ajuda da Meu Câmbio
As principais notícias que afetam o dólar comercial nesta quinta-feira 10/12/2020

MERCADO AGORA (10h00)

  • Cotação dólar comercial: R$ 5,109 -1,22%
  • Cotação euro comercial: R$ 6,189 -0,88%

AGENDA DO DIA

  • 09h00 – IBGE: vendas no varejo em outubro devem desacelerar para 0,20%, de 0,60%; ante 2019, projeção é de alta de 7,0%
  • 09h00 – Varejo ampliado projeta mediana de 1,50% em outubro, ante 1,20% em setembro; na comparação anual, mediana é de 4,68%
  • 10h00 – Zona do euro/BCE: decisão de política monetária (9h45), seguida de coletiva de Christine Lagarde
  • 10h30 – EUA/Deptº do Trabalho: pedidos de auxílio-desemprego e CPI de novembro
  • 11h30 – BC anuncia leilão extra de swap de 16 mil contratos (US$ 800 milhões)
  • 12h00 – EUA: Steve Mnuchin (Tesouro) testemunha no Congresso
  • 19h30 – Presidente do BC, Roberto Campos Neto, participa de premiação do IBEF

Aproveite a queda de hoje e realize seus pagamentos internacionais!

Expectativas para o dólar no dia de hoje

Com leilão extra de até US$ 800 milhões em swap cambial hoje e um comunicado do Copom, que manteve a Selic em 2% ao ano, considerado mais hawkish por economistas e analistas financeiros, o dólar pode recuar na abertura, acompanhando ainda um viés de baixa da moeda americana no exterior. No foco estão o aumento de casos de covid-19 no mundo e no Brasil, mas investidores têm esperanças sobre vacinas e que o Banco Central Europeu adote mais estímulos em sua reunião hoje, seguida de entrevista de Christine Lagarde.

Lá fora, o ambiente de negócios está ameno, com altas leves nas bolsas e dólar mais fraco, diante de expectativas também sobre novos estímulos fiscais nos EUA, esperanças de início em breve da vacinação contra covid-19 nos EUA, além de um eventual desfecho das negociações comercial entre Reino Unido e União Europeia até o fim de semana. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, apresentou nesta quinta-feira medidas de contingência para um cenário de Brexit sem acordo comercial com o Reino Unido. Também é esperada uma reunião da FDA, o regulador americano de medicamentos, que irá revisar os dados para buscar eventuais problemas na vacina contra a covid-19 da Pfizer e da BioNTech, mas deve ser o último passo antes da decisão dos EUA de começar a aplicar o imunizante na população do país.

E para ganhar tempo nas negociações sobre estímulos, a Câmara dos Representantes norte-americana aprovou no fim do dia de ontem um orçamento-tampão para financiar o funcionamento do governo por uma semana, enquanto republicanos e democratas negociam uma nova rodada de estímulos fiscais. O texto, agora, será submetido à análise do Senado, que também deve aprová-lo.

No mercado local, o fluxo cambial pode continuar favorável, principalmente após uma mudança no tom do comunicado do Copom, considerado mais hawkish. Para economistas do mercado ouvidos pelo Broadcast após o desfecho da reunião de ontem, o Banco Central sinaliza que o forward guidance acabará em breve, possivelmente na reunião e janeiro, uma vez que o comitê vai olhar para 2022, abrindo caminho para o juro básico voltar a subir no ano que vem, o que poderia ocorrer já a partir de março. As apostas dos analistas variam de Selic a 3% até 5% no fim do próximo ano. Uma das intenções do Banco Central com o aperto monetário seria se antecipar à possibilidade de um desmonte do teto de gastos, afirmam os especialistas.

Sobre o leilão extra de até US$ 800 milhões em swap cambial, gestores afirmam que essa operação pode começar a dar saída para o fluxo do overhedge de bancos, estimado em US$ 16 bilhões.

Os dados do varejo brasileiro também serão monitorados, por que podem indicar a temperatura da retomada da economia interna.

Tende a agradar investidores também o andamento da agenda de votações na Câmara dos Deputados. Uma nova sessão está marcada para hoje, a partir das 11 horas, para votar uma série de projetos da bancada feminina, além do projeto de regulamentação do Fundo Nacional de Educação Básica (Fundeb) e estímulo às startups. Ontem, os deputados aprovaram o regime de urgência para 17 propostas, entre eles, o PL 2.875/19, com requisitos mínimos de acessibilidade em praias, que é o primeiro item da pauta desta quinta-feira.

Contudo, eventual alta do dólar ante o real não é descartada na sessão, uma vez que recuos recentes abaixo dos R$ 5,10 têm atraído compras em meio a remessas de capitais por empresas ao exterior e por cautela com ruídos e o cenário fiscal do governo brasileiro.

Com a aceleração da inflação medida pelo INPC, tende a aumentar a pressão política sobre os gastos do governo no ano que vem e exigir mais medidas de corte do Orçamento, estimadas em R$ 7,4 bilhões, apurou o Broadcast. Fica no radar ainda a movimentação do presidente Jair Bolsonaro para tentar interferir na disputa pelo comando da Câmara. Bolsonaro demitiu ontem o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, colocando em seu lugar o presidente da Embratur, Gilson Machado. O agora ex-ministro disse que o general Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo, ofereceu a pasta do Turismo ao Centrão em troca de apoio ao candidato do Planalto, Arthur Lira (Progressistas-AL), que oficializou ontem a sua candidatura. Já o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), será monitorado, após causar estresse ontem à tarde ao criticar o governo por estar terminando o ano sem conseguir pôr em votação a PEC Emergencial, projeto do qual afirmou não ter visto ainda nem o texto e nem programação do Planalto para a votação.

Ajudado pelos ruídos políticos, o real voltou ontem a ser a moeda com pior desempenho no exterior, em uma lista de 34 divisas internacionais mais líquidas. O dólar à vista fechou em alta de 0,87%, a R$ 5,1722. No mercado futuro, o dólar para janeiro terminou em alta de 1,07%, a R$ 5,1715.

Fonte: Silvana Rocha – Broadcast Top News

Termos técnicos citados na reportagem

Postura hawkish

Já uma postura hawkish representa justamente o contrário: manter uma política austera, com taxas de juros mais altas e, assim, menor demanda e inflação mais controlada.

Essa medida também cobra seu preço: uma possível diminuição da atividade econômica e o aumento do desemprego.

Para os investidores, observar se as autoridades monetárias estão mais dovish ou mais hawkish pode ser determinante para realizar aplicações inteligentes em longo prazo.

O que é e como funciona

O hawkish costuma ser atrelado à taxa de juros está mais alta, o que faz com que os investimentos em renda fixa se tornem mais atrativos, como o Tesouro Direto. – Estadão

forward guidance

A comunicação sobre o provável curso futuro da política monetária é conhecida como forward guidance (orientação futura). Pessoas físicas e jurídicas usarão essas informações para tomar decisões sobre gastos e investimentos. Assim, orientações futuras sobre políticas futuras podem influenciar as condições financeiras e econômicas de hoje.

A estratégia pode ser implementada de forma explícita, expressa por meio da comunicação de previsões e intenções futuras, também conhecida como orientação futura Odyssean. Também existe orientação direta implícita, às vezes chamada de orientação futura Delphic. É uma versão mais suave e menos vinculativa de orientação futura para obter efeitos semelhantes. Entre os principais bancos centrais, a orientação futura Delphic domina, embora haja algumas exceções, como o Federal Reserve dos EUA, que faz declarações bastante específicas, mas ainda condicionais, e o Banco do Japão. – Wikipedia

Overhedge

Atualmente, a variação cambial dos investimentos dos bancos no exterior não é sujeita à tributação, mas a cobertura de risco (hedge) desses investimentos feita no Brasil, geralmente por meio de contratos futuros de dólar e de cupom cambial, é tributada.

Por conta dessa distorção, o banco tem que contratar 1,90 dólar de hedge para cada 1 dólar em participações no exterior, segundo o BC. Essa cobertura adicional ao valor do próprio investimento é chamada de overhedge. – Money Times


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