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As principais notícias que afetaram o dólar e os mercados financeiros na última semana

17 de março , 2020 | em #MeuCâmbio | ,

Análise Meu Câmbio

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Cenário interno

Economia

  • O ministro Paulo Guedes (Economia) anunciou pacote de R$ 147,3 bilhões em medidas emergenciais para socorrer setores da economia e cidadãos mais vulneráveis. Do valor anunciado, R$ 83,4 bilhões devem ser destinados à população mais pobre e idosa. Outros R$ 59,4 bilhões serão aplicados na manutenção de empregos. Empresas terão tributos temporariamente suspensos. A ideia é que os valores sejam liberados nos próximos três meses. Entre as ações estão a antecipação para maio da segunda parcela do 13.º de aposentados e pensionistas do INSS. Na semana passada, o governo já havia anunciado a antecipação da primeira parcela para abril. A parcela do abono salarial que seria paga entre julho e dezembro será antecipada. O governo vai liberar cerca de R$ 3,1 bilhões para o Bolsa Família, com inclusão de 1,2 milhão de famílias, e transferir R$ 21,5 bilhões parados no Fundo PIS/Pasep para promover saques do FGTS.  Algumas iniciativas poderão ser implementadas de forma imediata pelo Executivo, mas R$ 60,3 bilhões dependem do aval do Congresso Nacional, incluindo um repasse extra para tentar pôr fim à fila do programa Bolsa Família. Ainda estão em discussão suspensão temporária de tributos para empresas aéreas e medidas adicionais para o setor de turismo. (Fonte: Estadão)
  • O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, em reunião extraordinária, duas medidas para facilitar a renegociação de até R$ 3,2 trilhões em empréstimos por famílias e empresas e ainda ampliar a capacidade de crédito do sistema financeiro em até R$ 637 bilhões. Segundo o Banco Central, as medidas têm o objetivo de apoiar a economia brasileira durante o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. (Fonte: Estadão)
  • A inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) fechou fevereiro em 0,25%, o menor resultado para o mês desde 2000, quando o índice foi de 0,13%. O número foi divulgado hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A inflação de fevereiro ficou acima da taxa de janeiro, de 0,21%. No acumulado do ano, o índice o acumula 0,46% e, nos últimos 12 meses, registrou 4,01%. (Fonte: UOL)
  • Com o avanço da pandemia de coronavírus e as incertezas sobre o seu impacto na atividade global, a expectativa de crescimento da economia em 2020 voltou a cair, de 1,99% para 1,68%, conforme o Relatório de Mercado Focus, divulgado nesta segunda-feira, 16, pelo Banco Central (BC). Há quatro semanas, a estimativa de alta era de 2,23%. No início de março, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o crescimento do PIB em 2019 ficou em 1,10%. Para 2021, o mercado financeiro manteve a previsão de alta do Produto Interno Bruto (PIB), de 2,50%. Quatro semanas atrás, estava no mesmo patamar. (Fonte: Istoé)
  • A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou pandemia pelo novo coronavírus – reconhecimento de que a doença alcançou disseminação global. Nas duas últimas semanas, o número de casos da covid-19 fora da China aumentou 13 vezes e a quantidade de locais afetados triplicou. “Nos próximos dias, prevemos que o número de casos de covid-19, de mortes e de países afetados suba ainda mais”, afirmou o diretor-geral, Tedros Adhanom Ghebreyesus. A OMS vinha relutando em declarar pandemia, com o temor de que isso criasse pânico e fosse interpretado como um sinal de que os países poderiam abandonar seus esforços. A nova classificação não altera os planos da OMS para conter o surto, mas há a expectativa de que os países mudem a forma de combater a propagação do vírus. Especialistas destacam como exemplo medidas adotadas na China e na Coreia, com casos em declínio. (Fonte: Estadão)
  • O Congresso derrubou o veto do presidente Jair Bolsonaro a um projeto de lei que eleva o limite de renda para a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC). A decisão cria fatura adicional de R$ 20 bilhões anuais ao governo com a ampliação do alcance do benefício assistencial à baixa renda. A medida permitirá a concessão do benefício, de um salário mínimo (R$ 1.045,00), a pessoas com deficiência ou idade superior a 65 anos e renda de até R$ 522,50 por membro da família. Antes, era elegível grupo familiar com renda de até R$ 261,25 por pessoa. Com a ampliação, o governo estima custo adicional de R$ 217 bilhões em uma década – o equivalente a 27% da economia obtida com a reforma da Previdência. O resultado da votação ganhou contornos de crise na equipe econômica, que prevê maior dificuldade para fechar as contas diante do cenário de queda na arrecadação. Também vai aumentar a fila de espera por benefícios do INSS, atualmente de 1,9 milhão de pessoas. (Fonte: Estadão)

Empresas

  • A estreia de mais de 20 companhias na B3 até maio terá de aguardar. A janela, que até o início da semana passada prometia ser uma das mais fortes da história do mercado brasileiro, foi fechada pelo aumento das preocupações em torno do coronavírus e da crise no petróleo. Por ora, os planos de captações das companhias foram suspensos. Diante da impossibilidade de discutir preço de ações para as ofertas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês) que estavam engatilhadas – e com o forte movimento de venda de ativos que levou o Ibovespa nas segunda-feira ter o pior dia desde 1998 –, as reuniões iniciais entre investidores, bancos e companhias já começam a ser adiadas. (Fonte: Estadão)

No cenário externo:

  • O governo da Argentina fixou em US$ 68,842 bilhões o valor da dívida a negociar com seus credores, de acordo com um decreto publicado nesta terça-feira (10) no Diário Oficial, que inicia formalmente o processo que buscará adiar os vencimentos. Esta é a parcela da dívida emitida em bônus sob legislação estrangeira, sobre a qual o governo argentino também buscará obter reduções. O ministério da Economia está habilitado com o decreto a fazer todas as operações legais sobre estes créditos. A Argentina deve apresentar no fim de março sua proposta de reestruturação da dívida aos credores, segundo o cronograma estabelecido pelo ministério da Economia. (Fonte: G1)
  • O Banco da Inglaterra (BoE) anunciou nesta quarta-feira, 11, uma surpreendente redução das taxas de juros, que passam de 0,75% a 0,25%, com o objetivo de ajudar a economia ante o impacto negativo da epidemia do novo coronavírus. O anúncio do BoE aconteceu poucas horas antes da apresentação do primeiro orçamento do governo do primeiro-ministro Boris Johnson. Esta é redução mais expressiva desde 2009. As taxas de juros não eram tão baixas desde os meses posteriores à votação sobre o Brexit. (Fonte: Veja)
  • O Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) cortou os juros da faixa de 0% a 0,25% em uma reunião extraordinária neste domingo. A decisão foi por 9 votos a 1. As consequências econômicas da pandemia de coronavírus foram apontadas como justificativa para a decisão. “Os efeitos do coronavírus irão pesar na atividade econômica no curto prazo e representar riscos para as perspectivas econômicas”, diz a instituição. “O surto de coronavírus prejudicou comunidades e interrompeu a atividade econômica em muitos países, incluindo os Estados Unidos. As condições financeiras globais também foram significativamente afetadas. Os dados econômicos disponíveis mostram que a economia dos EUA entrou neste período desafiador em uma base sólida.” O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) disse que continuará monitorando as implicações das informações recebidas para as perspectivas econômicas, incluindo as relacionadas à saúde pública, desenvolvimentos globais e pressões inflacionárias. A instituição se comprometeu ainda a usar suas ferramentas e atuar conforme apropriado para apoiar a economia. (Fonte: Isto É Dinheiro)
  • Em dias dominados pelo noticiário da pandemia do novo coronavírus e os seus impactos sociais e econômicos mundo afora, o Partido Democrata conduz nesta terça-feira, 17, mais uma rodada de prévias eleitorais para escolher o representante que disputará com Donald Trump a Presidência em novembro. Hoje é a vez de os americanos nos estados de Arizona, Flórida, Illinois e Ohio manifestarem sua preferência entre o ex-vice-presidente, Joe Biden, ou o ex-senador de Vermont, Bernie Sanders. Há, no entanto, uma pedra no caminho: o coronavírus. O temor é o de que muitos eleitores não compareçam às urnas ou esqueçam de votar antecipadamente. As votações seguem como planejado em Ohio, que já teve algumas urnas abertas com antecedência. Os outros estados (Arizona, Flórida e Illinois) também devem ter votações normalmente, embora estejam vivendo situações tão ou mais graves quanto a de com Ohio. Eram 18 casos confirmados no Arizona, 155 na Flórida e 29 em Illinois até a noite de segunda-feira. Ao todo, estão em jogo nesta terça-feira 577 delegados, sendo 219 na Flórida, 155 em Illinois, 136 em Ohio e 67 em Arizona. Para receber a nomeação democrata, Biden ou Sanders precisam conquistar ao menos 1.991 delegados no total. O ex-vice-presidente segue na frente na disputa, com 866 delegados, enquanto que o senador de Vermont tem 709. O resultado das prévias desta terça, portanto, poderá alavancar um deles na liderança da corrida democrata. Em âmbito nacional, Biden continua sendo o candidato favorito entre os eleitores democratas. Segundo monitoramento do site Real Clear Politics, ele está com 56,4% da preferência dos eleitores, ante 33,2% de Sanders. Quando se olha no recorte estadual, considerando os estados que realizarão suas primárias nesta terça, Biden segue o líder absoluto na Flórida (que reúne a maioria dos delegados), com 64,7% da intenção de votos, e está bem à frente do senador no Arizona, Illinois e Ohio. (Fonte: Exame)

Dólar e aversão ao risco

(índice de volatilidade dos preços das opções do S&P 500)

Altíssima volatilidade apresentada pelo mercado acionário americano, fez o VIX trabalhar acima dos 80 pontos (Máxima de 16/03), chegando na média da última semana de 57,93.

Perspectivas

A previsão do dólar para 2020

As expectativas dos 110 economistas consultados pelo Banco Central são:

  • Valor mínimo esperado: R$ 3,85
  • Valor médio esperado: R$ 4,61
  • Valor máximo esperado: R$ 5,00

Previsão para PIB

As expectativas dos 82 economistas consultados pelo Banco Central são:

Previsão para IPCA

As expectativas dos 124 economistas consultados pelo Banco Central são:

Dólar americano hoje:

As 13:15hs, o Dólar comercial operava em queda de 0,71%, cotado a 5,0165

O Dólar Turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 5,169 + IOF.

Dólar
Período Variação
17/mar/20 -0,71%
1 semana 7,95%
1 mês 16,65%
No ano 25,04%

Euro hoje:

As 13:15hs o Euro operava em queda de 2,43%, cotado a R$ 5,507.

O Euro Turismo neste mesmo horário é oferecido pela Meu Câmbio a R$ 5,701 + IOF.

Euro
Variação Variação
17/mar/20 -2,43%
1 semana 4,88%
1 mês 18,15%
No ano 22,54%
Data Horário Moeda Evento Previsão Atual Última Previsão
MonMar 16 All Day All G7 Meetings    
  9:30am USD Empire State Manufacturing Index 5.1 12.9
  4:25pm USD President Trump Speaks    
TueMar 17 7:00am EUR German ZEW Economic Sentiment -29.7 8.7
  All Day EUR EU Economic Summit    
  9:30am USD Core Retail Sales m/m 0.1% 0.6%
    USD Retail Sales m/m 0.2% 0.6%
WedMar 18  9:30am USD Building Permits 1.50M 1.55M
ThuMar 19 9:30am USD Philly Fed Manufacturing Index 10.2 36.7

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